História Mudança de perspectiva - Capítulo 5


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Categorias Harry Potter
Personagens Hermione Granger
Visualizações 75
Palavras 1.642
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 5 - Somos crianças e estamos no passado.


POV Hermione

Quando finalmente paramos, estávamos ainda no escritório de Dumbledore, mas esse era definitivamente um pouco mais novo e nos olhava espantado...afinal quantas vezes duas garotas aparecem do nada no seu escritório?

- Bem, senhoritas, eu gostaria de uma explicação sobre a aparição de vocês no meu escritório e por que as duas estão com o que parece ser um vira- tempo. – mesmo com o tom de voz serio, dava para notar que ele estava se divertindo...por Merlin será que ele se diverte com tudo que é estranho?

- Bom Tio Dumbie, se você esperar um minuto eu já te dou uma explicação, mas antes tem algo que você precisa ler. – Ela então colocou o braço na mochila procurando a carta, creio eu, ela estendeu a carta ao professor Dumbledore, que a pegou curioso, ele então murmurou alguns feitiços para a carta que se abriu e começou a lê-la.

- Bem meninas, eu suponho que já saibam o que vão fazer agora? – Lisbete ao meu lado acenou afirmativamente para ele. – Sei que não posso fazer muita coisa e nem saber muito, mas saibam que as pessoas não começam nem boas nem más... são as situações em que vivem que pode fazer a diferença e mudar o que é preciso.

- Professor você disse a mesma coisa antes de nos virmos para cá. – Eu estava reconfortada em saber que o tempo pode mudar, mas o Dumbledore é sempre o mesmo.

- É mesmo? Bom, fico feliz em saber que eu não mudei com o passar dos anos, então, vamos? – Dumbledore ficou de pé e foi até nos duas e estendeu os braços para podermos segurar e aparatar.

- Mas não se pode aparatar em Hogwarts. Li isso em Hogwarts uma Historia. – Por Merlin, eu pareço à mesma de antes. – Para onde nós vamos?

- Para nossa nova família, eles serão a nossa identidade nessa época, Mione. – Liz estava animada com a situação, ainda bem que já me acostumei aos humores inconstantes da Luna, por que essa aí parece muito com a mãe.

- Senhorita, eu sou o diretor de Hogwarts, o cargo vem com certas regalias.

Aparatamos em frente a uma casa grande, não era uma mansão, mas chegava perto. Dumbledore e nós nos dirigimos à porta e antes de batermos, ela se abriu e uma mulher com uma aparência nem bonita nem feia, mas simpática nos olhava e não parecia espantada em nos ver àquela hora, já que parecia que estava bem tarde, entramos na casa e ela nos guiou até a uma sala, onde se encontrava dois homens que pareciam preocupados.

- Bom... é hora da apresentação e presumo que vocês já saibam o por que das senhoritas se encontrarem aqui. – Dumbledore indagou.

- Sim, bem eu começo... mesmo não sendo uma situação “normal” e feliz... meu nome é Marie Lafebre. – a mulher parecia um pouco com a Lisbete. – esse é o meu marido Antoine Lafebre e ao seu lado o meu irmão Gustav Idegard. – e pelo que elas, as parcas, nos falaram, nessa época você – apontou para Liz – será a minha filha e você – apontou para mim – é a minha sobrinha, fico feliz de conhecê-las e gostaria que tivéssemos mais tempo.

Ela se levantou e abraçou a nos duas, depois o meu “pai” Gustav, me abraçou e disse:

- Querida, sei que não nos conhecemos, mas terá que ser forte, queria mais tempo para podermos nos conhecer, sabe sempre quis uma filha.

- Pelo que elas disseram, Dumbledore vai embora e nessa noite comensais atacam vocês que rapidamente me mandam e a minha prima – Liz olhou para mim. – para a lareira e usamos o flu até Hogsmead, lá Rosmerta vai nos levar até Dumbledore. certo? – Finalmente Liz parecia nervosa com alguma coisa e eu estava chocada.

- Sim querida, nós as manteremos a salvo as ultimas Lafebre e Idegard... Dumbledore então as encaminhara para a uma família bruxa que as adotarão... vocês precisam dessa família para mudar o que é preciso. – Marie, parecia triste com isso e se sentou do lado do marido que a abraçou. – Quando finalmente tenho uma filha, a perco, posso te abraçar mais um pouco querida? Liz acenou com afirmativamente e se sentou entre o casal.

- Mas como isso é possível? – Eu ainda queria mais informações.

- Mione, estamos meio atrasadas, mas a explicação rápida é que as parcas, decidiram tudo, reorganizando o passado para que nossa existência faça parte dessa época. – Liz me disse e acreditei nela.

- Vejo vocês depois, crianças. – Dumbledore se foi e ficamos os cinco esperando a hora certa chegar.

Ficamos conversando por umas duas horas e arrumando o que era necessário, havia muitas fotos de momentos que não lembrávamos, mas que estava registrado...quando escutamos vários barulhos de aparatação do lado de fora da casa.

- Queridas está na hora – meus tios se despediram de mim e o meu pai me deu uma chavinha dourada.

- Filha, essa é a chave do cofre da família em Gringotes, sua prima vai receber uma também, se cuidem e acreditem, mesmo por pouco tempo nos amamos vocês.

Tia Marie nos levou até a lareira do quarto principal e entregou o que eu acho ser a chave do cofre dos Lafebre a Liz, enquanto meu pai e o meu tio nos defendiam no andar de baixo... entramos na lareira e ainda implorei:

- Venha conosco tia.

- Sinto muito, mas já o meu destino já está traçado...a minha felicidade e saber que a nossa família não acabará...adeus meninas.

 Ouvimos alguém gritar um feitiço na porta, Lisbete pegou a minha mão e jogou o flu na lareira.

- Hogsmead – Três vassouras. – e a ultima coisa que vi foi a doce tia Marie, caído morta no chão do seu quarto.

Saímos na lareira do Três vassouras, e Madame Rosmerta, já nos esperava, parece que a noticia de que viram a marca negra em cima da casa dos Lafebre já havia se espalhado.

- Ah queridas...sinto muito pela perda de vocês. – Liz me cochichou que ela não sabia a historia completa. Ela então nos guiou até o castelo e Dumbledore já nos esperava.

- Obrigada Rosmerta, eu cuido de tudo agora. – Madame Rosmerta se despediu e Dumbledore nos guiou de volta ao interior do castelo. – Agora meninas descansem e amanhã, ou mais tarde dependendo do ponto de vista, as levarei a nova família de vocês. Boa noite senhorita Lafebre e boa noite senhorita Idegard.

No quarto que Dumbledore nos levou, tinha duas camas, Liz então se preparou para dormir e deitou em uma das camas, quando estava quase dormindo pude escutar a Liz chorando baixinho.

 

POV Liz

Fui dormir e acordei um caco, em menos de 24h perdi duas mães, duas famílias, mas tenho que lembrar do objetivo, levantei, fui ao banheiro, tomei um banho e me arrumei...havia roupas novas na beirada da minha cama, um vestido roxo comportado até os meu joelhos de 10 anos de idade, poxa eu já era pequena, agora me sinto minúscula, sapatilhas pretas, na beirada da cama da Mione tinha o mesmo, só que o vestido é rosa... esperei que o Tio Dumbie viesse nos buscar. Olhei para a cama ao lado da minha e vi a minha nova prima acordando...

 - Bom dia priminha...se levante, aqui tem roupas, o banheiro é por ali, se você se lembra e é melhor se aprontar por que acho que Dumbledore virá nos buscar daqui a pouco. – ela se levantou e foi se aprontar. Arrumei as minhas coisas e esperei.

Assim que a Mione terminou de se arrumar esperamos Dumbledore, disse a ela tudo que sabia dessa época, mas nem esperamos muito, Dumbledore chegou com dois elfos que traziam o nosso café da manhã. Comecei a comer quando os elfos se foram.

- Me conte o que a Marie diz com destino dela já estava traçado. – E chegaram as perguntas.

- Bem...Mione as parcas não gostam de se envolver e quando se envolvem não gostam de mudar muitas coisas...nós temos uma família, um nome nessa época que não entrará em conflito com as nossas ex-famílias futuras...mas não sei de mais coisas além da nossa missão: mudar a mente das pessoas dessa época o que acabará por consequência mudando o futuro, e pelo rosto que o Tio Dumbie está fazendo ele já sabe o nosso destino.

- Sim, crianças, já sei para onde leva-las, e sim tive um sonho interessante com senhoras interessantes que me disseram o que fazer e outras pequenas coisas que não é para vocês saberem...e se terminaram de comer e hora de irmos.

Eu e a Mione nos postamos em cada lado do Dumbledore e aparatamos em frente à outra casa grande e bem cuidada, localizada em um obvio vilarejo bruxo... nos direcionamos a porta que mais uma vez foi aberta antes e uma mulher simpática, com os cabelos curtos, pretos e lisos e bonitos olhos azuis.

- Vocês chegaram.... entrem vou chamar o meu marido. – a mulher se dirigiu ao que eu considero ser os fundos da casa – Filho, eu preciso falar com o seu pai, poderia ir para o quarto?

- Sim mamãe. – uma voz jovem disse e vi um garotinho de óculos, cabelos pretos rebeldes e olhos castanhos subir correndo as escadas onde logo depois uma porta se fechou com força.

- Me desculpem pelo meu filho, ele é um pouco mimado, mas acho que ter irmãs irá ajuda-lo bastante...e sempre quis filhas, me desculpe se pareço insensível a situação de vocês, meninas, mas estou muito feliz por estarem conosco e aceitarem ser parte da família...quando Dumbledore nos mandou a coruja hoje de madrugada nem pude dormir...e...

- Querida calma, nós nem nos apresentamos, elas devem estar confusas... – o homem disse com calma e um sorriso gentil para nós.

- Oh me desculpem... meu nome é Dorea Black Potter e esse é o meu marido Charlus Potter.



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