História Mrs. Bieber - Capítulo 16


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Categorias Barbara Palvin, Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Barbara Palvin, Justin Bieber
Tags Drama, Mrs Bieber, Obsessão, Possessão
Visualizações 832
Palavras 4.002
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente! Sei que demorei demais para atualizar e espero de coração que ainda tenham leitoras aqui!!
Obrigada pelos +3000 favoritos, sério, vocês são incríveis!
Acalmem o coração porque esse vai ser um <<senhor capítulo>> e não esqueçam de ler as notas finais, porque dessa vez vai ter um diferencial que tenho certeza que vai agradar vocês!
Boa leitura <3

Capítulo 16 - Peso das palavras


Fanfic / Fanfiction Mrs. Bieber - Capítulo 16 - Peso das palavras

P.O.V. Angeline Hill

 

— Justin, por que esse escândalo? — disse, ainda tentando soltar o seu aperto de meu braço.

— Escândalo? — ele praticamente grita. — Você sabe o quanto detesto aquele cara e ainda insiste em manter contato com ele! Me diga quem está fazendo um escândalo aqui!

— Você. Você está. — digo com a voz calma, tentando controlá-lo de qualquer forma.

— O que você estava falando com ele? — Justin pergunta mais calmo, soltando meu braço.

— Ele quem veio falar comigo, pelo amor de Deus! — me revolto, ao olhar para o meu braço e perceber um leve arroxeado começando a se formar.

— E o que ele queria com você? — diz, trincando o maxilar.

— E-Ele só queria saber sobre umas planilhas das vendas petrolíferas que eu registrei… — minto.

— Mesmo? — ele pergunta, relaxando. — Meu amor, me desculpe… Eu sei que fui exagerado.

 

Solto um suspiro aliviada, mesmo me sentindo mal ao mentir. De qualquer forma, era melhor a fantasia do que admitir que Bryan White desejava me contar detalhes da vida de Justin.

Eu estava com medo do homem ao meu lado… E se Bryan tivesse razão?

 

— -Angel, me desculpe… Nunca estive tão arrependido… — ele lamenta, abaixando a cabeça, parecendo se sentir realmente chateado. — E… Meu Deus! — ele exclama. — O que eu fiz com o seu braço? Eu não sei o que deu em mim, juro, não vai mais se repetir! — ele garante em um tom desesperado e eu me acalmo.

 

Eu só posso estar ficando louca em achar que Bryan poderia falar a verdade. Justin não é qualquer um, só de notar as coisas que ele diz e as boas atitudes que toma, ele é o homem que me dá amor, que fez com que eu sentisse segurança em me entregar de corpo e alma para ele… Ele foi o meu primeiro, sempre confiando em mim.

 

— Bom, se não vai se repetir, eu consigo te perdoar… Mas, por favor, não faça mais isso. — peço, tocando levemente em meu braço dolorido.

— Eu te prometo! Amo você, meu amor. — ele declara, dando um beijo em minha testa.

— Eu também te amo. — respondo, mesmo um pouco chateada. — Mas precisamos voltar para a empresa, certo? Eu ainda posso ser demitida! — mudo de assunto, dando um tom de humor à nossa conversa.

— Você tem razão. — ele ri, destrancando a porta do quarto e descendo as escadas, pedindo para Aaron voltar à empresa.


 

[...]


 

O dia de trabalho estava quase no fim. Porém, quando percebi que havia muita papelada para acabar para o dia, cheguei à conclusão de que teria que ficar até mais tarde. Isso era óbvio, apesar de não me incomodar. Trabalhar me faz bem, faz com que eu me sinta útil e mais inteligente. Se eu tivesse melhores condições na adolescência, com certeza faria uma faculdade para ter um futuro melhor para mim e Crystal.

Escuto leves batidas na porta, fazendo com que eu me distraia das planilhas que estava arquivando. Apesar de ser um trabalho fácil, usa bastante tempo.

 

— Pode entrar. — respondo, para quem quer que estivesse do outro lado. Em seguida, volto a me concentrar no meu trabalho.

— Angeline? — Ariel me chama baixo, fazendo com que eu desvie minha atenção para ela, para que prosseguisse. — Já se passaram quinze minutos do horário de saída, vim te avisar.

— Ah sim, eu sei. — rio baixo, apoiando meus cotovelos na mesa. — Eu acabei atrasando com as papeladas, então decidi ficar até um pouco depois do horário para finalizar o arquivo. Faltam dois ou três. — explico, sorrindo.

— Sem problemas! — ela sorri de volta. — Achei que você tivesse perdido a hora. - ela explica, sentando-se na cadeira em frente à minha mesa. — Fiquei preocupada com você, ainda mais depois de sua sumida com o senhor Bieber… Parecia que vocês haviam discutido. — ela toca no assunto delicadamente.

— Está tudo bem. Obrigada pela preocupação, Ariel. — sorrio, tranquilizando-a. — Eu não sei se você sabe, mas eu e Justin estamos em um relacionamento, naquele momento havíamos apenas nos desentendido.

Ariel arregala os olhos. — Relacionamento? Nossa, eu não sabia… Sou a mais desatenta da empresa. Faz muito tempo que isso está acontecendo? — ela pergunta, mas sem aquela animação característica dela.

— Na realidade, estamos juntos desde um pouco antes de eu ter entrado no prédio. É um tanto recente. — digo, tentando ser delicada.

— Entendi… — ela fica quieta por alguns instantes. Parecia sem palavras. — Desculpe a minha intromissão... Eu fiquei curiosa. Há anos não vejo o senhor Bieber em um relacionamento. A última vez foi quando eu ainda era uma estagiária… — ela fica quieta. — Mas isso não é da minha conta, me desculpe. — completa, encolhendo os ombros e se levantando. — O prédio fecha tarde, então não se preocupe em ficar trancada aqui dentro. Somente tranque a sua sala depois de sair… Eu tenho que ir!

— Obrigada, Ariel! Almoçamos amanhã?

— Claro, Angeline! Boa noite! — ela se despede calma, após acenar.

 

Solto um riso quando ela fecha a porta da minha sala. Ela foi a primeira a tocar no assunto do meu relacionamento com Justin. Confesso que fiquei receosa quanto ao que ela poderia pensar de mim, por manter um relacionamento com o chefe da empresa, então sua reação neutra fez com que eu me sentisse muito melhor.

Voltei a arquivar as planilhas, terminando poucos minutos depois. Desligo o computador e suspiro baixo. Hoje foi um dia agitado.

Tranquei a porta da minha sala, conforme orientações, e entrei no elevador que já se localizava no andar. Peguei meu celular dentro da bolsa, vendo uma mensagem de Justin que dizia que ele me esperava dentro do carro. Sorri. Jurava que teria que pegar um táxi até a sua — ou nossa — casa.

Saí do edifício, acenando para os seguranças e entrando na limusine que me esperava com a porta aberta por um dos seguranças da frente. É tão estranho pensar que ando em limusines quase todos os dias. Minha vida foi definitivamente da água para o vinho com Justin presente nela.

 

— Oi, meu amor. Demorou hoje. — Justin comenta, dando um beijo em minha testa.

— Sim, me desculpe… Acabei me enrolando com umas planilhas. — explico, dando um selinho em seus lábios, retribuindo o afeto.

— Sem problemas. Pensei em jantarmos fora hoje, o que acha? — ele sugere.

— Perfeito! — respondo animada. Amo jantar fora de casa, é uma mania desde que eu era pequena.

— Combinado! Quando buscarmos Crystal na escola deixamos ela decidir onde comer no caminho. — ele diz, me envolvendo em um abraço. Encosto minha cabeça em seu ombro.

 

Assim que o carro para de se movimentar, chegando ao nosso destino, a porta do carro é aberta por Aaron. Agradeço com um sorriso e saio do veículo, após Justin avisar que esperaria ali. Entro na escola e cumprimento habitualmente as secretárias, sentando no velho sofá da recepção, esperando uma delas trazer Crystal da salinha de brinquedos que já é costume ela me esperar.

 

— Angel! — sua voz doce de bebê soa, arrancando um grande sorriso meu.

— Oi, meu amor! — abro os braços, esperando seus pequenos bracinhos me encherem de amor. — Como foi o seu dia? — pergunto, após encher de beijos todo o seu rosto.

— Foi legal, Angel! Eu desenhei você e eu no parquinho. — ela diz empolgada, mostrando o desenho em suas mãozinhas feito por giz de cera.

— Ficou lindo, meu amor! O que mais você fez?

— Ah… — ela se desanima. — Não muito… Hoje foi o dia das brincadeiras e nenhuma das outras crianças brincaram comigo. Elas não gostam de mim… — ela lamenta, fazendo com que meu coração se parta em dois.

— Meu amor… — fico triste, sem saber o que dizer. — Você não vai acreditar! Sabia que o tio Justin vai sair para jantar fora com a gente? — mudo de assunto, querendo animá-la de alguma forma.

— Sério? — ela grita empolgada, já correndo para fora da escola, onde Justin esperava encostado no carro. — Oi, tio Justin! — ela grita animada, abraçando ele. — Onde nós vamos jantar?

— Onde você quiser! — ele responde na mesma animação que ela. — Você escolhe hoje. — ele diz, tocando com a ponta do dedo indicador o seu narizinho.

— Obrigada! — ela diz, saindo de perto dele para entrar no carro. Eu e Justin rimos com a sua empolgação, entrando logo em seguida dela.

— O que você vai querer comer, Crystal? — Justin pergunta, após Aaron fechar a porta do carro.

— Lanche! — ela grita animada.

— Tudo bem! — Justin ri, concordando. — Aaron, siga caminho para o MC Donald’s.

 

O caminho da escola de Crystal até o nosso destino foi regado de risadas de Justin e Crystal. É sensacional o que Justin faz por ela e o quanto ela fica feliz em sua presença. Ele é realmente um anjo que caiu do céu para nós, é surreal imaginar que horas atrás estava acreditando em coisas ruins a respeito dele.

A nada discreta limusine para próxima à entrada do fast food e Justin abre a porta sem esperar por Aaron, por conta do movimento agitado da rua. Ele sai e ajuda Crystal e eu a fazer o mesmo.

Entro no estabelecimento de mãos dadas com Justin e Crystal e fazemos nosso pedido rapidamente. Comemos após receber a comida.

 

[...]


 

Entro no quarto exausta, pegando o celular e notando que são quase dez horas da noite. Após jantarmos maravilhosamente bem ao som de muitas histórias de Crystal, seguimos caminho para casa e a ajudei a tomar banho e a dormir — o que não foi um trabalho fácil por conta de sua agitação.

 

— Angel? — Justin me chama do outro lado do extenso corredor, dentro de seu quarto.

— Oi? — respondo, largando desajeitada os meus saltos que estavam na minha mão no chão do quarto.

— Você pode vir aqui, por favor?

— Tudo bem. — respondo baixo, mesmo sabendo que ele não iria me ouvir por conta da distância.

 

Tiro minha fina blusinha que estava por cima de minha blusa social e sigo caminho para o quarto de Justin, estranhando ao não ver ninguém dentro e a luz apagada.

 

— Justin? — pergunto alto.

— Estou dentro do banheiro. — ele responde no mesmo tom.

 

Entro no quarto e encosto a porta, atravessando-o até chegar ao banheiro, que estava com uma leve iluminação. Entro e fico boquiaberta com os detalhes que estavam ali.

 

— Gostou? — Justin pergunta, estando vestido somente com uma calça de moletom preta, mas não foi isso que chamou a minha atenção.

 

Um doce aroma cercava o banheiro que estava inteiramente iluminado por velas. A enorme banheira se encontrava ligada, enquanto a cascata de água caía no meio dela. Tudo estava perfeito.

Desvio meu olhar para Justin ao escutar o som ser ligado e uma música calma tomar o lugar do silêncio.

 

— Eu sei que não fui a melhor pessoa com você hoje. — ele diz, se aproximando de mim. — Quero te compensar pelo o que eu fiz de errado... — suas mãos tocam minha cintura, espalhando seus dedos ao redor dela. — E por isso vou fazer você ter agora a melhor noite da sua vida. — seus lábios tocam meu pescoço, arrepiando todo o meu corpo. — Você deixa eu te amar hoje, uhm? — ele sussurra a pergunta, distribuindo inúmeros beijos pelo meu pescoço. — Você deixa? — ele insiste, já começando a subir minha blusa social.

— S-Sim. — respondo trêmula, passando meus braços pelo seu pescoço e minhas mãos por suas costas nuas. Era como se meu corpo e minha mente não estivessem em conjunto, pois, se estivessem, certamente eu estaria mais do que vermelha.

— Então vamos tirar isso… — ele diz, tirando minha blusa calmamente, me deixando quase seminua a sua frente

 

Seus beijos continuam a descer do meu pescoço ao vão dos meus seios, onde Justin calmamente começa a retirar o meu sutiã, passando suas mãos como que de raspão por todo o meu corpo, me deixando ansiosa por mais.

Sinto um beijo ser depositado entre o vão dos meus seios e olho para baixo, vendo Justin abrindo com facilidade o botão e o zíper de minha calça, abaixando-a lentamente. Levanto meus pés um por um para que ela termine de ser retirada de meu corpo.

 

— Você é linda… — Justin diz como em um sussurro, passando suas mãos suavemente por minha cintura e bunda. — Você sabe disso? — ele pergunta e eu apenas murmuro em resposta, sem fôlego. É tão fácil para ele me deixar vulnerável… — Sabe? — insiste, dando um forte aperto em minha bunda. Gemo baixo.

— Sim… — respondo mais audível do que anteriormente. — Faz aquilo, por favor? — faço uma pausa, não acreditando que estava pedindo por aquilo. — Me toca?

— Agora não, meu amor…

 

Jogo a cabeça para trás, gemendo em reprovação.

 

— Tira a calcinha e entra na banheira. — ele diz autoritário e eu estremeço.

 

P.O.V. Justin Bieber
 

Vê-la naquela situação me deixava duro. Enquanto ela retirava a sua calcinha lentamente, como se quisesse me provocar, tudo o que eu desejava era pegá-la pela cintura e fodê-la loucamente contra a parede, mas eu precisava ser calmo, precisava fazer as coisas devagar para não assustá-la. Depois, com certeza, irei fodê-la da melhor forma possível… E ela vai adorar.

Quando completamente nua, Angel entra na banheira lentamente, deitando e parecendo me esperar.

Fui até o aparelho de som e mexo nele, deixando-o em um tom mais alto. Tiro rapidamente minha calça de moletom. Angeline arregala os olhos ao perceber que estou sem nada por baixo, o que me faz rir.

Entro na banheira ao lado dela, pegando-a pela cintura e colocando seu corpo sob o meu. Pressiono o meu corpo sobre o seu e gemo ao sentir cada contato daquele momento, ficando louco ao vê-la inclinar a cabeça para trás, gemendo baixo

Peguei o sabonete líquido, colocando uma boa quantidade em minha mão e olhando para ela.

 

— O que você vai fazer? — ela pergunta confusa.

 

Sem responder, começo a espalhar o sabonete em seu ombro com a mão esquerda, enquanto a direita volta à sua cintura, apertando vez ou outra.

Desço minha mão para um de seus seios, espalhando o sabonete e depois dando um forte aperto. Um gemido. Raspo minha mão até chegar ao outro seio, repetindo o processo que veio seguido de outro gemido. Desço as mãos pelo meio de sua barriga até a sua buceta, que estava coberta pela água, penetrando-a com um dedo, sem avisos prévios.

 

— Ah… — ela geme mais uma vez, colocando suas mãos em meu pescoço e me beijando, enquanto eu acelerava o ritmo de meu dedo. Ela se mexia de cima para baixo com o seu corpo, a fim de mais velocidade. — Eu quero você dentro de mim… — ela pede, quase sem fôlego, tentando tirar meu dedo de dentro dela com uma das mãos, enquanto a outra segurava meu pau para colocá-lo em sua intimidade.

— Ainda não, bebê, por que você não bate uma para mim, ein? — peço, mordendo o lábio inferior e gemendo quando ela inicia. — Isso… Vai assim.

 

Angel aumenta o ritmo de sua mão em meu pau, assim como aumento o ritmo de meu dedo, introduzindo mais um.

 

— Você me deixa louco… — gemo, puxando-a para um beijo com a mão livre e em seguida arranhando suas costas.

 

Subitamente, tiro sua mão de meu pau e meus dedos de dentro dela, levantando-a pela cintura com ambas as mãos, colocando-a de quatro encostada na banheira e entrando dentro dela com o meu pau, sem avisos prévios. Ela grita.

 

— Você é muito apertada. — digo entredentes, fodendo-a fundo e forte, enquanto ouvia seus gritos.

 

Segurei sua cintura com ambas as mãos, para mais velocidade, enquanto a via se apoiando de qualquer jeito no chão próximo à banheira. Meu corpo suado batia contra o seu molhado pela água da banheira, enquanto nossos gemidos se tornavam mais altos.

 

— Vira. Eu quero te comer enquanto te olho. — digo, já virando sua cintura e sentando no chão, puxando seu corpo para sentar sobre o meu, encaixando de uma vez. Gememos em uníssono.

 

Seguro sua bunda com uma mão, para ajudá-la com a intensidade dos movimentos, enquanto a outra segurava um de seus enormes seios, beliscando o mamilo entre os dedos. Minha boca só abria para gemer e sussurrar coisas sujas em seu ouvido enquanto ela gemia.

Angeline inclina sua cintura para arranhar minhas costas enquanto quica no meu colo e uso a oportunidade para chupar o seu seio esquerdo, enquanto gemo pelo forte arranhão que ela dá nas minhas costas.

 

— Vagabunda… — o xingamento escapa, mas ela parece gostar.

— E-Eu vou gozar. — ela avisa e eu sorrio malicioso, dando um tapa estalado seguido de um apertão na sua bunda, enquanto deixava a mão ali, para acelerar o nosso sexo.

— Goza para mim, Angel, vai, goza… — peço, dando um sorriso malicioso, vendo-a responder com um gemido alto, inclinando o corpo para trás e parando de se movimentar.

 

Sorrio satisfeito. Ela gozou.

 

— Me deixa te ajudar? — ela pede e eu quase não acredito.

— Você quer me chupar? — pergunto e ela assente.

 

Levanto do chão, vendo-a se ajoelhar na minha frente e segurar meu pau, enfiando-o em sua boca de uma vez. Coloco ambas as mãos em seu cabelo, para facilitar o trabalho, e ela acelera, usando a mão para o que não cabia nas extremidades. Sinto seus dentes raspando na cabeça do meu pau e gemo alto, xingando-a pelo prazer. Aquilo estava maravilhoso. Sua boca fazia um barulho enquanto me chupava e quando ela me olha eu deliro ao me perder naquela imensidão de olhos azuis. Aviso que vou gozar e ela não para, me deixando gozar em sua boca.

Ela tira o meu pau de sua boca, me olhando com um sorriso malicioso que eu nem sabia que ela tinha, passando as costas de sua mão pela sua boca, limpando o que ficou de fora lentamente. Aquilo era fodidamente sexy.

Filha da puta.

 

— Isso foi legal. — digo simplesmente.

— Só legal? — ela ri nasalado. — Foi incrível, estou exausta. — ela confessa.

— Eu sei, bebê. — digo a verdade, segurando sua mão para ajudá-la a se levantar. — Vamos tomar um banho de verdade agora.

 

Ainda segurando sua mão, a conduzo ao chuveiro, ligando o mesmo e fechando o box.


 

[...]


 

Desperto ao ouvir o despertador tocar. Desligo o alarme da cabeceira da cama e viro meu corpo para o lado, percebendo que Angel já levantou.

Tomo um banho rápido e visto um terno executivo em meu closet, descendo as escadas e seguindo à sala de refeições, não me surpreendendo ao encontrar Angeline lá, ajudando Claire — uma das empregadas — a arrumar a mesa, enquanto Crystal já está sentada em uma cadeira comendo um pedaço de bolo.

 

— Bom dia, tio Justin! — Crystal cumprimenta animada ao me notar, ficando de pé em minha frente, me tirando a oportunidade de surpreender Angeline.

— Bom dia, princesinha! — respondo bem humorado, abraçando seu pequeno corpo e a rodopiando no ar. — Bom dia, meu amor. — me aproximo de Angel, dando um selinho em seus lábios, e me sento na cadeira em frente à Crystal. — Você pode se sentar do meu lado, sabe? — brinco, direcionando a pergunta a Angel que ainda ajudava a arrumar a mesa. Ela se dá por vencida, sentando, enquanto Claire se retira da sala de refeições. — Angel, você não tem que ficar ajudando Claire a arrumar as coisas. Ela está aqui para isso. — digo calmo, enquanto coloco um pouco do suco de laranja no copo.

— Eu sei, mas não acho justo ela fazer tudo isso sozinha… — ela diz. — Além do mais, não vai me custar nada… Estou acostumada a ajudar em casa, não me acostumei com a rotina daqui ainda e me sinto menos inútil auxiliando no mínimo que puder. — ela explica e eu concordo com a cabeça, depositando um beijo em sua testa.

— Se isso te faz feliz, sem problemas, só não quero que se sinta obrigada a nada.

— Não estou me sentindo. — ela sorri meiga. — De qualquer forma, preciso ir. Está na hora de levar Crystal à escola. — ela diz, já insinuando que iria se levantar e eu nego, colocando o braço delicadamente na frente de sua barriga.

— Deixe Aaron levá-la. Irei de carro à empresa e ele não vai fazer muita coisa. Ele pode ficar encarregado de cuidar dela por hoje. Além do mais, você nem tocou no café da manhã ainda.

— Sério, Justin? Vai ajudar muito, obrigada! — ela agradece, me dando um selinho.

— Anne! — grito para a governanta e ela não demora a aparecer na porta da sala. — Ajude Crystal a escovar os dentes, por favor, e dê ordens a Aaron para que ele fique por conta da pequena hoje. — digo e ela concorda, segurando as mãozinhas da menininha para ajudá-la a sair da cadeira. É difícil ela fazer isso sozinha, já que ainda é muito pequena.

— Angel… — Crystal diz manhosa. — Eu preciso mesmo ir hoje? — ela pergunta, com os olhos marejados.

— Já conversamos sobre isso, bebê… — ela responde, da mesma forma. O será que eu perdi? — De noite prometo que faremos um monte de coisas divertidas, o.k? — ela propõe e a irmãzinha concorda a contragosto, dando um beijo na bochecha dela, acenando para mim e em seguida saindo da sala, seguida por Anne.

— O que aconteceu? — pergunto ainda sem entender nada.

— Ah, amor… — ela diz, colocando suas mãos no rosto. — Eu não sei mais o que fazer, Crystal não se encaixa na escolinha e sempre volta triste para casa, nem parece a criança que conhecemos… Ela quer sair de lá, mas ao mesmo tempo eu não sei se consigo arranjar uma escola nova agora, no meio do ano, e tenho medo de ela não se encaixar novamente…

— Angel, eu acho que o fundamental agora é tirá-la de lá. Você só irá saber se fez bem para ela se tentar colocá-la em uma nova escola… — digo, segurando suas mãos. — E quanto a arranjar uma nova escola, deixe comigo. Conheço donos de boas escolas, você pode ir comigo conhecer e Crystal pode até frequentar aulas experimentais em algumas delas. — sugiro, já pensando em várias escolas que exerço influência. Afinal, do que eu não tenho controle?

— Você poderia mesmo fazer isso? — ela pergunta, com os olhos brilhando em ansiedade. Concordo. — Nossa, muito obrigada! Não só por trocar ela de escola, sei que isso não é difícil para você, fico feliz por se preocupar. Você é o melhor namorado! — ela diz emocionada, distribuindo muitos beijos na minha boca. Intensifico um deles.

Você sabe que eu faria qualquer coisa por você. — digo e ela sorri, me abraçando de lado, sem perceber o peso de minhas palavras.
 

P.O.V. Angeline Hill

 

Após trabalhar sem descanso a manhã inteira, me sinto realizada ao ver que está no meu horário de almoço. Deixo a minha sala, seguindo para o elevador para encontrar Ariel no andar debaixo. Entro no elevador vazio, mexendo no celular e me surpreendo ao vê-lo apitar justo quando as portas estavam quase fechando. Tiro minha visão do celular, vendo Bryan White a minha frente e as portas já fechadas. Isso não vai dar certo…

 

— Bom dia, Angeline. — ele cumprimenta. — Fico feliz de agora termos um tempo para conversar, sem interrupções.

— Mas eu não. — digo, rapidamente. — Você me trouxe muitos problemas na última vez em que veio falar comigo… Sem contar em todas aquelas mentiras a respeito de Justin! É incrível como você consegue ser tão baixo. — desabafo, olhando-o de cima a baixo..

Ele aperta o botão para parar o elevador. — Você realmente não entende, não é? Ele é perigoso!

— Acho que é você quem não entende alguma coisa aqui, senhor White. Eu te quero longe de mim. — digo, apertando rapidamente o botão para o elevador continuar a funcionar. Tudo o que eu queria era sair logo desse ambiente.

— Você está cega e vai se ferrar muito por isso, mas eu não vou desistir de tentar te ajudar. — ele diz, assim que as portas abrem. Sem responder, eu tomo lugar à sua frente, para sair do elevador. — O que é isso? — ele diz, tocando no hematoma que se formou no meu braço, decorrente da vez em que Justin acabou se estressando ao me ver conversando com Bryan, mas já superamos isso. Foi ele quem fez disso? — ele praticamente grita, irado. Eu o ignoro, tentando sair do elevador, mas ele segura suavemente meu pulso. Que mania dos outros de me impedirem!

— Eu vou dizer só mais uma vez, porque na próxima não vou ser tão educada. — tento me controlar. — Fique longe de mim. — peço pausadamente, saindo finalmente do elevador.


Notas Finais


>>>OBRIGADA PELOS COMENTÁRIOS DO CAPÍTULO PASSADO! <3
>>>Sei que demorei muuuito para voltar a atualizar e sinto que devo desculpas a vocês e que esse capítulo pode não valer por todo esse tempo que sumi, masss o diferencial de agora é que eu >>finalmente<< tomei vergonha na cara e criei um Twitter para interagir com vocês e para que vocês também possam me cobrar capítulos, me mencionem dizendo que leem Mrs. Bieber, pois eu seguirei T.O.D.O.S de volta! @margoglancaster << essa é uma forma tanto de possuirmos uma relação melhor, tanto de nos sentirmos mais próximos um do outro. Lá explicarei tudo sobre o porquê eu demoro tanto. Garanto que tem um motivo plausível por conta de tudo isso...
>>>Hey, gente, muitas de vocês devem estar pensando “nossa, que idiota a Angel, o cara maltrata ela e depois vem com flores e ela perdoa ele” e esse é o jeito certo de pensar SIM, porém muitas pensam que essa é somente a forma do Justin de cuidar dela. Gente, isso é errado. Cuidado é amor, não explosão. Deixando claro que essa fanfic não romantizará relacionamentos abusivos. Na verdade, o intuito dela é justamente retratar como é um relacionamento abusivo, o que ficará explícito no decorrer dos capítulos. Só foquem que é sempre a mesma linha de acontecimentos: FOFURA+EXPLOSÃO+DESCULPAS= repete o ciclo. É assim que funciona um relacionamento abusivo e não deve ser romantizado. Vocês vão se surpreender com o final dessa fanfic e não pensem que vai ser só essa linha não, tem muita coisa pela frente, sem contar que jaja a mãe da Angel vai sair do hospício e vai ter MUITA história pela frente. E por favor, não odeiem a Angel, lembrem-se que muitas das vezes quem está em um relacionamento abusivo não percebe que está até sair!! Não se esqueçam que ela é a vítima da situação.
>>>O próximo capítulo está 50% finalizado e em breve irei postá-lo.
>>>Deixo claro que esta fanfic não será atualizada baseada em número de comentários, mas não posso deixar de acrescentar que eles ajudam sim. Não na rapidez, mas no incentivo. Quem é escritora sabe como é bom ver alguém que admira o seu trabalho, isso dá um gás na autoestima, realmente faz com que nos sintamos muito melhores! Não deixem de deixar sua opinião nos comentários, qualquer coisa, somente para eu saber em média quem ainda lê a fanfic!
>>>Mais uma vez, agradeço pelos +3000 FAVORITOS, essa é uma realização INDESCRITÍVEL para mim. Sabe, vocês não sabem como é realizador estar em um momento ruim e lembrar que tem mais de 3000 pessoas que gostam e se identificam com a minha história. Isso faz com que, de coração, eu me sinta mais viva. Obrigada por existirem.
>>>TRAILER DA FANFIC: https://youtu.be/ZR4gdwtuT_8
>>>DIVULGUEM A FANFIC E O TRAILER PARA OS AMIGOS!
>>>Espero vocês nos comentários!

XOXO,
Margo.


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