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História Mr. Stan - One-shots - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Ola leitoras! ☺☺ Bom, essa não é minha primeiro história sobre o Sebastian, mas é uma nova proposta de "histórias", ou melhor One-shots, que estou começando por aqui e espero que as "Sebianaticas"❤ gostem muito assim como eu amo escrever sobre o Sebastian. Meu último projeto deu uma freada brusca devido vaaarias coisas, mas enfim, esse vai seguir a todo o vapor. Essa One é a primeira e estou com muitas ideias para próximas, cada uma com uma pegada e um enredo diferente. Mas todas com esse boy romeno que amamos ❤💙 . Sem mais delongas e boa leitura.

Capítulo 1 - Seu Idiota! ( Capítulo único)


Fanfic / Fanfiction Mr. Stan - One-shots - Capítulo 1 - Seu Idiota! ( Capítulo único)

São dez da manhã e talvez eu passe o domingo inteiro empacotando coisas. Minha mudança será só na terça, mas, como não tenho nenhum dos meus amigos disponíveis pra me ajudar, vou começar hoje mesmo a empacotar objetos menores. Pego o últimos porta retratos, coloco na caixa de papelão e a fecho.

Pronto, agora só falta tudo. 

Respiro desanimada e me jogo no encosto do sofá. Eu não sou tão preguiçosa, mas não achei que seria chato assim só uma mudança de apartamento. Se eu tivesse ficado em casa ontem já teria terminado, mas eventos como Premiers acontecem o tempo todo, e conseguem convocar os jornalista de todos os veículos de comunicação mais importantes pra fazer a cobertura do tapete vermelho. Pois é, estudei jornalismo pra acabar no mundo artístico das celebridades. E minha vidinha? Fica atrasada como sempre. 

Meu gatinho de estimação mia como se estivesse concordando comigo, enquanto tenta com dificuldade subir no sofá. Me inclino pegando o bichano: 

— Você ganhou um novo lar e já está se mudando, o que acha disso, pequeno Boris? — esfrego meus dedos em seu pescocinho peludo. 

Boris mia novamente e eu concordo com sua opinião no idioma de gatinhos... Ou ele está, na verdade, é pedindo comida. 

Coloco Boris no chão pra pegar a ração na cozinha, mas assim que me levanto pra ir até lá ouço batidas na porta. Franzo as sobrancelhas já que não me lembro de estar esperando visita hoje. 

Não imagino quem seja, mas também não faço questão de me trocar. Durante o domingo eu só quero ficar com meu short confortável de algodão e minha nova camiseta da NASA, mesmo estando larga demais. 

Assim que abro a porta, a pessoa que está a minha frente parece fazer tudo dentro de mim congelar, e o que eu ouço é apenas o som do meu coração disparado. Não digo nada, mas Sebastian olha em meus olhos e sorri de lado, aquele miserável sorriso de lado. Ele está bem arrumado com estilo despojado, e seu cabelo úmido junto ao cheiro bom que vem dele indica um banho recém tomado. Eu adoro o perfume dele, é maravilhoso. Mas pra quê isso? Me pergunto voltando logo do meu devaneio: 

— Você não devia estar aqui, Sebastian. 

Pisco os olhos sem retribuir o sorriso dele que só se desfaz agora. 

— Eu sei... — ele guarda as mãos no bolso da calça jeans — Você deixou claro, e eu respeito isso.  

— Então o que você quer? — tento usar um tom de voz indiferente, e sou ridícula por isso. — Eu sei que não é por ter esquecido algo. 

— Na verdade sim. — ele responde, e noto seu olhar descer por meu corpo de forma sugestiva. 

— Eu não vou te devolver essa camisa. — cruzo os braços séria, mas sei que estou mesmo é parecendo uma garotinha brigando pelo ursinho favorito. — Desista, agora é minha. 

Sebastian solta uma risada negando com a cabeça. Eu o odeio quando ele sorri assim, pois isso tem o poder de mudar o clima da conversa facilmente. 

— Não é por isso... — ele dá um passo pra frente se escorando na batente da minha porta e volta a me prender em seus olhos — Aliás, eu nunca te tomaria algo que pode fazer você ter boas lembranças de mim. 

O maldito sorriso de lado retorna. Que espertinho. Não vai adiantar Sebastian ter concordado com o fim do que havia entre nós, se ele continuar aparecendo assim e ainda ficar me jogando charme como se nada tivesse acontecido. 

— Eu quis a camisa por causa da estampa. Não por ser sua. — respondo o que seria mais conveniente. 

— Se está dizendo. 

Ele torce a boca como se fingisse acreditar, já que ele quis me presentear com uma do meu tamanho, mas eu insistir que queria a dele.  

— Diz logo o que quer, Sebastian!

Tento parecer impaciente e seguro a maçaneta da porta como se eu estivesse pronta para fecha-la assim que ele responder. 

— Eu posso entrar? Juro que não vou demorar. Tenho que pegar um voo daqui a pouco. 

Por isso que ele está bem arrumado. Enfim, penso um pouco, mas é melhor ele não ficar no corredor a mercê de alguém que o reconheça. Abro espaço pra Sebastian entrar e depois que ele passa, fecho a porta e sigo seus poucos passos pra dentro. 

— Pode dizer agora. 

Ajeito meus cabelos atrás da orelha me sentindo um pouco deslocada. Eu não posso negar que agora me importei se não estou tão ridícula. Sebastian guarda as mãos no bolso da calça, me olha e suspira: 

— Eu estou indo para Atlanta agora e devo passar um bom tempo por lá... As gravações do próximo filme dos Vingadores vão começar. — ele diz com sorriso esticado em seus lábios vermelhos. 

— Isso é ótimo, Sebastian. Boa sorte. — retribuo o sorriso gentilmente. Eu achava que era só nas entrevista, mas ele realmente gosta desse trabalho. — Era só isso? 

— Não. — seus olhos continuam em mim enquanto o sorriso se desfaz sutilmente de seus lábios. — Eu sei que na nossa última conversa eu concordei com tudo... Embora você tenha me pego de surpresa por ter sido tão direta. 

— Mas você entendeu e isso já basta. — pontuo firmemente. Não sei onde ele quer chegar com isso. 

— É, eu entendi o fora. — ele assente contraindo o canto da boca. — Mas estávamos dentro de um evento, e não teve privacidade o suficiente pra um assunto íntimo ali. Você escolheu um péssimo momento pra... 

— Era o momento que eu precisava, Sebastian. Eu já estava decidida. — o interrompo. 

Sim, eu decidi que terminar tudo entre nós tinha que ser assim, sem olhar nos olhos dele, sem esperar Sebastian dizer algo que me fizesse voltar atrás, pois ele conseguiria isso. Sou apenas uma jornalista e ele um ator famoso, e a realidade é que nossas vidas seguem em direções opostas demais pra continuar nossos encontros particulares. 

Sebastian assente com a cabeça, mas parece inquieto pela quantidade de expressões que faz ao mesmo tempo com a boca, a mandíbula e o olhar perdido pelo cômodo: 

— Não sei pra que eu decidi respeitar a sua decisão de acabar algo que não tem rótulo para nós dois... O que significa que nada acabou por que nunca começou, então, pensando bem, nada está fazendo sentido pra mim... — ele dá uma pausa dramática, mas depois ri das próprias palavras. 

Isso eu também quis evitar que acontecesse. Sebastian não deixa as coisas ficarem sérias como deveria. 

— Seu idiota, quer parar com isso? Você entendeu sim. 

— Por que as mulheres são tão complicadas, meu Deus? — ele ri inclinando a cabeça pra trás, depois continuo — Existe uma coisa que não quero entender... Todos os términos que eu tive foram tensos de certa forma, e por motivos individuais... Mas eu não quero e não vejo razão pra que fique um clima tenso entre nós dois também. E parece até que você quer criar isso. 

— Não, não é o que quero, Sebastian. — admito dando um passo quase de forma inconsciente na direção dele. — Mas é melhor pensar assim, porque aí cada um pode seguir sua vida de forma fácil. Agora você vir aqui pra questionar não vai funcionar. Você concordou, então deixa como está. 

— Mas eu só concordei porque você quis isso. — ele se impõe dando um passo que o deixa ainda mais perto de mim. Posso sentir seu hálito e ainda mais o seu perfume sabotar meus pensamentos. — Eu te procurei a noite toda naquele evento, mas você sumiu e não me deu tempo de dizer mais nada... e eu ainda quero dizer o que eu acho. 

Ele murmura e ergue uma das mãos até meu rosto, mas antes que pudesse me tocar, dou as costas me afastando dele. 

— Se não for só uma despedida... é melhor não dizer e ir embora, Sebastian. — digo sentindo o coração apertado. 

— Tudo bem... Eu não vou forçar a barra se você prefere assim... Mas pra me despedir eu quero que você saiba como foi pra mim estar com você... — ele começa me deixando intrigada, então me viro novamente pra olha-lo — Você sabe que eu sempre vivo rodeado por atrizes encantadoras e minhas ex são atrizes. Mas tudo que experimentei com você foi tão único e intenso que seria até babaquice  minha pensar em comparar o que foi com você ao meu passado. Quando te conheci, você chamou a minha atenção e foi rápido e inesperado. O jeito espontâneo como se aproximou de mim em todas as Premiers pra me fazer as mesmas perguntas atrevidas, ou seu Quis maluco que me deixava perdido. Toda nossa dinâmica fluiu tão bem que parecia que já éramos conhecidos. Me senti a vontade demais falando com você. Tudo se repetia e nada foi chato, pois eu percebi que só quis saber mais e mais sobre você... Por isso eu roubei seu microfone naquela certa vez e comecei a te entrevistar de brincadeira, e você nem percebeu minha segunda intenção. — Sebastian sorri com a lembrança e eu sorrio junto ao me deixar levar. — Eu também queria dizer que você é linda e sexy até mesmo sem toda a maquiagem, a fala formal, os saltos e o vestido deslumbrante... — ele se aproxima mais olhando profundamente em meus olhos — Então quero me despedir dizendo que você já é alguém inesquecível que fez parte da minha vida. 

— Que droga, Sebastian. É por conseguir falar essas coisas que eu não queria te ouvir. 

Admito derretida, e Sebastian responde com seu sorriso convencido de lado, o que me faz agarrar a nuca dele aproximando nossos lábios em um beijo. Ele apenas corresponde e suas mãos já familiarizadas sobem por dentro da minha blusa e envolve minha cintura, me pressionando contra seu corpo. Sua língua invade minha boca e se encontra com a minha deixando o beijo ainda mais gostoso, e o aroma inebriante de seu perfume me bambea as pernas. 

Interrompo o beijo brevemente buscando um pouco de fôlego: 

— Seu idiota, você só torna difícil minhas tentativas de me afastar de você. — digo ofegante com meu rosto e corpo colado ao dele. 

— É só desistir dessa ideia estúpida. 

Ele volta a me beijar impetuoso e sedento. Começamos a caminhar pra trás, dando passos calculados até pararmos na parede paralela a da porta. Sem perda de tempo, as mãos ágeis de Sebastian erguem minhas pernas fazendo-as entrelaçarem em volta de seu quadril. Sorrimos ao mesmo tempo entre o beijo. 

Agora que estou firme entre o corpo forte dele e a parede, as mãos de Sebastian descem da minha cintura até meu bumbum o apalpando por dentro do short, sua pegada é sempre tão audaciosa e insolente. Enquanto nossas línguas se enrolam intensamente no ritmo ideal, meu corpo estremece pedindo mais do toque dele. 

Introduzo meus dedos por dentro dos cabelos de Sebastian, desalinhando  completamente seus fios bem penteados, enquanto a boca dele inicia um novo percurso dos meus lábios até o pescoço, onde ele distribui chupões vorazes. Fecho os olhos e mordo meu lábio inferior, apreciando os calafrios e arrepios maravilhosos que ele me causa nesse primeiro momento, o que me faz desejar mais uma vez sua boca passeando esfomeada por todo meu corpo.  

Na pele sensível de meu pescoço, sinto na respiração ofegante de Sebastian um sorriso malicioso, então ele me pressiona mais contra a parede e me faz sentir, mesmo através de camadas de tecido, sua ereção já formada roçando e me provocando no centro mais quente entre minhas perdas. Meu corpo está fervendo e já sinto minha calcinha molhada. 

A minha urgência por prazer já é a mesma que a de Sebastian, e eu só quero matar logo nosso desejo: 

— Me leva pro quarto — sussurro em seu ouvido com a respiração falhada. 

Sinto um sorriso como resposta, e imediatamente Sebastian começa a me carregar pelo caminho que ele já conhece até meu quarto. 

Chegando em minha cama de casal, ele me coloca na beirada do colchão de frente pra ele, enquanto nos livramos das roupas e buscamos ofegantes a boca um do outro, tudo simultaneamente, afobados e com pressa. 

Quando Sebastian se livra por fim dos tênis e da calça jeans, dessa vez ele revela uma cueca boxe branca, a qual está marcando maravilhosamente sua rigidez bem dotada. Parece que posso sentir o calor emanando do corpo dele. 

Mordo a boca retirando meu sutiã, e dou espaço pra ele, que sobe na cama de joelhos sem tirar os olhos dos meus. Em seguida, agarra minha cintura com um dos braços, me arrasta até a cabeceira da cama e usa seu joelho pra afastar minhas pernas e se posicionar melhor entre elas. Ele sempre sabe o que fazer e isso é sexy demais. 

Enquanto Sebastian volta a buscar ferozmente meu pescoço, sua boca faz um percurso descendo pelo meu colo até alcançar meus seios, chupando, massageando, mordiscando, tudo de um jeito delicioso que faz minha respiração falhar entre os gemidos. 

Perco o domínio do meu corpo, curvando minha coluna lentamente quando os lábios molhados de Sebastian chega na região abaixo do meu umbigo. Em seguida, a língua quente dele desce mais e encontra minha intimidade provocando-me ainda por dentro da minha calcinha de renda rosa, ignorada por Sebastian. Mas isso é definitivamente maravilhoso. Inquieta, puxo os lençóis da cama e gemo sonoramente de tanto tesão. 

Sebastian ergue a cabeça e me olha esboçando o sorriso sexy e depravado. 

Retribuo seu sorriso igualmente e fico esperando ele retirar minha calcinha, no entanto, Sebastian abre mais minhas pernas e usa apenas seus dedos afastando pro lado parte do tecido fino que escondia minha intimidade, agora exposta pra ele saborear.  

Um gemido soa mais alto quando a língua de Sebastian começa a estimular meu clitóris com precisão. Ele suga, lambe e chupa com vontade cada pequena área que existe entre minhas pernas pra ser explorada. Até que ele me introduz um, dois, três dedos me levando a loucura com movimentos de vai e vem, e continuo o mesmos movimentos sem tirar sua língua atrevida dali. 

Meu corpo se contrai em espasmo, então sinto minha intimidade ficar sensível e pulsante. Sebastian provocou a melhor sensação que meu corpo poderia experimentar, mas ainda preciso sentir dentro de mim toda a dureza coberta pela sua boxe. 

Encolho minhas pernas respirando ofegante, e Sebastian se ergue pra se livrar rapidamente da cueca, afinal, ainda não acabou. 

Estico o braço pra abrir a gaveta da mesinha ao lado da minha cama, e pego uma camisinha jogando-a pra Sebastian. Ele sorri de lado rasga a embalagem no dente e resolve sua situação, permanecendo sobre a cama sentado de joelhos em minha frente. 

Deixo meus pés na coxa de Sebastian analisando sua pele, enquanto o observo colocar a camisinha. Até fazendo isso ele é sexy, é como assistir a um pornô caseiro. 

Sebastian termina e me lança um olhar em chamas mordendo forte seu lábio inferior, depois segura em minhas pernas e me arrasta pra ele. Então, finalmente ele retira minha calcinha, e a joga pro teto de um jeito muito engraçado que me faz rir, assim como ele. Já estava me perguntando quando ele iria fazer isso. 

Em seguida, Sebastian se inclina juntando nossos lábios novamente enquanto deita sobre mim sem deixar todo seu peso. 

Enrosco minhas pernas em volta de seu quadril, enquanto ele pressiona a cabeça do seu membro na minha entrada, começando a me penetrar ao poucos até entrar tudo alcançando o mais fundo que poderia. 

Sebastian segura minhas mãos acima da minha cabeça e eu mordo o lábio inferior dele, enquanto seus movimentos com o quadril começam a ficar rápidos e fortes como marteladas em um prego. É tão gostoso que gemo em seus lábios o inspirando a não parar, e ele continua metendo cada vez mais fundo e forte me fazendo gemer constantemente. 

Sebastian liberta meus braços e eu cravo minhas unhas em suas costas úmidas de suor, depois ele se ergue comigo se sentando de joelhos novamente, e me deixa sentar sobre ele em uma posição diferente. É comigo agora. 

Apoio meus braços nos ombros de Sebastian e, com nossas bocas próximas sentindo a respiração um do outro, começo a movimentar meu quadril para frente e para trás, rebolando, e cavalgando em seu membro incansavelmente. Sebastian respira cada vez mais ofegante e suas mãos pressionam meu bumbum deixando claro pra mim o quanto isso está prazeroso. 

Por longos minutos continuo os mesmo movimentos, Sebastian está quase lá e eu consigo sentir isso. No entanto, ele não me deixa finalizar e volta a se deitar sobre mim. Seu corpo está cada vez mais suado e sua respiração descontrolada. 

Gemo em seu ouvido, elevo meu quadril perdendo contato com o colchão, e travo minhas pernas na cintura de Sebastian, facilitando mais seus movimentos que não perdem ritmo nem profundidade. Até que seu orgasmo chega e ele solta um gemido baixo rouco e muito sexy na curva do meu pescoço. 

Sua respiração volta ao normal e seu corpo relaxa sobre o meu. Depois ele me dá um selinho longo e se deita ao meu lado. 

A janela está fechada então meu quarto está ainda mais abafado como se estivesse fazendo um calor infernal só aqui dentro. Mas é exatamente isso o que Sebastian faz, me leva ao inferno dentro de quatro paredes. 

— Uau... — ele sorri olhando para o teto, depois olha de novo pra mim — Você acabou comigo. 

— Mas não era pra terminar aqui. Então considere isso uma despedida em grande estilo. — puxo o lençol me cobrindo. 

— Essa ideia ainda não saiu da sua cabeça? 

Sebastian se aproxima e se enfia em baixo do lençol também. Me viro de lado na direção dele. 

— E não vai sair... — digo incerta olhando suas orbes azuis. — Vai embora, Sebastian. 

— Eu vou. — ele me olha também. 

— Então vai logo. 

Insisto, mas meu tom de voz soa mais em súplica do que autoritário. Sebastian sorri se aproximando mais. 

— Mesmo que isso seja uma despedida, vamos continuar nos encontrando. É inevitável. 

— Mas em circunstâncias profissionais e não em uma cama. Vai embora, Sebastian. — continuo sem força na voz. 

Sebastian solta uma risada baixa como se tivesse escutado uma piada. 

— Quanto mais você me manda embora, mais vontade eu tenho de ficar aqui. — ele murmura ainda mais próximo ao meu rosto. — Se essa foi nossa última vez, deixa eu ficar mais um pouco aqui com você? 

A mão dele sobe até meu rosto e seu polegar acaricia meus lábios. Isso não seria o ideal pra o fim de algo, mas sorrio levemente por ouvir o que ele disse. Sebastian entende como um “sim” e deposita um selinho demorado em meus lábios, depois ajeita seu braço por baixo da minha cabeça. 

— Vai perder seu voo pra Atlanta. — relembro. 

— Na verdade é as sete da noite — Sebastian confessa sorrindo de lado. — Mas se eu não mentisse, você não me deixaria entrar. 

— Seu idiota cínico. 

Sorrio, e Sebastian sorri também voltando a me beijar. 


                          


                        


Notas Finais


Enquanto isso Boris continua sem ração 😂❤... bjos 😘✌


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