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História Mundo Azul - Capítulo 9


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Notas do Autor


Boa noite, fadas!

Nesse capítulo um segredinho vai ser revelado hihihi

Me desculpem pelos erros e tenham uma boa leitura!

Capítulo 9 - Capítulo 9


Fanfic / Fanfiction Mundo Azul - Capítulo 9 - Capítulo 9

Depois de um banho rápido me olho no espelho quase pronta e fico satisfeita com o que vejo.

Estou usando uma calça jeans clara cintura alta, um top faixa vermelho e uma jaqueta de couro preta que tem duas aberturas nas costas para que eu não precise dobrar minhas asas.

Saio do banheiro e vou até minha bolsa, passo meu creminho facial e como estou com preguiça de usar maquiagem resolvo por um óculos escuro para esconder as olheiras, passo um perfume doce e já estou pronta.

Sento na cama para esperar as meninas terminarem suas maquiagens e enquanto isso observo suas roupas.

Áurea está com uma blusa branca com um pequeno decote e alguns babados, já na parte de baixo ela optou por uma saia preta de couro. Sua maquiagem está muito bonita e simples. Ela está maravilhosa como sempre!

Morgana favoreceu seus seios com um lindo cropped preto de couro.

"Ok. Eu confessoA gente combinou de ir com peças de couro pretas, quem nunca né?!"

A mais velha usa uma calça jeans preta e sua maquiagem combinava com seus olhos azuis. Morg sempre arrasa com esse corpão!

Os meninos se arrumaram primeiro e já estão lá em baixo esperando a gente.

Agora que estamos todas completamente prontas descemos e já avistamos a mesa que os dois escolheram.

— Uau! — Efraim solta encarando nós três. — Tô vendo que desse jeito vou brigar com algum marmanjo hoje!

— Para de graça, amor — A loira diz se sentando ao lado dele e depositando um beijo em seus lábios.

— Para com isso casal natureza — Morgana ordena se sentando também. — Tô muito gata pra ficar deprimida por não ter um namoradinho.

— Deixa eles sua aguada — Provoco risonha.

— Fala a velha que vai morrer encalhada. — retruca.

"Nossa, essa doeu"

— Se bem que se depender de um amigo nosso aí você tá salva de ficar somente para titia — Ela conclui sua fala e um silêncio constrangedor reina naquela mesa. — Eita, desculpa…

— Então meninos, vocês já falaram com alguma fada da alma? — Áurea quebra o gelo.

— Sim. A gente conversou com algumas e a dona da taberna nos indicou a melhor de todas para o serviço. — Uriel diz simples. — A gente tava esperando vocês para decidirmos quem vai falar com ela.

— Pensei que seria você ué — Morg fala com uma expressão confusa e logo faz sinal para um atendente. — Traga cinco canecas de cerveja com pólen, por gentileza. — O garoto apenas concordou com a cabeça e saiu.

— Por mim tudo bem, eu só queria saber se alguém tinha curiosidade ou sei lá. — Ele esclarece a dúvida da garota.

— Na verdade, se você não se incomodar eu gostaria de falar com ela, pois também quero fazer contato com os meus pais. — Me pronuncio e antes que ele falasse qualquer coisa nossas bebidas chegaram.

"Essa cerveja com pólen é um caminho sem volta"

— Por mim tudo bem! — Uriel me responde bebendo um gole da sua bebida.

— A fada escolhida é aquela que está bebendo um jaro de vinho sozinha no canto esquerdo. — Efraim fala apontando com os olhos uma mulher que aparentava ter uns 50 anos, mas ainda assim muito bonita.

— Só pra lembrar… — Morgana chama minha atenção. — Você vai fazer contato com alguma fada que já morreu pelas mãos do rei Akuma e tentar descobrir algo que possa nos ajudar…

— E matando dois coelhos com uma cajadada só você vai fazer contato com seus pais. — Áurea completa.

— Ok. Tá no papo! — Digo virando minha caneca e bebendo todo o líquido existente, limpo o canto da minha boca e me levanto indo em direção a mesa que a fada da alma estava.

— Espera aí! — Uriel me chama tirando algo do bolso. — Aqui tem algumas moedas de ouro, creio ser suficiente. — Diz me entregando um saquinho cheio de moedas.

— Relaxa, eu pago. — Tentei negar, mas ele fechou a cara. — Então a gente racha? Afinal eu vou usar a 'consulta' com um certo interesse próprio.

— Pode ser. — Disse por fim e eu peguei o saquinho estendido na minha frente.

— Boa sorte, Catarina. — Os outros três falaram em uníssono e eu apenas respondi com uma piscadinha.

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Estou a um tempinho sentada em frente a senhora fada da alma, ela me pediu para esperar que terminasse seu jaro de vinho e que depois a gente começaria.

"Fez juz a fama"

Quando ela finalmente acaba, me pede para explicar o que exatamente eu queria.

Explico os dois contatos que preciso fazer e ela dá o seu preço:

— Bom, para o contato com a vítima do rei eu vou cobrar 7 moedas de ouro. — Diz e eu concordo com a cabeça. — E o com os seus pais cobrarei 12 por ser duas almas mais simples.

— Tudo bem! — Digo lhe entregando 20 moedas de ouro. — A última é um agrado por está nos ajudando.

— Você é uma boa fadinha, por esse motivo vou achar uma alma valiosa para te contar informações sobre o rei Akuma. — Diz sorridente.

— Muito obrigada! — Respondo agradecida.

— Me dê suas mãos. — Ela fala me encarando e eu obedeço. — A partir de agora você deve se entregar completamente, limpe seus pensamentos e feche os olhos, só os abra novamente quando eu mandar.

— Ok! — Digo fechando os olhos e limpando meus pensamentos.

Passou um tempo e eu sinto como se minha alma estivesse num lugar muito calmo e claro, só consigo enxergar uma branquitude imensa.

"Este deve ser um lugar que as almas dos vivos e dos mortos possam se encontrar."

Sinto alguém se aproximando de mim e me viro para olhar.

"Nossa, que lindo"

Esse alguém era uma fada jovem, um garoto de pele pálida, olhos completamente brancos iguais ao seus cabelos. Suas asas eram brancas e angelicais, ele possuía uma expressão de sofrimento e transmitia um sentimento de paz.

— Desculpe, mas eu conheço a senhorita?

"Que voz doce"

— Não. Eu que peço desculpas por incomodar a sua alma, mas eu realmente preciso de sua ajuda! — Falo me aproximando.

Confuso ele me responde:

— Eu não sei como poderia ajudá-la…

— Meu nome é Catarina, sou uma fada da lua e do sol. — Me apresento estendendo a mão.

— Me chamo Luke e sou uma fada da luz. — Diz pegando minha mão e a beijando.

"Um verdadeiro cavalheiro"

— Vou tentar resumir a situação para você. — Falo e ele concorda ainda confuso. — Bom, hodiernamente estamos vivendo no reinado do rei Akuma.

— Então ele conseguiu… — Luke cochichou.

— Não entendi — Aviso perdida.

— Nada demais, pode continuar, por favor!

— Tá bom! O rei está capturando as fadas para roubar os seus poderes… E acabou que uma das fadas capturadas é a irmã de um grande amigo, então eu, ele e mais três amigos vamos resgatar ela. Para obtermos sucesso na nossa missão precisamos saber mais informações sobre o rei e como ele tira o poder das fadas. — Dou uma pausa para ter certeza que ele está entendendo e continuo — Pedimos a uma fada da alma que nos ajudasse a fazer contato com alguém morto que pudesse nos dá essas informações e o escolhido foi você.

— Entendo… — Responde com um olhar nostálgico.

— Não quero ser indiscreta nem nada, mas você poderia me contar o que ele fez para que você morresse? — Pergunto com certo receio.

— Não precisa se preocupar, irei te contar tudo e no final tenho um pedido para te fazer. — Fala me encarando profundamente.

— Fechado!

"Acho que essa senhora realmente achou uma alma valiosa"

— Então, senhorita Catarina, se eu não estivesse morto provavelmente eu seria o seu rei agora.

"Esse cara me zoando?"

— Vou me apresentar de uma forma mais formal. — Diz percebendo minha grande expressão de dúvida. — Eu sou o príncipe herdeiro Luke, irmão gêmeo do príncipe Akuma, que agora pelo visto virou rei.

Não tenho nem palavras para responder, como assim o rei tinha um irmão gêmeo? E pior de tudo, se eu tô falando com ele agora significa que seu irmão o matou?

— Pela sua reação minha existência sempre foi mantida em segredo né… Pensei que pelo menos a minha morte ele honraria. — O príncipe comenta triste.

— Eu sinto muito, me desculpe eu realmente não sei o que dizer agora…

— Calma, eu entendo o seu choque. Já posso continuar?

— Claro! — Respondo rápido.

— Eu sou cinco minutos mais velho que ele, então quando nosso pai morresse era óbvio que eu me tornaria rei. Bom, talvez não tão óbvio assim… Meu pai estava tentando 'me consertar', ele dizia que eu era muito bom para ser uma fada das trevas. O rei basicamente estava me treinando para ser cruel.

— Como pode uma fada das trevas nascer 'muito bom'? — Pergunto inacreditada.

— Do mesmo jeito que uma fada boa pode virar das trevas… — Ele responde me fazendo refletir o quanto minha pergunta foi preconceituosa. — Sabe, quando eu nasci e eles viram esses cabelos brancos, olhos brancos, asas angelicais e meu coração puro foi um escândalo no castelo. Ninguém conseguia entender o motivo do príncipe herdeiro ser tão diferente…

— Você já nasceu com a vontade de ser bom no seu coração…

— Exatamente! Mas isso era inaceitável, e por esse motivo minha identidade foi escondida até que eu melhorasse aos olhos deles. Porém meu irmão que era o oposto de mim não era nada satisfeito com os esforços do nosso pai para que eu me tornasse mau, ele queria ser o próximo rei das trevas e se achava muito mais qualificado para tal cargo.

Só consigo imaginar como o povo ficaria feliz em saber que existiu um príncipe assim. Ele poderia ter sido a nossa fada azul.

— Ao longo dos anos a revolta de Akuma só foi aumentando. Até que chegou o dia que ele fez alianças com alguns soldados e começou a roubar poderes das fadas capturadas escondido do rei. Seu plano era ficar mais forte que o rei para mata-lo e pra obter tamanha força ele tinha que roubar o dobro de poder que o rei roubava.

"Deve ter sido na época que mais fadas do que o 'normal' estavam sendo capturadas"

— Eu acabei descobrindo esse plano horrível dele e pedi para que parasse com isso, mas ele teimou e só piorava a cada dia. Não vi outra saída a não ser contar tudo ao nosso pai, mas antes disso eu passei metade dos meus poderes para um anel e o escondi dentro do espelho do meu quarto. Fiz isso pois estava com medo do que poderia acontecer e Akuma acabasse querendo roubar meus poderes também.

— E ele roubou?

— Não. No dia que eu estava indo contar ao nosso pai sobre o plano ele me impediu… — Seus olhos se encheram de lágrimas e o meu também. — Akuma me matou covardemente pelas costas. Com certeza ele iria me matar, pois nunca me deixaria ser rei… Mas eu nunca imaginei que acabaria daquele jeito.

Não consigo me segurar e dou um abraço nele.

— Eu sinto muito.

Ele não fala nada, apenas corresponde ao abraço.

— Então depois que ele te matou seus pais foram mortos logo em seguida, Akuma se tornou o pior rei que já existiu. — Falei depois que ele se recompôs.

— Entendo…

Fiquei chocada com essa história, eu e nem ninguém nunca pensariamos em algo assim.

Que vida triste ele teve.

— Eu prometo que sua história vai ser conhecida por todas as fadas existentes! — Falo com total certeza.

— Obrigada, Catarina. — Ele responde sincero.

Não quero fazer ele falar mais sobre esse assunto, mas ainda tenho uma pergunta muito importante.

— Você sabe me dizer como exatamente ele tira o poder das fadas? Queremos evitar que isso aconteça na nossa missão. — Pergunto sem mais delongas.

— Sim. Akuma possuí um grande cajado feito com a madeira da primeira árvore desde mundo. E no topo tem uma pedra mágica muito poderosa que caiu dos céus há muito tempo atrás. Esse instrumento pode ser usado para o bem e para o mal, isso vai depender de quem o possui.

— Como ele é o rei das trevas usa esse poder extraordinário para roubar poderes de outras fadas. — Concluo o óbvio.

— Exato.

— E tem como destruir isso?

— Tem. Para destruir o cajado com a pedra você tem que ser uma fada muito, mas muito forte. Os riscos são enormes e você tem que está disposto a arriscar sua vida por isso. — Ele volta a me encarar profundamente. — Uma fada com os seus poderes tem grande chances, Catarina.

— Não sei se sou tão forte assim, ainda não domino meus poderes por completo. — Falo desanimada.

— Posso ver seu coração Catarina, e ele é tão puro quanto o meu, eu acredito em você!

"Será que eu conseguiria?"

"Seria melhor que um sonho viver num mundo de completa paz"

"Criaria meus filhos com Uriel sem as trevas"

"Ok, fui longe demais."

— Lembra que eu ia te fazer um pedido? — Luke pergunta me tirando dos meus pensamentos.

— Claro! Pode fazer.

— Por favor, eu lhe peço para ajudar esse povo. Salve todos e destrua meu irmão.

Não sei o que dizer para essa fada a minha frente. É claro que eu quero isso tanto quando ele, mas não tenho certeza se consigo.

— Não fique com medo, eu acredito em você! Sei que pode conseguir! — Ele fala pegando em minhas mãos.

— Tudo bem… Eu vou tentar, darei o meu melhor. — Respondo por fim.

Depois pedirei para que meus pais me expliquem melhor sobre meus poderes, quem sabe eu não posso ajudar de alguma forma?

— Muito obrigado, Catarina! Você nem imagina a felicidade que estou sentindo agora.

Na verdade eu imagino sim, sua expressão mudou completamente… Ele é tão transparente.

— Quando você e seus amigos entrarem no castelo, vá até o meu quarto e pegue o anel do espelho. Quando achar que for o momento certo use-o e meu poder vai se infundir ao seu.

— Ok. Mas como vou saber qual é o seu quarto? Não posso dar bobeira procurando.

— Tenho certeza que você saberá na hora!

— Certo! Obrigada pela sua ajuda! Farei de tudo para honrar o seu pedido e sabia que não vou desistir de que o mundo azul inteiro saiba da sua existência.

— Eu que te agradeço. Foi um enorme prazer te conhecer. Boa sorte, senhorita Catarina!

Essas foram suas últimas palavras antes de desaparecer.

"Mal posso esperar para contar tudo ao pessoal"

Espero do fundo do meu coração conseguir realizar o último desejo do príncipe herdeiro, que o grande sábio me ajude!

         • • • • • • ~ ʚĭɞ ~ • • • • • •

Continuo no mesmo lugar calmo e claro, mas agora sinto a presença de duas almas e antes mesmo de olhar para elas meus olhos já estão cheios de lágrimas.

Me viro devagar e vejo aqueles rostos que tanto me fazem falta.

— Mãe, pai! — Falo abrindo os braços e correndo ao encontro da minha família.

—Catarina, minha querida, quanta saudade. — Meu pai fala me apertando em seus braços.

— Eu também senti… — Digo entre lágrimas e soluços.

— Você tá tão linda, minha filha. — Minha mãe diz me analisando de cima a baixo.

— Obrigada, mamãe!

Ficamos conversando um pouco e matando a saudade.

Eles perguntaram como foram esses anos sem eles, contei tudo o que aconteceu, principalmente sobre a captura de Aimê e do nosso plano.

Conversamos também sobre meus sentimentos por Uriel e eles super me deram apoio para conversar com ele. Claro que meu pai fez uma cena de ciúmes, mas mamis o fez parar rapidinho.

Por último eu contei sobre o colar.

— Filha, você tem certeza que já está bem?

— Sim, pai. — Respondo pela milésima vez. — Eu só fiquei desacordada por algumas horas, mas me recuperei rápido.

— O poder dela é mais forte do que a gente achava… — Ele fala num ton baixo olhando para sua esposa.

— Realmente, devíamos ter tentado outra coisa. — Ela responde.

— O que vocês estão querendo dizer?

— Catarina, você sabe que é uma fada muito especial né. — Ela me encara e eu afirmo com a cabeça. — Pois bem, como você tem dois poderes muito fortes nós dois ficamos com medo de que quando você fosse usá-los não aguentasse e acabasse morrendo…

— Por esse motivo resolvemos te dar aquele colar mágico, ele te ajudava a usar seu poder. Pelo o que você nos contou ele é mais forte do que imaginávamos, então o colar não aguentou. — Meu pai conclui a explicação dela.

— Mas por que ter um poder assim se eu morreria ao usá-lo com todo potencial? — Pergunto sem entender.

— Quando o grande sábio criou o mundo Azul ele não imaginou que as fadas precisariam usar seus poderes para se defenderem uma das outras, minha filha.

— Seu pai está certo. Os nossos poderes não foram feitos para serem usados assim.

— Entendo… — Falo cabisbaixa. — Então se eu usar meu poder novamente, mas dessa vez sem o colar eu corro o risco de morrer?

— Sim, ou você ficaria num estado bem crítico. Por isso eu lhe peço, Catarina, um pedido de mãe. Por favor não corra perigo a esse ponto, não se sacrifique.

Eu não posso prometer nada, mas para tranquiliza-los irei mentir.

— Tudo bem, mamãe.

"Me desculpe por isso"

Depois de um tempo se despedindo eles somem logo após nos declaramos um para o outro.

Agora estou tão confusa. Não sei se atendo ao pedido do príncipe ou o dos meus pais.

Deixarei meu coração decidir por mim.

— Abra os olhos!

Escuto a voz da senhora e sinto minha alma voltar ao meu corpo.

Obedeço seu comando e abro meus olhos, estou novamente no salão da taberna.

— Deixar seu coração se decidir é a melhor escolha que você poderia fazer minha criança.

"Então ela ouviu tudo…"

— Muito obrigada, senhora! — Digo me levantando e ela apenas sorri enchendo seu copo com alguma bebida que apareceu misteriosamente na mesa.

Vou caminhando lentamente até onde estão meus amigos.

Estou um pouco cansada, deve ser por conta da sessão com os mortos.

Assim que chego na mesa me sento onde estava antes. Pego uma batatinha do prato de, Morgana, para beliscar.

— Ei sua abusada! — Ela chama minha atenção.

Apenas dou de ombros e pego outra.

— Caramba, Catzinha, você demorou em — Efraim comenta chamando minha atenção. — Já tá na hora da gente dormir.

— Dormir? Quero! — Respondo sonolenta.

— Mas você não vai nem jantar?

— Tô sem fome loirinha.

— Então para de mau costume nas minhas batatinhas!

— Não se nega comida, Morg. — Brinco e a mais velha me mostra sua língua.

Como amanhã vamos está muito ocupados com os preparativos pra festinha da Áurea eu acho melhor contar logo hoje para eles, depois vou subir e capotar.

— Então galera, foi o seguinte…

         • • • • • • ~ ʚĭɞ ~ • • • • • •

Depois de alguns minutos acabo de contar resumidamente para eles como foi a experiência e o que aconteceu.

Pela expressão dos rostos deles estão tão chocados quanto eu quando descobri sobre o príncipe Luke.

— Cara como assim ele foi escondido por todos esses anos? — Efraim pergunta incrédulo.

— Pois é, eu fiquei com a mesma cara que vocês.

— Gente o rei é pior do que eu imaginava.

— Muito pior! — Morgana reforça a fala da loira.

— Todos merecem saber a verdade. Irei te ajudar a espalhar a história do príncipe herdeiro, Catarina. — Pela primeira vez Uriel se pronuncia.

— Nós também! — Áurea fala por ela e pelos outros dois.

Depois de um tempinho em silêncio, Uriel muda o assunto.

— Mais uma parte do plano foi concluída, agora sabemos como Akuma rouba os poderes. A gente precisa ficar longe desse cajado!

— Sim. Com essa informação temos grandes chances! — Diz Efraim bebendo um gole de sua bebida.

— Próximo passo é sermos pegos… — Falo mais para mim do que pra eles. — Boa noite, gente! Vou subir, estou muito cansada.

— Boa noite! — Os quatro respondem.

— Durma bem, Cat!

— Obrigada, Uriel. — Sorrio.

Saio indo em direção as escadas.

Não falei muito sobre minha conversa com meus pais… Não quero deixar eles preocupados comigo.

Também não comentei sobre o pedido do príncipe Luke…

Não sei ao certo como eles reagiriam, acho que é melhor deixar em segredo até eu ter certeza do que fazer.

"Espero ter achado certo…"


Notas Finais


Espero que tenham gostado🧚

Sobre o rei Akuma:
Ele foi a última personagem que criei antes de começar a estória. Akuma é um homem de 23 anos, alto, pele clara, cabelos negros e seus olhos também. Suas asas são pretas e ele é uma fada das trevas. Seu nome significa: "diabo".


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