História Mudança de Destino - Capítulo 2


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens All For One, Dabi, Denki Kaminari, Eijirou Kirishima, Enji Todoroki (Endeavor), Fumikage Tokoyami, Fuyumi Todoroki, Gran Torino, Hanta Sero, Hitoshi Shinsou, Hizashi Yamada (Present Mic), Itsuka Kendo, Izuku Midoriya (Deku), Katsuki Bakugou, Kurogiri, Kyoka Jiro, Mashirao Ojiro, Mei Hatsume, Mina Ashido, Minoru Mineta, Momo Yaoyorozu, Muscular, Neito Monoma, Ochako Uraraka (Uravity), Personagens Originais, Shouta Aizawa (Eraserhead), Shouto Todoroki, Sir Nighteye, Stain, Tenya Iida, Toga Himiko, Tomura Shigaraki, Toru Hagakure, Toshinori Yagi (All Might), Tsuyu Asui, Yu Takeyama (Mount Lady), Yuga Aoyama
Tags Anjos, Destino, Drama, Efeito Borboleta, Kiribaku, Romance, Sobrenatural, Tododeku, Yaoi, Yce
Visualizações 133
Palavras 1.628
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLAAAAAAA! VOLTEI!

Pra quem quer o segundo cap, cá está ele! Rsrs

Bom, bom. Aqui vamos ver um Midoriya sendo eu na vida :p
Mentira.
Aqui vamos ver... Surpresa mesmo HUE!

E QUEM GOSTA DE FREE! AQUI? CARA LANÇOU A TERCEIRA TEMP ONTEM!! O HARUKA É MUITO LINDO VEI!
RinHaru também, mas isso é outro assunto.

Obs: ignorem a mudança de escrita. Eu pego de tempos em tempos para escrever. E eu só escrevo quando tô inspirada como hoje.

Então é isso!

Boa leitura~

Capítulo 2 - Um Pequeno Garoto - Parte 2


Um ano depois. 04.08.XXXX

Mesmo tendo evitado, Midoriya não conseguiu impedir a recaída. Mas o verdadeiro problema foi que dessa vez estava muito forte e seu corpo não suportou, desde então estava de cama. Recebeu, todos os dias, a visita de sua mãe, a família Bakugou e, às vezes, de alguns outros doentes que gostavam dele.

Dois meses depois. 10.10.XXXX

Deitado na cama que foi acostumado, o pequeno Midoriya respirava lentamente e, às vezes, falha. Sua doença piorou desde a última recaída e agora se encontrava assim: sem forças. Aquele menino determinado e que ia contra tudo para ser livre já não consegue mais ter forças nem para sentar. Sua mãe está na cadeira ao seu lado, a cabeça suspensa para o lado em uma posição desconfortável e dormindo, ressonando tranquila. Não sabia se o sol já apareceu, ou se a noite ainda reinava lá fora, suas pálpebras, aquelas que sempre abria para lhe mostrar o mundo exterior e suas cores e vivacidade, já não lhe obedeciam mais. Não aguentava mais, queria abrir os olhos, se levantar e correr junto de Katsuki para descobrir algum outro lugar novo onde possa explorar. E, principalmente, falar para todos: "Eu estou bem".

Mas não pode, nada disso ele poderá fazer. Nem hoje, nem nunca. Pois ele não pode abrir os olhos e olhar ao seu redor, nem se levantar e explorar novos lugares com Katsuki. Nunca poderá dizer "eu estou bem", pois todos sabem, inclusive ele mesmo, que ele NÃO esta bem, que isso não passa de uma grande mentira e que não pode simplesmente passar alguma coisa por cima para esconder a verdade.

Dentro de si, mesmo que não queira admitir, ele está dividido e essas duas partes estão bringando para ganhar. Sua mente, a que ele está mais um pouco inclinado, está pedindo pelo alívio de seu corpo já inútil, de sua mente inteligente, mas cansada e de sua alma, que ainda está lá, mas não por inteira.

Já o outro lado, a do coração e a qual ele está mais apoiando, é a de aguentar mais um pouco, ter determinação para viver e não deixar seu amigo e sua mãe, pois eles são a sua única razão de viver e querer permanecer nesse mundo.

Não queria mais aquilo, aquela briga interna, então resolveu dormir, com sua mente esperando pacientemente pela morte levá-lo e acabar com seu sofrimento. E com seu coração pedindo e rezando para se recuperar e tendo um fio de esperança, aquele mesmo fio que o consolou no ano passado, de que Izuku acorde pela manhã, mesmo que ele não possa enxergá-lo como queria.

[{…}]

— Izuku...? — Chamou Inko, sonolenta. Se espreguiçando e sentindo dor no pescoço pela posição que estava dormindo. Andou poucos passos e falou um pouco mais alto. — Esta na hora de acordar... — Nada. nenhuma reação. — Izu... Ku? — Tocou a bochecha do menor e sentiu a frieza. Já desesperada, segurou, com ambas as mãos, cada lado do ombro do menino e remexeu o corpo levemente. — Izuku, por favor! Acorde! — Chamou, com lágrimas nos olhos e com a voz embargada.

Vendo que seu filho não teve reação novamente, correu para fora do quarto e chamou por algum médico.

[{…}]

— Me perdoe senhora Midoriya — Suas pernas já tinham falhado e suas lágrimas novamente desciam pelo rosto fino¹ e delicado. —, mas nós fazemos tudo o que podíamos para ajudar seu filho. — Seu coração se apertou ainda mais pelas palavras. — Porém, ele não resistiu. — O médico desviou o olhar, estava se sentindo culpado, e ao perceber o olhar de pânico de Inko, a culpa multiplicou. — Se quiser... Podemos encomendar um caixão... — Uma pausa. Aquilo estava doendo mais do que ele esperava. — Nós mesmos iremos pagar.

Inko negou com a cabeça. — Não precisa — Deu um sorriso triste —, me desculpe por dar trabalho, Rin-sensei². Sei que você se dedicou ao máximo pelo meu filho... Então eu agradeço. Com todo o meu coração. — Fez uma reverência.

Rin corou. — N-Não precisa se reverenciar, Inko-san. — Ela levantou e ele deu um sorriso. — Eu que agradeço. Izuku... Era um ótimo menino. Todos nós gostamos dele. Então nós fazemos questão de pagar o caixão. Isso é um jeito de retribuir por ter roubado nosso coração. — Coçou a nuca sem jeito. Ele nunca foi bom com palavras. — Ele sempre foi um doce de menino e conseguiu cativar até o coração de Aizawa-sama³. — Brincou. — Nós nunca nos esqueceremos dele. — Terminou com um sorriso que foi retribuído pela menor. 

— Obrigada, Rin-sensei.

[{…}]

O menor olhou para o lado e para o outro. Confuso. Olhou novamente para verificar. Se beslicou e não aconteceu nada, somente sentindo uma dorzinha. Deu um tapa em si mesmo. Nada. Mas sua bochecha estava doendo pela força que usou.

Não ligou e tentou, pelo menos, se localizar —mesmo que o local fosse totalmente desconhecido— e andou ao redor. Levantou da cama fofa e percebeu que estava nu. Corou e escondeu seu membro com as duas mãos. Olhou novamente ao redor e viu um manto branco pendurada em uma janela. Correu rapidamente e se vestiu o mais rápido que pôde.

Suspirou e olhou a janela, com um pouco de esperanças que ainda podia se localizar. Falha. Ele nem se lembrava porque ele estava ali.

Ouviu duas batidas na porta e olhou calmamente para ela, estranhando que ele não tinha se assustado e que nem estivesse com medo. Ignorou e falou um "entre" com a voz pouco rouca pelo longo tempo de não uso.

Um homem, chutando que tinha uns 30 à 40 anos, entrou. O homem, vestido de mordomo, pediu para que ele o seguisse. O menino, sentindo a tranquilidade do homem e não tendo algum alerta, o seguiu sem contestar. Algo estranho, pois ele não ia seguir um desconhecido, mas novamente ignorou o novo e peculiar sentimento de tranquilidade.

Andavam em um extenso corredor, cheio de quadros, oras bizarros; oras delicados. Achou-os fascinante, não deixando nenhum detalhe escapar dos seus olhos.

Chegaram em algum lugar que não reparou muito, ainda com os quadros em mente. O mordormo abriu uma porta e pediu para ele entrar. Entrou e percebeu que estava do lado de fora. Olhou ao redor e bufou. Não acreditava que foi "expulso" de uma casa que o acomodou. Era o que pensava.

— Pra onde eu vou? — se perguntou e viu um caminho de pedras logo à sua frente. Dando de ombros, seguiu, curioso para saber onde ia dar.

Andava distraído, vendo a beleza do jardim que aquela casa tinha. Cheia de flores, animais, plantas(tanto conhecidas quanto desconhecidas), lagos pequenas e alguns peixes nadando e várias outras coisas que aumentava a beleza.

Olhou, finalmente, para a frente e viu uma mesa de chá. Franziu o cenho. Como e quando isso foi parar ali...?

— Midoriya Izuku? — Ouviu uma voz suave lhe chamarem. Olhou para o lado e para o outro. Olhou para atrás de si, mas não viu ninguém. Ainda sim, estava calmo.

Andou até a mesa e se sentou em uma das cadeiras. Pegou a xícara e tomou um gole.

"Estranho. Está quente... Será que foi aquele mordomo?" pensou. Tomou mais um gole e foi aí que sentiu um peso no ombro. Virou a cabeça rapidamente para trás e viu um homem, de uns 27 anos, sorrindo gentilmente.

— Olá? — Falou e o homem abriu mais o sorriso.

— Gostou do chá? — Perguntou, mas o menor percebeu que era retórica, ainda sim, assentiu.

— Muito, senhor...? — Fez uma pergunta indireta.

Mas o homem fez questão de ignorar.

— Isso não importa agora, jovem. — Falou e tirou a mão do ombro do menor, sentando na outra cadeira que estava de frente para si. — Confortável esse lugar, não? Eu gosto daqui, já que é bem calmo. — Não esperou uma resposta. Aquilo somente era para não ficar tenso. — A viagem foi longa?

— Hã? — Ficou confuso. — Me desculpe senhor. Mas eu não lembro de ter viajado. — Agora era a vez do homem ficar confuso.

— Não? — O menor negou. — Nenhum detalhe? — O jovem negou novamente. — Maldito seja Miguel. — Reclamou baixo para o menor não ouvir. O homem tossiu. — Bom, me desculpe a confusão então. Jovem Midoriya, você se lembra de algo antes de acordar aqui?

— Hum... — Pensou um pouco. — Não muito. Só que... Eu me lembro que estava deitado numa maca... E eu... Estava morrendo. — O maior arregalou os olhos.

— Como isso é possível? — sussurrou baixo, mas dessa vez, o menor ouviu.

— Isso o quê, senhor?

—Hã?! Ah! Iie, iie, não é nada! — Falou atrapalhado e sorrindo amarelo. "Miguel, você me paga!" gritou internamente. — E o que mais?

—... Quando eu senti um frio e uma voz... Feminina. Não sei. Mas depois eu senti algo me abraçar. — Sorriu pequeno e tímido. — Era agradável.

O homem analisou as respostas e acenou para o nada. — Entendo... Bom, como já sabe, você está morto. — Midoriya não fez nenhuma reação. — E você está sendo testado por mim, um juiz. — Falou, mas Midoriya ainda não fez nenhum tipo de expressão. — Não vai dizer nada? — Perguntou indignado. Ele gostava de ver as expressões assustadas dos humanos.

— Por que? — Tombou a cabeça para o lado fofamente. — Eu não estou sentindo nada... Não, na verdade, não foi uma grande surpresa para mim morrer, por que seria surpresa você ser um juiz? — O homem suspirou.

— Boa questão. Enfim, meus parabéns, você foi um dos únicos que me fez ficar em um bug mental. — Os dois sorriram brincalhões. — Pirralho, gostei de você.

— Não posso dizer o mesmo de você. — Riu sapeca e o homem lhe olhou indignado. — Brincadeira! Bom, e esse teste serve pra quê?

 Para saber com que arcanjo você irá ficar.


Notas Finais


Perdoem os erros~

¹a Inko era magra quando mais nova. Então como o Izuku tem uns 8 ou 9 anos, achei melhor assim. E também achei melhor explicar.
Mas eu amo a Inko de qualquer jeito, ela é super fofinea *-*
²sensei não é um termo só para professores. Ela é mais usada para esses termos, mas não é só isso. A palavra Sensei também pode ser usada em outros contextos, para se referir a uma pessoa que tem bastante conhecimento na sua área profissional, como médicos ou advogados, por exemplo. Esta palavra pode ser usada isoladamente ou como o sufixo depois de um nome.
³Não, ele não é o professor atual. Sim, o Aizawa Shota é descente dele. E sim, ele é descendente direto xD
Ele não é muito importante, mas toda vez que o Mido tiver um flashback do passado dele no hospital, ou ele aparecerá, ou só sera mencionado. E eu quis explicar aqui pq eu acho que muitos ficariam confusos :v

HUAAA! Antes que me esqueça, quero que saibam que eu amo comentários! Então se você puder me dar essa forcinha, comente! Favorite se gostou e, se possível, coloque na sua lista de leitura se você REALMENTE gostou hua.
Agradeço todos os favoritos que recebi desde o ultimo(ou primeiro?) capítulo reescrito e editado. Chegamos no 50 favoritos! Eu fiquei pulando e gritando que nem louca! Então eu agradeço com todo o meu coração!
Eu até poderia fazer um especial, mas ainda estamo no segundo cap xD
E provavelmente irá estragar o rumo dela.
Eu gosto muito dessa fic pois ela foi minha primeira long <3
Eu tenho uma short-fic Akakuro, mas essa é diferente pois... Bom, é pq eu realmente gosto desse casal e eu a-m-o bnha. Ele virou meu anime favorito <3
Mas ainda tenho mais... Então fica difícil decidir ;-; mas eu realmente amo ele de todo o coração. Então agradeço imensamente pelos favoritos <3

Então gelinhos, gostaram do cap? Querem mais? Comente o que achou?
Até o próximo cap!

Bye bye~


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