História Mundo Inferior - Capítulo 65


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Arco IV - Capítulo 17 (63) ~ Flashbacks 2

Capítulo 65 - Flashbacks 2


" ‘Essa mulher 'rifián' (facínora)!’ - Pensei apertando forte meu punho enquanto fingia me interessar pela pintura do Don Piedro Segundo, feita claramente pelo o seu filho, Don Piedro Terceiro. – ‘Eu queria muito chutar a bunda daquela velha.’

- Como ela cresceu! - Disse o homem que conversava com a mulher.

- Ora, não sejas bobo! - Soltou uma risada sarcástica enquanto apoiava a sua mão no ombro dele - Crianças sempre crescem.

'Eu não sou mais adolescente seu monte de escória ambulante!' - Rasguei um pouco a revista de moda que ela me entregou. Ela parou de me olhar daquele jeito sarcástico e fingiu não estar sorrindo para mim, voltando o olhar para o homem alto e de calças marrom escuro.

- Então, como está cuidando dela? - Finalmente perguntou o interesseiro.

E ela responde: "Muito bem."

- Essa foi a última gota de fúria que você queimou em mim! - Olhei enfurecida com ela e fui caminhando em sua direção com passos rápidos e pesados. Retirei do meu bolso de trás a tesouro de costura que minha 'mãe' usa, e me posicionei para enfia-la nas costas dela. - '¡Muere su perra!' (morra sua cadela)

Então a tesoura penetrou, fez um som de carne sendo cortada, ossos quebrando, metal rangendo. Mas não era a mulher que eu havia atingido.

- O que pretendia fazer com está tesoura, "mocinha"? - A voz detrás de mim acabou fazendo minha coluna congelar e paralisar todo o meu corpo.

'Um..... Um guarda?' - Observei a mão ensanguentada dele, derramando pingos de sangue no chão. Ele pegou a gola da minha camisa e começou a me puxar - "NÃÃOO!!! - Gritei colocando força para sair de sua mão - EU AINDA NÃO QUERO SER PRESA!!!' - Agora os dias na cadeia, as paredes e as grades, talvez uma companhia, teriam de me confortar por algum tempo."

" - Ei, ouviu alguma coisa? - Perguntou o que estava ao meu lado. - Parecia alguma coisa caindo.

Ficou calado por um tempo, depois esticou a sua coluna, ficando sentado, virou o rosto e disse para irmos correr até a oficina e verificar. Uma pessoa e um nome vieram à minha cabeça, dizendo para eu usar as pernas o máximo possível.

- É o vovô!

Logo pulamos do telhado e entramos no quarto roxo escuro e de luz apagada, passando por ele, corremos pelos corredores da casa, indo em direção à tal oficina. Chegando por lá, lágrimas começaram a sair dos meus olhos, borrando mais ainda a minha visão. O outro começou a perder o controle e a gritar por ajuda, enquanto procurava um bastão de baseball para se defender, porém, levou um grande soco na testa e caiu no chão. Olhei ele cair no chão, depois virei o rosto para ver o homem de roupas pretas se aproximar de mim, logo fui recebido com um soco no queixo, fazendo minha visão desmoronar em preto.

Voltando a consciência, percebo que era tarde demais para salvar um parente meu. A máquina de cortar madeira havia partido o crânio dele há muito tempo, ele já estava morto.

- Vovô....

Aquele ladrão e assassino maldito iria pagar, muito, muito caro!"



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