História Muito Mais Do Que Uma Garota - Capítulo 9


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Sobrenatural, Suspanse, Terror
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Palavras 1.128
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Fantasia, Mistério, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem.🖤

Capítulo 9 - Domingo, 18 setembro


Acordei mal disposta já sei que vai dar merda, vai haver discussões, eu sei que sim, já o sinto, porque já me conheço, já conheço o meu feitio e já sei que acordando mal disposta ninguém me ia conseguir aguentar, logo saí de casa e fui caminhar á beira mar durante a manhã toda, dei uns mergulhos, desabafei com as ondas pois elas sei que me ouvem e que não vão contar a mais ninguém, a metade da caminhada a minha mãe liga-me 

[Chamada Mãe]

Mãe: Cassandra é só para te avisar que não vou estar em casa durante mais alguns dias.

Eu: Diz-me algo que eu não saiba por favor. 

[Chamada Desligada]

Desliguei-lhe a chamada, não queria ouvir mais nada. E depois disso encerrei o telemóvel. Não queria ouvir mais ninguém e mais nada. Então continuei a caminhar, a ouvir as ondas, passado 1 horinha voltei a ligar o telemóvel, coloquei os fones e deixei-me levar pelo ritmo da música quando dei por mim estava a dançar no meio da praia, estava a fazer o que fazia todos os fins de tarde, eu costumo dançar ao fim da tarde na praia quando não está ninguém pois sou muito envergonhada, eu não quero que ninguém me veja a dançar, eu quero que isto continue segredo, como sempre foi, eu gosto de dançar desde nova mas nunca o contei, costumo dançar quando estou mal, chateada, triste, alegre, e os meus sentimentos influenciam os passos de cada coreografia. Não sou assim tão boa a dançar quanto isso mas danço o que quero e o que consigo mas há algo que eu não sei explicar, quando danço não há mais nada, nem ninguém, sou só eu, a música, a minha criatividade, pensamentos e movimentos. Eu não queria acreditar de que estava a dançar em pleno dia, na praia, isso não podia estar a acontecer, quando parei de dançar dei conta que continuava sozinha ou na altura eu pensava que sim, então agarrei na minha coluna, tirei os fones e meti a música alta pra não ter que estar a agarrar o telemóvel pra estar a dançar, mais uma vez deixei-me levar por aquele momento e ritmo até que fui interrompida por uma chamada da Sandy, quando eu a atendi percebi que algo se passava, ela perguntou-me o porquê de eu não dançar á frente de público visto que eu dançava super bem, eu perguntei-lhe quando é que ela me tinha visto dançar e ela disse-me que quando foi a minha casa e eu não estava, ligou para mim e viu que eu tinha o telemóvel desligado ligou para a minha mãe, e que ela lhe disse que eu costumava passear à beira mar, que eu só poderia estar ali visto que era sempre quase ali que eu estava. Eu disse-lhe pra ela sair de onde estivesse escondida, que podia aparecer e vir ter comigo para falarmos, foi então que ela desligou a chamada e decidiu aparecer e vir ter comigo, a única coisa que ela fez foi chegar ao pé da coluna e voltar a liga-la ao meu telemóvel e por música. Ao início foi uma surpresa ela ter começado a dançar comigo visto que ela não tinha jeito nenhum, ela percebeu que dançar me ajudava a aliviar o stress, ela só me queria fazer companhia e me apoiar naquele momento em que eu estava mal, esforçou-se pra dançar e mesmo com ela não tendo jeito nenhum, não me importei pois sabia que ela estava a tentar o melhor dela para me ver feliz. 

Quando eu dei por mim já eram horas de lanchar e eu ainda nem tinha almoçado, a minha salvadora foi a Sandrina que já sabia que isto ia acontecer e me trouxe comida, quando acabamos de comer, ficamos a olhar uma para a outra e não foram precisas palavras, já sabíamos o que cada uma de nós estava a sentir e então abraçamos nos, foi aí que lhe perguntei como estavam as coisas com o Rui e ela me respondeu que estavam a ir bem e que estavam a gostar mesmo um do outro, foi aí que o telemóvel dela começou a tocar, quando olhei para o ecrã vi que era a madrasta dela, ela olhou e bloqueou o telemóvel, não rejeitou nem aceitou a chamada e foi aí que percebi que algo não estava como devia, então perguntei-lhe

Eu: Sandy... O que passa? Porque não atendes a tua madrasta?

Sandy: Essa cabra... Ela quer-me meter num colégio. 

[ela lavou-se completamente em lágrimas] 

Acho que nunca a tinha visto assim, a Sandy não precisou de dizer mais nada para eu saber que ela precisava de um abraço, estivemos abraçadas durante muito tempo e a única coisa que se ouvia durante o abraço era o som das ondas do mar e foi aí que me lembrei que tinhamos de nos ir embora, foi aí que ela me disse que não queria ir para casa, então eu agarrei no telemóvel da Sandy e liguei pro pai dela que não me atendeu, nem a primeira, nem a segunda, tive de lhe ligar 3 vezes para ele atender. 

[Chamada Pai Sandy]

Eu: Olá

Pai: Sandy, onde estás?

Eu: Não é a Sandy que está a falar. É a Cassandra. É só para avisar que a Sandy está comigo em minha casa e se não se importar irá cá jantar. 

Pai: Quero-a em casa depois de jantar. Por favor.

O pai da Sandy não se importou, nem levou a mal. Depois disso eu e Sandy começamos a caminho de minha casa, para irmos jantar. A caminho de casa o telemóvel dela não parava de tocar e de todas as vezes que eu conseguia olhar para o ecrã, via que quem lhe estava a ligar era o Rui, ela rejeitava todas as chamadas, eu achei estranho e perguntei-lhe o porque de estar a fazer isso, ela disse-me que ainda não tinha contado ao Rui sobre o colégio e que tinha medo da sua reação, foi nessa altura que o telemóvel dela voltou a tocar, eu agarrei nele e atendi a chamada

[Chamada Rui]

Eu: Oi Rui, daqui é a Cassandra. A Sandy ficou aqui em minha casa a jantar, ela teve que ir tomar banho porque fomos a praia, ela mais logo liga-te.

Rui: Obrigado Cassandra. 

[Chamada Desligada] 

A Sandrina agradeceu me, mal chegamos a casa colocámos uma pizza no forno e comemos. Quando acabamos de comer, lavei a louça e a Sandy foi para casa, agradeceu-me tudo o que tinha feito.
Depois de lavar a louça, vesti o pijama, lavei os dentes e deitei-me na cama. E recebi uma mensagem

Sandy: "Já cheguei a casa e estou deitada. Boa Noite e até amanhã, se precisares de alguma coisa liga-me."

Eu: "Ta bom meu amor. Dorme bem, até amanhã, qualquer coisa liga-me."


Notas Finais


Estou aberta a sugestões 🖤


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