História Mundo diferente - Capítulo 19


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.043
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 19 - Mundo diferente Cap-19


Fanfic / Fanfiction Mundo diferente - Capítulo 19 - Mundo diferente Cap-19

Cap 19

Deserto da Solidão.

P.O.V. Dark.

O Sol estava saindo de trás das montanhas, alguns raios batiam no meu rosto. Coloquei a mão na frente do meu rosto e olhei ao meu redor. Várias lebres e raposas de poeira estavam me cheirando.

Eu me coloquei sentada e tentei afastar eles carinhosamente, puxei minha mochila para perto de mim e dela tirei um pequeno pedaço de torta de mirtilo, enrolada em folhas frescas e um frasco com néctar e mel. Eu me alimentei rapidamente para continuar viagem. Uma raposinha que estava ao meu lado, deitou a cabeça em minha perna, eu a dei o último pedaço da torta para ela.

Logo eu me levantei e sai da gruta, o clima estava começando a se fechar, porém sem probabilidade de chuva, pensei no modo mais rápido de se chegar à Floresta Esquecida, ao Noroeste do Deserto.

Decido então tomar a forma de um dragão de porte médio, coloquei minha mochila entre minhas garras e alcei voo para noroeste.

Castelo em Tane Toshi.

P.O.V. Valka

Valka estava sentada diante a mesa do grande salão, onde ela e mais seis pessoas estavam, todos completamente bem vestidos e posturas impecáveis. Valka usava sua diadema prata com uma pedra jade no centro, além de um belo vestido verde com detalhes de flores brancas. Os outros ao seu redor, também eram líderes, porém de terras diferentes. Eles estavam discutindo sobre as alianças com novas terras.

Valka: Foi nossa única opção, tivemos que fazer isso de imediato. –Sua Voz era serena, porém muito justa.

Austin: Isso é loucura! Os outros povos podem ser relativamente hostis, ainda mais o povo de Fire Lake. –Austin era o mais velho entre eles. Tinha um cabelo acinzentado e longo, com vestimentas formais de cores vermelhas.

Valka: Por isso nós fizemos uma seleção cautelosa. –Ela continuou calma.

Alda: Mas como podemos ter certeza? Eles podem ser mais fracos do que você acha! –A garota jovem, de cabelos castanhos e vestido roxo, se exalta e se levanta, se colocando sobre a mesa.

Valka: Peço para que você não se exalte desse jeito e nem levante a voz, Alda. Isso é importante. –Valka olha para ela fria. Alda: Desculpa... –Ela se senta.

Valka: Faremos o seguinte: Se tivermos a falha em Fire Lake e Moon Cave, todos deverão voltar. Austin: Acho justo. Todos concordaram e os seis líderes saíram da sala, deixando Valka sozinha. Ela solta um suspiro de alívio, uma de suas ajudantes se junta a ela, segurando uma bandeja com água, uma toalhinha e um espelho com cristais nas extremidades.

As duas foram até o trono de Valka, ela se sentou e pegou a toalhinha, molhou-a na tijela com água e passou sobre suas mãos. Colocou de volta e pegou o espelho, os cristais nele, a permitiram localizar onde cada um dos que ela havia mandado, estavam no mapa. Ela mantinha os olhos firmes, para que nenhum fosse perdido.

Casa da Dark e do Blue.

P.O.V. Blue.

Blue estava sentado na varanda de casa, com sua caneca ao lado, olhando para os cristais no topo da caverna. Ele vestia uma camisa preta e calça cinza, seu cabelo estava levemente bagunçado.

Rajada de vento chegou perto de mim, eu acariciei ela no focinho. Ela sempre com esse olhar enigmático, sabia o que ela queria dizer.

Blue: Resumindo a sua pergunta, vou fazer uma baita burrada. –Eu levanto e tomo o resto do café.

Ela me olha com a cabeça torta, eu vou lá para dentro. Coloco a caneca na cozinha, vou até meu quarto e pego uma pequena mochila com algumas roupas e coloco na sala, em um lugar de fácil acesso.

Fogo Azul me olha. Blue: Se algo acontecer com ela, eu sou o primeiro a sair daqui... –Ele olha pra baixo preocupado.

12 horas depois.

P.O.V. Dark.

Eu decidi não parar na Floresta Esquecida e passar direto. Não parei pra comer em nenhum momento, quando eu pousar na Torre dos Portais, eu vou fazer uma pausa.

Não muito tempo depois, eu cheguei à Torre, pousei e me destransformei na hora. Cai no chão e me apoiei nos cotovelos, me “arrastei” até dentro da torre, onde tinha tochas. Puxei minha mochila pra mim e procurei um pedaço da torta, mas em vez disso, achei apenas uma pequena raposa de poeira.

Assustada, ela se escondeu se enrolando mais. Eu a tirei cuidadosamente e coloquei no meu colo, ela olhou pra mim, sua boca estava toda suja de azul. Tentando entender o que aconteceu, fui a mais cuidadosa possível.

Dark: Como se chama, pequena?

Mira: Meu nome é Mira...por favor não me bate. –Ela se encolhe.

Dark: Não vou te bater. Você está aí à muito tempo, eu presumo. Mira: Uhum... –Ela está tímida. Dark: Se alimentou pelo caminho?

Mira: Desculpa, eu fiquei com fome...

Dark: Tudo bem. –Eu sorrio, mesmo com fome.- Onde estão seus pais?

Mira olha pra baixo triste, como se eles não estivessem mais vivos, ela deve ter entrado na mochila procurando comida.

Dark: Quer assumir sua forma humana?

Ela vira uma garotinha pequena, de cabelos de cor caramelo, um vestido bege, orelhas e cauda de cor de areia.

Dark: Tem pra onde ir?

Ela nega.

Dark: Parece que eu vou ter que cuidar de você. Bem-vinda ao grupo de um só, ou agora uma dupla. Mira solta um sorriso descontraído. Eu me levanto.

Dark: Tenho uma pequena missão pra cumprir, você vai ter que me acompanhar,

Mira: Ok...

Dark: Vem. –Eu me abaixo e ela sobe em minhas costas.- Se segura.

Eu fui andando até o segundo andar, onde os portais brilhavam com intensidade. Procurei o de brilho vermelho e fui até ele.

Após respirar fundo, eu atravessei. Não muitos segundos depois, um pouco zonza, eu sinto o ar mais quente e o solo em um grau elevado. Olho em volta e vejo o chão cheio de rochas e cinzas, as árvores tinham os troncos fortes e as “folhas” de fogo.

Continuamos andando, ouvi um barulho nas moitas de fogo, me virei e não vi nada. Quando virei de novo, só vi algo me acertar na barriga e logo no rosto, tentei abrir os olhos, mas só vi uma cobra vermelha se enroscando na minha canela e me mordendo. Minha visão escureceu.



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