História Mundo Paralelo - Interativa - Capítulo 4


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiiiii...
Bom vamos ao que interessa, cap com gente nova chegando... queria ter feito um capitulo maior para colocar todo mundo logo, mas não deu... talvez no próximo eu consiga

Até as notas finais.

Capítulo 4 - Segundo massacre


  Em Nova York Deniel foi procurar pela alta feiticeira, querendo falar sobre estranha presença que sentiu na cidade na noite do dia das bruxas, ele precisava saber de quem, ou do que, se tratava.

— Ora! Ora! O lobo veio me visitar. — A ruiva, que estava apenas com uma camisola vermelha de seda, coberta por um robie também de seda só que na cor preta, caminhou lentamente até ao loiro.— O que deseja?— A forma com que fez a pergunta deixava claro o que ela poderia querer.

— Você não tem saído muito... — Den caminhou até ela.— Está tudo bem?

— Melhor impossível.— mentiu.— Mas você não está aqui para saber sobre a minha pessoa. O que quer?— Sophia cortou o assunto, não era da conta ninguém o que se passava com ela.

— Senti uma presença diferente na cidade no dia do massacre. Sabe de algo sobre isso?

— Uma presença? Que tipo?

— Eu não sei, não consegui identificar, só sei que era um ser sobrenatural.

— Vejamos.— ela foi até sua biblioteca, onde sob sua mesa tinha um mapa da cidade, mas não se tratava de um mapa comum, era um mapa mágico da cidade Nova York, nele, podia ser visto diversos seres sobrenaturais que entravam e saiam. Todos os altos feiticeiros tinham um de sua cidade, o que lhes permitia ter um certo controle do submundo.

— Um mapa interessante — analisou ele.— Como não viu o ataque? Com este mapa poderia ver tudo, até quem o fez.— Deniel cruzou os braços, esperando uma resposta convincente.

— Quem dera se fosse assim.— ela suspirou despreocupada.— existem seres que sabem se camuflar dele, que se escondem de sua magia por isso...—  ela parou.

— Por isso o que?— O detetive perguntou vendo que ela não falava mais nada.— conseguiu descobrir quem chegou?— ele insistiu, mas ela ainda estava imóvel olhando para o tal mapa mágico.

— Eu preciso dar uma saída...— a ruiva estava um tanto desnorteada e saiu já mudando suas vestes com magia, da sensual camisola para uma apertada calça de couro preta e uma blusa vermelha um tanto decotada.— Fique a vontade. — ela disse para o policial que ainda examinava o mapa.— E não se preocupe, quem chegou não é uma ameaça.

 

Em algum lugar do Brooklyn...

 

— Procurando um apartamento? — Sophia apareceu na porta de um pequeno A.P.Ê onde uma loira que não lhe deu a mínima atenção ajeitava algumas coisas.— Que bom que voltou, você…

— Não voltei por você.— a loira a cortou de forma rude, jogando uma das caixas no chão. A ruiva, que estava dando alguns passos para dentro do lugar parou um tanto surpresa. Sabia que a loira tinha ido embora muito chateada, mas, dado o enorme tempo que ela esteve fora, pensou que talvez toda a raiva dela já tivesse passado.

— Você ainda está chateada comigo pelo que vejo.—Falou Soph.— Lilith... eu só fiz o que fiz… por você, isso…

— Por mim? Tem certeza disso?— a loira a encarou cruzando os braços.—Você só pensou em você mesma, nunca imaginou o que eu queria.— a loira balançou a cabeça negativamente e saiu na velocidade típica de um vampiro, deixando a alta feiticeira sozinha com sua tristeza.   Lilith Hunter tinha apenas 17 anos quando conheceu a ruiva e logo um vínculo se formou entre ambas, mas a ruiva não foi sincera e a até então namorada acabou descobrindo da pior forma o que ela era de verdade, daí pra frente tudo desmoronou, e o relacionamento chegou ao fim. Aos 18 anos Lilith foi transformada em um vampiro, mas, como era filha de um caçador com sangue de anjo ela acabou se tornando uma diurna, a única que já existiu na verdade, e a garota culpava Sophia por isso, pois a ruiva achou que seria melhor tê-la como vampira do que não tê-la, e isso foi algo com que a loira não concordou e então desapareceu da vida da alta feiticeira, até agora, pois ela estava de volta a N.Y., mas deixou bem claro que não era por causa da ruiva.

 

***

 

  Na frança as coisas estavam bem, pelo menos na estranha mente de Rheder, pois resolveu dar uma volta pelo mundo para ver tudo que perdeu enquanto dormia… quem não estava gostando nada disso era Mag, mas a loira é bem difícil de mudar de ideia, depois que coloca algo na cabeça ela vai até o fim.

— Não acho uma boa idéia sair por aí, você não sabe o que aconteceu com você, seria melhor vo…

— Me desculpe Mag — Rhed a interrompeu —mas eu não estou pedindo sua permissão… eu vou sair, você goste ou não.— Margarida não disse mais nada, mesmo indo contra cada fibra de seu corpo que dizia para entrar nesta discussão e obrigar a loira a ficar, sabia que seria inútil, afinal, foram séculos de profundo sono, dar uma volta pelo mundo não poderia ser tão ruim assim.

— Bom… temos uma reunião antes de sua viagem.— Mag acabava de receber uma mensagem de fogo direto de N.Y. o que fez Rheder revirar os olhos e cruzar os braços.

— Mas que droga! — protestou a loira.— Não irei!

— Receio que não seja uma boa ideia.— Margarida respirou fundo.— Temos sete mortos naquela cidade, coisa de submundanos, coisa de demônios… precisamos ir.

— Eu já disse mais de um milhão de vezes, mas vou repetir. “pessoas morrem todos os dias.” — As duas falaram juntas.

— É eu sei, mas faltar a esta reunião seria uma quebra do acordo que você mesmo ajudou a criar, acha que seria uma boa ideia?— mais uma cara de super tédio tomou as feições da loira— Olha pelo lado bom.

— Não tem nenhum lado bom nisso.— Rheder rebateu.— Eu quero sair, ver o que este novo mundo tem de bom… — ela parou de falar ficando um tanto pensativa— apesar de que aquela criatura do mar, me deu uma boa noção das coisas.

— Como assim?— Margarida franziu o cenho.

— Não sei… acho que… tenho algumas das lembranças dela, quer dizer… está um pouco confuso, mas pode se dizer que sei de muitas coisas.— Rhed estava pensativa e a ruiva a observava um tanto curiosa, sabia que a loira não estava contando tudo.— Mas me diz. Qual é o lado bom?

— Vai ver Sophia. Sei que você adora aquela bruxa.

— O que? Sophia Vladmir? — a loira ficou confusa.— O que ela vai estar fazendo em uma reunião dessas?

— Ela é a alta feiticeira de N.Y.

— Mas que merda… — ela riu— Esse povo gosta de uma ruiva em— riu mais alto.— Bom que seja, vamos nessa.

— Faça as honras— Mag passou pra ela a chance de abrir um portal.

— Com prazer, está na mesma localização?— A ruiva concordou com a cabeça e um portal foi aberto, sugando as duas para dentro dele.

 

***

 

Nova York

 

— Mas que merda! — Margarida bufou assim que saiu do portal.

— Mag?— Nico que chegava no único lugar dentro da sede onde podia se abrir um portal se aproximou da ruiva.— O que houve?— o rapaz de cabelos negros, pele tatuada e piercings no rosto realmente pareceu preocupado com a ruiva.

— Rheder. Ela sempre faz isso.

— Rheder Talbot? aquela que estava… dormindo?— o rapaz cruzou os braços.— então os boatos são verdadeiros.— falou mais pra si mesmo, quase em sussurros.

— Pois é, ela acordou, mas não faço ideia de onde ela está agora.

— Sem problemas, podemos achá-la bem rápido aqui.

— Não, não pode não, ela é a Rheder, só é achada se quiser ser achada. E vai por mim, ela não quer.— O rapaz ficou observando a ruiva falar, mas não dá pra saber se ele estava ouvindo alguma coisa ou só admirando a bela feiticeira a sua frente.— Só espero que ela chegue a tempo para a reunião.

— Que reunião?— Ele perguntou.

— Como assim que reunião? Achei que você fosse o chefe desta sede.

Nico Hirondelle Di Angelo é o chefe da sede do Ulmus de Nova York, mesmo tendo apenas 22 anos sempre foi um dos melhores, e pelo seu esforço e dedicação acabou por ser aceito para assumir o cargo, algo que já faz a quase quatro anos, e ele realmente adorava isso. É o tipo de cara que segue as leis à risca, sempre diz que “a lei é dura, mas é a lei”.

— Bom, é que acabei de chegar de Idris. Não sabia de uma reunião.

— Então não sabe o que aconteceu?

— Isso infelizmente eu sei. — Respirou fundo— sete mundanos mortos e ainda não temos nenhuma pista relevante.

— Sei como se sente. Tenho uma sereia morta e a Sede da França também não faz ideia de quem o fez.— Mag balançou a cabeça negativamente — Pelo menos tem algo de bom  nisso tudo.— ela riu de lado.

— E o que seria?— Nico perguntou com cenho franzido.

— Tenho a chance de ver você. — o Rapaz até poderia ter ficado sem graça, mas ele não era assim, no entanto, como sempre segue as regras, tentava ao máximo não dar atenção a qualquer tipo de sentimento, principalmente por uma submundana.

— Eu tenho que ir. Até mais tarde.— o rapaz saiu da presença da feiticeira.

— Eu adoro quando você se faz de difícil.— ela falou o observando partir.

Do outro lado da cidade uma loira rodava pelas ruas rindo consigo mesma. Rheder não gostava de ser obrigada a nada, ela fazia as coisas na hora que queria e do jeito que queria e de fato não se importava com mais nada além de si mesma.

— Olá rapazes!— Rhed apareceu na delegacia. Isaac a olhou confuso, mas Deniel abriu com um sorriso maior do que a boca podia suportar.

— Rheder!— ele foi até ela lhe dando um abraço tão forte que a levantou do chão. O castanho ainda estava confuso, apesar de já ter ouvido falar na tal garota que dormia nunca a tinha visto e não sabia que Deniel a conhecia tão bem assim.— É tão bom ver você,— o loiro de olhos azuis se afastou um pouco para olhá-la melhor.— está ótima.

— Mais 200 anos dormindo não te permite envelhecer.— Ela ria um tanto maliciosa. Se bem que este ar malicioso era natural dela, sempre o mantinha nas mais diversas situações, principalmente nas impróprias.

— Este é meu parceiro de trabalho e de matilha. Isaac.— o castanho foi até ela apertando sua mão, ela manteve o olhar fixo nele, o achando muito interessante.

— É um prazer conhecê lo.— frisou bem a palavra prazer

— O prazer é todo meu.— ele retribuía o olhar.

— OK, já podem parar.— Dan separou os dois.— Não caia na lábia dela, ela pode ser muito cruel quando quer. Ou seja, quase sempre.

— Haaaa… não seja mau, prometo que vou ser boazinha com seu amigo.— Rheder fez uma carinha com bico fofo, o que realmente não condizia com seu olhar ainda mais maldoso do que antes.

— Não, nem pensar.— Den foi taxativo.

— Tudo bem.— Ela deu uma leve piscada para o castanho— Falo com você quando ele não estiver por perto.— a loira umedeceu os lábios para o lobo castanho

.— Recebi sua mensagem de fogo. Tenho certeza que não está aqui só pra seduzir meu parceiro.— Den mudou o foco.— Vamos , vou pegar um café— se despediu do amigo e saiu ao lado da loira.

 

***

 

— Então? O que quer falar comigo? Parecia importante — Deniel se sentou na mesa mais funda de uma lanchonete muito frequentada por policiais.

— Queria saber se ainda tem algum contato com meu pai?— Rheder tomou o café da mão do amigo e o bebeu.— Nossa! Isso é uma delícia! O que é?

— Meu café. — o rapaz respondeu com a cara amarrada enquanto pedia outro.— Perdi contato com seu pai a muito tempo… ele parou de se comunicar, parou de responder minhas cartas, simplesmente sumiu. Porque pergunta? Você nunca foi muito ligada a ele, mesmo ele dando a vida por você…

— Não fez mais do que a obrigação dele.— ela deu de ombros. — Foi por culpa dele que eu quase morri se você não se lembra.

— É, eu lembro. E também lembro da maldição que você lançou sobre ele caso não encontrasse um jeito reverter a situação, e, vendo você acordada, ele foi bem sucedido, acha mesmo que ele vai aparecer super feliz por ter trazido de volta a vida aquela que jurou matá-lo.

— Ele fez a parte dele. Não vou matá-lo.— Rheder falava cada palavra como se tudo isso fosse normal. A coisa mais natural da vida, uma filha amaldiçoar um pai.— Tenho palavra, sabe disso.

— Eu sei. — Den bebeu um gole do líquido escuro que a garçonete acabava de lhe entregar.— Porque quer encontrá-lo?

— Quero agradecer.— a ironia imperou naquele momento.

— A tá. Eu nasci ontem.— Den debochou.— Não precisa me contar, mas também não precisa mentir.— a loira o analisou de forma séria, semicerrou os olhos ponderando se podia ou não contar a verdade para ele.

— Bom considerando nossos séculos de amizade. — ela se virou para ele o encarando e lhe mostrou a cor de seus olhos, que brilharam um âmbar forte, que se misturava com fogo, totalmente diferente do que ela tinha antes. Sua marca de feiticeira era nos olhos dando a eles uma cor diferente para cada um, ficando o direito como se fosse a galáxia(espaço) e o esquerdo um cinza com preto.

— Não é mais uma feiticeira?— Den ficou surpreso.

—Ainda sou feiticeira, mas também sou algo mais.— ela explicou.

— Uma híbrida.

— É. mas isso não é possível, nunca ouvi falar sobre isso antes, não dá pra ser três coisas, o corpo humano não aguenta esse tipo de mudança.

— Mas você nunca foi uma humana normal, nem uma bruxa normal você é.— ele riu de lado.

— Por isso eu preciso achar o meu pai, preciso saber o que ele fez, porque não sei o que pode acontecer comigo, sendo três coisas.— Rheder estava preocupada, nunca soube de alguém que tenha sido três seres sobrenaturais antes, e não saber seu futuro a deixava apreensiva.— Bom, preciso ir para aquela reunião na Sede... acho que não preciso dizer para não…

— Não vou falar pra ninguém. Sou o mesmo cara de antes, sou fiel a você e só a você… Mas, fica longe do Isaac, ele é meu.— um sorriso maldoso desenhou os lábios do lobisomem.

— Você não vem?— Rhed perguntou sem muita animação.

— Não, sou só um beta não tenho patente para participar destas coisas...— eles riram e saíram da lanchonete, era uma noite fria, poucas pessoas estavam nas ruas, eles entraram em um beco para ela poder abrir um portal, mas logo perceberam que estavam sendo seguidos, Den aguçou seus sentidos e farejou um lobo…

— A droga! — ele revirou os olhos e abaixou a cabeça balançando-a negativamente.— Não faz isso Denver. Não vale a pena entrar nessa.— o detetive falava para o lobo à frente deles, enquanto outros da alcateia os rodeavam.

— Posso resolver isso em um minuto.— Rheder ia avançar, mas Den a impediu.

— Eles são  lobos. Você tem uma promessa a cumprir.

— A é… que droga! Porque que eu tenho que ficar fazendo promessas.— a loira balançou a cabeça entediada.

O lobo que chegou primeiro rosnou para os dois amigos, e Den fez seus olhos brilharem o azul de beta em desafio, enquanto os do outro brilharam vermelho alfa de volta aceitando o tal desafio.

— Aconteça oque acontecer. Não se meta.— Den avisou a loira e tomando a forma de um lobo partiu pra cima do adversário. Um alfa contra um beta, essa luta poderia ser rápida se o beta não tivesse um interesse maior na proteção da loira, então acabou se tornando um pouco mais demorada, ambos se mordiam e se rasgavam, o alfa lançou Deniel contra a parede fazendo uma pequena rachadura no local, eles rolaram no chão mais uma vez quando Den voltou pra cima do alfa, um arrancava sangue do outro, mas não paravam... a briga seria até a morte, pois quando um desafio é lançado só se pode parar quando um dos dois morre. Um uivo de dor e em seguida o silêncio… a luta acabou, beta se tornou alfa e todos os outros lobos voltando a forma humana, se ajoelharam diante de Den, o aceitando como seu novo líder. O detetive voltou a foram humana, estava sangrando e bem ferido, mas não se entregou a dor.

— A partir de hoje, ninguém será contra ela.— Apontou para Rheder.— tenho um pacto com ela e agora vocês também o tem, assim como ela tem conosco.— Todos foram saindo deixando apenas os dois.

— É... agora você tem uma reunião pra ir.— ela comentou irônica, ele deu leve sorriso e cambaleou sendo amparado pela loira, que abriu um portal e o levou com ela, surgindo na Sede.


 

***

 

Londres

 Uma garota ruiva que se auto denominava uma caçadora ortodoxa, fazia sua ronda pelas ruas de Londres, não exatamente pelas ruas, pois ela estava nos telhados. Esta é Verônica Anne Frost, filha de uma ex caçadora. Anna, que se tornou fornecedora, e enteada de um lobo beta, pois o pai dela abandonou a mãe pouco tempo tempo depois de seu nascimento, a menina acabou herdando o lado caçador da família e decidiu que estaria ali para proteger seu pai(padrasto) de outros caçadores, ela nunca se filiou a nenhum grupo por pensar diferente da maioria dos que ela conhecia, então preferia ser uma espécie de vigilante solitária e tudo corria bem até agora.

— Acho que já deu por hoje, hora de ir pra casa.— a ruiva de olhos castanhos e pele bem clara falava consigo mesma, tomando o caminho de volta pra casa.— Até que foi uma noite bem tranquila, o que a faz bem esquisita, mas tudo bem.— ela continuou este monólogo por um tempinho até chegar próximo a sua casa.— Peraí… tem algo errado. Mãe!— a garota deu um salto de um dos telhados sem ligar pra nada e continuou uma corrida louca até chegar em casa, ao parar na frente de casa notou que a porta estava aberta, cautelosamente ela se esgueirou para dentro da casa. Algumas coisas estavam quebradas, um claro sinal de luta, mas até então ela sabia que a mãe era boa nisso, esta só se aposentou por ter casado com um lobo, mas ainda treinava sempre que podia. Um pouco mais para dentro um cheiro metalizado a entorpeceu um pouco, um lobo o teria sentido a quilômetros de distância. Ronne como costumava ser chamada foi ao chão ao ver a cena que se seguiu, o quarto estava banhado em sangue, quase não podia se ver o chão, a garota caída na porta sabia nem conseguia identificar quem estava ali, mas sabia que não era só a mãe, viu os sapatos de Ian, seu padrasto, algumas marcas de patas bem grandes que mudavam para humanas e paravam e mais uma parte de corpo… mais um massacre aconteceu, agora na cidade sombria Londres, Verônica não sabia o que fazer, só ficou ali sem reação olhando aquela terrível cena… Algum tempo depois ela se levantou, pegou o celular e ligou para único que se lembrava no momento….

 

Em N.Y. um celular toca no meio da reunião. O que faz Theodor olhar com cara de poucos amigos para o loiro que estava ao lado de Rheder.

— Sr. Mitchell.— o Diretor chamou a atenção do alfa.

— Me dá um minuto, é importante. — Den saiu da sala de reuniões e Rhd o seguiu.

— Eu estou indo pra ai agora mesmo. — o alfa desligou o celular.

— Pra onde?— Rheder se preparou para abrir um portal, o loiro passou o endereço.

— Sei onde fica.

— Você não pode abrir um portal aqui.— Nico saiu da sala para ver o que estava acontecendo.

— Você não faz ideia do que eu posso ou não fazer.— a loira foi grossa e passou pelo portal junto com o loiro desaparecendo de vista.

 

Em seguida um portal se abriu do lado de fora da casa da caçadora, Den e Rhed passaram por ele, o loiro logo entrou na casa achando a ruiva encostada na parede do quarto.

— Verônica!

— Os meus pais, Deniel, os meus pais.— ela finalmente se permitiu chorar…

— Eu sinto muito! Eu sinto muitíssimo. — O alfa a abraçou a tirando dali para o quarto mais próximo.

Do lado de fora ficou a loira, pois não conseguiu entrar na casa a princípio não entendeu muito bem o porque, mas em seguida lembrou que era parte vampira e então entendeu tudo, e vendo que ninguém a convidaria para entrar saiu dali

— Eu já queria visitar Londres mesmo.— ela riu sozinha caminhando para longe. Após uma pequena caminhada sentiu uma estranha presença, muito diferente, aguçou a audição e pode ouvir sons estranhos como gemidos, mas não eram gemidos comuns, eles até eram de prazer, mas tinha algo a mais ali, a feiticeira curiosa e sedenta por este tipo de diversão foi atrás do som, uma duas quadras depois encontrou o lugar de onde vinha o tal gemido, uma casa grande mantinha uma janela aberta, o que já era estranho já que não estava calor, pelo contrário, o frio era intenso. A loira levitou até a janela e viu a cena uma mulher sentia um prazer que não podia conter, a olhos comuns, a tal mulher estava apenas sonhando, mas para Rhed, uma figura masculina com cabelos pretos até a altura dos ombros se deliciava sobre o corpo nu da morena, ele estava insaciável, Rheder se escondeu, ficou observando a cena e até pensou em fazer parte dela, mas sentiu Den a chamar e então teve que deixar pra outro dia uma possível diversão.

 

— Pra onde você foi?— o detetive perguntou a loira um tanto bravo.

— Você está muito mandão e autoritário para o meu gosto, não esqueça quem eu sou Deniel, eu gosto de você, mas não abusa disso, posso desgostar tão rápido quanto.

— Essa família, era uma boa família, tinha lobos da matilha de Londres aqui, uma garota de 19 anos acaba de ver o pai e a mãe… — ele não achou a palavra certa.— o mesmo que aconteceu em N.Y. agora aqui e você some.

— Eu precisava ser convidada para entrar.— Rheder parecia não ter ouvido nenhuma palavra do que foi dito.

— Lobos foram mortos, muitos lobos… — loiro estava inconformado.— Não podemos mais ficar alheio a tudo isso, precisamos…

— Não.— a loira o interrompeu, ela sabia o que vinha pela frente.— não fala isso, você sabe que eu não ligo a mínima para nada disso, não faz isso…

— Sinto muito Rheder, mas eu vou entrar nessa guerra. Um grande amigo meu perdeu a vida de uma forma muito cruel deixando uma filha sozinha… não dá mais pra ficar só observando, não dá mais.

— Den, eu acabei de voltar a vida após quase 400 anos de sono, a última coisa que eu quero é entrar em uma guerra, você não pode fazer isso comigo.

— Não precisa vir comigo. — o detetive se virou para voltar pra dentro da casa.

— Você sabe que eu não tenho esta escolha! — Rhed gritou o fazendo parar.

— Eu sinto muito, mas eu não posso deixar isso passar.— ele entrou de vez na propriedade.

— MERDA!— A loira estava furiosa abriu um portal e desapareceu.

 


Notas Finais


OIIIIIIIII
Então como disse os aceitos serão aqueles que terão mais destaques, porém não fique triste(sei que é difícil pedir isso) mas seu personagem vai acabar aparecendo em algum momento pois preciso dele...

Coloquei uma observação em alguns personagens (secundário) eles terão cenas, mas não tanato quanto os outros, serão os coadjuvantes, mas são extremamente necessários...

Tentarei ser justa com todos dando seu devido destaque a cada um, mas não é uma coisa fácil, peço a paciência de vocês em relação a isso...

Toques: os personagens são de vocês é claro que as vezes temos que alterar alguma coisa aqui e ali para o bom andamento da fic, mas se tiver algo que queiram pedir, me falem, que se possível eu faço se for possível.
Me falem dos personagens de vocês e também dos outros, é muito importante a opinião de vocês.

Tem uma personagem que não está na lista, eu realmente amei aquela ficha, mas ele deve entrar mais tarde, por isso não a coloquei, ela é um verdadeiro desafio para mim, já disse isso a sua criadora...

Postagem: Eu tenho outra fic, então ainda não sei como fazer este cronograma, mas no momento estou de férias então teremos capítulos toda semana após o fim das minhas férias eu devo dedicar um FDS para cada estória. Mas é algo que ainda estou vendo.

Bom acho que é isso, se tiver mais algum aviso colocarei ao longo dos capítulos.

Cap. betado por @Mystique_

XoXo!

ACEITOS:
https://docs.google.com/document/d/1eABTun92G74yayJe952VF3i5BiqHlo8BVw86VD7xeD4/edit?usp=sharing


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