História Mundo dos Espelhos - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Tags Mundodosespelhos
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Palavras 1.397
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Saga, Terror e Horror, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - Cápitulo 7


Então a água simplesmente se desfez,Alana ficou parada por alguns minutos tentando identificar alguma outra presença.Como não achou nada saiu de sua posição de defesa,e largou sua arma/galho no chão.Viu o portal aberto e não pensou duas vezes ao passar por ele,rápidamente chegou ao outro lado se sentindo encharcada,Mônica acenou com a cabeça indicando que poderia prosseguir.


  A ruivs andou vagamente até o outro portal nervosa,que a criaturs a esperaris dessa vez?.


  Ao entrar e sentir a sensação de tudo girando novamente,ela se viu em uma espécie de templo.Era muito parecido com as antigas estruturas Gregas,o chão todo feito a porcelana e várias estátuas que levavam até a construção imponente.Alana ia em direção as escadas quando viu ao lado de uma das colunas um lindo cavalo branco.Ela se aproximou com cautela e o animal a deixou monta-lo,então ele inesperadamente abriu as assas que Alana nem reparars que ali estavam e levantou voo.


  Quanto mais ele subia mais Alana sentia a força do vento sobre seu corpo.Ele passou por algumas nuvens que pareciam algodão docê,e isso fez Alana se perguntar se aquilo era mesmo um teste.


  Então uma rajada de vento forte começou a soprar fazendo Alans perder o equilibrio e cair do cavalo alado.Estava em total desespero,caia rápido demais,iria morrer.


  Após esse pensamento mentalizou como seria bom ter uma plataforma para a segurar.Assim que o fez sentiu as mãos espelirem algo e logo estava dipé sobre uma espécie de prancha flutuante.


  Conseguindo manter o raciocinio pode vizualizar uma figura,era transparente mas se via os traços do seu corpo,parecia uma mulher.Com uma rodopiada entorno de si essa formou um furacão,que vinha em direção a Alana.Engolida pelo furacão a ruiva se firmou na prancha o máximo que pode,até que luzes vermelhas surgiram de baixo dos seus pés,isso permitiu a ela conseguir ficar dipé em meio ao ventaval.


  Assim que conseguiu estabilidade a ruiva começou a olhar em volta de sua prissão de venti,procurando uma saída.


  Percebeu que não havis,e quese tentasse sair pelas paredes de vento se cortaria como um trapo.


  Se sentindo perdida se conformou em sentar sobre sua placa e se concentrar.Ignorando tudo ao seu redor tentou encontrar força em si mesma,se imaginou irradiando-a e se libertando dos obstáculos.


  Ao fazer isso abriu os olhos,viu que seu corpo inteiro sintilava,então apontou as mãos abertas para sua prisão e mentalizou sua destruição,ela queris ter seu controle.


  Os circulos de vento ganharam cor alaranjads então começaram a se comprimir libertando Alana assim que explodiram.A prancgs onde a ruiva estava sentada começou a mover-se,e a levou ao portal.


  Ela respirou fundo antes de adentra-lo,sabia que tinha mais duas provas para fazer,e já se sentia cansada.Assim que o atravessou voltou a praça,uma senhora de cabelos grisalhod lhe ofereçeu uma taça,o líquido não tinha cor mas a senhora lhe falou.

  :- Beba,recuperará forças-então segui o para a direita dando outra taça a um garoto.Agora que Alana parou de pensar em suas preocupações notou que só eles dois tinham passado pela segunda prova e estavão lá.


  Viu que ele beberá,a bebida sem receio,então tomou coragem para fazer o mesmo.Sendo algo desconhecido que poderia ser fatal para a mesma,que outra escolha tinha?


  Estava acabada e dolorida,precisava de forças para continuar as provas,precisava tentar.Alans bebeu devagar e aos poucos foi sentindo seu corpo revigorado novamente. Teminando a bebida ficou impressionada,seu conteúdo realmente fizerá um trabalho explendido,nunca virá algo assim,nem os chás de sua vó faziam tal proeza.O copo sumiu assim que terminou,então se dirigiu ao próximo portal,notou que o garoto de anteriormente fazia o mesmo.E lá estavam eles preparados para entrar,então sua compania de lado se manifestou.


  :-Boa sorte-o estranho disse.


Assim que se virou para velô,nossa,era um pouco moreno,tinha cabelos pretos combridos com as pontas brancas,olhos azuis  em cima e amarelos em baixo,três marcas vermelhas em cada bochecha e no final do olhos.Ele era lindo!Alana corou e respondeu nervosa.


  :-Hum...pra você tambèm-nunca tinha visto um garoto assim, o que ele tinha de diferente tinha de bonito.


:-Nunca vi você aqui...é de outro mundo?-perguntou ele curioso.


:-Terra para ser mais exata-reapondeu Alana.


:-Então te vejo por ai Terraaquea.-ele disse dando um sorrisinho de lado e entrando no portal.Alana foi logo atrás,pensou no garoto durante o percurso,diferente dos sem educações e pouco sociaveis que conhecerá,esse sabis conversar.Chegou no próximo local e se deparou com uma montanha,onde els estava no topo.O local era rochoso e possuia pouca vegetação,entãi começou a ouvir um barulho.


  Dessa vez não precisou esperar muito para achar um problema,ele veio até ela.Um grande mostro de pedra apareceu ,vindo de um caminho de escala.Parada de onde tinha vindo Alana esperava o movimento do adversário.


  Ele não estava para brincadeira e logo já ia dar um murro de pedra em sua vitíma,se essa não tivesse desviado.Percebendo que força fisíca contra esse brutamontes não funcionaría e que não tinha nenhuma arma,Alana se contentou em correr o mais rápido que conseguia.


  Ela sentia um ratinho fugindo de um leão,assim que percebeu sua fuga a criatura foi logo atrás.


  Cada passo seu fazia o chão tremer,então ele saltou e se atirou para cima de Alana,que pulou já prevendo isso usou o impulso dos poderes para pular mais longe para a esquerda.


  Os dois cairam no chão,e a ruiva cortou seu braço,doída com a queda e antes que a criatura se levantasse ela pensava num jeito para se livrar dele.


  Então lhe ocorreu uma idéia,foi corrndo na direção da trilha por onde a criatura de pedras apareceu.Desceu-a devagar e foi se apoiando nas pequenas pedras.Quando viu que tinha compania pois seu plano em prática.


:-Ei monte de pedregulho!!!-disse chamando a atenção de seu perseguidos


:-Aposto que você não è de nada,não consegue me pegar,mesmo com toda a sua estrutura é um inutil,fracote-disse Alana como uma criança querendo provocar.


  A figura semi cerou os olhos e apertou as mãos,então Alana se soltou de seu apoio e ficou apostos.


Ele foi brutalmente ao seu encontro e ela pulou da montanha.Assim que o fez imaginou-se pulando com maior impulso e uma prancha circular a pegando.Vendo que o mostro de pedra pulou atrás dela e ganhava velocidade,ela estendeu as mãos e se concentrou fazendo o planejado.


Agora em cima da prancha observou o olhar adversário suroreso do adversário caindo montanha abaixo.Ela esperou assim até ouvir seu estardalhaço no chão,então novamente o portal apareceu.


Já feliz porque agora iria para a última prova Alana pulou da prancha e o atravessou.


  Chegando na praça novamente se dirigiu ao próximo portal e último,agora onde pertenceria.A sensação de ansiedade invadiu seu ser,será que conseguiria fazer essa prova?


  Saíndo do portal se deparou com um lugar fechadi,com alguns burracos contendo lava,ótimo uma caverna.Andou sem rumo observando ao seu redor,notou marcas de mãos na parede,alguns desenhos que pareciam representar pessoas.Tinha uma pessoa central no desenho em um trono,será que eram povos politeistas?


Mais a frente notou claridade,o que significaria a saída,assim que a alcançou entrou numa sala.Tinha um palco com uma grande chama central,também paredes com espaços abertos,os percorrndo com chamas.


  Alana sentia um calor tomando conta de si extranhamente.


  Ela se aproximou inconsientemente da chama,parecia possível toca-lá,senti-lá,se sentia em sintônia com suas faíscas.

:-Ora,ora parece que temos uma candidata diferente aqui-uma voz sinistra soou no local.

:-Quem está ai?Se revele!-disse Alana assustada com a outra presença.

S voz sinistra ri ecoando pela sala sua descrença.

:-Garota arrogante-responde.

Uma figura emcapuzada aparece,andando vagarosamente,suas pupilas vermelhas atrairam atenção a mesma,e por suas mangas se via algo pontiagudo.

:-Deveria se sentir honrada criança,você está além da prova do teste-disse a figura emcapuzada.



:-Quem é você?O que pretende comigo?-perguntou Alana dando um passo para trás

:-Não seja tão presunçosa,estou seguindo ordens,não vim por você-disse a figura levantando as mãos ao capuz.


 


Assim que o tirou Alana viu a figura de uma criatura ressecada,que parecia humana mas meio deformada,cor pálida ,olhos vermelho,orelhas levantadas comi as de um lobo,e arcaria dentária muito pontuda.Alana institivamente colocou uma tentativa de defesa.


A criatura horrenda tirou uma vara metálica da roupa e apontou para Alana.De lá saiu algo negro e garras se formaram vindo em sua direção,a ruiva lançou um escudo para proteger-se não sabendo como o fez.Como repelição e feitiço se desfez.

:-LUTE!!!-pronunciou a criatura horrenda.




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