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História Motivos para ser feliz - Capítulo 5


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Notas do Autor


Ola pessoas como estão?
promessa é divida e ca estamos nos. estou um tanto quanto triste por Motivos para ser feliz não estar sendo tão vista
porem agradeços aos fieis leitores que continuam acompanhando
obrigada pelos favoritos e pelos comentarios me incentiva continua produzindo
esse cap tem soukoko para quem ja estava sentindo falta do shipp
espero que gostem
boa leitura S2

Capítulo 5 - Mudanças


Fanfic / Fanfiction Motivos para ser feliz - Capítulo 5 - Mudanças

O que você diria... Se me visse agora?

 

-Mamachuu- Gin puxou levemente a roupa do ruivo que estava sentado na beira da pequena cama amarrando os cadarços do sapato de Ryu. Haviam acordado mais tarde do que esperava então já estava um pouco atrasado para sair, odiava manhãs serio, se perdesse o trem das 10:40 ficaria muito puto. Mas ao virar para encarar o pequeno papel que a pequena segurava em suas mãos seu coração relaxou instantaneamente.

-hm? Oque é isso? É pra mim? – Chuuya sorriu abrindo o papel vendo Gin sorrir esperançosa. E nesse momento o ruivo teve uma pequena impressão que ia morrer de amores ao ver, um desenho de um bonequinho ruivo e dois bonequinhos menores de cabelos negros.

-família- Gin sorriu largamente fazendo Chuuya sentir as lagrimas embaçando sua visão ao abraça-la

-sim! Isso mesmo Gin, somos uma família.

Eram apenas 9 da manhã e Chuuya já agradecia a deus pelos anjinhos que ele tinha em casa, Ryu a sua frente parecia não entender a cena, mas não dizia nada.

Apos o ocorrido Chuuya, de forma tão costumeira, colocou o café dos pequenos na mesa de centro de sua sala, observou Ryu comer ensinando a Gin, oque particularmente era uma cena tão linda que o ruivo sentia uma vontade de gravar. Era uma pena que seu celular avia morrido. Suspirou cansado, havia um acumulo de contas, o trabalho não dava conta, e agora com Gin e Ryu parecia que os problemas haviam dobrado.

E mesmo que evitasse ao máximo pensar sobre, cada vez que deitava no travesseiro e fechava seus olhos. Não podia evitar pensar, que não daria conta disso... Não dava conta nem de si mesmo como cuidaria de crianças?

Sentiu um aperto no peito, ao ver Gin e Ryu lhe encararem confusos. Tinha que continuar, tinha que mantê-los a salvo, prometera isso.

''ah Deus... se realmente existir... Me de forças'' pensou em uma esperança desesperada sorrindo para os dois pequenos

ia se esforçar mais... faria isso por eles.

 

Às 10 em ponto a dona do prédio tocou a campainha e alegremente Ryu seguiu com o ruivo para atender e depois de uma despedida Chuuya se pôs a andar, teria que pegar um trem e já pensava em como mataria Dazai, por chama-lo em um dia tão fodidamente frio.

 

~~//~~

Chuuya

As estações pareciam estranhamente vazias, podia contar nos dedos quantas pessoas esperavam pelo trem. Conforme a viagem seguia, meus olhos pesavam. Estava cansado, mesmo que o resfriado tenha melhorado a fadiga ainda me incomoda como um inferno.

Suspiro pesadamente tinha trabalho no dia seguinte e ainda precisava ver oque faria sobre a educação de Gin e Ryu, preciso deixa-los em uma creche estou abusando um pouco de mais da bondade da Dona do prédio, que a proposito chame-se, Sayuno.

Ela vem sendo tão boa em olhar os pequenos, talvez isso seja algo bom pra ela? Afinal ele teve sete filhos, mas agora morava sozinha naquele apartamento.

Mas mesmo assim, devo deixar de pedir tantos favores a ela, e Ryu já tem quatro anos, se ele não entrar na escolinha logo ficara atrasado.

Sou tirando de meus pensamentos ao ouvir o anuncio de minha estação chegando, levanto. Por hora vou apenas me distrair um pouco, querendo ou não, eu estava realmente ansioso por esse dia.

A casa de Dazai é distante de onde moro. posso ouvir o trem zumbindo as minhas costas conforme me afasto da estação. Provavelmente já passara das 11 o frio da à impressão que o dia mal chegara.  Suspiro ao subir a ladeira anda suspirando bastante esses dias, é quase cômico. Uma árvore perto me faz lembrar, logos serão as férias e junto a elas, o natal.

 Agora que penso, será o primeiro natal que passo com alguém que não seja os vizinhos ou meus companheiros do orfanato. É ate um pouco engraçado, quando pensei no natal desse ano, já esperava as ameixas em conserva que a dona do prédio me entregaria, veria seus sete filhos e provavelmente dormiria cedo para trabalhar na venda ao amanhecer. Agora tenho duas pequenas criaturinhas que provavelmente esperavam ansiosas para o feriado.

Crianças adoram o natal, certo? Mesmo que, sinceramente não consiga me lembrar de qualquer felicidade no natal naquele orfanato, desde que Hanako partiu as únicas memorias que consigo lembrar, era de sentar em frente à porta, enrolado nos cobertores de inverno e esperar, ate o amanhecer. Na esperança ridícula de ver os cabelos ruivos entrarem por aquela maldita porta, isso nunca aconteceu e aos 10 anos, o natal para mim nada mais era, do que um dia comum.

Tinha que garantir que Ryu e Gin aproveitassem o natal, de acordo com Dr.Mori seria o primeiro natal sem minha irmã...

Balanço a cabeça, não é hora para pensar sobre isso. Finalmente avisto a enorme casa onde o infeliz do meu amigo morava. Reviro os olhos por habito, sempre me incomoda o quão escandalosa é a casa de Dazai.

Dazai, assim como eu, não cresceu com seus pais. Nunca soube exatamente oque aconteceu com eles, Dazai dizia não saber também. Porem tudo que sabia era que, Yukichi Fukuzawa o amigo de seu pai e a governanta Akiko Yosano que também era amiga da família, haviam criado ele. Mas quase nunca estavam em casa, me pergunto... se Dazai não se sente sozinho.

Toquei a campainha, normalmente ligaria para Dazai para ter a certeza que aquele projeto de múmia não estivesse dormindo. Mas como meu celular morreu, tenho que esperar que a madame desça para me atender. Preciso de um celular logo, mas para isso preciso de mais um emprego, talvez durante as férias...

Minutos depois vi o maldito sorriso lindo de Dazai, seus cabelos castanhos estavam bagunçados e umidos oque significava que muito provavelmente ele acabara de acordar e recentemente sairá do banho.  porem não pude deixar de pensar como continuava lindo, se controle Chuuya.

-que demora- resmunguei irritado e ouvi Dazai rir, murmurando um ‘’foi mal’’.

-Yosano-san esta de plantão no hospital, então não tem problema e afinal é domingo- Yosano, a governanta de Dazai era uma medica cirurgiã então era quase raro que ela ficasse em casa.

-se não fosse a Yosano-san, você dormiria ate tarde todos os dias- respondi e Dazai riu distante. 

Tirei meus sapatos, os de Dazai estavam colocados em um canto, havia também uma planta mesmo sendo fascinado por botânica, ainda não consigo decifrar que planta é essa.

-quer laranja?- a voz de Dazai me faz perceber que ainda estou parado na porta. Respondo um ‘’sim’’ antes de calmamente subir as escadas. O quarto de Dazai ficava no segundo andar. Havia mais dois quartos também, um de Yosano-san, e o outro de Fukuzawa-san. O corredor era repleto de quadros de gatos, vasos de flores e exatamente três apanhadores de sonhos, cada um preso em cada maçaneta.

Parei em frente ao quarto de Dazai, estava destrancada.

O quarto de Dazai era o típico quarto de adolescente. A cama estava milagrosamente arrumada e tirando as bandagens pelo chão (um habito peculiar dele) e os livros fora das prateleiras. Estava perfeitamente arrumado

Se eu fosse um pouco mais iludido, talvez pensasse que ele arrumou porque eu vinha. Que piada

Tirei o casaco que usava deixando em cima da cadeira em frente à escrivaninha. Não havia porta retratos apenas livros, cadernos e o computador.

Sentei no tapete felpudo e esperei. Desde o início sempre fazíamos isso, sempre jogando e competindo não importa qual jogo fosse sempre competíamos. Talvez isso tenha se tornado um habito, normalmente sou infantil. Odeio perder, porem não era tão irritante perder para Dazai. Mesmo que algumas vezes eu seja tentado a cortar a cabeça desse arrogantizinho. Competir era algo nosso, querendo ou não isso me fazia feliz.

Deito minha cabeça na cama, o lençol grosso e macio me fez instintivamente esfregar a bochecha ali. Tinha o cheiro de Dazai, O cheiro de menta e lavanda. Fazia-me sentir como se pudesse flutuar, como seria ter esse cheiro grudado na minha pele?

Sem perceber suspiro quase arfando, e instintivamente coro, mas que diabos estou pensando!?

Volto à posição inicial e decido pensar em outra coisa. Ter uma ereção na casa de Dazai seria o cúmulo da humilhação, Por Deus isso não é um manga Yaoi. Se fosse, seria um bem estranho.

Dazai volta pouco depois com uma bandeja com laranjas descascadas, acompanho com os olhos toda a trajetória de colocar a bandeja na mesa de centro, ligar a Tv, colocar o jogo e jogar o controle para mim.

Talvez nesse momento eu possa ficar satisfeito em ter essa lesma ambulante só como melhor amigo…

 

Depois de algumas partidas, varias embalagens de diversas comidas que claramente não eram saudáveis  e o placar do jogo ficar em 4 X 2 com Dazai como vencedor, como sempre. Oque chegava a ser frustrante por estamos jogando Mario.

Em algum momento simplesmente paramos de jogar. Dazai agora estava com a cabeça deitada na cama enquanto conversamos besteira. A janelas aberta clareava o quarto e eu podia vez claramente o rosto de Dazai, as bochechas levemente rosados, os olhos castanhos assim como seus cabelos ondulados, os lábios...eu realmente queria be..

-ei, você já beijou um garoto?- Dazai perguntou de repente me fazendo entalar com a minha própria saliva. Puta que pariu, ele estava lendo pensamentos agora e eu não soube?

Não pera, isso significava que eu estava pensando nisso? ok eu sei a resposta.

-como é??

Dazai sabia que eu era gay, eu nunca precisei esconder isso dele e principalmente por ele ser Bi nunca havíamos tido essa conversa. Mas por que do nada ele vem e me pergunta se já beijei?

Ok, Chuuya pense com clareza, é Dazai, não teria segundas intenções, ele gosta de Oda-sensei.

-bom, eu sou Bi, e já fiquei com garotas, mas nunca beijei um garoto- Dazai Enrolou levemente uma mecha de seu cabelo nos dedos antes de me olhar- eu quero sair com o Oda-sensei, mas não quero que ele pense que sou novo nisso.

Touché, eu estava certo.

-eu já beijei um garoto, antes de entrar no ensino médio- menti na real eu nunca beijei na vida, mas obviamente não falaria isso a Dazai, lhe dar um motivo de pensar ser melhor que eu? Jamais.

-como é?- o moreno me perguntou realmente curioso e engoli em seco desviando o olhar

-é normal ue, você juntas os lábios e deixa rolar - dei de ombros, eu sou uma ator maravilhoso viu.

-Chuuya, posso te beijar? – a voz de Dazai estava tão próxima que finalmente reparei o quão próximo de mim ele estava. Mas o mais importante... MAS QUE DIABOS DE PERGUNTA É ESSA? ? ?

-ESPERA como é? ? Você surtou ou algo assim?- perguntei me esforçando ao máximo para não corar com um camarão. Meu coração parecia que queria sair do peito

Sabe gay panic? É exatamente isso

-bom, eu não sei como faze-lo. E não tem problema já que somos amigos - Dazai sorria de uma forma tão inocente, meu deus, esse garoto tem algo na cabeça. Mas cérebro não é

Dazai se aproximou mais, meu coração batia tão forte no peito que parecia que a qualquer minuto sairia pela minha garganta. Dazai era injusto, ele estava me usando por que sabia que não negaria seu pedido, por que tinha a obvia certeza que quando seus lábios tocassem os meus eu me entregaria. E assim foi, primeiro seus lábios tocaram os meus de uma forma inocente. Logo Dazai o aprofundou, e deixe que ele ditasse o ritmo, em parte por que eu não fazia a mínima ideia do que fazer e em parte por que eu provavelmente ainda não havia me dado conta de que realmente estava acontecendo, não era um sonho, eu estava beijando Dazai Osamu, meu melhor amigo, pior inimigo e crush platônico.

Quando sua língua tocou a minha uma corrente elétrica fez um arrepio intenso subir por toda a extensão do meu corpo, o qual em algum momento foi deitado no chão.

Era estranho, não sabíamos bem como fazer, e estávamos completamente afobados, mas era bom. Fodidamente bom, e juro a Deus que naquele momento tudo que eu queria era acordar e fingir que nunca havia sonhado.

Dazai se afastou no exato momento em que ouviu seu celular, seu rosto parecia normal, muito diferente de mim. Ainda levemente chocado vi Dazai atender o celular e foi ai que tudo desabou. Seus olhos brilharam e um sorriso enorme brotou em seus lábios, Oda. 

é tão estranho, o modo como algo pode te tirar rapidamente do seu conto de fada. acorde Chuuya, oque esperava? 

-sim? As 15:00? Claro vou me arrumar. Certo ate mais- O vi desligar e virar para mim, ah ele lembrou que existo. – desculpa Chuuya, Oda-sensei me convidou para ir ao cinema.

Cruel... Dazai era simplesmente cruel. Não fique tão feliz assim idiota, não depois do que fez... Por deus como eu o odeio, mas oque posso fazer? Sinto que vou chorar...

-vou embora. - levanto, preciso sair daqui, preciso ir embora, não aguento mais. Não quero olha-lo

Dazai me segue enquanto caminho a passos largos, pego meu casaco e desço as escadas pulando os degraus. Calço o tênis, Dazai ainda me segue, ele não entende? Ou talvez seja divertido? Droga, por que estou tão irritado? Oque eu estava esperando? Ele gosta de Odasaku, todos sabem disso. Então por que..

-Chuuya!- Dazai segura meu braço quando já estamos na rua, um trovão parece anunciar o caos que passa por dentro de mim. – Chuuya, você esta bem?

Não, seu maldito estupido. Eu não estou bem.

-estou.

-quer que eu te acompanhe ate a estação?

É quase cômico, ele realmente pensa que não tem nada de errado não é?

-não, você vai ter um encontro com o Oda-sensei, precisa se arrumar- sorrio falsamente Dazai me encara em silencio depois sorrir dizendo algo como ‘’tem razão’’.

Ser bom em sorrisos falsos às vezes me salva, e às vezes me sufoca. Quero chorar, quero gritar, chama-lo de estupido, dizer que o odeio e que não quero mais vê-lo. Mas não digo, acho que uma coisa sobre amar alguém, é preferir sofrer do que estragar a felicidade alheia.

Me despeço de Dazai com um aceno e caminho de volta a estação. Deve ser por volta das 14:00, tenho que comer algo quando chegar o macarrão instantâneo que comi com Dazai não será suficiente ate a noite. Mas não sinto fome, sinto um vazio. Como se algo em mim tentasse sair.

E como se fosse um teatro dramático de Deus, começa a chover. Não apresso os passos, não me incomodo em faze-lo. Oque é uma ideia horrível por que meu resfriado muito provavelmente voltara

Quando sento na estação, sinto gotas escorrerem por meu rosto, finjo ser a chuva, me recuso a chorar. Não aqui, não por ele.

Meu trem chega, e como em uma esperança inocente olho para trás. A chuva parou, mas ninguém esta atrás de mim.

 

-Chuuya-kun. – uma voz gentil me faz perceber, estou em frente ao meu apartamento, acho que me perdi em pensamentos. Sorriu por educação ao ver os cabelos loiros e longos. Marry, a filha mais nova de Dona Sayuno.

-Marry, já voltou da Europa?- pergunto puramente por educação, não estou com muita vontade de conversar agora..

-sim, sim. Vim visitar minha mãe- seu olhar parece cansado. Eu não sabia muito sobre Marry, sabia que seu pai era um empresário americano. E que ela e os dois irmãos mais velhos passavam a maior parte do tempo lá. – você esta bem? Seus olhos estão vermelhos e por que diabos esta encharcado?

-ah, eu acabei pegando uma chuvinha- sorrio de forma sem graça e Marry me encara, estranho sinto como se ela pudesse ler minha mente. É incomodo não me olhe.. Não sinta pena

-Chuuya... você...

-Marry! Não incomode os vizinhos- uma outra voz, porem masculina me faz virar para encarar, os cabelos ruivos e o sorriso largo,  Mark. Mark era o quarto filho de Dona Sayuno. Pelo que soube era adotivo, e sendo sincero, ele era atraente.

convenhamos, estou com o coração partido, não cego.

-eh? Eu não estava incomodando, apenas estou preocupada- Marry fez um biquinho e ri levemente disso.

-sim, sim. Mamãe esta te chamando lá dentro-Mark empurrou a irmã para dentro do apartamento, que gritou algo que sinceramente não entendi, mas sorri fingindo ter ouvido.

Antes de sentir uma toalha ser colocada nos meus cabelos, olhei surpreso para encarar Mark que parecia serio, porem havia um sorriso em seus lábios

-você esta bem?

-sim- menti. - obrigado

Mark me encarou por longos segundos, suas mãos paradas em meus cabelos, os olhos me examinando atentamente. Me senti tímido de repente, isso fez com que seu sorriso voltasse e sua expressão se tornasse suave

-não fique indefeso assim, Chuuya-kun. –ele sussurrou antes de se afastar. O vi entrar no apartamento quando seu nome foi chamado, e talvez eu tenha propositalmente ignorado a forma com o qual ele me encarava.

Não queria usa-lo para apagar magoa nenhuma, ele não merecia isso.

 

Abri a porta do meu apartamento silenciosamente. Gin e Ryu provavelmente tiravam seu cochilo da tarde. Tinha que lembrar de agradecer a Dona Sayuno por sempre traze-los para cá. Já que eles se recusavam a dormir em algum lugar que não fosse minha cama

Tiro o casaco, e jogo na cesta de roupa suja, a camisa, calça. Cueca e meias são as próximas. Tenho que tirar as roupas dos pequenos da corda, se chover muito forte ira molhar tudo de novo.

Suspiro ao soltar meu cabelo, esta realmente longo. Ligo o chuveiro e nunca fiquei tão feliz de ser elétrico. A água quente é terapêutica, Deixo que ela lave todas as dores que não sou capaz de admitir, deixo que tudo vá embora, não a tempo para tristezas, para lamentações. Para decepções amorosas bobas que eu me obriguei a viver.

Tenho que ser forte, tenho que levantar. Preciso superar isso e focar em Gin e Ryu, mas por alguns minutos, enquanto me odiava mentalmente desejei que tudo isso sumisse.

Após o banho, vesti uma roupa confortável. Havia tirado esse dia de folga então tentaria fazer uma surpresa a Ryu e Gin, faria um bolo para eles. Depois ainda tenho que estudar para as provas finais e verificar as creches.

Porem toques na minha porta me fazem caminhar sem muita vontade ate lá, se for algo banal juro a deus que vou bater a porta na cara

-Chuuya-kun. – a voz de Dona Sayuno me pega de surpresa. Mas sorrio. – desculpe pelos meus filhos, eles realmente não tem limites.

-haha tudo bem. –respondo sinceramente e a senhora sorri de forma gentil. –em que posso te ajudar Sayuno-san?

-acho que... Achei a solução para seus problemas Chuuya.


Notas Finais


Agradeço a todos que leram
desculpem os erros que não percebi
bjus e ate o proximo


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