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História Muito Bem Acompanhada - Capítulo 6


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Notas do Autor


Como prometido, com 15 dias eu estaria postando o próximo capítulo, e cá estou eu haha

Continuo amando cada detalhe novo que incluo na história, e quem me acompanha no instagram sabe do que to falando; sempre posto algumas coisas que eu incluo na história e outras coisas que eu deleto. É muito bom ver como tá ficando. E diferente de antes, eu estou conseguindo manter um ritmo que é ideal para mim; é um máximo. Esse é o link do meu instagram: https://www.instagram.com/danszsz/?hl=pt-br

Chega de conversa fiada, e vamos para o que interessa! Ao final do capítulo, vou deixar algumas informações também; olhem lá!!

Capítulo 6 - Um Café Agradável


Fanfic / Fanfiction Muito Bem Acompanhada - Capítulo 6 - Um Café Agradável

Um Café Agradável

A noite foi um tanto… diferente. Para Hinata, a sensação de dormir com alguém estranho era exatamente aquilo: estranho. A Hyuuga não ficou acordada a madrugada inteira reparando o quão estranho era, longe disso; ela não era tão paranóica assim. E contanto que Sasuke permanecesse em seu lugar — no chão —, e Hinata no dela — na cama —, ela estaria tranquila; mesmo que não confiasse 100% em Sasuke. 

Hinata não podia descartar as possibilidades de que um prostituto pudesse fizesse algo contra si. Não bastava ser um garoto de programa que tinha achado num jornal qualquer; para o azar de Hinata, Sasuke ainda permanecia sendo um completo estranho para ela. Apesar de terem dormido pouco, tudo acabou bem; foi tudo muito tranquilo, afinal. Dormiram bem, sem grandes empecilhos; ela em seu lugar e Sasuke no dele. O maior problema foi terem que despertar num piscar de olhos, de verdade, já que mal fecharam seus olhos e logo tiveram de abri-los em seguida. 

— Se não tivesse prometido ao meu pai… poderíamos ter dormido pelo menos mais um pouco. — comentou Hinata arrumando os cabelos com as pontas dos dedos, desembaraçando-os. 

Mesmo que não estivesse dormindo profundamente, Sasuke ficou levemente irritado por ter sido acordado tão repentinamente. Hinata não sabia, mas ele detestava ser acordado. O sono do moreno foi interrompido por uma Hinata que lhe cutucou no ombro. Quando abriu seus olhos deu de cara com a imensidão dos olhos de Hinata. 

Sasuke também se sentiu extremamente confuso. 

Hinata dizia “bom dia, temos que partir em breve, tudo bem?”. 

Ah, tudo bem, então. — ele pensou, lembrando-se do porquê de estar ali, e ter que acordar àquela hora.

Hinata lhe observava como se esperasse algo vindo dele. Por um segundo Sasuke pensou em beijá-la, pois com certeza era isso que ela estava esperando, já que ainda não tirava seus olhos dele. 

Sasuke, analisando melhor sua posição, com um pau extremamente duro e por estar, provavelmente, com um bafo de onça, ele reorganizou melhor seus pensamentos. Não era uma boa ideia beijá-la, e nem daquele jeito! Logo, Hinata saiu de seu campo de visão, o que significava que não precisaria constrangê-la pelo fato dele já estar pronto para quantos rounds ela quisesse.

E o beijo… bom, era pelo motivo de Hinata estar esperando por ele, não era? 

Errado. Tinha sido seu desejo, matinal. Também, Hinata era um mulherão e… seu pau continuava duro, tanto por causa da urina guardada quanto por pensar demais em Hinata naquele instante. 

Meu Deus! Senhor, me ajude! — suplicou, internamente ele, para os céus.

Enquanto isso Hinata sorriu, serenamente, para ele; e voltou a arrumar seus cabelos com suas mãos e se direcionou para a janela do quarto. Informou também que já eram 7h, e que precisavam se levantar para o café com seu pai.

— Você pode demorar um pouco mais se quiser, aqui não é tão longe da minha casa, só quis te acordar antes mesmo. — disse ela, lembrando-se que quando chegaram Sasuke não tinha sequer ido ao banheiro, pois Hinata tinha o alugado em seguida com todas as suas histórias. Por outro lado, agora, o pau de Sasuke abaixava — Ah, outra coisa — voltou a olhá-lo; o pau voltou a subir —, eu avisei ao seu motorista para vir nos pegar às… — olhou em seu pulso o relógio, em seguida voltou a olhar para Sasuke — 7h40min. 

— Okay. — Sasuke disse. 

— Te juro que você terá seu descanso em breve! — Hinata disse, sentindo-se culpada, mas voltando a olhar para a janela. 

— Sem problemas. — ele respondeu. 

Abaixou. 

Calma, amiguinho. — alertou-o; não dava para ficar virado para outro lado o tempo todo, uma hora teria que se levantar, mesmo a contragosto. 

Já Hinata, se sentia levemente culpada pela noite mal dormida que tiveram. Além de Sasuke ter dormido no chão, com certeza não tinha descansado o suficiente da viagem. Ele deveria estar um caco, por isso iria garantir que Sasuke tivesse um descanso ainda naquele mesmo dia. 

Agora que Sasuke fazia sua higiene matinal, Hinata resolveu esperar ele do lado de fora do quarto. Queria lhe dar privacidade, além de que queria muito ter um papo com Tenten sobre algumas coisas, por isso espiava da janela para ver se conseguia avistá-la; mas sem sucesso. 

A dona da pousada não era cega: fazia um tempo que a Hyuuga praticamente morava naquele quarto, e aquele que deu entrada no quarto que Hinata morava não era Kiba. Hinata precisava, pelo menos, lhe explicar alguma coisa, para não ficar embaraçoso demais. Tinha uma consideração imensa pela Mitsashi, e era muito provável que a mulher de cabelos cor de chocolate tenha ficado um pouco, digamos assim… confusa. Por Hinata ter trazido outro homem para o quarto dela

Por isso caminhou até a entrada da pousada, onde ficava recepção. Não era longe, em alguns passos chegou lá. A recepção da pousada tinha um letreiro muito lindo informando o nome “Pousada Meu Agrado”. Era dali que a Mitsashi comandava todos os quartos. Onde tinham as chaves e documentos; onde dava para verificar as câmeras de segurança, onde tinha as fichas dos clientes… onde tinha praticamente tudo. 

Avistou Lee no caminho, com seu costumeiro uniforme de academia — agora era na cor vermelha. Rock Lee lhe desejou cordialmente e respeitosamente um bom dia, segurando a mão de Hinata e depositando um singelo beijo nela. Em seguida, Hinata o perguntou se Tenten também estava de pé, recebendo um sim, do homem de sobrancelhas grossas, como resposta. Ele sorriu, e começou a correr. 

Vai entender. — pensou Hinata, com bom humor, imaginando se a vida Lee era destinada aos treinos. E, pensando bem, também se perguntava que tipo de “forma” ele queria ter com tantos treinos. Talvez ele treinasse só para atrair mulheres, também. — Nunca se sabe. — pensou em voz alta, dessa vez. 

✴ 

Hiashi nem notou a chegada deles, pois estava, ainda, bastante ocupado em seu escritório. Só percebeu que sua filha e seu novo namorado estavam na residência quando Nanami bateu na porta de seu escritório, o chamando para o café da manhã. 

Levantou-se da poltrona e se esticou. Suas costas doíam. Ficar sentado naquela posição por horas resolvendo pendências de sua empresa lhe causava dores; porém, tinha que ficar naquela posição se quisesse solucioná-los. Para piorar, a situação da empresa não ia nada bem, pois um de seus estagiários novatos fez um cálculo errado lhe trazendo prejuízos nas finanças. Então, voltou a sentar-se na poltrona. 

Por ser administrador de sua própria empresa, Hiashi acabava tendo o privilégio de ficar em casa a maior parte do tempo. Isso era muito bom, só que havia um problema; quando o homem precisava tratar dos negócios, ele acabava se ausentando — uma verdadeira ausência. Mas como tinha marcado com Sasuke… não ia fazer essa desfeita para o seu novo genro. Levantou-se decidido, com um belo sorriso no rosto. 

A mesa já estava posta. O patriarca da família chegou e direcionou-se até Sasuke com um aperto de mão, ainda sorridente. Se desculpava pela demora, justificando que devido ao trabalho ele acabava chegando um pouco atrasado nesses pequenos eventos de família. O homem mais velho sentou-se ao lado de Nanami e começou a encher sua xícara de café. Em seguida, Sasuke e Hinata se sentaram. 

Hinata, um pouco incerta, começou a colocar o café de Sasuke. Não sabia se isso seria visto com bons olhos para sua mãe, sem contar que estava sendo uma experiência um tanto… incomum. Sempre colocou as refeições para Kiba — o ex sempre pedia que colocasse —, já Sasuke não pediu, mas aceitou o café de bom grado. 

Nanami permanecia muda; apenas esperando a hora certa para desmascará-los, pensava Hinata. Por que ela não falava nada? E os quadros, artistas e etc.? Não iria tentar arrancar mais nada de Sasuke? Hinata não sabia muito o que esperar de sua mãe naquela hora, por isso a morena sentou-se e colocou um chá para si, impacientemente. 

— Desculpe pela noite mal dormida, sei que não te deixei dormir muito bem. — disse Sasuke, aleatoriamente, chamando a atenção não apenas de Hinata mas de seus pais também. 

Meu Deus. — foi o único pensamento que Hinata teve. Em seguida acenou com a cabeça para Sasuke, colocando também uma de suas mãos em sua têmpora. 

Não era um comentário interessante de se ter na mesa com seus pais nela. Agora sua mãe parecia muito interessada naquele café da manhã, era de se esperar, é óbvio. Encheu a xícara de café e se serviu também com um pedaço de bolo, ainda silenciosamente. 

Aquela novidade, que Sasuke não tinha deixado Hinata dormir bem, aquela noite, tomou conta da curiosidade de todos que estavam na mesa. A morena não sabia que aquele comentário viria, e aquilo a chocou, por um segundo, completamente.

Hiashi não precisou perguntar, sua filha e Sasuke haviam dormido juntos. E, parando para analisar… bem que Hinata estava um pouco diferente, um pouco desnorteada e com seus cabelos um pouco desgrenhados. Sem contar as pequenas olheiras, que ambos tinham presente em seus rostos. O Hyuuga mais velho apenas guardou esse pensamento para si, não queria constranger a filha na mesa. 

Não que Hiashi precisasse autorizar alguma coisa em relação a vida particular da filha, mas ele adorou ter entendido as entrelinhas. Depois daquele término em sua mesa de jantar, entre Kiba e sua filha Hinata, o que ele menos queria era Hinata triste. E o moreno que estava à mesa parecia que tinha feito um belo trabalho na noite anterior. Depois o agradeceria, em outro momento, pelo afeto que estava tendo com Hinata.

Mas, mal sabia o pai de Hinata que aquele cabelo despenteado de sua filha fazia tudo parte do pacote de luxo de Sasuke, este que compôs tudo dentro do carro a caminho da casa. Disse o Uchiha para a Hyuuga deixar a janela do carro aberta, para que seu cabelo bagunçasse com o vento. Sasuke teve uma ideia, que Hinata só não entendeu muito bem, mas aceitou que seu cabelo ficasse desgrenhado um pouquinho.

Ainda na mesa, Hinata apenas concordava com a cabeça em algumas coisas que eram ditas na mesa. Esse plano de Sasuke meio que tinha dado certo, pois, pelo modo como seu pai ficou depois que o moreno lhe pediu perdão por uma noite mal dormida… para bom entendedor, meia palavra bastava. Só que isso não era o suficiente para que ficasse tranquila; sua mãe ainda não tinha falado nada, só demonstrado interesse quando Sasuke lhe pedia desculpas, e que desculpas… 

Não tinha sido nada demais. Ele olhou em seus olhos — e que olhos —, acariciou sua mão — eram mãos tão macias — e lhe pediu desculpas, simples assim. Quem via de fora poderia imaginar que tinha sido uma cena um tanto fofinha de casais, porém comum demais. Mas quem via de dentro… era diferente, e estranho.

Hinata não tinha parado para ver como Sasuke era, e pela hora — de noite — não deu para ela averiguar se ele era bonito ou não — antes, durante e depois do jantar. Disse a Ino que era bonito sim, só para sua amiga não insistir mais nessa pergunta. Porém, agora, analisando não só a teoria e prática de suas ideias ao seu favor, começou a observá-lo esteticamente. 

Nada mal, mesmo. — pontuou, em sua cabeça. 

Porém, era arriscado. Tudo estava sendo arriscado demais. 

Qualquer um poderia pegá-los na mentira. Hinata não sabia nada sobre Sasuke, e o mínimo sobre ela, o Uchiha sabia. Não deixaram de ser desconhecidos depois do dia anterior. 

Será que a gente se parece um casal? — ela se perguntou, curiosa. Depois, quem sabe, perguntaria a suas amigas depois de apresentá-los. 

— Hinata me falou que o senhor trabalha muito… 

— Falou? Hm... Tenho dedicado minha vida ao meu trabalho, acredito que ela tenha falado isso. — comentou olhando para Hinata — Mas não é bem isso, ela sabe. Gosto de trabalhar, de fazer o que gosto. 

Agora, parecia que Sasuke era ótimo em assuntos. Tirou a Hyuuga dos seus próprios pensamentos, tocando em sua mão novamente. Ela despertou-se daqueles devaneios, deixando suas bochechas coradas; um ar quente subiu sobre ela. 

— Ah, papai! — estava envergonhada, e não fazia parte da encenação — Eu sei, eu sei. 

Sasuke e ela se olharam, normalmente, e o moreno sorriu mostrando os dentes. 

Até que poderia dar muito certo tudo isso. — ela pensou. 

A morena só não sabia que aquele café levaria horas, e que Sasuke era muito bom em histórias e assuntos. Até o momento tudo estava muito animado e pacífico para o lado deles, até o seu pai ficar curioso sobre como eles se conheceram. 

— Ora, papai. Acho que o senhor não quer saber disso… 

— Ah, mas seria interessante, não? — Hiashi continuou. 

Sasuke olhou para o relógio, teatralmente, e fez um gesto estranho com os olhos. Talvez ele tivesse algum compromisso, ou estivesse insinuando que ele deveria ter agora por que eles simplesmente não conversaram sobre como eles tinham se conhecido.

— Sasuke tem algo a fazer ainda, papai. Tomamos boa parte de sua manhã nessa conversa e o senhor precisa voltar ao trabalho, não é? 

Hiashi pareceu analisar o dia, olhou pela janela e depois para o relógio da parede, constatando que realmente precisaria se ausentar. Por mais que aquela conversa estivesse boa e agradável, e que ainda quisesse ficar mais tempo com seu novo genro, Hiashi tinha perdido a noção do tempo. Pelo menos havia conseguido causar uma boa — e a melhor — impressão de si para Sasuke, já que era seu objetivo desde o início. 

Não foi difícil despistar Hiashi, seu pai, embora precisasse urgentemente conversar sobre a história que deveriam sair contando por aí. Mas isso nem era uma emergência aos olhos de Hinata; mesmo que tivessem a melhor história sobre eles, não seria o suficiente para agradar Nanami. Sasuke tinha que conseguir a confiança da sogra, mesmo que não fosse de verdade e que depois do casamento ela jamais iria vê-lo novamente. 

— Me deem licença, tenho que voltar ao trabalho. Aproveitem o dia. — disse Hiashi sorrindo. 

Despediram-se, e Hinata começou a tirar a mesa. 

A grande verdade é que a cabeça de Hinata tinha muitos questionamentos. Não dava para esquecer que sua mãe estava calada o tempo todo e que isso significava um mal sinal; mas também ela não podia obrigar Sasuke a bolar um plano infalível para surpreendê-la. 

Deveriam ter essa conversa, o mais breve possível. Mas antes, Sasuke teria o seu descanso; quem deveria pedir desculpas pela noite mal dormida era ela, pois foi por ela e sua história de vida que ele ficou — incrivelmente — acordado por um bom tempo. 

Sasuke esperou que ela retirasse a mesa para dizer que não tinha nenhum compromisso — disse sussurrando — e que poderiam marcar uma hora para falar sobre essa situação. Na mente dele, seria interessante receber um feedback sobre seu serviço, principalmente para poder melhorar numa próxima vez. 

Hinata concordou e o direcionou para a porta de sua casa, antes que sua mãe os ouvissem sussurrando, já que ela estava na porta da cozinha decidindo se sairia ou não dali. Com Nanami por perto, as coisas ficavam tensas para Hinata, principalmente por sua mãe ficar calada demais. 

Na porta da sala, Hinata pensava em como iria se despedir de Sasuke, se seria no seco mesmo, ou não — quem sabe um abraço ou um beijo no rosto. Porém, a morena tinha sido bem clara no telefonema e no jantar que tivera; sem sexo, sem tocar nela. O grande questionamento é se os toques que suas mãos deram minutos antes se aplicavam ao “sem tocar nela”. E parando para pensar melhor, que tipo de namoro é aquele que não há toques? 

— Então… eu posso te pegar na quinta. Combinado? 

— Hã? Sim, sim! Na quinta você me pega! 

Qualquer coisa para ficar longe de sua mãe, do seu silêncio e do seu possível mau humor. 

E então estava marcado que, dali a dois dias, iriam para um encontro. Sasuke apareceria em sua casa para lhe pegar, para um adorável encontro — seja lá onde fosse. Tudo isso foi dito em bom som, para que para que Nanami também pudesse ouvir, já que ele tinha visto a mãe de Hinata se aproximar da sala. 

Só notando as intenções de Sasuke depois de alguns segundos, Hinata pegou na mão dele e o puxou para um abraço, ficando na ponta de seus pés, beijando seu pescoço. 

Sasuke estava cheiroso. 

Hinata mal teve participação ao marcar aquele compromisso com Sasuke, pelo menos não conscientemente. Ela confirmou e disse que ele poderia sim pegar ela, mas ela tinha respondido no automático, pela tensão e no calor do momento — já que sua mãe, provavelmente, estava por perto. 

Olhando para trás, só para verificar se sua mãe estava realmente perto deles ou no mesmo cômodo que os dois, a morena quase perde o equilíbrio. Só que, graças a Sasuke, Hinata não caiu; ele a segurou pela cintura, evitando-a de um tombo.

Ficou um pouco desnorteada. Um pouco não; muito. Sasuke também segurava a outra mão dela, instintivamente para que ela tivesse um melhor e maior equilíbrio. Soltou-a quando a Hyuuga se sentiu segura e com os pés mais firmes no chão. Hinata ficou olhando a mão que ele tocou a poucos segundos, sem entender muito bem o que tinha acabado de acontecer. 

Que estranho. — ela pensou. 

O seu namorado foi embora. Sasuke, o seu namorado. 

Isso é muito estranho. — pensou ela novamente depois de fechar a porta atrás de si. 

Aquela manhã tinha sido muito intensa, repleta de coisas novas, mas que deveriam ser normais para um casal de namorados. Sem sombra de dúvidas tinham sido descuidados com a narração que deveriam ter feito para os pais da Hyuuga, sobre como eles tinham se conhecido. Hinata e Sasuke tinham que conversar sobre qual história seria contada, e pensando bem, conversariam isso na quinta, no dia que ele iria pegá-la. 

Sasuke vai me pegar. — pensou, divertida. 

Apesar de tudo, Hinata estava contente. Além daquele namoro de mentira ter sido aprovado pelo seu pai, Hiashi tinha gostado da pessoa que Sasuke demonstrou ser. Tinham passado dessa aprovação antes, mas com aquele café da manhã as coisas iriam se firmar mais ainda dali para frente. O grande incômodo para Hinata era o fato de que chegaria o momento onde toda essa construção — na qual ela estava se esforçando demais para criar entre Sasuke e seus familiares — teria de ir por água abaixo. 

O relacionamento com Sasuke não seria eterno; apenas temporário, o suficiente para sua mãe ficar tranquila e não a rebaixar até o casamento de Hanabi.

 


Notas Finais


E aí? Curtiram? O que acharam? Será que o pau vai subir? HAHAHA enfim qq me falem o que acharam do capítulo!!

Por sorte, esse capítulo estava pronto desde sexta passada, já que eu consegui adiantar muito com esses dois últimos capítulos. Porém, como eu já encontrei meu ritmo, vou continuar com ele. O surto da qual não deve ser nomeado SAUHSUAHS o tal do corona, atingiu meu estado do RN, e enfim, como todos, estamos de quarentena, mas isso não quer dizer férias. Ainda tenho trabalhos a fazer e, assim que estiver livre mesmo, vou dar continuidade ao capítulo que já está sendo produzido.

Quero dizer que estou muito satisfeita com tudo!!

Outra coisa interessante é o meu instagram para fanfics. Lá eu solto um monte de spoiler e tento interagir com os seguidores. Eu to amando super, me divirto horrores fazendo as edições para o instagram, e se quiserem ver eu to no @danszsz.

Qualquer dúvida sobre a fic, se algo ficou ou não esclarecido e queira perguntar, não hesite. Estou aqui para sanar todas as dúvidas!!

Posto essa mesma fanfic em outros sites:

Nyah! ~> https://fanfiction.com.br/historia/786400/Muito_Bem_Acompanhada/

FFnet ~> https://www.fanfiction.net/s/13469876/1/0

Wattpad ~> https://www.wattpad.com/story/212391077-muito-bem-acompanhada


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