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História Mundo Místico - Capítulo 3


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Capítulo 3 - Origens - Parte 3


Fydheu é uma meia elfa, meia humana e é a primeira mescla dessas duas raças, seu cabelos são loiros e tem olhos verdes como esmeralda. Ela havia acabado de acordar e foi logo para a sacada olhar a cidade, uma empregada aparece dizendo para ela se preparar para comer, ela coloca sua roupa e vai para a sala de jantar onde o rei e a rainha estavam comendo, ela começa a comer e naquele dia ninguém falou nada enquanto comia fazendo ficar um terrível silêncio, depois de comerem Gabry apareceu e Fydheu foi correndo lhe dar um abraço pois ela gostava muito de Gabry.

—GABRYYYYY! –Fydheu lhe abraça.

—Oi Fydheu! Como você está? –Gabry.

—Eu tô bem e você? –Fydheu.

—Estou ótima, mas agora tenho que falar com seu pai, depois faremos seu treinamento de arco e flecha. –Gabry.

—EBAAAAAA! –Fydheu ficou muito feliz.

Gabry falou algo nos ouvidos do rei e da rainha que parecia bem importante pois logo após eles foram para a sala de reunião junto dos guardas, Fydheu foi proibida de entrar e normalmente ela pode entrar pois assim ela aprenderia sobre questões reais mas como ela não pode entrar ela pensou ser algo muito mais importante que o normal, rapidamente ela esqueceu isso e foi para seu quarto pegar seu arco e suas flechas, ela fica esperando no jardim até Galbry finalmente aparecer, ela começa a treinar Fydheu criando clones que ela tinha que acertar. Após algumas as duas vão para a sacada do quarto de Fydheu para poderem conversar.

—Por que quer ser uma arqueira? –Gabry.

—É a arma que eu mais domino. –Fydheu.

—Isso é verdade, você evoluiu muito nos últimos tempos, vai virar uma ótima aventureira. –Gabry.

—Eu espero, meu pai quer que eu apenas seja uma princesa pronta pra casar e ajudar a governar o reino. –Fydheu.

—Não ouça ele, até porque não dá comandar um reino sendo fraca. –Gabry.

—Você tem razão. –Fydheu.

—Não está tendo nenhum sintoma certo? –Gabry.

—Não, por que você sempre pergunta isso? –Fydheu.

—Seu pai tem uma doença estranha e você é a primeira mescla de humano e elfo, não sabemos se isso tem algum risco. –Gabry.

—Mas eu estou muito bem e vou estar assim para sempre. –Fydheu.

—Eu espero que sim pois espero ver você se aventurando. –Gabry.

Infelizmente Gabry teve que ir embora pois já estava ficando tarde e ela tinha que ver Kirsch (em segredo obviamente), Fydheu foi tomar banho e logo depois foi para a sala de jantar e dessa vez os pais conversaram um pouco com ela.

—Você ainda está com essa ideia de ser uma aventureira? –Udyr.

—Sim, ainda quero me aventurar por aí. –Fydheu.

—Mas isso é muito perigoso, se você morrer não teremos uma futura rainha. –Udyr.

—Mas isso a faria forte para possíveis batalhas. –Fuyki.

—Para isso temos guardas, para defender a nós e ao reino. –Udyr.

—Mas eu quero me aventurar, descobrir coisas novas e fazer amigos. –Fydheu.

—Isso já está me enchendo, você não tem que virar uma aventureira, você tem que apenas que herdar o reino. –Udyr.

—Mas então por que você é forte? –Fydheu.

—Porque eu sou o rei e um rei deve ser forte para liderar, você é uma princesa e não um príncipe! –Udyr começa a gritar.

—Você não vai me impedir! –Fydheu grita e sai correndo.

Udyr manda os guardas irem atrás dela mas graças ao treinamento ela consegue escapar do castelo e vai para a cidade, ela coloca um capuz e sai correndo com o plano de ir à casa de Gabry mas algo mudou seu destino, ela acabou batendo em uma garota e as duas caem no chão, por sorte os guardas passaram bem longe dali, ao se levantarem a garota começa a discutir com Fydheu pois não percebeu que era a princesa.

—Você é cega? Olha por onde anda caralho! –Sairu.

—Me desculpe eu. –Fydheu é interrompida.

—Porra eu tô toda ralada agora, qual o seu problema? –Sairu.

—Digamos que meu pai. –Fydheu tira o capuz.

Ao ver que aquela era a princesa ela se ajoelha e começa a pedir desculpas, ela diz que não era necessário e que ela precisa de um local para se esconder então Sairu a leva até sua casa. Lá Fydheu fica escondida no porão enquanto Sairu jantava com seus pais, depois que eles foram dormir ela desceu para o porão e perguntou se a princesa precisava de algo, ela disse que não e foi dormir em uma cama que tinha ali, Sairu foi para seu quarto dormir também. No dia seguinte ela tomou seu café da manhã e levou para Fydheu que já estava acordada, ela decide então questionar o que havia acontecido.

—Por que você estava correndo daquele jeito com um capuz. –Sairu.

—Eu briguei com meu pai e fugi. –Fydheu.

—Mas por quê? –Sairu.

—Ele não quer deixar eu ser uma aventureira porque sou uma princesa e eu apenas devo me preparar para herdar o reino, me casar e ter filhos mas eu não quero isso. –Fydheu.

—Você quer ser independente? –Sairu.

—Sim, eu estava indo até a Gabry para ela me esconder mas acabei te achando. –Fydheu.

—Pretende voltar para o castelo? –Sairu.

—Por enquanto não. –Fydheu.

—Sabe, eu acho interessante você desistir de tudo para se aventurar, por que não só segue o que seu pai disse? –Sairu.

—Não é minha vontade o que ele quer para mim, eu quero me aventurar, descobrir lugares e fazer amigos como uma pessoa normal e não ser igual minha mãe. –Fydheu.

—O que tem de ruim na rainha? –Sairu.

—Ela não tem vontade própria perto do meu pai, a única vez que deu uma opinião oposta foi em segredo quando disse que eu não devia desistir de ser aventureira. –Fydheu.

—Que bom ela te apoiar. –Sairu.

—Você vai virar aventureira? –Fydheu.

—Sim, eu quero vingar meu irmão e para isso tenho que ficar forte e achar ele para poder matá-lo. –Sairu.

—Sinto muito pelo seu irmão. –Fydheu.

—Obrigado. –Sairu.

Depois dessa conversa foi possível ouvir um barulho na porta, Sairu sobe para espiar e descobre que guardas estavam atrás de Fydheu, ela a avisa e com medo Fydheu pede ajuda para escapar, ela coloca o capuz e as duas fogem por uma janela do porão, elas saem correndo entre as casas para não serem vistas pelos guardas, elas vão até a área comercial que costuma ser bem lotada, elas ficaram em um beco escondidas, mas Fydheu ficou preocupada com outras pessoas que teriam suas casas bisbilhotadas por sua causa, ela então avisa Sairu que vai voltar, ela ainda tenta fazer ela mudar de ideia mas Fydheu decidiu ir, Sairu então lhe deu uma adaga e disse para ela usar quando for necessário, elas se despedem e Fydheu vai escondida de volta para o castelo. Naquele dia Sairu ficou feliz em ajudar alguém, principalmente a princesa que ao invés de ser chata e mimada como ela pensava ela era dedicada em seus sonhos, Sairu absorveu aquela determinação e decidiu usar para ficar mais forte e ter sua vingança.

 


Notas Finais


Como isso é uma história de RPG eu fiz umas tabelas no Google Docs pra colocar as informações dos personagens e o corretor do Docs transformou Fydheu em Fodeu... nem um pouco importante isso só quis falar mesmo.


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