1. Spirit Fanfics >
  2. Mr. Derek Jovem Hale >
  3. Rosas e Vadia Ruiva

História Mr. Derek Jovem Hale - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Boa leitura, love +-+

Capítulo 4 - Rosas e Vadia Ruiva


Stiles -

Vinte e quatro tediosas horas depois, Scott apareceu na porta do meu quarto.

- Cot? Oi - sorri - eu não sabia que viria, então...é, desculpe a bagunça - falei abrindo mais a porta e deixando-o entrar no cômodo. Scott estava fofo como sempre, uma camisa polo vinho, jeans escuros e um all star vermelho parecido com o meu.

- Quando você se arruma ou arruma seu quarto pra me receber, Sti? - brincou.

- É, tem razão, tem razão - me sentei na cama desarrumada junto a ele - então, o que te trás aqui?

- Eu liguei pra cá mais cedo e seu pai disse que você mal saia do quarto...achei uma boa ideia vir aqui te animar e cuidar de você. 

- Você sabe que não precisa dar uma de papai McCall comigo - falei brincando com os dedos, as costas curvadas e os olhos evitando os dele.

- E se eu gostar de bancar o papai McCall? Vem, me conta...o que houve?

- Eu beijei o Derek a três dias, fomos a reunião, ele e a Lydia ficaram de risinhos, ela ficou se esfregando nele, ele me disse que o beijo não significou nada pra ele...é, em resumo, foi isso.

- Stiles, você merece coisa melhor que esse idiota - Scott colocou sua mão sobre as minhas, me fazendo parar de mexe-las e prestar atenção nele - você é um garoto incrível e se Derek não consegue perceber isso, ele que vá pra puta que pariu com a vadia ruiva dele!

Me permiti soltar um risinho.

Um clima se estabeleceu no quarto. A mão do alfa acariciando as minhas, nós dois na minha cama, seu olhar vidrado no meu...

Quando me dei conta

Scott havia me beijado. 

Seus dedos da mão direita entrelaçaram-se em meu cabelo delicadamente, enquanto a mão esquerda acariciava minha bochecha.

- Stiles, seu pai disse que eu podia subir, eu queria me desculpar e...- Derek adentrou a porta.

Puta que pariu

- Ah, e-eu...eu não queria ter interrompido vocês - o ômega vestia uma camisa social escura e jeans pretos, em sua mão, um lindo buquê de rosas. Derek saiu rapidamente, abandonando o buquê na mesinha ao lado da porta de casa.

Scott e eu trocamos olhares pesarosos.

- E então...- começou.

- É...

- Vamos continuar de onde paramos ou você quer ir falar com ele?

- Meu corpo quer continuar, mas meu coração pede para tentar consertar as coisas com ele.

- Tudo bem então - ganhei um beijinho na bochecha - se precisar de mim, pode me ligar.

- Certo - saí correndo pela porta. 

Scott ficou em silêncio por alguns instantes.

- Stiles...? - gritou

- É melhor trocar esse pijama, verdade - corri novamente até o quarto e comecei a me trocar.

[...]

Derek - 

Eu...fico feliz que ele tenha encontrado alguém melhor...

Se quer saber,

Fui a casa de Stiles para me desculpar por ter sido tão idiota e para contar que aquela poção que Deaton me deu não me transformou em um adulto de vinte e dois anos novamente, mas trouxe minhas memórias de volta.

Eu me lembro de tudo.

Ver Stiles e Scott juntos me machucou...mas não posso culpá-lo. Onde eu estava com a cabeça para flertar com Lydia daquele jeito?!

Vamos rebobinar um pouco a fita. 

Stiles entra no jipe e dirige pra casa sozinho.

- Derek, podemos ir pra minha casa, acho que você ficou sem um local para dormir agora - disse delicadamente. 

Como minhas escolhas eram poucas, aceitei.

O apartamento de Lydia era lindo, tomamos sorvete, assistimos a um filme ou outro...

Foi tudo incrível 

Até o momento em que ela simplesmente decidiu que queria me agarrar.

E como um bom macho com um pouco de heterossexualidade em sí, adolescente e cheio de hormônios,

Eu aceitei.

(Ah vai, puberdade, uma gostosa tenta agarrar você...você recusa?!)

Ok, agora eu teria recusado.

Mas é como se o Derek de vinte e dois anos estivesse em seu corpo de dezesseis novamente. 

E isso só aconteceu hoje a noite...

Você vai entender. Vamos voltar ao flashback.


Acordei na cama de Lydia, a cabeça estourando.

Olhei para o lado, a ruiva dormia tranquilamente enrolada a um cobertor grosso. Levantei a parte que me cobria e suspirei ao perceber que estava nú.

- Então nós transamos - sussurrei - que merda...

Me levantei e comecei a procurar minhas roupas pelo quarto.

[...]

- Derek? - Lydia desceu para a cozinha enrolada em um roupão rosa - você está aqui, Derbear...achei que tivesse ido embora, se aproveitado da minha inocência e ido embora.

Inocência?

Piranha...

em que eu me meti?! 

Ela sabia que EU era inocente, que cairia em seus encantos, não me lembrava das vezes em que fez isso com outros caras...se tem um inocente aqui, sou eu.

- Eu jamais faria isso - sorri falsamente - eu acabei de passar café e estou fazendo panquecas...gosta?

- Não, desculpe...esse corpinho não se mantem sozinho, não posso consumir gordura e porcarias.

- Entendo...- falei virando o item na frigideira. 

O Stiles gosta - pensei.

- Ah meu deus o Stiles! - exclamei, as memórias do ocorrido voltando.

- O que tem ele, amor? - disse mexendo desinteressadamente em uma revista.

- Eu preciso falar com ele.

- Por quê?! Você tem a mim...que se dane ele - ela se levantou e passou as mãos pelo meu tórax. 

- Adolescentes são criaturas tão desagradáveis e tão inconsequentes...por isso que eu odeio vocês - deixei escapar. 

- Ah meu de...Derek?! Derek velho?

- Velho sua mãe, ok? Eu tenho vinte e dois, me respeita. 

- Ai que nojo, eu transei com um cara mais velho.

- Lydia, eu continuo tendo dezesseis...mas agora tenho minhas memórias de volta. 

- Você é como o Cinco de The Umbrella Academy ou o Millard de O Lar das Senhorita Peregrine para Crianças Peculiares.

- É...mais ou menos isso.

- E você se lembra da nossa noite?

- Perfeitamente. 

- Entendo...e mesmo assim quer o Stiles?

- Sim.

- Você é gay?

- A letra B de LGBT é de que caralho? De bolacha?

- Ui, estressadinho - ela se sentou novamente na bancada.

- Desculpe, eu tô um pouco nervoso...preciso ir ao loft, pegar minhas coisas, umas roupas minhas, minha carteira e tentar acertar as coisas com o Stiles.

- Ele já deve ter encontrado alguém, Stiles é assim, uma vadia oferecida.

- Não fale assim dele, Martin.

- Você e esse negócio de chamar as pessoas pelo sobrenome quando está com raiva...

- Impede que eu as soque.

- Justo, justo.

- Eu preciso ir...me da uma carona até o loft?

- Eu deveria?

- Me empresta suas chaves então?

- Você vai arranhar.

- Foda-se eu vou correndo - falei saindo e batendo a porta da casa com força. 

Comecei a correr, seria uma longa caminhada até o loft, que se encontrava quase do outro lado da cidade.



Depois disso, comprei as flores, peguei meu carro e fui até a casa dos Stilinski.

E tive essa surpresinha.

Eu realmente não esperava que esses dois fossem ter alguma coisa, mas se ele faz Stiles feliz, tudo bem por mim. 

Dirigi tranquilamente de volta ao loft e logo uma chuva começou. 

Comecei a perder o controle do carro, que acabou capotando.

Chuva.

Carro capotado. 

Identidade que provavelmente classificaram como roubada, ou seja, um garoto desconhecido.

Sem ninguém pra quem possa ligar.

Isso não pode ficar pior, pode?!

(Não, universo, isso não foi um desafio, foi uma pergunta retórica)




Notas Finais


Segunda fanfic minha em que alguém bate o carro, vocês que lutem
Eu e essa minha coisa em quase matar os personagens constantemente...

Eu preciso fazer vcs sofrerem um pouco
Por isso q faço isso s2


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...