História Mr. Romance - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Adaptação, Jikook, Romance
Visualizações 4
Palavras 2.971
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - O homem, a lenda


Fanfic / Fanfiction Mr. Romance - Capítulo 2 - O homem, a lenda

Quando ouço o termo Mr. Romance sair da boca da minha doce-mas-ingênua irmã mais nova, me convenço imediatamente de que ela caiu em mais uma lenda
urbana. JiHyun está esperando para tomar o café da manhã, em nosso pequeno apartamento em Busan, arrumada demais para as seis da manhã de uma segunda-feira.
Paro de encher a cafeteira e me viro para ela.

- Você está me dizendo que mulheres contratam um homem pra realizar suas fantasias românticas? Qual é, Jihyun. De jeito nenhum isso é real.

- É verdade! - ela insiste. - A Jisoo me contou todos os detalhes sórdidos outro dia, na sala de descanso do trabalho. Ele constrói uns cenários incríveis. Os clichês de sempre, você sabe: bilionário perturbado, bad boy sexy, melhor amigo dedicado, pedreiro gostosão. Ele tem toda uma variedade de personagens que geralmente não existem fora dos livros de romance, e dizem que ele mexe com a cabeça das clientes. A Jisoo ouviu várias mulheres falando sobre ele no fim de semana passado, em um desses eventos de caridade que o ingresso custa mil dólares.

Faço um barulho de desdém e volto a fazer o café.

- E o que é que a Jisoo, a secretária, estava fazendo em um evento desses?

- A prima dela é parente da família real da Letônia ou algo assim. A limusine do príncipe quebrou quando ele estava vindo do aeroporto, então a Jisoo foi convidada de última hora pra aproveitar o ingresso dele.

Faço minha melhor cara de incredulidade para a minha irmã.

- Família real da Letônia. Lógico. Faz todo o sentido.

Jihyun trabalha como editora assistente em uma das editoras mais antigas de busan, embora eu não conheça todos os seus colegas de trabalho, os que eu conheci estão definitivamente mais para o lado estranho de "interessante".

- Não é a Jisoo que é mentirosa compulsiva? - pergunto.

- Bom, sim, ela conta umas histórias exageradas, mas isso não quer dizer que ela não saiba das coisas. Uma das mulheres que falou sobre o super-gato disse que um encontro com ele curou a depressão dela. Outra disse que ele salvou seu casamento, porque até ele mostrar pra ela o quanto ela podia ser sensual, ela tinha esquecido o quanto gostava de sexo. Toda essa mulherada acha que ele é o salvador romântico delas. Um Jesus extremamente gostoso, ou algo do tipo.

Balanço a cabeça e fico assistindo ao café escorrer pelo filtro. Sempre a mais criativa de nós dois, Jihyun herdou todo o otimismo cego da minha mãe, mas nenhum bom senso.

- Então o que você está me dizendo - digo, enquanto sirvo duas xícaras de café fresquinho -, é que esse homem-fera mitológico de quem a Jisoo-Pinóquio estava falando é... o quê? Um tipo de gigolô super-herói?

- Ele é um acompanhante - Jihyun esclarece.

- Isso não é só um nome chique pra garoto de programa?

- Não. Ele não faz sexo com as clientes.

Entrego uma xícara de café para ela.

- Você acabou de me falar que ele faz.

- Não - ela diz, profanando sua caneca de café colombiano artesanal com quatro colheres de açúcar -, eu disse que ele realiza fantasias românticas.

- E isso não inclui sexo?

- Não.

- Não me parece muito romântico. Um cara que não quer transar comigo?Isso eu consigo de graça.

Jihyun coloca creme em seu café e solta um suspiro exasperado. Ela faz bastante isso comigo. Meu cinismo implacável cansa a sua sensibilidade de romântica incorrigível. Sempre cansou.

Uma vez, quando eu tinha oito anos e ela seis, eu estava discutindo com a mamãe sobre a inexistência do Papai Noel. Jihyun ficou tão irritada que pegou meu livro de colorir do Peter Pan e desenhou chifres de diabo em todo mundo, até em Nana, a cachorra.

Monstrinho terrível.

Para me vingar, joguei um monte de glitter no chão do quarto dela enquanto ela dormia. Quando ela acordou e perguntou o que havia acontecido, eu disse que a Sininho tinha ficado tão brava por ela vandalizar o Peter Pan que tinha explodido de raiva. Jihyun chorou durante meia hora, até a mamãe conseguir convencê-la de que eu estava brincando.

Não preciso nem dizer que minha irmã nunca mais vandalizou nenhuma propriedade minha.

- Você pagaria por sexo, algum dia? - ela pergunta, com uma expressão contemplativa, enquanto eu coloco pão na torradeira. Eu penso por um segundo.

- Teria que ser uma sarrada épica, pra fazer valer meu suado dinheirinho.

- De quão épica estamos falando?

-Três orgasmos garantidos. Talvez quatro.

Ela sorri.

- De jeito nenhum você consegue um resultado desses com alguém que não conhece.

O que ela realmente quer dizer é com alguém que você não ame. Ela acha que o melhor sexo acontece entre pessoas que realmente se importam uma com a outra. Esse é um dos motivos pelos quais ela evita transas casuais e desdenha de mim por ter tantas.

- Se você não conhece o cara - ela diz, com sua condescendência habitual-, de jeito nenhum você vai conseguir relaxar o suficiente pra gozar várias vezes.

Dou de ombros.

- Eu acho que você subestima a minha capacidade de permitir que estranhos me deem prazer.

- Ah, vá. Não vem me dizer que você sempre goza.

- Na maioria das vezes, sim.

Ela olha para mim sem acreditar, e eu não posso negar que estou enfeitando um pouco a verdade. Deus sabe que as últimos homens com quem transei nunca tinham me feito gozar várias vezes.. Ou de técnicas adequadas para
chupar um homem. Todos eles tinham tanto refinamento oral quanto um cão de caça em uma fábrica de salsichas.

- Você nunca quer mais? - Jihyun pergunta melancolicamente.

Eu rio.

- Mais o quê? Orgasmos?

- Mais... tudo. - Ela suspira. - Um parceiro. Amante. Amigo. Protetor.

Alguém que torça por você. Um homem de verdade na sua vida.

- Ao contrário de todos os homens imaginários que tenho no meu quarto?

- Jimin, você sabe o que eu quero dizer.

- É claro que eu sei. Eu só não acho que eu precise de um homem pra me completar. Estou bem feliz do jeito que sou.

Ela revira os olhos e dá um gole no café. Não importa quantas vezes a gente tenha essa discussão, ela simplesmente não consegue entender que eu não quero
estar em um relacionamento, nem me guardar até achar o homem certo. A pobre criança ainda não namorou o suficiente para descobrir que "o homem certo" não
existe. O conceito todo é a maior fraude da história da humanidade. Lembrando que ela não é virgem. No Ensino Médio, Jihyun teve um namorado sério, que ela acreditava ser o guardião do Santo Graal - até ele tropeçar e cair
de pinto na então melhor amiga dela, bem na noite do baile de formatura. Isso atrapalhou completamente o plano que ela tinha para os cinco anos seguintes: casar com Kai logo após a faculdade e se tornar a mais jovem editora sênior a
trabalhar em uma editora de Seoul. Embora essa última parte ainda seja possível, não estou nem um pouco triste por ela ter dispensado Youngjae e estar vivendo a vida de solteira comigo. 
Jihyun é de longe a melhor roommate que eu já tive, mesmo que ela encha meu saco com frequência sobre a minha vida amorosa e minha opção sexual.

Espalho manteiga de amendoim na minha torrada quando ela coloca uma colherada de Sucrilhos na boca e aponta para mim com a colher.

- Um dia, você vai conhecer um cara que vai mudar tudo o que você pensa sobre homens, e, quando isso acontecer, eu vou rir, me vangloriar, e provavelmente fazer um vídeo rindo e me vangloriando pra publicar no YouTube e celebrar o acontecimento.

- Duvido.

- Pode ter certeza. - Quando ela diz isso, um pouco de leite e Sucrilhos espirra da sua boca, caindo direto na mesa.

- Para de falar e come. Além disso, você está gastando saliva à toa. Sou feliz fazendo as coisas do meu jeito.

Jihyun engole e limpa a boca.

- E qual é seu jeito? Fazer sexo medíocre com um estoque rotativo de babacas?

- Pelo menos eu estou transando.

- Transando mal. Meu quarto é do lado do seu. Você acha que eu não escuto nada? Pode me chamar de antiquada, mas deveria ser pelo menos sete minutos no paraíso. Não três.

- É, mas sexo é meio que nem pizza. Mesmo quando é ruim, é bom. - Mordo minha torrada e sorrio para ela.

Ela faz um barulho de desdém e tira um livro da bolsa, antes de abri-lo sobre a mesa e começar a ler. Previsivelmente, é um livro de romance. Eu balanço a cabeça. Como se ela precisasse de mais combustível para a sua fogueira de romance irreal.

Estou comendo o último pedaço de torrada e bebendo meu café quando a porta do meu quarto se abre e um homem sem camisa emerge de lá.

Falando em parceiros sexuais medíocres...

- Oi - o homem seminu passa a mão pelos cabelos e se aproxima devagar, com seu jeans de cintura baixa. Ele então se inclina e, constrangido, me dá um beijo na bochecha.

Deus, eu odeio a manhã seguinte.

- Hum, oi - digo -, quer café?

- Claro.

Ele se encosta na mesa enquanto eu encho mais uma xícara e a entrego para ele. Jihyun me encara, depois olha para ele, e então para mim de novo.

- Ah - eu digo -, desculpa. Esta é a minha irmã, Jihyun. Jihyun, este é o... - Merda. Qual é mesmo o nome dele? - Tao?

- Tae - ele corrige.

- Desculpa. Tae.

- Oi - Tae/Tao acena para Jihyun, lançando sobre ela um olhar de aprovação, assim como a maioria dos homens sempre faz. Se nós dois vamos juntos a um bar, é sempre com a Jihyun que falam primeiro. Com suas curvas de
matar e seus lábios vermelhos, ela parece uma pinup. Já eu, pareço o assistente pessoal eficiente, mas comum, da pinup.

Tae me dá uma olhada rápida, e eu sei que ele está pensando que pegou o irmão errado. A babaquice dele não me surpreende. Aparentemente, esse é o meu tipo de homem.

O que ele não sabe é que minha irmã muito raramente fica com alguém, então sorte dele de ter conseguido pelo menos um de nós dois.

Jihyun dá um sorriso frouxo.

- Oi.

Taemin foi a decisão ruim que eu tomei ontem, depois que Jihyun me deixou sozinho em nosso bar de sempre, o Tar Bar, para ir ler em casa. Eu já avisei que não devo ser deixado sozinho após algumas tequilas. É como se eu fosse um iPhone e a tequila mudasse todas as minhas configurações para "PERMITIR".

- Então, Tae - Jihyun diz, com mais do que uma pitada de desaprovação-, você não deveria estar saindo para o trabalho?

Tae ri. Claro, porque ele parece ter um emprego.- Meu ensaio só começa à uma.

Jihyun sorri com o que eu já aprendi a reconhecer como seu sorriso julgador.

A consequência de ter crescido com uma mãe solo workaholic é que eu e minha irmã levamos o trabalho muito a sério. E se alguém tem o mais leve cheiro de vagabundagem que seja, ele é imediatamente julgado pelos irmãos Park. Bom, não o suficiente para que eu deixe de ir para a cama com este alguém, mas ainda assim...

- Que bom ver que você tem objetivos na vida. - diz Jihyun, com uma expressão irritada. E, quando parece que Tae vai puxar assunto, ela o ignora diligentemente, enfiando a cara em seu livro.

Tae deve ter entendido a dica, porque ele deixa seu café na mesa e volta para o quarto. Alguns minutos depois ele reaparece, completamente vestido.

- Bom, a gente se vê, obrigado.

Eu abro a porta da frente para ele. Ele se vira para mim e diz:

- Então... hum... você quer me dar seu número? Ou...

Por que homens sempre acham que precisam perguntar isso? É óbvio que esse cara tem zero intenções de me ligar e, ainda assim, ele solta uma dessa,como se, caso não o fizesse, eu fosse me agarrar às pernas dele até que ele aceitasse ter meu telefone tatuado na bunda.

- Não, tudo bem. - digo.

O alívio que perpassa seu rosto é quase cômico.

- O.k., então. Legal. A gente se vê por aí.

Fecho a porta e volto para a cozinha.

Jihyun me estuda enquanto tiro a mesa. Eu a ignoro.

- Jimin...

- Eu não quero ouvir.

- Você pode conseguir coisa tão melhor.

- Jihyun, chega.

- Você merece coisa muito melhor.

- Mereço?

Ela bate com o livro na mesa.

- É claro que sim! Você poderia conseguir um homem incrível se se esforçasse pelo menos um pouco.

Eu reconheço a cutucada sutil sobre a minha falta de estilo. Todos os dias eu uso a mesma coisa: jeans, botas, camiseta e uma jaqueta de algum tipo, normalmente de couro. Jihyun, por outro lado, tem mais estilo que um grupo inteiro de estilistas. Ela tem um talento nato para transformar suas roupas de brechó em algo da última moda, fazendo-as parecer bem mais caras do que de fato são.

Além disso, embora nós dois tenhamos herdado o cabelo vermelho-fogo da minha mãe, eu me satisfaço com deixar o meu livre e abraçar meus cabelos naturais, enquanto Jihyun usa o dela curto, moderno e totalmente liso. Combina perfeitamente com seus óculos de aro grosso, que ela usa mais por uma questão de estilo do que para realmente corrigir sua visão.

Ela é a hipster perfeita, e eu sou o oposto de moderno. Jihyun me diz às vezes que eu sou tão quadrado que é um milagre que minha bunda seja redonda.

Ah, eu já mencionei também que ela é uma sabe-tudo insuportável?

- Chimmy, eu só estou dizendo que você não precisa dar para o "rei dos maconheiros" pra fazer sexo. Existem tipos melhores de homem por aí. Você só precisa ter alguns critérios além de "respira" e "tem um pênis".

- Ei, isso é não justo. Eu também faço questão que ele tenha todos os dentes e menos de cinco ocorrências na ficha criminal.

- Uau. Eu não tinha ideia de que você era tão exigente.

Eu sorrio enquanto levo sua xícara vazia até a pia para lavá-la. Por mais que eu ame Jihyun, homens são um tópico sobre o qual eu e minha querida irmã jamais concordaremos.

- Você deveria pelo menos escrever uma matéria sobre ele. - Jihyun diz, enfiando seu livro na bolsa e pegando uma fruta da travessa.

Eu olho para ela.

- Quem? O maconheiro-vagabundo-Tao?

- Tae. E, pelo amor de Deus, não. Estou falando do Mr. Romance. Daria uma ótima história, não?

Eu escrevo para a Pulse, um site de notícias e entretenimento com mais de cinco milhões de assinantes. No entanto, apesar de eu ter me formado em primeiro lugar em jornalismo na SLU, meu chefe me colocou para escrever artigos click-bait superficiais, que me fazem ter vergonha de possuir um cérebro.

São manchetes como: VOCÊ NÃO VAI ACREDITAR NO QUE KIM KARDJIHYUNIAN ESTÁFAZENDO COM A BUNDA AGORA!

e 10 SINAIS DE QUE SEU GATO ESTÁ TENTANDO TE MATAR!

O NÚMERO 3 VAI TE ARREPIAR!

Estou esperando pelo dia em que finalmente vou poder colocar meus quatro anos de formação em jornalismo investigativo em prática, mas do jeito que meu chefe detesta dar novas oportunidades à equipe, eu não tenho ideia de quando isso vai acontecer.

Termino de lavar a louça e seco a pia.

- Jihyun, eu tenho quase cem por cento de certeza que a Jisoo só estava zoando com a sua cara com essa história de Mr. Romance. Mas, mesmo que ele exista, nunca vão me dar reportagens de verdade se eu sugerir algo assim, fútil e sem sentido.

Ela coloca os pratos na lava-louças.

- Então faça ter sentido. O cara está deixando a elite de seul em êxtase, mesmo sem transar com ela. O que será que ele está proporcionando a todas essas donas de casa ricas que elas não conseguem ter com seus estilos de
vida milionários ou maridos poderosos? Essa é a grande questão. E se você conseguir encontrar a resposta, vai ser uma puta história. - Ela fecha a lava-louças e me dá um beijo na bochecha.

- Só pensa nisso, o.k.? Te vejo à noite.

Depois que Jihyun sai, penso no que ela disse. Não posso negar que a ideia me intriga. Tudo o que eu preciso é de uma matéria sólida que me puxe para fora do mar de banalidades em que me encontro agora. Uma grande chance que provará ao meu chefe teimoso que eu tenho mais a oferecer do que só essas baboseiras.

Um golpista gato arrancando o dinheiro do botox dos bolsos da elite da Seoul Avenue pode ser exatamente o que eu preciso.

Com a energia renovada, eu pego meu laptop e digito "Mr. Romance" no Google. Além dos milhões de livros e sites com "romance" no nome, não há nada que se pareça nem um pouco que seja com o que Jisoo descreveu.

Vasculho página por página, procurando por qualquer indício da existência dele, mas uma hora depois ainda não encontrei nada.

Eu fecho o laptop e esfrego os olhos, me odiando por ter perdido tempo indo atrás de uma história da Jisoo, a mentirosa compulsiva. Meu Deus, acho que estou pegando a inocência irreparável da minha irmã.

Que humilhação.

Com um grunhido de frustração, coloco meu computador de volta na sua capa, pego minha bolsa e me dirijo ao metrô. Parece que vou mesmo começar mais uma semana de criação imoral de memes destruidores de intelecto, afinal.
Quanta alegria.


Notas Finais


Playlist
Dua lipa - new rules


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