História Mr clock - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~UmKpopperr

Postado
Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Show Nu, Won Ho
Visualizações 13
Palavras 1.001
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


SÃO 4:31 DA MANHÃ. EU TÔ CANSADA PRA PORRA, TENHO AULA PRÁTICA DAQUI UMAS 4H, TRABALHEI DE MEIO DIA ATÉ MEIA NOITE E MEIA MAS NÃO CONSEGUIA MAIS GUARDAR ESSE PLOT.

A ideia surgiu quando eu assisti Dramarama. Eu e o lindo do Gabriel vamos escrever juntos essa belezinha e eu espero que gostem, desse capitulo.

Não vou prender mais ninguém aqui.

Capítulo 1 - 1. Prólogo


Fanfic / Fanfiction Mr clock - Capítulo 1 - 1. Prólogo

Olhava ao redor checando pela milésima vez se ninguém estava ali para vê-lo entrar na sala de seu pai, com cuidado arrastou a porta grande e pesada, tendo a audição tocada por "tics e tacs" irregulares, uns mais altos que os outros mas nunca em sintonia. Ouvia também vozes sussurradas, mas que não eram entendidas por serem muitas ao mesmo tempo. O garoto andava devagar, seus pés descalços não faziam nenhum barulho enquanto ele caminhava até a beira do abismo que protegia a sala dos relógios.
 

 


Hyungwon era filho do tempo, seu pai era o responsável por cada fração de segundo na vida dos humanos. Ele dizia não ter poder sobre as escolhas dos mortais, defendia que de todo bom grado dava aos seres da terra a dádiva do tempo e que lhes tirava para que outros pudessem ter o mesmo presente.
 

 


Mas Hyungwon não via desse jeito, ele acreditava que o pai era cruel com os humanos. Que lhes tirava sem dar a chance de mudar ou de impedir, que os deixavam sofrer por muitos anos e certas vezes sequer conseguiam superar.
 

 


O Chae já havia visto muita gente acabar com a própria vida por conta de seu pai. Viu pessoas chorarem todas as noites incansavelmente por até anos seguidos.
 

 


A sala de seu pai era um lugar grande, cercado pelo infinito onde apenas pessoas com o dom do tempo poderiam chegar, assim que parou em frente a plataforma quase invisível vendo engrenagens diversas se unindo a sua frente formando uma passarela até o centro da sala.
 

 


Nela existiam milhares de relógios, pendurados em uma breve confusão que Hyungwon conhecia bem. Todos aqueles relógios marcavam o tempo de todas as pessoas vivas no mundo e todos eles marcavam o início mas não o fim de cada um.
 

 


A coisa que o jovem Chae mais gostava de fazer era tocar relógios aleatórios. Um de seus dons como filho do tempo era que conseguia ver os humanos quando segurava o relógio com o nome de tal.
 

 


Os relógios, por mais que flutuassem em uma eterna confusão, agrupava os relógios dos humanos em seus ciclos sociais, alguns eram difíceis de serem tocados por si, eram rodeados de muitos outros e qualquer toque descuidado poderia levar a uma catástrofe na vida de tal pessoa, enquanto outros eram facilmente vistos e tocados.

 

O garoto alto e esguio caminhava pelo pedaço de chão redondo em que estava procurando sussurros que lhe chamassem a atenção, quando o um deles chegou a seus ouvidos demorou a entender que aquela era uma conversa direcionada a si, ou no caso, a seu pai.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Senhor tempo me ajude.” Hyungwon ouviu um suspiro. “Você precisa me ajudar, será que você não pode passar mais devagar?”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hyungwon movido pela curiosidade tocou o relógio e quase imediatamente o tom negro de seus olhos tornaram-se um castanho claro quase chegado ao mel, e como um pequeno teletransporte estava no quarto do humano, invisível a seus olhos. Aproximou-se do relógio velho em sua cabeceira e apenas com o toque de seus dedos o fez tocar um barulho irritante que assustou o rapaz que escondia algo debaixo de suas roupas na gaveta.

 

 

Tentou avisar ao humano sobre seu pai, que pedir coisas naquele estilo não adiantava de nada, seu pai era narcisista suficiente para ignorar qualquer pedido que não feito por si mesmo, mas a única coisa que conseguiu fazer fora tocar um alarme idiota. Frustrado, Hyungwon fechou seus olhos e voltou a sala de seu pai.

 

 

Lee Minhyuk”

 

 

Para tentar saber mais sobre o humano, resolveu tirar o relógio de seu lugar o colocando no bolso. Voltou a andar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Jooheoni. Você está bem onde está agora?” A voz dolorida não era estranha para Hyungwon. Quando rodou o relógio pode ver “Yoo Kihyun” Ah, não dava pra esquecer. Há dois anos Hyungwon o ouviu conversando consigo. O garoto lamentava os minutos, lamentava pelo tal Jooheon, lamentava pelos minutos que perdeu e naquele tempo por muito pouco não livrou o amado de um acidente terrível. Já havia se passado um bom bocado desde que não ouvia seus lamentos pelo garoto bochechudo de olhos pequenos. Ouviu os passos pesados e numerosos dos guardas de seu pai fazendo com que pegasse o relógio do Yoo o enfiando no bolso também. Hyungwon leu rapidamente e viu um “Shin Hoseok” em um dos relógios, o puxando para si, olharia depois.

 

 

“CHAE HYUNGWON, FIQUE PARADO AI, BONITINHO.” Ouviu o grito de seu pai e enfiou o relógio num bolso vazio. Rapidamente as engrenagens formaram uma ponte sólida que fez Hyungwon suspirar, sabia o que aconteceria ali. E não levou meio minuto para sentir a dor do tapa estalado em sua bochecha. Passou alguns longos minutos antes de virar para ele, sentindo a raiva crescendo em si. “O que está fazendo aqui?” O mais velho perguntou baixo antes que o filho antes de qualquer resposta, mandou que os guardas se pusessem atrás dos meninos. “Se não me falha a memória te dei ordens para estar fora dessa sala, porque não me obedece, então vou perguntar de novo, o que está fazendo aqui?

 

 

 

Como dizer pro meu pai que ele não é uma boa pessoa? Que não é agradável aos olhos e ouvidos.

 

 

 

“Por que você deixa que todas essas pessoas sofram?” Perguntou tentando se livrar dos guardas. “Porque nunca dá a eles uma chance? Porque gosta tanto de vê-los a chorar?”

 

 

“Não vamos mais discutir sobre isso... Levem-no a seu quarto, tranquem ele lá e só abram a porta para as refeições.” O homem de cabelos grisalhos declarou.

 

 

“Você vai ver pai, vou te provar que não precisa ser cruel com as pessoas. Que elas merecem uma oportunidade. Só espere”. E assim Hyungwon deixou a sala escoltado por dois guardas altos e bem vestidos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hyungwon iria para o quarto, mas não pensaria no que fez de errado, com os poros exalando ódio e determinação na mente, deixou-se ser levado enquanto arquitetava como ajudar os humanos cujos nomes estavam cravados nos relógios em seus bolsos.


Notas Finais


Sim, Hyungwon é uma especie de semi-deus ou sei lá o que.
Sim, esse final ficou uma merda, mas é como reza a lenda, eu tava dormindo fora de casa desde a terça feira, cheguei na minha casinha uma da manhã e desde então tava tentando escrever aqui. Se tiver algum erro eu arrumo amanhã quando chegar da faculdade, amo vocês.

ESPERO VÊ-LOS NOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...