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História Motivos para te amar; Son Chaeyoung (Twice) - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Capítulo um


— Eu não queria que você voltasse para o Brasil. — Chaeyoung murmurou baixinho, suas mãos brincavam com meus dedos e as minhas faziam carinho em seus cabelos. 

Estamos em minha casa aproveitando uns dos últimos dias que temos para ficarmos juntas e demonstrarmos todo o nosso amor. Em meu quarto, a televisão se encontra ligada, mas nenhuma das duas está assitindo o desenho que está passando; Chaeyoung está deitada sobre mim e resmungando coisinhas bobas e como uma boa namorada eu estou provocando com isso e tentando fazê-la esquecer sobre a mudança. Eu também estou triste com a notícia repentina, mas estou tentando não demonstrar, não quero que a menor fique mais triste. 

— Eu também não queria ir, mas eu não posso evitar isso. — falei calma, Chaeyoung suspirou alto e isso fez meu coração doer. — Você sabe que é temporário, não sabe? 

Perguntei, cessando o carinho que fazia em sua cabeça, Chaeyoung se ajeitou na cama, podendo ficar assim de frente para mim. Seus pequenos olhos brilhavam, eu sabia que ela queria chorar e isso, por mais que fosse chato, me fez sorrir. 

— Sei, mas eu vou sentir muita a sua falta. — sua voz soou abafada pelo fato da mesma ter enterrado seu rosto em meu pescoço. Involuntariamente, sorri; seus braços, em questão de segundos, envolveram meu corpo em um abraço apertado e confortável, sem ao menos pensar, eu também a envolvi seu pequeno corpo em um abraço. 

— Eu também irei sentir sua falta. — falei não muito alto e senti a mais baixa sorrir, isso me fez abraçá-la mais forte. — Sabe que eu amo seu sorriso, né? — voltei a perguntar, Chaeng me olhou e assentiu. A garota tentava conter o sorriso ao me olhar, mas seus olhos sorriam pela mesma. — Meu Deus, eu te amo demais garota. 

Não demorei muito para selar nossos lábios, não foi um beijo muito demorado, tanto é que nem deixamos a falta de ar nos interromper. 

— Não dá mesmo para você ficar? — voltou a resmungar me fazendo rir e negar. Só hoje já tivemos a mesma conversa várias vezes e eu não me incomodava, muito pelo contrário, eu estava gostando de ver a pequena Chae com um biquinho nos lábios. — Não ri, idota. 

Reclamou e se sentou na beirada da cama com os braços cruzados. 

— Chae, eu vou voltar, você sabe que é por pouquíssimo tempo. 

— Cinco meses longe do amor da minha vida. Acha mesmo que vou aguentar, _____ _____? — se virou para me olhar e como resposta eu dei de ombros, eu já sabia qual seria sua resposta. — Não, a resposta é não. Son Chaeyoung não vai aguentar tanto tempo longe da garota mais chata do universo. 

Sua fala me fez rir e negar. 

Me levantei da cama indo em sua direção, estendi a mão para a mais nova que a pegou e se levantou ficando em minha frente. Novamente sorri, ver a mais nova em minha frente é fofo. Seu tamanho a deixa fofa. 

— Vai passar rápido. Eu prometo. — juntei nossos corpos em um abraço confortável. 

— Não vai sentir minha falta? — perguntou derepente, se afastando aos poucos de mim, mas não desfazendo o nosso abraço. Olhei confusa para a mais nova. — Eu não ouvi você reclamar e nem dizer que vai sentir a minha falta. 

— Claro que eu vou. — respondi. — E não seja boba, claro que eu falei que sentiria sua falta. 

— Não tanto quanto eu. — apertou o abraço. 

— Eu não sabia que era uma competição. — brinquei e pude ouvir a mais nova rir. 

— É porque não é, boba. — me olhou. — Eu vou sentir muita saudade desse abraço e de você implicando comigo. — fez um biquinho fofo e eu ri. 

— Yah! Falando assim até parece que eu nunca mais vou voltar. — voltei a rir. — E não faça assim, você sabe que fica fofa e eu não resisto a isso. 

Foi a vez dela de sorrir. 

— Não posso fazer nada se sou irresistível. — se gabou, saindo do meu abraço. — Você não resiste aos meus encantos. 

— Não mesmo. — decidi não brincar e vi seu sorriso sumir. 

— Eu sei. — falou e riu. — Sabe né? Quando tivermos nossos filhos irei dizer a eles que você não resistiu a mim. 

Ri baixo olhando para a garota. Chaeyoung sempre se diverte ao brincar com minha cara. 

— Irei dizer que eu me apaixonei primeiro. 

— Então eu ganhei. — me olhou confusa. — Se você se apaixonou primeiro, então você foi mais fraca de não resistiu a minha pessoa. 

— Não é assim a brincadeira, _____. — ri. — Quem se apaixonou primeiro quem ganha. 

— De onde surgiu isso? 

— Regra nova. — falou calma. — Acabei de criar. 

— Eu não concordei com isso. 

— Não preciso da sua aprovação para isso. — cruzei os braços. — Te amo. 

— Sei, sei. — fingi estar chateada. — Estou vendo o quanto me ama. 

Falei e senti seu olhar sobre mim novamente.

— Meu Deus. — riu. — Que namorada boba eu fui arrumar. 

Falou na tentativa de me provocar, tais palavras me fizeram arquear a sombacelha. 

— Arruma outra então. — decidi brincar também. Me sentei na cama com a cara fechada e ouvi Son rir novamente. 

— Aí, eu te amo amor. — se aproximou de mim se sentando em meu colo. — E eu amo seu jeitinho bobo. 

— Sim, sim. — falei sem me importar. Senti as mãos quentes de Chaeyoung sobre meu rosto, a mais nova levantou minha cabeça me fazendo olhá-la. 

— Eu estava brincando, você sabe perfeitamente que eu te amo. — olhou em meus olhos me deixando com vergonha, desviei o olhar e a garota sorriu. — Você fica muito fofa envergonhada. 

— Sabe que eu fico com vergonha quando me olha nos olhos. — ri baixo. — Mas ainda estou chateada. 

— Não fica chateada comigo. — voltei a olhá-la. — Sabe que eu te amo, não sabe? 

— Talvez. — brinquei e a mais nova sorriu. 

— Pois eu te amo e amo muito. — se declarou deixando um selo em meus lábios, automaticamente sorri.

— Sorte que eu também te amo garota. — devolvi o selo e foi sua vez de sorrir boba. 

— Eu sei. — se levantou novamente e me olhou. — Você não resiste. 

Revirei os olhos e ri. 

— Não mesmo. 

Fui sincera e a puxei para um abraço. 

Me sinto muito sortuda por ter Son Chaeyoung ao meu lado, pois apesar da garota me pertubar o tempo inteiro é ela quem está ao meu lado em todos os momentos. Eu a amo e tenho certeza de que isso não irá mudar. 




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