História Muito Hot Pra pouca Fanfic - Capítulo 17


Escrita por: ~ e ~Maage

Postado
Categorias As Crônicas dos Kane, Magnus Chase e os Deuses de Asgard, Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Atena, Bianca di Angelo
Tags Percy Jackson
Visualizações 311
Palavras 3.899
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Festa, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, meus Cookies! Eu espero do fundo do meu coração que vocês gostem desse capítulo. Eu não quis detalhar muito a vida da Sally, apenas o suficiente para fazer aquela rápida introduçãozinha antes de começar a putaria! Boa leitura :3

Capítulo 17 - Poseidon e Sally


Pov’s Sally

Não sobrou nem amigos e família para ler o que aqui vou escrever. É um alívio carregado de tristeza. Enquanto não consigo dinheiro para pagar a faculdade, terei de me contentar com esse caderno velho onde escrevo meu relato. Já havia começado a organizar meus pensamentos para um livro, mas é meio difícil inventar um universo fictício onde no mundo real, há monstros e criaturas horripilantes para me atormentar. Nunca me atacaram, nem tentaram me matar, contudo, eu os temo pelo simples fato de serem monstros. Eu formulara, havia muito tempo, uma história baseada na minha vida, na qual eu era uma heroína e salvava o mundo daquelas criaturas. Eu ia inventar tudo para escrever um livro, mas quando descobri que o universo da mitologia grega era real, decidi que deveria escrever minha verdadeira história. E ficou ainda mais interessante quando um deus cruzou meu caminho.

Vamos para o começo.

Meu nome é Sally Jackson, perdi meus pais num acidente de avião quando eu ainda era muito nova. Fui criada por um tio que nem se importava comigo. Ele bebia, fumava, levava prostitutas para nosso pequeno apartamento, e fazia festas. Eu sempre ia até a vizinha quando isso acontecia a fim de não ver a bebedeira, sexo e drogas lá embaixo. Ela sempre deixava eu entrar, me emprestava bonecas para eu brincar, pagava minha escola, e me alimentava de forma certa.

Os amigos do meu tio nunca prestaram atenção em mim, até eu entrar na puberdade, até meus seios crescerem, até eu menstruar, e até meu corpo de menina ser substituído pelo de uma mulher. Foi muito difícil para mim, não ter uma mãe para fazer perguntas. Eu tinha a vizinha, que me dava absorventes e tirava minhas dúvidas, mesmo assim, ansiava por uma figura materna... E paterna também.

 Uma noite, numa das festas do meu tio, eu peguei meu caderno da escola e já ia subir para a vizinha, quando um dos amigos do meu tio se pôs em meu caminho. Ele me encurralou. Abriu o fecho de sua calça, e seu membro viril escorregou para fora.

- Está vendo isso aqui, boneca? – Perguntou com um sorriso maldoso. – Quando você tiver um namorado, o pau dele vai ficar duro igual ao meu. Venha, bote sua mãozinha aqui.

E eu corri antes que ele me agarrasse.

Nunca contei a ninguém sobre aquilo. Nem para a vizinha. Tive muito medo de que aquele mesmo homem, quando soubesse que eu tinha contado a alguém, fosse me matar. Eu sabia que os amigos do meu tio eram perversos, violentos, e andavam armados, sempre tive medo deles.

Atualmente, me pergunto o que aconteceria comigo se eu não tivesse corrido. Provavelmente, estaria tentando superar o trauma até hoje.

O Ensino Médio foi ainda pior. Eu não tinha amigos. Apenas pessoas falsas. Já fui enganada pelo capitão do time de futebol da escola. Seu nome era Bryan. Fora ele quem tirou minha virgindade. Deveria tê-la entregado a uma pessoa que eu confiasse e amasse de verdade, porém, eu era apenas uma adolescente, uma garota boba e apaixonada. Depois de ter me usado, Bryan espalhou para a escola toda o que fizemos entre quatro paredes. E eu fui chamada de piranha, vagabunda, vadia, dentre outros nomes ofensivos e obscenos. Foi quando me questionei porque os garotos não eram julgados ao terem fama de pegador.

Sofri assédios, cantadas, e tentativas de violência sexual na escola por conta disso. Conversei com o Conselheiro do colégio, em vão. Ele não me ajudou em nada. Ficava me perguntando o que aquele homem estava fazendo naquele cargo, já que não servia de nada. Também conversei com o diretor, sem sucesso. Eu não podia sair da escola. Para onde iria? Meu tio não iria querer “perder tempo” procurando outra escola pra mim, e a vizinha havia se mudado. Tive que aguentar aquele inferno durante três anos. Por vezes, pensei em me matar. Já tentei, mas fui pega por desconhecidos. Resolvi deixar aquilo para lá. Suicídio é para os fracos. As feridas iriam cicatrizar e me tornariam mais forte com o passar dos anos.

Fiz faculdade de letras durante dois meses, e já tive de sair para cuidar do meu tio, que estava com câncer. Por mais que ele tivesse sido ruim para mim, me abandonando quando eu mais precisava, ele era minha única família. Quando morreu, peguei o dinheiro de sua poupança e me mudei para Nova York, até consegui comprar um chalé em Montauk.

E tudo isso, presenciando monstros que julgava serem coisas de minha cabeça. Acreditava que estava ficando esquizofrênica por conta da depressão, mas não. Os associei as criaturas mitológicas, e cheguei à conclusão sozinha de que eram reais. Devaneios ou não, eu não os deixariam me dar mais medo. Eles iriam servir como inspiração para monstros de meu livro que pretendia escrever.

Num verão, eu o conheci.

E todo o mundo morto e sem cor ganhou vida e formas. Eu via uma luz no fim do túnel, uma esperança crescendo dentro de mim, e passei a acreditar que poderia ser feliz, nem que fosse por apenas um verão. Contei minha história a ele, sobre meu tio, minha antiga escola, as pessoas que julgava serem minhas amigas... Tudo. Ele me ouviu com atenção, e me contou como era seu reino no fundo do mar. Ele me prometera tantas coisas que julgava serem impossíveis á uns dias atrás. Queria resolver todos os meus problemas num piscar de olhos.

Eu o amava.

Amava seu sorriso, seus olhos verde-mar, seu carisma e jeito de ser. Eu estava apaixonada por um deus, e sabia que era perigoso, entretanto, não me importava.

E aquele foi, sem dúvida, um verão inesquecível.

O sol já fora substituído pela lua, que brilhava alto no céu juntamente com as estrelas. A areia fazia cócegas nos meus pés, e os braços de Poseidon envolta de mim espantavam o frio que o vento trazia junto com a brisa marinha. As ondas se quebravam na areia. Era incrível o fato de tudo aquilo pertencer ao homem que me abraçava naquele momento.

O vento subia meu vestido. Envergonhada, o abaixava rapidamente, até que decidi prender a saia entre as pernas. Vi um lampejo de sorriso no rosto de Poseidon, e corei. Ele apertou meu braço, puxando-me para mais perto. Entrelacei nossas pernas, agarrei sua cintura e o abracei, com meu nariz roçando no seu pescoço. Quis beijar aquela região. Será que tinha gosto salgado?

Fechei meus olhos.

Fora ali que o conheci, na praia de Montauk. Eu estava sentada na areia, lendo um livro debaixo de um sol escaldante quando Poseidon apareceu. Desde então, passava o verão comigo no chalé. Conversávamos, assistíamos a um filme ás vezes, eu cozinhava para ele, o aninhava em meus braços, fazíamos juras de amor na cama, dentre outras coisas. Com certeza, o melhor verão de toda a minha vida.

Poseidon acariciou meus cabelos soltos que voavam por conta do vento. Senti sua outra mão subir meu vestido. Deixei que me tocasse, eu gostava quando o fazia.  Seus dedos foram até a abertura do meu vestido. Ele desamarrou as tiras devagar, e tocou as pontas dos dedos nas minhas costas, deixando-me arrepiada. Fez alguns poucos movimentos circulares antes de eu abrir meus olhos. Quando ergui meu corpo para ver sua expressão, Poseidon puxava as mangas do meu vestido, querendo tirá-lo. Seus olhos brilhavam, e sua boca se contorceu num sorriso de lado.

Deixei que meu vestido escorregasse pelo meu corpo, até a cintura. Fiquei ainda mais arrepiada assim que o vento bateu contra meu corpo descoberto. As pontas dos dedos de Poseidon vieram até meus braços, indo na direção dos ombros, depois para o pescoço, e por fim, segurou meu rosto, beijando-me calmamente.

Poseidon beijava maravilhosamente bem. Seu cheiro de mar e gosto salgado proporcionava uma sensação tão boa em mim, despertava desejos e vontades das quais não teria coragem de tomar iniciativa, por mais que já houvéssemos feito amor antes.

Ele se afastou apenas o suficiente para me olhar nos olhos.

Nem percebi que ia desabotoando a camisa de Poseidon. Logo, senti seu peito nu contra o meu, e os braços dele se livrando da peça de roupa, e me envolvendo num abraço. Seus lábios foram até meu ombro. Achei que iria abrir meu sutiã agora, mas suas mãos puxavam meu vestido. Afastei-me e tirei a peça.

Ele fez com que o olhasse nos olhos, erguendo meu queixo. Depois de me dar um selinho, seus olhos se voltaram ao meu corpo. Senti meu rosto corar de vergonha.  Meus dedos correram pelo seu peitoral involuntariamente. Senti seu olhar sobre mim, e me forcei a não olhá-lo de volta e continuar tocando seu corpo.

De alguma forma, Poseidon agia como se tivéssemos prestes a ter nossa primeira noite de amor juntos. Ele fazia com que fosse tão romântico, agradável, e instigante... Era por isso que eu queria tanto tê-lo somente para mim, esquecer meus problemas ao me afogar no mar de seus olhos depois de um beijo, sentir seu gosto salgado e seu cheiro de maresia, tocar em seu corpo quente, e sentir cócegas nos nós dos dedos ao passá-los em sua barba.

Eu o amava tanto que chegava a doer.

Poseidon pegou em minhas mãos, fazendo com que eu o encarasse, e as guiou até a sua bermuda, que não tinha botões ou zíper. Ele as botou dentro da peça de roupa. Percebi que não usava cueca ao sentir seu membro duro. Poseidon pressionou meus dedos contra seu pênis, instruindo-me para que o masturbasse. Umedeci meus lábios, e olhei para a protuberância de minha mão dentro de sua bermuda. Abri minha boca num gesto quase imperceptível para mim, e tirei seu membro devagar, encarando-o. Ele mesmo tirou a bermuda, e eu tive uma visão melhor do seu órgão sexual.

Olhei para ele, mordendo o lábio.

Só de olhar para seu membro duro, já ficava úmida ao imaginá-lo dentro de mim.

Ele sorriu, e pegou na minha mão, mostrando como se fazia, mas eu já sabia. Havia feito aquilo na nossa primeira vez no chalé, entretanto, ele parecia gostar de me instruir nos movimentos.

Sorri timidamente, e o masturbei devagar. Enquanto o fazia, Poseidon tirou meu sutiã. Eu estava ocupada demais brincando com seu pênis para corar com seus olhares nos meus seios. Senti suas mãos apalpando-os. Elas passaram até minha calcinha, que eu o ajudei a tirar.

- Quer ir para o chalé? – Perguntei, voltando a pegar no seu membro, pensando no quanto que poderíamos ficar sujos de areia caso fizéssemos amor ali, na praia.

Ele pareceu desapontado, e lamentei ter perguntado aquilo.

- Prefere na cama?

O tom daquela pergunta fez com que me lembrasse de Bryan, quando o mesmo perguntara se eu preferia na cama. Naquela noite, seus pais haviam saído, e iríamos transar no banho, contudo, como era minha primeira vez, pedi que o fizéssemos na cama.

- Não, vamos ficar aqui mesmo.

Ele sorriu e assentiu, voltando a me beijar.

Segurou-me pela cintura, e soube que queria ficar por cima, mas eu não, por isso o empurrei para longe. Poseidon entendeu o que eu queria, e deitou-se na areia. Fui engatinhando em sua direção, com os joelhos ficando cobertos de areia. O deus apoiou sua cabeça nos braços, enquanto me observava com um sorriso divertido, provavelmente formulando a cena que se desenrolaria a seguir.

Realizei meu sonho de experimentar o gosto de seu corpo. Beijei seus lábios, seu pescoço, chupei seus dedos, fui me esgueirando pelo seu peito e barriga até chegar ao seu órgão sexual. Com as mãos apoiadas em suas pernas, chupei-o, sentindo um leve gosto salgado. Na nossa primeira vez, Poseidon nem deixou que fizesse sexo oral. Eu apenas me deitei na cama enquanto ele se deliciava no meu corpo, tocando minhas partes, me chupando e dando beijinhos na minha pele arrepiada. Disse que queria que eu sentisse prazer ao invés de desconforto. Eu falara que não era virgem e que não era para se preocupar, contudo, Poseidon insistira em me tratar com suavidade. Foi tão gostoso e incrível, um prazer que não sentira com Bryan e nem com nenhum outro homem com quem já fiquei. Só com Poseidon. Pode-se chamar de prazer divino.

O observei enquanto o fazia, vendo o prazer estampado em seu rosto e ouvindo os gemidos que saíam incontrolavelmente de sua boca. Sua mão puxou meu cabelo, para que não me atrapalhasse. Agradeci mentalmente, e o ouvi dar uma risada.

- De nada, querida.

Tirei seu membro de minha boca, para rir também, e logo voltei a chupá-lo de novo. Eu fazia movimentos de vai e vem e lambia a ponta levemente. Estava tão gostoso – tanto pra mim, quanto pra ele-, que Poseidon acabou gozando. Engoli o esperma, sentindo-o descer pela minha garganta, e dei mais uma lambida em seu membro.

- Aaah, Sally...

Poseidon se ergueu, agarrou minha cintura, me beijando com luxúria. Senti suas costas cobertas de areia, em seguida, o peso de seu corpo me levando para baixo. Deixei que ficasse no comando, e que me penetrasse por cima, porém, senti meu corpo ser erguido. Abri meus olhos, sem interromper o beijo, vendo que me tinha em seu colo.

Não pude deixar de rir. E ele riu também, me beijando depois enquanto me carregava na direção do mar.

Seus braços fortes envolviam meu corpo, segurando-me no ar. Seu membro roçava na minha intimidade, deixando-me louca. O barulho das ondas ficou mais alto. Afastei-me, mordendo o lábio, e olhei para trás, na direção do mar, que ficava cada vez mais próximo.

Tentei esconder o medo. O que Poseidon estava fazendo? Ele iria me levar para alto-mar?

Ao chegar à beira, ele me soltou, botando-me no cão cautelosamente, e me guiando a se deitar na areia. Sabia que ficaria toda suja, e que precisaria de um banho depois para tirar toda aquela areia do corpo e dos cabelos. Mas não me importava, de verdade.

Arrepiei-me assim que uma fria onda bateu contra meu corpo. Estávamos na beira, onde elas se quebravam, e nos tocavam com suas espumas.

Poseidon veio se aproximando de mim, sorrindo maliciosamente conforme suas mãos passavam pela minha cintura e barriga. Mordi o lábio de novo ao sentir seu corpo quente chegando mais perto do meu. Rebolei de leve, como se já tivesse me penetrado. Faltava quase. Somente mais uns centímetros para que seu pênis roçasse na minha entrada. Poseidon sentiu meus rebolados, pois sua atenção foi para suas mãos na minha cintura. Ele parecia hipnotizado, e tive de sorrir.

Peguei na sua mão, e a introduzi na minha vagina. Fechei meus olhos assim que Poseidon passou a me masturbar.

- Awnt...

Foi baixinho.

Senti sua respiração quente no meu pescoço. Ele chegara mais perto para ouvir meus gemidos.

- Hummuhumm...

Foi ainda mais baixinho.

- Pode gritar, se quiser. – Disse. Quando abri meus olhos, ele estava sorrindo. – Só há eu e você aqui, meu amor, deixe-me ouvir seus gemidos.

Sorri, e senti seus dedos pressionando meu clitóris. Não soltei nem um gemido ainda, apenas tombei minha cabeça pra trás e me contorci, sentindo a areia no meu corpo. Outra onda bateu contra a gente, molhando meus cabelos, e meu rosto, quando o virei para o lado. Ao abrir meus olhos, Poseidon me encarava, parecendo curtir o show que eu dava.

Ele introduziu um dedo na minha vagina.

- Isso...

Isso.

Era isso que eu esperava.

Dois dedos, dois dedos, por favor. Pensei alto com o intuito de fazer com que ele lesse meus pensamentos, pois não conseguia formular aquela sentença. Só saíam gemidos de minha boca.

Poseidon botou dois dedos, enfiando e os retirando devagar e sem parar, fazendo com que eu gemesse e me contorcesse ainda mais.
Mais um, mais um. Só mais um, meu amor.

Três dedos.

- Aaaahhwnnt...

Dessa vez foi alto.

Poseidon sorriu. Dei uma olhava em seu pênis, que já se encontrava duro. Por isso que ele havia me trazido para mais perto da beira do mar, cada onda que batia na gente mandava uma energia á ele, assim, não se cansaria nem tão cedo, e poderia transar comigo a noite toda. Poseidon me falara que o mar tinha esse efeito sobre ele.

Puxei-o para mais perto, abrindo minhas pernas.

- Vem, meu amor. – Chamei. – Quero senti-lo dentro de mim. Vem.

Ele sorriu, e me penetrou devagar.

Os movimentos eram suaves. Eu tinha minhas mãos ao redor de sua cintura, acompanhando-a enquanto se movia lentamente. Gememos de prazer, olhando um nos olhos do outro. Mais uma onda bateu contra meu corpo, e quando ela estava voltando, parecia me puxar consigo, mas Poseidon manteve-me firme na areia.

Ele acelerou, e já não pude segurar mais sua cintura por conta dos bruscos movimentos, por isso, minhas mãos passaram pelas suas costas ainda cobertas de areia. Fechei meus olhos, sentindo seu órgão entrar e sair de dentro de mim rapidamente, me estimulando a continuar gemendo.

Não sei ao certo quantos minutos passamos naquela posição.

Talvez fora somente uns cinco minutos. Eu queria tomar as rédeas do ato, não queria chegar ao ápice aquele momento. Queria experimentar outras posições e ver quais delas seria a minha favorita.

Poseidon entendeu perfeitamente, para minha animação.

Ele se deitou, e eu subi em seu colo, encaixando em seu sexo, começando com movimentos leves. Rebolando, eu mandava o olhar mais sensual que podia. Suas mãos apertaram minha cintura, correram pelos meus seios e voltaram de onde partiram, me acompanhando com os movimentos.

Seus olhos estavam sobre mim, observando-me atentamente. Sua boca deixou escapar um grunhido de satisfação quando acelerei um pouco.

Era tão excitante tê-lo embaixo de mim, como se fosse minha propriedade, como se seu corpo me pertencesse. Percebi que Poseidon estava ficando, de fato, louco de prazer quando as ondas do mar passaram a vir mais forte. Uma delas foi tão agressiva, que bateu contra meu corpo, espirrando uma chuva de água salgada pelos meus cabelos. Foi indolor. Eu não caí ou senti nada desagradável. Provavelmente, era sua forma de dizer que era para eu ir mais rápido, e o fiz. Em cima dele, a correnteza não me puxava. Meus joelhos permaneciam enterrados na areia, e aquele fato era impressionante e incrível. Um desafio à lei da natureza. Eu estava transando com o deus do mar, proporcionando-lhe prazer, era óbvio que não iria deixar que as ondas me levassem.

Rebolei bruscamente em seu sexo, apoiando meus dedos em seu peitoral, e gemendo, estridente. Ele fechou os olhos, sem parar de gemer. Inclinei-me um pouco pra frente quando mais uma onda bateu contra a gente, vi que alguns fios molhados do meu cabelo atrapalhavam minha visão mantida no corpo de Poseidon. Ele se afastou ao se levantar, abraçando minha cintura, com os olhares no meu corpo, dizendo.

- Mais forte.

Era tão gostoso ouvir sua voz carregada de prazer.

Passei minhas mãos em seus ombros e tentei ir mais forte. Ele me ajudou apertando minha cintura e instruindo ela com os movimentos bruscos. Tombei a cabeça pra atrás, gemendo, e senti suas mãos indo para meus seios, apertando-os novamente. Quando olhei outra vez para Poseidon, ele estava entretido demais chupando o bico dos meus peitos. Soltei um pequeno gemido, e rebolei delicadamente em seu sexo. Ouvi que ele emitia sons excitantes enquanto o fazia.

Poseidon tirou sua atenção dos meus seios e cravou seus olhos nos meus, segurando com uma mão o meu rosto, enquanto a outra estava em minha cintura.  Forcei-me a não desviar o olhar para seus lábios e continuar rebolando devagar. O prazer foi sumindo de sua expressão enquanto seus dedos acariciavam minha bochecha.

Fechei meus olhos, recebendo o carinho com serenidade. Mais uma onda se quebrou, dessa vez mais fraca, na gente. A água gelada deixou meu corpo quente um pouco arrepiado, mas agradecido também por conta de ter levado o calor embora.

Poseidon analisava cada detalhe do meu rosto, e eu também o fazia. Seus dedos apertaram meus braços. Olhei para seu peitoral, em seguida, para minha própria cintura, que ainda rebolava. O cheiro de maresia ficou mais forte, e percebi seus lábios salgados pressionando os meus, seu abraço, puxando-me para mais perto. Ele se afastou, começando a deitar na areia com as pernas dobradas, e levando-me junto.

Nossos rostos estavam a um centímetro, os fios molhados de meu cabelo tocavam-lhe a testa, e meus seios roçavam no seu peitoral rudemente enquanto eu acelerava. Poseidon segurou minha bunda, instruindo-a pra cima e pra baixo, ajudando com os movimentos.

As ondas regressaram mais forte ainda, batendo contra nossos corpos, sem doer e sem nos levar.

Um prazer tomou conta de mim, e eu gemi mais alto conforme fazia os movimentos. Senti meus músculos da perna e dos braços doerem com o esforço. Eu já ia parar de acelerar quando Poseidon me jogou para o lado num movimento rápido, ficando por cima, segurando minhas pernas sem sair de dentro de mim, e estocando forte.

Soltei um alto gemido, sentindo os músculos de meu corpo relaxar para receber o prazer.

Por baixo, senti que as ondas vinham com mais agressividade, e a correnteza parecia que ia me levar, mas ainda não havia saído do lugar. Toda vez que elas batiam contra mim, me via forçada a prender a respiração para que não engolisse água. Senti uma alga marinha presa no meu cabelo, todavia, não dei importância a ela. Meu corpo afundava na areia cada vez que me contorcia, e quando a onda batia contra a gente e voltava para o mar, eu afundava ainda mais meus dedos na areia, querendo me agarrar a alguma coisa.

Durante cinco segundos, meus gemidos cessaram assim que eu chegava ao ápice. Havia fechado meus olhos e apertado a areia nos dedos com mais força. Percebi que Poseidon também gozara, pois no mesmo momento, uma onda nos atingiu, e não voltou ao mar. Ela continuou cobrindo meu corpo até o rosto e pescoço durante alguns segundos, e foi embora cautelosamente enquanto Poseidon saía de dentro de mim.

Ele se deitou ao meu lado na areia, respirando pesadamente como eu. Quem nos visse ali, na beira do mar, imaginaria que havíamos acabado de sobreviver de um naufrágio. Sorri com o pensamento e ouvi suas risadas.

Nossos olhares se encontraram.

- Não acho que nos associariam a náufragos sendo que estamos nus. – Disse e não pude deixar de rir.

Ficamos nos encarando durante um bom tempo, em silêncio, assimilando que tínhamos acabado de fazer sexo na praia, que fora muito gostoso, e que estávamos molhados e sujos, o que era um pouco desconfortável, mas interessante ao mesmo tempo estar nu e deitado na areia. Fiquei me perguntando se não havia entrado alguma coisa em minha vagina além do pênis de Poseidon. Provavelmente não, ele não deixaria que aquilo acontecesse. Seria muito constrangedor e poderia arruinar com todo o clima.

- Tem uma alga na sua cabeça. – Ele disse depois de um tempo, tirando-a de meus cabelos e rindo. Tive de rir também.

Ele se aproximou de mim, me dando um beijo na bochecha.

- Precisamos de um banho. – Falei e ele assentiu, se levantando.

Caçamos nossas roupas e as vestimos, porém, não havia encontrado minha calcinha e imaginei que as ondas haviam roubado-a de mim. Para minha felicidade, Poseidon as obrigou com um gesto, para que trouxessem de volta a minha peça de roupa. Nós rimos ainda mais com o ocorrido e voltamos para o chalé.


Notas Finais


: Em relação ao começo do capítulo, quando a Sally era muito mais nova e foi encurralada por um dos amigos do tio dela... Bom, eu não sabia se deveria alertar vocês com um “INSINUAÇÃO DE ESTUPRO” porque achei que não era necessário. Acho. Enfim, esse lance aí que aconteceu com a Sally é um lance verídico, porque aconteceu o mesmo com minha tia-avó, e ela me contou isso, me inspirando a botar isso no capítulo. O que acharam? Digo, não só desse lance com o tio da Sally, mas do capítulo? Foi legal? Hehe, espero comentários que não tenham apenas pedidos :3
Amo muito vocês, e muito obrigada pelo carinho, meus Cookies <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...