História MSKogyeol - Capítulo 2


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Categorias UP10TION
Personagens Kogyeol, Wooshin
Tags Kogyeol, Up10tion, Woogyeol, Wooshin
Visualizações 12
Palavras 1.554
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


É com uma vergonha do caralho que venho postar a primeira parte dessa fic (mal escrita) que tenho até medo de revisar.
Se a formação tiver bugada é pq postei pelo celular, beijos 😘.

Capítulo 2 - Parte Um


— Kim? — Wooseok estava tão ansioso e distraído que pulou da cadeira, tamanho o susto que tomou ao ouvir e reconhecer o dono da voz.

Mas o que raios o crush da farmácia que nunca o dirigiu a palavra estaria fazendo falando com ele e como sabe seu sobrenome?
— Perdão, não queria assustar — curvou-se rapidamente e se aproximou sorrindo simpático, o Kim ainda confuso apenas deixou-o prosseguir —, talvez você não se lembre de mim, ajudo meu pai na drogaria que você sempre entra pra se pesar. Posso me sentar aqui por alguns minutos? Prometo que não demoro.

— Estou esperando alguém — explicou com gentileza. Queria poder conversar com o crush, mas e se o estranho não o encontrasse? —, mas tudo bem.
— Muito obrigado, está tudo lotado por aqui — nitidamente satisfeito e com um sorriso largo, sentou-se à sua frente —. Nem me apresentei, sou Ko Minsoo.
— Kim Wooseok — apresentou-se de volta, decidindo omitir que por conta de sua paixonite secreta já havia lido o nome do Ko incontáveis vezes no crachá que o mesmo usava todos os dias.
— Ouví seu nome por sua namorada há poucos dias, ela parecia brava — comentou enquanto procurava por algo aparentemente importante em seu sobretudo, por fim retirou uma carteira e um celular —, vocês se resolveram?
— Eu não namoro — respondeu rápido, mesmo que no fundo tivesse ciência do desejo de que Minsoo soubesse que ele estava livre, tentou convence-se de que era apenas para esclarecer um mal-entendido.
— Terminaram? — Sem entender o porquê de uma resposta tão brusca, questionou com certo receio. — Não precisa responder se não quiser, não quero ser inconveniente.
— Olha, a não ser que a Somi tenha vontade de trair o Hwanhee comigo, nunca tivemos nenhum interesse um no outro além da amizade — respondeu descontraído fazendo questão de dar o sorriso mais divertido que pode ao finalizar a frase.
— Vocês nunca namoraram? Oh, não! Minha vida foi uma mentira! — Pôs a mão sobre a testa em um movimento exagerado, Wooseok não pode evitar de sorrir, se Minsoo não fosse logo embora, o Kim poderia muito facilmente esquecer completamente que estava ali por um encontro —. Eu apoiava tanto vocês, o que mais vou descobrir agora, que a lua não é feita de queijo mofado?!
— Ela é e as nuvens são de algodão doce — completou encantado demais com o sorriso do crush pra dar uma de suas típicas respostas sem humor.
— Se eu não tivesse acabado de lembrar que por causa de você estou devendo um pote grande de sorvete de amora ao idiota do Sungjoon, juro que estaria mais feliz de encontrar alguém que compartilha do mesmo pensamento — comentou sereno, talvez sem se dar conta do que acabara de dizer —; aquele bastardo sortudo.
— Por minha causa? — Ko sorriu envergonhado, o Kim teria o achado fofo se  estivesse tão curioso.
— Nós gostamos de tentar adivinhar coisas sobre a vida de quem entra na farmácia, só por diversão e vimos você e sua amiga lá quase todos os dias. O Sungjoon e eu não estávamos entrando num acordo sobre vocês, pra “resolver” nós fizemos uma aposta e quem perdesse compraria o que o outro quisesse, ele pediu soverte de amora — falou ligeiramente constrangido, não queria que soubessem que ficava analisando a vida alheia por puro tédio.
— O que vocês apostaram? — Wooseok questionou fingindo não estar demasiadamente interessado; ao lembrar que precisava ter notícias do cara atrasado desviou a atenção para o celular que havia recebido uma mensagem há pouco mais de cinco minutos, logo tratando de a responder.

"Cheguei, onde você está?
-Kogyeol
"


“A cafeteria tá lotada, me liga pra combinarmos um lugar.
[Telefone]
-Wooshin”


— Na verdade são duas apostam em uma, ainda tenho esperança de ele não ter ganho a outra. Desculpa perguntar assim... — Minsoo parou para checar algo no telefone, parecia não ter coragem para continuar o que estava dizendo — Você é gay?
— Não, por quê? — “Salvo pela bissexualidade”, pensou Wooseok, Minsoo sorriu vitorioso.
— Ele apostou que você era gay, se eu tivesse perdido teria que pagar uma tatuagem pra ele — explicou claramente contente —, agora ele me deve uma pizza tamanho família de um sabor que só vende numa cidade vizinha e não tem entrega pra fora, ele vai ter que levantar o traseiro preguiçoso dele do sofá e dar um jeito de ir lá na semana de provas, pena que fiquei sem meu headphone caro.
— Você vai comer uma pizza inteira sozinho? — Ko sorriu com a expressão incrédula de Wooseok.
— Não, vou lentamente comer pouco mais da metade na frente do Sungjoon e quando achar que ele está sofrendo o suficiente, darei a outra metade — respondeu simplório e sorriu orgulhoso de seu plano.
— Aposto que vai ser divertido — respondeu e um silêncio incômodo pairou antes de Wooseok se pronunciar novamente.
— Minsoo-ssi, desculpe a indelicadeza, mas, marquei de encontrar alguém e ela está me esperando há um tempo —  disse não muito contente de ter de sair dali.
— Eu entendo, foi bom conversar com você, mesmo que por pouco tempo — Minsoo sorriu simpático, Wooseok se levantou —, boa sorte no seu encontro.
— Obrigado — Curvou-se rapidamente, ignorando o "encontro" dito por ele.
— Até mais.
Repentinamente percebendo que o Kogyeol provavelmente estava lá naquele momento e poderia ser qualquer um, caminhou apreensivo até o exterior do café. Antes de ir embora definitivamente, deu uma última olhada em Minsoo que  parecia demasiadamente entretido com algo no celular.
— Por que tão lindo? — Por uns instantes se deixou pensar alto e com uma expressão boba no rosto continuou seu caminho.
— E por que você se despediu assim, Wooseok? Desse jeito ele vai pensar que você quer encontra-lo de novo, burro! Claro que você tinha que agir como um completo idiota, que tipo de pessoa se despede assim? "Até mais", alguém consegue ser mais imbecil do que você?
— Falando sozinho, Wooshin? — "Pelo amor de Alá, diz que isso é só minha imaginação", pensou o Kim, parando de andar.
— Não, 'tô comendo seu cu mentalmente — sorrindo sarcástico, se virou pra o garoto que parecia se divertir com a situação.
— Não fale essas baixarias, Wooshin-hyung, assim você me constrange — fingiu estar ofendido e riu despreocupado em seguida. — Ele te deu um bolo?
— Son Yein, eu só não mando você ir se fo...

"HEY YO GG!"

Os dois param ao ouvir o telefone do Kim tocando.
— Não da pra te levar a sério depois disso, hyung — disse Yein prendendo o riso.
— Respeita meu SNSD — revirou os olhos e voltou sua atenção para o celular tocando, agora em sua mão, a expressão apavorada aparecendo novamente — Número desconhecido.
— Atende logo, antes que caia! — O outro o apressa; relutante, Wooseok finalmente atende o celular.
— Alô? Wooshin? — O Kim arregala os olhos ao ouvir a pessoa do outro lado da linha, ele com certeza já havia a escutado antes, só não queria acreditar em quem sua memória dizia que ela pertencia.
— O que eu faço? — Pergunta balbuciando, Yein faz sinal para ele respirar.
— Sim — na tentativa disfarçar o nervosismo, Kim acaba por engrossar o tom de voz —, Kogyeol?
— Sério? — Yein pergunta baixinho, parecendo não acreditar no que via — Desisto de você.
Antes que Wooseok pudesse dizer ou fazer alguma coisa, ele sai rápido de lá, deixando-o por conta própria.
— Olá — a voz responde aparentemente surpresa — Onde você está?
— Me diz onde você 'tá que eu vou aí — Olhou em volta, nenhum sinal do Yein e ninguém estava falando no telefone, a pessoa na linha da uma risada leve.
— Ok, estou na porta da cafeteria que marcamos, só estou eu aqui, mas procure alguém usando um sobretudo bege — Wooseok confirma e a pessoa desliga.
— Ok, não surta. Voz igual, roupa igual, reconheço essa risada em qualquer lugar e... — comenta involuntariamente, ligando os pontos mentalmente — Merda.

Após cerca de de cinco minutos andando inquieto de um lado para o outro e tentando se convencer de que não havia com o quê se preocupar, Wooshin respirou fundo e se pôs a andar. Estava tudo bem, certo? Era só um cara, não tinha motivo pra tanta vergonha.
A medida em que se aproximava do local, o nervosismo crescia dentro de si, Kim pensava que iria travar e não conseguir mais andar, ou desmaiar de tanta ansiedade. Quando estava há menos de três metros de distância, quase deu meia volta e se escondeu na loja mais próxima, o olhou de relance e notando que o mesmo estava sorriso sereno em sua direção, entrou em pânico e passou direto.
— Então... Onde você quer ir agora? — Pode sentir o coração querendo sair pela boca quando viu que Minsoo havia o acompanhado. Percebendo que não haveria resposta da parte do mais novo, o Ko continua — Não precisa ter pressa para escolher, podemos caminhar um pouco.
— Desculpa, mas do que que você 'ta falando? — Numa atitude impensada, Wooseok se faz de desentendido.
— Do encontro que marcamos, Wooshin-ah — Dando ênfase no fim da frase, o Ko responde.
— Ah... Qualquer lugar está bom — "Fingir confiança não vai te ajudar, palerma.", pensa Wooshin — Como soube que sou eu?
— Até ouvir sua voz no telefone, eu pensava ser apenas uma ilusão minha, uma sequência de coincidências, afinal, com tantas pessoas na cidade, quais eram as chances de ser você? — Aparentemente tímido, Minsoo continua — Confesso que fiquei feliz.
— O que acha de irmos ao restaurante japonês aqui perto? — Questiona Wooshin na tentativa de esconder o rubor em seu rosto.
— Tudo bem.

 

 


Notas Finais


Aceito críticas (construtivas) e comentários aleatórios, até mesmo um: "Nossa, que merda, Ellie. Por que você ainda está aqui?"


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