História Múltiplas personalidades - Capítulo 2


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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Ban, Diane, Elizabeth Liones, Escanor, Gilthunder, Gowther, Hawk, King, Liz, Meliodas, Merlin, Oslo, Personagens Originais
Tags Ação, Comedia, Escanor, Gowther, King X Diane, Melizabeth, Merlin, Romance, Zeldris
Visualizações 15
Palavras 1.067
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, LGBT, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Não revisado então perdoem meu erros.
Não pude enviar no sábado e nem nos outros dias pq ou eu estava ocupada ou com preguiça >3< perdãoooooooo.

Capítulo 2 - Ao extremo da alegria (parte.1)


Fanfic / Fanfiction Múltiplas personalidades - Capítulo 2 - Ao extremo da alegria (parte.1)

Após os filmes cada um foi para seu quarto. Zeldris certamente ficou e foi dormir no quarto junto aos meninos. Eu e as meninas conversamos por mais alguns minutos e logo depois eu caí no sono sem dar uma resposta concreta para a pergunta da Diane.

O sol que era refletido pela janela queimava meus olhos mas não me incomodei, somente sorri e abri os olhos, olhei ao meu redor e vi que Merlin e Diane já não estavam lá, decidi me levantar, tomar um banho, escovar os dentes e descer. Encontrei todos envolta da mesa em silêncio e eu estranhei.

- Credo, gente... – Disse e olhei em volta observando Ban mexendo nos armários – Até um velório é mais alegre que isso. – Continuei e me sentei entre Escanor e Zeldris.

- Como acordou hoje? – Questionou Escanor quebrando o silêncio no local.

- Bem, só me sinto alegre demais – Dei de ombros e me levantei novamente para ajudar Ban com o café da manhã. – Bem que a gente podia ir pra algum lugar... – Falei assim que cheguei próximo o suficiente do prateado.

- Pensamos em ti levar para o parque já que hoje é sábado e você precisa se animar um pouco – Falou remexendo a frigideira.

- A GENTE VAI PRO PARQUE? – Gritei de maneira estridente e o garoto quase derrubou o sal que foi buscar. – VAMOS NA MONTANHA RUSSA, POR FAVOR! – Berrei novamente voltando pra sala aos pulos, no percurso puxei Meliodas e Diane pelos pulsos e sai cantarolando algo que sequer existia. – A GENTE VAI PRO PARQUE! – Soltei seus pulsos de forma brusca quando minha expressão se transformou em uma de dúvida – Que horas a gente vai?

- Depois do almoço – Respondeu Diane com um mínimo sorriso. – Vem, vamos voltar e comer. – Abriu os braços e esperou ser correspondida, não demorou muito e me joguei em seus braços.

- Só depois do almoço? – Perguntei novamente enterrando ainda mais minha cabeça em seu ombro.

- Só depois. – Finalizou o aperto e me puxou para a mesa com Meliodas logo atrás.

Depois de almoçarmos ficamos um belo tempo jogados no sofá ou no chão como completos bêbados, algumas vezes eu choramingava entre um cena de filme e outra, resmungando sobre estarmos demorando para ir ao parque mas a maioria fingia não escutar e Meliodas apenas afagava meus cabelos como um conforto.

- Mel... – Arrastei seu apelido de forma manhosa. Parecia até uma criança. – Eu quero ir para o parque – Choraminguei baixinho ao mesmo tempo que me ajeitava no seu colo – O filme tá chato... – Resolvi me sentar e trocar os afagos no meu cabelo por um abraço quentinho. Sério, eu estava muito carente.

- Ele já vai acabar. Espere mais um pouco, sim? – Devia ser a terceira vez que ouvia aquela frase e pela terceira vez me conformei em esperar mais um pouco. – Se quiser pode dormir – É, essa é uma ideia ótima.

- Tudo bem – Voltei a posição inicial e o loiro afagou meus cabelos até que eu dormisse.

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Acordei com sons de tiro e algo explodindo.

Se não fosse pelo loiro que ainda tinha as mãos na minha cabeça eu certamente teria me levantado bruscamente ao ponto de cair no chão pela pequena (grande) tontura que me atingiu.

- Eu disse pra não acordar ela desse jeito! – Repreendeu Meliodas, sua voz ainda parecia estar longe e minha cabeça ainda girava. Sentei-me no sofá e com a mão direita apertei minha cabeça no intuito de recuperar minha sanidade. – Elizabeth... – Ouvi novamente aquele vozinha rouca e fofa me chamar e se fosse em outras circunstâncias eu estaria gritando o quanto esse garoto é fofo. Assenti de leve e chacoalhei a cabeça, virei-me para a direção em que ouvi a voz do loiro e abri os olhos (que até então estavam fechados e lacrados) e encontrei uma imensidão verde e outros pares de olhos me encarando, todos preocupados.

- Tô bem... – Sorri e tentei me levantar mas no mesmo momento voltei a me sentar no sofá. Eu certamente não estava bem, que tontura infernal é essa?

- O que você está sentindo, Elizabeth? – Se manifestou Gwoter me estendendo um copo de água que logo foi segurado por mim.

- Só uma tontura – Sorri amarelo e bebi a água do copo o entregando logo em seguida para Zeldris que estava do meu lado esquerdo. – Que som foi aquele? – Perguntei realmente confusa agora encarando Diane que tinha ido até uma gaveta para pegar um termômetro.

- Pensamos em uma maneira de te acordar e colocamos um som de tiro e explosão bem altos, parece que foi uma péssima ideia. – Riu forçadamente enquanto silenciosamente pedia para que abrisse a boca onde cuidadosamente colocou o termômetro. – Meliodas tentou intervir mas se tentasse se levantar ele te acordaria então restou para ele que tampasse seus ouvidos. – Agora entendi porque a voz dele estava tão longe. – E pela cara ele tá uma fera – Constatou olhando pro loiro e depois retirando o aparelho antes posto em minha boca. – Sua temperatura está normal. – Suspirou aliviada e aparentemente todos da sala repetiram o ato.

- Ei... – Eu seriamente podia me fingir de coitada ou culpar os demônios que fizeram isso mas eu me lembrei de algo muito melhor – Mel... – Sussurrei e ele me olhou – Agora podemos ir para o parque?

- Nem pensar, Elizabeth Liones, você não está bem e deve descansar mais algumas horas e se estiver bem a noite nós vamos. – Quem respondeu foi Merlin apontando para o andar de cima. Antes que eu pudesse reclamar de que não queria ficar sozinha ela me interrompeu. – Nem faça essa cara, nós vamos com você lá pra cima. – Disse e olhou em volta tendo o consentimento de todos.

Não podia protestar então aceitei a ajuda de Escanor para me levantar, claro que eu não dispensei a oferta de subir em suas costas, assim fomos todos para o quarto das meninas.

- Eu não tô com sono... – Esperneei novamente já na cama com Diane sentada no chão ao meu lado, Zeldris na cadeira da escrivaninha, Merlin na ponta direita da cama, Escanor e Gowther na cama da Diane, Meliodas deitado ao meu lado e Ban na cama da Merlin.

- Tente pelo menos fechar os olhos. – Pediu Meliodas e prontamente eu obedeci – Isso... – Riu satisfeito, me espantei quando senti dois braços me rodearem mas logo me acalme sabendo de quem se tratava e me aconcheguei no aperto carinhoso.


Notas Finais


Bjs doces!


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