História Multí Eu - Capítulo 55


Escrita por: e SilvFirs

Postado
Categorias Pokémon
Personagens Ash Ketchum, Black, Brendan, Calem, Clemont, Dawn Hikari, Ethan, Gary Carvalho, Lillie, Lucas, May, Misty, Red, Serena, Shauna, White
Tags Advanceshipping, Agencyshipping, Amourshipping, Ashxwhite, Aureliashipping, Brendanxmisty, Ethanxlillie, Lucasxshauna, Pokémon, Pokeshipping
Visualizações 19
Palavras 1.983
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Vocês não acreditam no que eu fiz… COMPREI UM TECLADO NOVO SÓ PARA A ESCRITA!!! Mentira, não é só para a escrita, mas… EU PENSEI EM VOCÊS! Isso não vai mudar nada na frequência ainda, porque eu gosto de ter uma linha da frente caso bloqueie e já estava sem ela. O único atributo bom do teclado é que vou conseguir escrever por mais tempo, já que no meu teclado antigo tinha uma tecla que gingava e dava uma lijeira dor de cabeça. Agora já não tenho esse problema. Vamos todos cantar os parabéns! Ou não: Oieee meus lindos e minhas lindas! Daqui BlackVento e SilvFirs a dar as notícias pré-história, ou seja, a fingir que sou uma patricinha rica que compra coisas novas e boas. MUAHAHAH.

Não corrigido.

Capítulo 55 - Dia de competição


(Brendan)

                Finalmente, conclui de fazer a mala. O que levava não era muito alargado, resumidamente era uma roupa para o dia seguinte e as coisas de higiene. Peguei nela e olhei as horas, ainda falta um bocado, são 7:10h. Temos que sair de cá cedo, se queremos aproveitar o dia lá. Deitei-me de novo na cama. O quarto está vazio, só comigo, que já ocupo espaço, por isso não completamente vazio. O que quero dizer é que o Gary já está acordado e fora daqui. Observei novamente o relógio. Estar aguardando aqui e na entrada é o mesmo com sorte ela se despacha. Peguei na mala e fui até a entrada. 20 minutos depois, milagrosamente vi o carro dela. Fui-me aproximando e guardei os meus pertences na mala do carro dela e sentei-me seguidamente no acento do lado do motorista.

Brendan: Dormiste bem?

Misty: Sim. E tu?

Brendan: Afirmativo. Devo-te confessar que até estou nervoso.

Misty: Pela competição?

Brendan: Não, para ver Lumiose. Nunca fui lá.

Misty: É muito bonita.

Brendan: É bom saber, mas nunca descobrirei por conta própria se não arrancares com o carro.

                Ela rodou a chave.

Brendan: Agora calca lentamente o pedalsinho do acelerador e..

Misty: Vai à merda, Brendan.

Brendan: Que falta de graça.

                Ela arrancou com o carro e saímos de perto da escola.

Brendan: Então? Novidades?

Misty: Nem por isso. Continua tudo igual.

Brendan: E as tuas irmãs?

Misty: A Daisy louca como sempre.

Brendan: O que aconteceu?

Misty: É melhor não contar…

                A viagem demorou menos de três horas, portanto chegamos em Lumiose exatos 10:37h. A Misty estacionou a sua viatura perto do hotel onde dormiríamos. Como o quarto já estava reservado fizemos já o check-in. Aproveitamos para pousar as bugigangas que trazíamos e quando o relógio, finalmente, bateu o meio dia saímos para almoçar. Como o hotel ficava ligeiramente afastado do centro da cidade tivemos de apanhar um autocarro até o centro. Almoçamos num restaurante com vista para a torre prisma. Até era requintado, no entanto não era muito dispendioso. O que é realmente é engraçado é como eu e a Misty até este exato momento não paramos de dialogar, algumas vezes frases sem sentido dela, mas mesmo assim… depois de pagar a conta saímos do local e começamos a deambular pela cidade.

Brendan: Portanto, queres ir à torre prisma?

Misty: À torre prisma?

Brendan: Sim, aquela coisa feita de metal, alta que se vê em quase toda a cidade.

Misty: Eu sei o que é a torre prisma.

Brendan: Então queres ir, ou não é do teu agrado? Se não for, podemos ir para um parque não muito distante do local que estamos, ou…

Misty: Vamos à torre prisma. Aposto que lá em cima tem uma excelente vista para a cidade.

Brendan: Com certeza. Pelo menos não em dias nublados, pois assim as nuvens tapariam o terreno.

Misty: Felizmente hoje está um excelente dia de sol.

Brendan: Correto.

                Estendi-lhe a mão, não muito certo porquê, mas ela agarrou-me nela e deu um leve sorriso. Puxei-a de leve e o nosso toque foi-se afastando aos poucos. Caminhamos até o local e entramos na fila para subir de elevador para lá cima. Tem a opção das escadas, no entanto não era muito favorável subir mais de cem lances de escada para chegar ao fim dos 300 metros de altura, que na realidade como o último andar é ligeiramente abaixo da altura máxima seria só 279 metros, no entanto ainda é uma altura bastante relevante. Quando, por fim, chegou a nossa vez entramos e subimos até o topo, visto que normalmente é o que se faz nos elevadores… entrar e subir, se não se pretender descer. Ao sairmos de lá já estávamos no último andar acessível da torre e com o tempo acabei observando a Misty dirigindo-se até o gradeamento que percorria todo o andar, que é usado para as pessoas não caírem de em baixo. Ela ficou uns instantes ali parada a ver as vistas e eu aproximei-me lentamente dela.

Brendan: O chão não é feito mesmo para ti.

Misty: O quê?

Brendan: Ou é a água ou a o vento para ti.

                Ela balançou a cabeça e voltou a olhar para frente.

Misty: A vista é muito bonita daqui. Dá para ver onde vou competir amanhã.

Brendan: Onde vais ganhar amanhã.

Misty: Estás bem convencido disso.

Brendan: Ouve, pode não ser o ouro, ou o bronze, ou até mesmo a prata, mas o teu regresso já não é uma vitória, nem que seja pessoal?

Misty: Talvez…

                Aproximei-me mais dela e acabei abraçando-a pelas costas, enquanto o meu olhar permanecia na vista que aquele sítio nos oferecia.

Misty: Hm…

                Mas na realidade, só neste exato momento reparei na minha ação e tirei os braços do local que se encontrava.

Brendan: Desculpa, eu… não pensei… eu…

Misty: É raro em ti não pensares.

Brendan: Sim, um bocado…

                Num gesto veloz ela abraçou-me.

Misty: Obrigada por confiares em mim e tudo isto.

Brendan: De nada. Acho eu…

                Acho eu… desde quando eu acho e não sei? Ela afastou-se de mim.

Misty: É melhor irmos andando, que se não fica tarde e ainda quero ir ver outros sítios.

Brendan: O que queres ir visitar?

Misty: Quero-te mostrar o museu daqui. É cheio de pinturas fantásticas.

Brendan: Museu?

Misty: Quê? Não queres ir ver?

Brendan: Claro que quero, mas temos que voltar antes das nove.

Misty: Das nove?

Brendan: Quero-te com energia amanhã, sabes?

                Ela revirou os olhos e confirmou com um tímido sorriso de lado e com a cabeça. Esperamos descer no elevador mais uma vez e quando chegamos no chão começamos a caminhar até ao museu. Passamos o resto da tarde lá a ver os quadros de grandes artistas. Como o museu de Lumiose é um dos museus mais aclamados do mundo está cheio de pinturas raríssimas, para além da sua arquitetura fantástica. Mas passando à frente. Depois do dia visitando a cidade, regressamos ao hotel e enquanto a Misty tomava um duche eu ia preparando a cama onde dormiria, que no caso era o sofá. Coloquei uma almofada na ponta e fui buscar umas cobertas. Mesmo quando as estava a esticar a Misty apareceu na porta da sala.

Misty: Já acabaste de fazer a cama?

Brendan: A acabar.

                Olhei para ela e estava a usar uns calções curtíssimos de ganga e um top amarelo de baixo de dois suspensórios vermelhos, com isso tudo, permitia-se ver a barriga dela como a definição de pernas dela... Tudo que um pintor gostaria de desenhar… eu sei que já a vi de fato de banho, mas ela assim… quer dizer… ela é esteticamente linda para os padrões sociológicos da sociedade que nós vivemos, provocando-me assim um aperto no peito.  Algo completamente normal. Por favor biologia, desaponta-me desta vez e não faças com que o melhor amigo do Red suba.

Misty: Ainda bem. Depois queres ir jantar fora? Eu tive a ver na net e existe um restaurante de sushi, que dizem ser muito bom, mesmo aqui na esquina.

Brendan: Sim… preciso de me lavar primeiro. Prometo que nem 10 minutos demoro.

Misty: Precisas de tomar banho. É isso que queres dizer?

Brendan: Eu vou começar a tentar não falar tanto… como dizer…?

Misty: Eu até gosto de como falas. Vai lá tomar banho. Eu fico aqui à tua espera.

Brendan: Podes contar.

                Peguei numa roupa que já tinha separada e fui até a casa de banho. Não veio. Está tudo controlado. Depois de tomar o banho vesti as minhas roupas e sai do comodo, indo até onde a Misty estava.

Brendan: Vamos?

Misty: Sim.

                O jantar correu normalmente. No final insisti em pagar e logo depois disso voltamos para o hotel, pois amanhã teríamos de acordar cedo, apesar da competição ser só de tarde, pois há ainda a apresentação dos concorrentes e as formalidades antes. No dia seguinte acordei antes da Misty e fui me erguendo. Ao observar as horas decidi acordá-la, ainda temos muito que fazer. Aproximei-me da cama dela e fiquei um bocado tempo lá parado a vê-la dormir. Ela realmente é muito esbelta. Aproximei-me mais dela e comecei a sacudi-la para que ela acordasse, o que de facto não demorou muito.

Misty: Tens mesmo que acordar agora?

Brendan: Anda que temos o que fazer.

Misty: Bom dia para ti também.

Brendan: Bom dia, Misty.

                Dei-lhe um beijo na testa e fui em direção à sala buscar a roupa que vesti ontem de noite, para aproveitar para hoje. Passados uns 10 minutos a Misty reentra na sala, já com o fato de treino do costume.

Brendan: Este é o figurino da Misty que eu conheço.

Misty: É… o que me fica melhor.

Brendan: Por acaso ontem estavas bastante…

                O que é que eu estou a dizer?

Misty: Bastante…?

Brendan: Atraente?

Misty: Nossa. Nem a disfarçar. O que ias dizer?

Brendan: Sexy, mas não cabe bem no meu diálogo e… não sei se te sentirias ofendida.

Misty: Para mim foi um elogio.

Brendan: E era o suposto. Anda lá. Temos de tomar o pequeno almoço.

                Depois de comermos fomos até a piscina ver o sítio. Falar com alguns representantes da competição e pousar as coisas de tarde já no balneário, que no caso não era muito, mas podíamos, então fizemos. Saímos de lá para almoçar e de mal chegou as 15h iniciou-se a apresentação das competidoras. Estava sentado num dos bancos perto da piscina quando uma rapariga veio dialogar comigo.

Ela: Nunca te tinha visto aqui. Com certeza deves ser o novo treinador da Misty, ou talvez namorado.

Brendan: Conhecê-la?

Ela: Toda a gente conhece a Misty… ou pelo menos conhecia quando ela estava em melhor estado. Boa sorte.

Brendan: Ei! O teu nome?

Ela: Talvez um dia. Eu não tenho o hábito de cumprimentar adversários.

Brendan: Posso só saber quem treinas?

Ela: Fica atento na pista 7.

                Já tinham acabado de chamar todos os nomes. Olhei para a prancha de partida e lá estava a Misty na pista 4. Olhei para a pista 7 e estava lá uma mulher que parecia um pouco mais velho que a rapariga que veio falar comigo. Dava para ver o nervosismo de cada uma das competidoras e quando se deu o sinal todas saltaram. A Misty, mal, começou em último, mas não quer dizer que recupere. Estavam todas a dar o melhor de si e os poucos segundos da partida pareciam anos. Quem ganhou foi a rapariga da pista 7. Olhei para a miúda que tinha falado comigo e estava a celebrar. Fui caminhando até onde havia toalhas e retirei uma para dar à Misty. Ela saiu da água e foi ter comigo com uma cara desolada.

Brendan: Que se passa?

Misty: Perdi, talvez?

Brendan: Por quase dois segundos, muita coisa mesmo.

Misty: Fiquei em quarto, Brendan, não tem piada.

                Dei-lhe a toalha e ela cobriu-se.

Brendan: Para mim fizeste uma prova excelente e se tivesses arrancado direito pelo menos conseguirias a prata, se não o ouro.

Misty: Obrigada por criticares o que eu fiz errado.

Brendan: É importante isso, porque já sabemos assim o que treinamos para a semana, para conseguires ganhar daqui a quinze dias.

Misty: Como assim?

Brendan: Os quatro primeiros são aprovados para um torneio de cem metros livres em Twinleaf.

Misty: Isso significa que…

Brendan: Que eu tenho muito orgulho em ti.

                Ela abraçou-me, molhou-me um bocado a camisola que vestia, mas decidi retribuir-lhe.

Brendan: Podes ir tomar o duche para voltarmos para Snowbelle.

Misty: Claro.

Brendan: E lá não saímos sem medalha.

                Ela deu-me um sorriso discreto e entrou no seu balneário. De repente, sem eu contar, a rapariga que tinha falado comigo estava do meu lado.

Ela: Parabéns por teres passado.

Brendan: Parabéns pelo primeiro lugar.

Ela: Pois é só mais um. Namoras ou não com ela?

Brendan: É importante?

Ela: Não, mas é para saber.

Brendan: Vejo-te lá em Twinleaf.

Ela: Mal posso esperar.


Notas Finais


Pensaram que não iria ter cap, hoje… erraram! Escrevi isto aqui porque a intro já tinha feito… acontece!
GOSTARAM?


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