História Mr. Hiddleston - Capítulo 1


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Categorias Chris Hemsworth, Homem-Aranha, Os Vingadores (The Avengers), Tom Hiddleston
Personagens Anthony "Tony" Stark, Personagens Originais, Peter Parker (Homem-Aranha), Tom Hiddleston
Tags Aluna, Amor, Escola, Hiddlestoner, Paixão, Peter Parker, Professor, Steve Rogers, Tom Hiddleston, Universo Alternativo, Vingadores
Visualizações 147
Palavras 4.608
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Fanfic criada no melhor grupo de whatsapp do Tom Hiddleston: Hot Hiddles Lovers 2.0
Fanfic de Universo Alternativo.

Postada por: Thai Hiddles/ Escrita pelas integrantes do grupo.
Personagem original: Lorena Hiddles

Capítulo 1 - Jogo de sedução.


Fanfic / Fanfiction Mr. Hiddleston - Capítulo 1 - Jogo de sedução.


          Bom...

Me chamo Lorena Parrilla estou cursando o 3º ano do ensino médio. Venho tendo aulas de matemática com professor Thomas Hiddleston. Ele é um homem maravilhoso, nos seus maravilhosos 37 anos, barba cheia cabelos loiros, olhos azuis e corpo perfeito.

Ah que homem!

Antes eu não ficava me iludindo muito, pois ele nunca olharia para mim dessa forma. Porém, eu estava perdendo a cabeça. Ultimamente eu tentava chamar a atenção dele. Me vestindo de forma provocativa, chamando seu nome de forma sensual e me inclinando um pouco mais na mesa dele. Eu pude jurar que vi ele lambendo os lábios ao ver meu decote. Eu o tocava quando ia fazer alguma pergunta. Quando ele estava na frente da classe dando aula eu cruzava as pernas sem parar, esperando o momento em que ele olharia para o meio de minhas pernas, tentando ver através da brecha que a saia abria. E ele olhou enfim, se atrapalhando um pouco na explicação. Eu ria provocando ele.
Eu decidi mostrar que o queria. De alguma forma eu teria aquele homem.
Esperei até que a aula terminasse e fui até sua mesa. Ele prestava atenção aos papéis a sua frente, corrigindo os trabalhos. 
– Professor Hiddleston​ – chamei apoiando​ as mãos na mesa e inclinando o corpo um pouco para frente. 
Ele olhou para cima, surpreso. 
– Pois não?
– Eu queria pedir seu número de telefone. Sei que é antiético, mas venho tendo problemas com a matéria. 
– Você é a melhor aluna da sala, Lorena – Ele levantou uma sobrancelha e disse cético, duvidando de minhas palavras. Ouvir meu nome por aqueles lábios, com aquela voz, tornava algo simples em algo erótico. 
– Bom. Eu quero manter minha ótima nota. Por favor.
– Sabe que eu não posso te passar meu número – Ele falou. Inclinei-me mais para perto dele.
-– Eu insisto. Ninguém vai saber. Será nosso segredinho. – Falei sensualmente e ele olhou em meus olhos antes de mirar meus lábios. Ele olhou em volta para ver se não tinha nenhum aluno ali e engoliu em seco. 
– Senhorita, eu vou passar o número. Mas só porque é muito dedicada. Admiro sua atenção às aulas.
– O senhor sabe como manter​ a atenção de alguém.
Ele sorriu entendendo minha provocação e anotou o número no papel. 
– Obrigada, Senhor. Tenho certeza de que não irá se arrepender. – Sorri tentadoramente para ele e vi que ele quase sorriu de volta.
Ele me passou o número e quando eu peguei o papel ele arrastou os dedos pelos meus, segurou minha mão e levou ao lábio, beijando-a, olhando me de forma que mostrava ele pensava em algo oculto.
– Vou entrar em contato em breve. – Falei erguendo o corpo. 
– Vou esperar ansioso – Ele disse, me encarando seriamente. 
– Até mais tarde, professor.
– Até mais tarde, senhorita. 
Saí da sala ansiosa pela ligação.
Todo o trajeto até a minha casa foi uma mistura de pensamentos do que eu diria durante a ligação e qual tipo de assunto eu colocaria pra mantê-lo entretido.
Tão logo cheguei em casa, tomei um banho para acalmar os nervos. Mas quando saí do box, enrolei-me na toalha e não me vesti.
Algo na expectativa daquela ligação me deixava excitada não apenas em falar com professor Thomas fora da sala de aula, mas excitada em provocar algum tipo de reação diferente nele.
Sentei na cadeira e imaginei como seria aquela voz grave do professor Thomas gemendo do outro lado da linha. 
Peguei o celular, encontrei o número dele na agenda, cruzei as pernas e respirei fundo, apertando o "discar". Não demorou dois toques para que ele atendesse.
Expirei em resposta ao "Alô" que recebi.
– Oi, professor. É a Lorena.
– Ah, sim. Tudo bem Lorena? – fechei os olhos ao me dar conta de que a voz dele era potencializada na ligação. Era sexy. Era grave. 
– Sim... Eu realmente gostaria de falar com o senhor sobre algo da aula. Das aulas, na verdade.
– Pode me chamar de Tom. Sem formalismos. Diga, Lorena, em que lhe posso ser útil?
– Bom, é sobre trigonometria na verdade – disse a primeira coisa que me veio a cabeça, só de ouvir ele eu já ficava excitada.
– Trigonometria? Não sei o que poderia preocupá-la, você tirou nota máxima.
– Ah, sim, verdade – murmurei pensando em  outro assunto para falar.
– Também não tem problemas em equações ou funções, Lorena. Você é ótima aluna, a primeira da turma, você dá gosto de ver – ele sussurrou a última parte e eu poderia jurar ter ouvido um sorrisinho.
– É mesmo? - alisei minhas pernas.
– Principalmente quando me provoca durante a aula, ou acha que não reparei? O decote de ontem a deixou apetitosa demais, até seus colegas perceberam. 
Eu estava sem palavras com o rumo que a conversa tinha tomado, ele era rápido.
– Seu problema, senhorita é estar me provocando a tempo demais, me deixando duro no fim das aulas sem poder fazer o que quero, mas isso muda a partir de hoje. Você está pronta?
– Sim, professor – disse de forma sensual

– Ótimo. Então Lorena, que tal começar me dizendo como esta vestida? Eu adoraria imaginar... Gosto de ver como se veste com atrevimento.
– Bem, na verdade estou só de toalha, deitada na minha cama pra ser bem sincera.
– Hum, que coisa boa. Até demais. Isso me deu uma ideia. Quero que você seja uma boa menina e faça exatamente o que eu disser.
– Claro, professor – dei uma risadinha. Estava excitada demais pelo rumo perfeito que a conversa tomava.
– Quero que você se toque, comece a passar a mão em seus seios e depois, masturbe sua vagina. 
– hm...– Eu fiquei sem ação.
– Lorena? – ele soltou uma risada. Não venha me dizer que agora esta tímida – Ele riu novamente – Apenas faça e prometo que vai se surpreender.

Então eu deslizei minha mão livre pela perna, adentrando o tecido da toalha até chegar em meu sexo, ainda molhado do banho e me toquei. Aquilo começou a me deixar excitada pra valer.

 – Se sua intenção era me deixar bem animadinha, você conseguiu, se não bastasse todo tesão que já sinto por você, e agora? 
– Imagine que eu esteja ai, olhando você fazer tudo isso, passando minha boca pelo seu belo corpo, e penetrando em você. Fazendo você descobrir cada centímetro do meu corpo. Fazendo você conhecer meu limite e o seu. Uma bela aula de matemática, não?
Eu respirei fundo. 
– Nada mal. Mas eu iria preferir que fossem as suas mãos, senhor. Seus longos dedos me penetrando...
– Você pensa nisso quando​ morde os lábios pra mim na sala de aula? – A voz dele era áspera, como se nem ele conseguisse sustentar muito tempo o prazer.
– Quando o senhor me mostra algo no caderno, ou no quadro...Eu só consigo ​imaginar seus dedos sendo sugados para dentro de minha vagina. E quando fala de números, eu divago entre ouvir o senhor gemendo ou falando sacanagem em meu ouvido... E o volume em sua calça. Ele está sempre lá. Ou o senhor está o tempo todo excitado, ou seu pau é enorme. – falei, me tocando, quase gemendo entre as palavras. Ele respirava alto do outro lado da linha. Ficou em silêncio por alguns segundos.
– Senhor Hiddleston? – perguntei, achando que a ligação estava ruim.
– Estou fazendo muito esforço​ para não ir até ai agora e te mostrar isso tudo, Lorena. – Ele disse com a voz dura.
– Venha! – meus dedos paralisaram,eu me sentei na cama com o coração acelerado.
– Não sei se seria uma boa ideia. Eu devo estar maluco. Você é bem mais nova e...
– Eu já sou bem grandinha. Tenho 18, já transei e sei bem o que tudo isso envolve. Não sou uma garotinha, Hiddleston. 
– Quando fala assim, vejo que não é mesmo – ele disse com um tom bem humorado. 
– Estou esperando isso a tanto tempo. O senhor me deixa louca de tesão. Não consigo mais pensar direito... Venha Tom... 
Sussurrei a última parte, acariciando seu nome com minha língua.
Ouvi ele engolir audivelmente do outro lado da linha. Deu certo. Pronunciar o nome dele fez Tom perder a cabeça.
– Seus pais estão em casa? – ele pergunta e pude deduzir que estava andando.
– Não. Eles vão sair após o trabalho. Chegarão bem tarde. Talvez nem venham hoje.
– Tem certeza?
– Absoluta certeza, senhor. – sussurrei animada, em expectativa para vê-lo.
– Me diga o endereço. – ouvi o som da porta do carro batendo. Ele respirava pesado.
Falei o endereço e assim que ele desligou eu fui a frente do espelho. Confirmei com minha mãe se ela chegaria tarde. Ela disse que eles passariam a noite fora. O sorriso de gato da Alice se abriu em meu rosto. Me livrei da toalha e coloquei um robe curto de seda, cor salmão. Amarrei a tira fina e vi meus mamilos apontarem no tecido fino. Sorri ao deixar o cabelo solto, meio revolto e sensual em volta do rosto. O meio de minhas pernas "salivava" em ansiedade. Meu coração não parava de bater forte. Meu corpo ficou febril e as borboletas do meu estômago batiam as asas geladas, me deixando nervosa. Minhas pernas tremiam, bambas quando desci as escadas para aguardar ele na sala. 
Sentei-me no sofá, tentando visualizar como a presença daquele homem pareceria ali na minha casa. Ele parecia tão formal, tão correto e cortês. Minha casa tinha um toque artístico ousado e era bem pop e atual, influenciado pela tecnologia. Quando eu o olhava, Tom Hiddleston parecia ter saído de um livro de romance. Eu não sabia dizer se ele realmente era assim, ou se a aparência de cavalheiro se dissipava quando ele estava a sós com alguém. 
E assim, imaginando como Tom Hiddleston poderia ficar selvagem na cama, a campainha tocou fazendo eu pular, assustada. Meu coração redobrou os batimentos e eu puxei o ar com força antes de me levantar e caminhar com dificuldade até aporta. Abri e espiei pela fresta. A visão daquele homem parado á minha frente era perturbadora de boa. Ele me olhava com uma expressão dura, seus olhos eram calculistas quando passaram por meu corpo, vendo que apenas um tecido extremamente fino o separava de minha nudez completa. Eu também passeei os olhos por ele, tremendo de leve ao ver as roupas sempre impecáveis que cobriam aquele corpo. Ele vestia um terno azul royal, sem gravata e aberto, mostrando o blusão branco. A calça era jeans escura, mas igualmente formal. Os cabelos estavam penteados, mas o vento havia despenteado um pouco deixando a aparência perfeita. 
Meu corpo se arrepiou todo.
– Você gosta de provocar, hein? – disse um pouco surpreso. Ele olhou novamente meu corpo, fixando os olhos em meus mamilos por tempo demais.
– Gosto de provocar o senhor, professor. Pronto pra me ensinar? – perguntei ao fechar a porta.
Ele se aproximou me avaliando, vendo talvez se eu iria vacilar e me esquivar. Mas eu o fitava de volta, totalmente pronta para o que ele quisesse fazer. Ele parou a minha frente e trocamos um olhar intenso antes de ele me segurar pela cintura, me colando ao corpo dele. As mãos dele me apertaram, firmes. Ele encostou os lábios em meu ouvido falando bem devagar.
– Talvez a pergunta seja, pronta pra ser punida? – roçou seu membro em mim antes de subir uma mão e encaixar na parte de trás do meu pescoço e me puxar pra um beijo intenso.
Respondi o beijo com a mesma intensidade, enganchando meus dedos no limítrofe de sua calça jeans, puxando-o mais para dentro da casa.
Senti Tom sorrir durante o beijo, colocando uma das mãos em minha bunda por baixo do robe, apertando com vontade.
Gemi pela sensação deliciosa que a pressão daquelas mãos tiveram sobre a minha pele nua.
Meus calcanhares toparam com o pé da escada e parei de caminhar para trás, ao que Tom percebeu. Interrompemos o beijo, ofegante.
– Quer me levar para o seu quarto, senhorita? – ele perguntou. O timbre da voz sussurrada dele era absurdamente sexual, me fazendo quase pular em seu colo e abusar dele ali mesmo. Respirei fundo mordendo forte meu lábio inferior, me controlando.
– Acho que sim – Sussurrei de volta. – Não paro de imaginar o senhor na minha cama todo suado e dentro de mim.
As mãos dele me apertaram com mais força. Ele grunhiu me olhando com fome.
 – Eu não iria aguentar só um phone sex com você hoje por isso vim até a sua casa... – Ele me beijou novamente, apertando a minha bunda, ao que, de repente, virou o meu pescoço para o lado, fazendo-me olhar por visão periférica os degraus da escada. – e quero foder você por todos os cantos possíveis, deixar você dolorida e satisfeita...– mordeu o meu lóbulo, descendo um oitavo na voz, afirmando. – Quero fazer você gozar, quero ver seu corpo tremendo, sem forças enquanto eu pego você de jeito. Venho reprimindo meu tesão em você por tanto tempo...
Ele afundou o rosto em meu pescoço, fungando meu perfume e lambendo minha pele, mordendo em seguida. Agarrei seus ombros, já sentindo minhas pernas amolecerem.
– Ah eu vou mesmo, e eu vou amar ficar toda ardida e gozada por você. – Tom gemeu e sugou meu pescoço, deixando minha pele marcada pelos dentes. – Quero ver o senhor certinho perder o juízo...
Aquilo levou ele ao delírio, Tom rugiu, sem conseguir conter as ondas de desejo que percorria nossos corpos conectados pelo desejo mútuo. Ele desceu os lábios. A mão foi junto, acompanhando e tirando o tecido, expondo meus seios. Ele segurou ambos, testando como ficavam sustentados por suas mãos. Tom assistiu enquanto tateava até chegar em meus mamilos enrijecidos. Ele beliscou um, e ouviu meu gemido alto. Olhando em meus olhos ele beliscou o outro. Fechei os olhos já entregue. Tom me olhava como um predador, degustando a presa antes de devorá-la.
Subimos alguns degraus, Tom me conduzia, ainda com as mãos em meus seios. Paramos e nos recostamos na parede no andar de cima. Ele me apertou ali, baixando o rosto e beijando o espaço entre meus seios, me deixando arrepiada. Enfiei os dedos por entre os fios de seu cabelo cheiroso quando ele arrastou os lábios por minha pele até chegar no mamilo. Mordi o lábio inferior com força assim que ele o sugou deixando-o molhado, com a língua em voltas e mais voltas, apertando depois os dentes, me fazendo grunhir. Eu sentia os espasmos em meu sexo, inundado e quente. Tom Levou uma mão ao meio de minhas pernas, pela abertura do robe. Os dedos foram direto para meu clitóris, esfregando tão lentamente que eu movi a cintura para fazer mais pressão.
– Tom...– ofeguei, querendo sentir ele dentro de mim – por favor...
Ele gemeu com os lábios em meu seio e me penetrou com o dedo do meio, chegando até o fundo depois tirou o dedo trazendo para perto de meus lábios e passou o dedo melado em minha boca enquanto ainda estimulava meus mamilos. Suguei o dedo dele, sentindo o gosto do meu desejo. Depois Tom devorou minha boca, sentindo também meu gosto. Ele lambia o interior da minha boca, gemendo e me apertando mais, segurando os lados de meu rosto. Abri sua calça jeans e abaixei o quanto conseguia, depois abaixei a cueca também, logo agarrando o pênis duro e quente com minha mão fechada. Ele ofegou e fechou os olhos.
– Isso – ele sussurrou – Me toque. Senti sua mão se fechar sobre a minha, mostrando como ele queria ser estimulado, com lentidão, porém com firmeza. Tom me segurou com força e me inclinou para baixo, fazendo eu deitar ali no chão frio. Ele me deitou, abriu minhas pernas e retirou minha mão do seu membro, segurando e me penetrando, bem devagar.
– Isso é só pra você ter noção do que esta por vir. 
Eu observava atentamente o seu pau adentrar-me, alargando totalmente meu sexo apertado e minha boca estava em um perfeito "O". Eu tentava respirar, me sentindo totalmente sem ar e sem fôlego no momento.
– Você está gostando Lorena? – ele sorriu, sua face já totalmente transformada pelo desejo. 
Eu olhei pra ele. 
– Se eu to gostando? Deixe meu corpo responder a você. – sussurrei, ofegante.
Eu sentia quando minha vagina contraia cada vez que ele deslizava, me torturando com a lentidão.
Tom saiu de mim e me virou de costas para ele, com os joelhos no chão, penetrando novamente em mim, só que totalmente diferente. Dessa vez me fodeu com forca, segurando meu quadril. Seus gemidos eram tão altos que eu temia que os vizinhos nos escutassem. Eu apoiava os cotovelos no chão, gemendo descontrolada. Cada vez que ele se movia dentro de mim eu apertava mais seu pau, rodeando a cintura sem nem mesmo notar, meu corpo entrava em êxtase sentindo-o e ouvindo seus gemidos másculos.
– Agora quero que você levante devagar sem tirar sua boceta do meu pau.
Fiz o que ele me pediu, nos levantamos com cuidado, ele segurava meus cabelos na nuca com uma mão e com a outra segurou minha cintura me fazendo andar devagar, ele estava observando a casa para ver aonde seria nosso próximo alvo.

Tom me empurrou contra a parede do corredor que dava pro meu quarto e apoiei as mãos ali antes de ele começar a empurrar o maravilhoso pau em mim. 
Sua mão apertava com força minha cintura. O som da pele se chocando era excitante, mas a sensação de ser preenchida por ele era algo que eu nunca havia sentido​ antes.
– Era isso o que queria, senhorita? – ele perguntou subindo as mãos por meu corpo. Uma pegou meu seio e a outra foi para meu pescoço onde ele segurou firme dando uma apertada de leve. Meu fôlego se prendeu e eu fiquei com mais tesão. Eu gemia contra a parede e ele socava mais fundo, abrindo espaço em meu sexo. – Queria esmagar meu pau com essa bocetinha apertada? 
– Era o que eu mais queria, senhor. Nunca imaginei que eu iria conseguir. E nunca imaginei ouvir esse linguajar sair de sua boca. O senhor é tão formal.  
– Menina, você não viu nada ainda. – Tom puxou meu cabelo, levando minha cabeça para trás, encostada ao ombro dele. Ele me conduziu para uma porta e a abriu.
– Esse é o quarto dos meus pais – Falei.
– E acha que me importo? – Tom me ajoelhou no tapete de pelo escuro que ficava na frente da cama. Ele pôs minhas mãos para trás, nas costas e as prendeu com a dele. Tive que me debruçar, encostando o rosto nos fios do tapete. Tom voltou a meter mais firme ainda, me levando a loucura. Minhas pernas tremiam e eu me preparava para um orgasmo libertador, mas ele tirou o pênis e me ergueu ajoelhada, ainda de costas para ele, segurando meu pescoço ele beijou minha nuca. Sua respiração era alta e ofegante. Seus movimentos eram intensos. Senti o estalar dos dedos dele em meu traseiro. O tapa esquentou minha pele e fez ferver ainda mais minha vontade de gozar.
– Você vai gozar quando eu mandar. Vou ter o controle desse corpo delicioso, só pra mim. 
– Use ele quando e o quanto precisar, professor – provoquei mais, amando aquele joguinho. 
Ele metia, parando quando eu estava quase gozando. Eu lamentava e ele beijava minha pele, me acendendo novamente e voltando os movimentos. Uma mão foi para o meio de minhas pernas, masturbando minha vagina totalmente sensível. Eu gemia fino, o som arranhando minha garganta. Meu corpo estava como ele queria, tremendo e entregue, perfeitamente a disposição dele, completamente maravilhada pelo que acontecia ali.
Ele deslizou para fora e se levantou, me deixando ali ajoelhada e deu a volta, parando de frente para mim, masturbando o próprio membro.
– Quero sentir seus doces lábios aqui... me chupe, Lorena. – Ele pediu e eu revirei os olhos excitada com a voz dele. 
Peguei aquele pau enorme e passei a língua toda nele, depois botei em minha boca e chupei, até onde minha boca alcançou. Levantando os olhos para ele, vendo sua face de prazer. Tom gemia olhando para mim, como se aquilo fosse maravilhoso, mas também jogava a cabeça para trás, olhando para o pro teto, revirando os olhos. Eu revezava, masturbando e chupando, levantando o pênis e passando a ponta da língua por ele todo, das bolas até a cabeça. As pernas dele tremiam, bambeando. Vê-lo assim também entregue e excitado pelo que eu fazia, era maravilhoso. Os gemidos dele se transformavam em grunhidos quando ele cerrava a mandíbula. Seu limite chegando no fim. Porém antes que gozasse em minha boca ele me segurou pelos braços me jogando na cama de meus pais e me chupou, em sugadas longas, esfregando a língua com força em meu clitóris hipersensível de modo que dava pra escutar o estalar da boca. Eu segurei meus próprios cabelos, enlouquecendo de tesão. Meu corpo tremia e meus músculos ficavam rígidos. Tom enfiava o dedo na minha vagina fazendo eu chegar ao limite, até eu gozar em seus lábios.
Eu estava totalmente sem força e me tremendo, ele subiu na cama, pairando o corpo acima do meu, vendo meu estado, minha mente estava dispersa, ainda sentindo o orgasmo tremer meu sexo por dentro e as contrações deliciosas. Senti sua língua em meu pescoço e ele subiu, beijando meu queixo e boca. Tom passou a mão no meu rosto e disse: 
– Ah Lorena... só esta começando. Você ainda vai tremer essa bocetinha em volta do meu pau enquanto eu derramo minha porra nela.

–Vamos pra cozinha, quero comer você lá. – Ele tirou seu terno, blusão e calça, ficando totalmente nu, depois abriu meu robe, deixando ele cair pela cama de meus pais. Tom me levantou e eu fui andando até lá em sua frente, mostrado o caminho.

Cheguei antes dele e recostei na ilha da cozinha. Meu fôlego ainda estava em falta e minhas pernas bambas pelo orgasmo, mas eu não deixei de sentir prazer.
Tom veio andando, com os olhos pregados em mim e as mãos masturbando o membro.
– Sente- se ai. – Ele disse, chegando perto de mim. – Abra as pernas pra mim. 
Fiz o que ele pediu. Sentei no tampo de mármore e abri bem as pernas.
– Quero que você se toque junto comigo – A voz dele era diabolicamente sensual, com a rouquidão do tesão e o arrastar das letras em sua língua. Arfei em ver ele alisando o membro, de cima a baixo e girando na ponta. 
– Sim, senhor – falei, toda submissa às ordens dele. Meu corpo adorou a ideia. Comecei timidamente a tocar minha vagina, que pela posição afastada de minhas pernas ficou bem aberta e exposta. Estava super sensível e eu logo recomecei a tremer de tesão. Tom olhava meu corpo suado e entregue a aquele sexo, aumentando o ritmo da mão esfregando o pênis. Tom segurou as bolas com a outra mão, apalpando... Ele respirava alto.
– Chega mais perto, senhor Hiddleston.
Ele riu da forma com que eu o chamava e foi, parou a minha frente. 
– Quero ouvir você gemendo o meu nome.
– hmmm – gemi. Ele se masturbava com o pênis encostado na entrada de minha vagina. 
– Quero que você se lembre de mim, e apenas de mim quando sentir prazer. E quando você andar, ou sentar, amanhã... Vai lembrar que eu estive aqui dentro.– Ele disse me penetrando de repente. 
– Ah... Tom – Gemi como ele queria,involuntariamente. 
Ele retirou o pênis e deslizou outra vez, gemendo alto. 
– Delícia – ele sussurrou – Não imagina as vezes em que dei aula imaginando foder você na minha mesa, exatamente como agora. 
– E o senhor não imagina quantas vezes eu pensei em sentar no seu colo, naquela cadeira e quicar no seu pau até o senhor gozar em mim todinha. 
-- Ahhh Lorena, a gente vai ter muito o que fazer naquela sala de aula. 
Tom ficou mais duro com essa promessa e eu tremi em volta de seu pau gemendo alto, chamando o nome dele, arranhando suas costas suadas. Tom me beijava arrastando a barba em meu rosto e meu pescoço. Aquilo atiçava o centro de minhas pernas. Dei um gritinho abafado quando meu próximo orgasmo veio rápido e forte. 
– Que gostoso sentir você tremendo e soltando seu melzinho em volta do meu pau. –Ele saiu de mim e abaixou para beijar-me entre as pernas. Eu me contorcia com a sensibilidade do orgasmo e a estimulação dele. 
– Eu não aguento – Gemi, agarrando os cabelos e arqueando as costas, desesperada. A língua dele torturava meu clitóris. 
– Devagar – pedi.
– Deveria saber, senhorita Lorena, que eu não me contento com pouco. – Ele me penetrou com os dedos, mexendo eles rápido. Forçando-os contra mim. Eu tremia mais ainda. 
– Fique de quatro. Quero gozar dentro da sua bocetinha. 
Subi no tampo assim que ele me liberou, sem perder tempo. Ele subiu atrás de mim e ficou de joelhos. 
Tom estalou a mão em meu traseiro outra vez, arrastando os dedos por ali, passou na entrada do meu anus que se contraiu, e desceu para meu sexo já faminto por ele.
– Me fode, professor – Pedi.
Ele arrastou o pênis por ali antes de me penetrar devagar. 
– Vou foder – Ele começou a se mover rápido. E eu voltei a gemer, totalmente entregue ao que ele fazia com o meu corpo. Ele o levava ao limite, eu me sentia sexy e atraente, por ter a atenção daquele homem gostoso. Era uma felicidade imensa tê-lo dentro de mim, explorando meu corpo como se fosse dele. E se ele quisesse, seria tudo dele.
Gemi chamando o nome dele e ele grunhia de tesão, puxando meus cabelos, dando impulsos contra meu sexo, sua pele estalava na minha alto e forte. Nosso corpo balançava a medida que ele ia empurrando o pênis em mim. Comecei a rebolar, sentindo minhas entranhas apertarem deliciosamente. 
– Vou gozar – Ele gemeu, sem fôlego. – Vou gozar muito! Vou encher essa bocetinha de porra. 
Meus músculos se contraíram ao ouvir a voz dele dizendo aquelas coisas. Gozei novamente, rebolando mais ainda.
– Então me enche de porra! – Pedi, precisando sentir os jatos de sua gozada me preencherem. – Me enche de leitinho, Tom. 
Com mais alguns movimentos secos e profundos, Tom grunhiu gozando, fazendo o que tinha dito. Me enchendo de sêmen, tanto que transbordou por ele continuar se movendo, diminuindo o ritmo, escorria por minha perna, espesso e quente. Era indescritível sentir aquilo. Tom encostou seu peito suado em minhas costas, com a respiração precária 
– Isso foi... – ele disse sem fôlego.
– A coisa mais maravilhosa que já me aconteceu. – Falei, satisfeita. 
Senti ele assentindo. 
...
Descemos dali e fomos para meu banheiro. Tomamos uma ducha juntos e ele foi pegar a roupa dele, se vestindo enquanto eu arrumava o quarto de meus pais. Coloquei de volta o meu robe e levei ele na porta quando ele foi embora​ 
– Me diga que não se arrependeu – Falou Tom, pegando meu rosto entre as mãos e olhando em meus olhos. 
– Está pensando que se aproveitou de mim?
– Não sei. Essa relação não pode ser revelada. Se quer continuar, temos que manter sigilo. – Ele falou olhando pela rua, preocupado.
– Vamos arrumar um jeito, professor.
– Você provoca me chamando assim – Ele falou sorrindo 
– Eu gosto. E o senhor é de fato meu professor.
– Também gosto – ele me deu um selinho – me chame como quiser. Depois de hoje eu posso dizer que sou todo seu.
– Eu não podia ter pedido coisa melhor. Meu professor.
Ele sorriu com a cara de safado. 
– E você é minha. Fui bem claro? 
– Não há possibilidades de eu ser de qualquer outro que não o senhor. – Falei provocando, e o puxei para um beijo gostoso.
Ele se afastou minutos depois.
– Tenho que ir. Mas você tem meu número e vou mandar meu endereço​. Temos muito o que fazer ainda, senhorita Lorena – Ele acariciou meus lábios. Me puxando novamente para um beijo. 
Nos despedimos com a promessa de nos ver no dia seguinte. E no outro e no outro... 
Fui dormir dolorida, mas totalmente saciada.


Notas Finais


Espero que gostem


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