História MUNIQUE - Capítulo 5


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Categorias James Rodríguez
Personagens James Rodríguez
Tags Esporte, Futebol!, James Rodriguez, Romance
Visualizações 102
Palavras 2.853
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Esporte, Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 5 - Capítulo 5


Fanfic / Fanfiction MUNIQUE - Capítulo 5 - Capítulo 5

Passei o resto do dia pensando se realmente tinha feito a escolha certa em aceitar sair com James. Na hora me pareceu ser uma coisa boba, uma forma dele se redimir do que tinha feito, mas agora pensando melhor eu não sabia se era uma boa ideia. Era nítido que rolava uma certa atração entre a gente e James não parecia ser uma pessoa que respeitava muito os laços matrimoniais, ainda mais depois do que Tracy tinha me falado. Eu tinha medo do que ele pudesse vir a fazer. Na verdade, eu tinha medo de não conseguir me controlar dependendo do que ele fizesse, até porque, eu não sei por qual motivo, mas quando se tratava de James Rodríguez meu autocontrole não ficava muito ao meu favor.  

Isso para mim era estranho porque nunca ninguém tinha feito eu me sentir assim. Boca seca, pernas bambas, medo de gaguejar. Nem os namoradinhos que eu tinha tido ao longo da vida fizeram eu me sentir desse jeito, e agora um estranho que eu tinha visto pouquíssimas vezes na minha vida conseguia me deixar tão nervosa. Não sei se era pelo fato dele ser famoso ou muito bonito, mas desde o primeiro momento que nossos olhares se cruzaram naquela entrevista, o meu corpo reage a ele dessa forma. E eu tenho medo do que isso possa vir a me causar no futuro.  

Mas também acho que estou exagerando. Ele tinha falado que seria entre amigos, então não tinha com o que me preocupar. Meu grande problema é que eu penso demais.  

Já eram 18:30 e eu estava me arrumando. Não tinha nem ideia do que vestir porque ele não me falou aonde íamos, só me mandou uma mensagem perguntando o meu endereço para o seu motorista me buscar. Estava plantada em frente ao guarda-roupa há horas sem saber o que usar. Resolvi optar por um vestido preto colado que ia até mais ou menos no meio da coxa e uma jaqueta jeans, coloquei alguns acessórios pratas e um all-star de cano alto preto. Não acho que ele me levaria num lugar super formal, então não tinha por que colocar uma roupa muito chique. Prendo meu cabelo num coque alto com alguns fios soltos e opto por uma maquiagem que realce meus olhos.  

20:00 horas em ponto o meu interfone toca e o porteiro avisa que o motorista de James havia chegado. Pego minha bolsa e desço. Quando chego à portaria, um Audi A6 cor de chumbo está me esperando com um homem vestido de terno encostado em seu capô. Ele aparentava ter uns 50 anos e era muito sério.  

-Senhorita Schroeder? - ele se pronuncia e eu fico me perguntando como ele sabia meu sobrenome sendo que eu nunca tinha falado com James. 

-Sou eu. - respondo parando em sua frente. 

-Meu nome é Christopher. Queira me acompanhar, irei levá-la até James. - ele abre a porta do banco de trás e eu entro.  

Ficamos em silêncio durante o caminho, Christopher não parecia ser um homem de muitas palavras e eu não quis ficar forçando, até porque estava nervosa demais para falar alguma coisa. Comecei a estranhar quando ele desviou o caminho do centro e começou a entrar em algumas ruas desertas, muito arborizadas e com poucas casas. Não é possível que James se daria ao trabalho de armar toda essa emboscada só para ter o prazer de me matar. Meus pensamentos neuróticos são cessados quando ele para em frente a um porto.  

-James está te esperando em seu iate. - ele fala por fim alguma coisa.  

-E qual é o iate dele?  

Christopher fala como se eu tivesse uma bola de cristal para adivinhar qual seria o iate de James no meio de um monte de iates.  

-É o que está com as luzes acesas.  

-Ok. Obrigada. - falo e desço do carro.  

Por essa eu não imaginava. Iates? Ser rico é muito bom. Passou todos os lugares do mundo na minha cabeça, menos isso. Vou caminhando até o iate que eu imaginava ser o dele e James aponta na porta, me dando certeza de que era aquele. Ao me ver, vejo seus lábios se contorcendo num pequeno sorriso.  

-Então aqui que é o seu abatedouro? - brinco ao chegar perto dele e ele ri.  

-Pois é, trago minhas vítimas para cá e depois aproveito para jogá-las no mar. - ele retribui a brincadeira e eu dou risada.  

-E o que te fez me trazer aqui à noite? As pessoas costumam fazer passeios em iates durante o dia. - mudo de assunto fazendo o questionamento que já estava na minha cabeça há algum tempo. 

-Achei que você não ia querer sair para jantar comigo em um lugar público e amanhã estar em todos os sites de fofoca. - ele fala com as mãos nos bolsos.  

-É, realmente eu não ia querer. - dou um risinho. - Agora me ajuda a subir aí. - falo e estendo a mão para ele me segurar. 

Foi a primeira vez que tivemos um contato físico e eu senti o meu corpo se eletrizar. Acho que ele sentiu o mesmo, porque ficamos nos encarando um tempo segurando a mão do outro.  

-Vem, vou te mostrar o iate. - ele larga a minha mão e vai andando na frente.  

Ele estava lindo como sempre. Usava uma calça de brim bege e uma camisa azul-marinho. Outra coisa que me atraía nele era o seu cheiro, James estava sempre muito cheiroso. 

Seu iate era lindo, todo branco com detalhes em madeira e muito espaçoso. Depois de me mostrar cada cômodo, ele me levou para a parte traseira onde tinha uma mesa no centro e bancos acolchoados em volta da popa do iate.  

-Gostou? - perguntou abrindo os braços.  

-Muito bonito. - falei ainda admirando o ambiente. - Você está pensando em navegar a essa hora?  

-Não, é perigoso fazer isso à noite. Vamos ficar só ancorados mesmo. -  explica.  

-E o que você pensou para o nosso maravilhoso jantar? - debocho e ele ri. 

-Gosta de comida japonesa? - ele levanta as sobrancelhas.  

-Por sua sorte, sim. - faço cara de desprezo levando na brincadeira.  

-Ufa. - ele dá um suspiro como se realmente estivesse muito preocupado com aquilo e damos risada. -Senta aí, vou buscar as coisas. -  ele aponta para os bancos. 

Depois de alguns minutos ele volta carregando um balde de gelo com duas garrafas de champagne e duas taças, na outra mão segurava uma barca de comida japonesa. Colocou tudo em cima da mesa de centro e se sentou ao meu lado.  

-Não vou falar que fui eu que fiz porque você não acreditaria. - comenta enquanto nos serve com champagne.  

-Não mesmo. - confirmo, ele me olha e depois sorri.  

-Você é sempre assim? Marrentinha?  

-Eu não sou marrentinha! - finjo que estou ofendida.  

-É sim. - ele fala e eu reviro os olhos. - Detesto esses pauzinhos, vou pegar um garfo, quer um?  

Dou risada da sua honestidade, mas também aceito o garfo. Achava muito difícil comer de hashi. Ele volta com os garfos e começamos a comer e beber.  

-Eu ainda não sei nada da sua vida, até agora só você que fez entrevistas. - ele comenta com sarcasmo. 

-O que você quer saber sobre a minha vida? - pergunto dando outro gole no champagne.  

-Qualquer coisa. Você não parece ser daqui aqui da Alemanha. - ele fala enquanto mexe na comida. - E seu espanhol tem sotaque. - ele completa rindo. 

-Sou do Brasil, mais especificamente do Rio de Janeiro. Me inscrevi num programa de jornalistas recém-formados e consegui esse emprego. Cheguei aqui tem pouquíssimo tempo. - apoio a cabeça na minha mão. 

-Corajosa você. Largar tudo e vir para cá. -ele se vira mais para mim para me olhar.  

-Você também fez a mesma coisa, saiu da Colômbia para rodar o mundo. Esqueceu que eu já pesquisei muito sobre a sua vida na internet? - dou um risinho e ele retribui. 

-Mas no meu caso é diferente, isso é comum na vida de um jogador de futebol, mas você não. Você deixou toda uma vida para trás para ir morar em um país com uma cultura totalmente diferente da sua.  

-Eu encarei como uma oportunidade de crescer. A vida inteira eu sonhei em ter um futuro do qual eu me orgulhasse e isso para mim foi a melhor opção para seguir esse sonho.   

-E por que jornalismo? - perguntou. 

Pensei um pouco antes de responder, não sabia se devia falar desse assunto com ele.  

-Era a profissão do meu pai, eu costumava ficar com ele enquanto ele trabalhava, aí peguei gosto por isso.  

-E o que aconteceu com ele? - perguntou prestando atenção em cada palavra que eu falava.  

-Ele foi assassinado quando eu tinha cinco anos. Na minha frente. - dei um sorriso amarelo e mais um gole no champagne.  

Ficamos nos encarando alguns segundos sem falar nada, parecia que eu tinha falado algo que tivesse feito ele refletir. Era estranho ter uma conversa séria assim com James, as poucas vezes que a gente se falou foram em entrevistas e ou eu me sentia envergonhada dele estar dando em cima de mim ou eu estava com raiva por ele estar sendo rude. 

-Assalto? - perguntou mais uma vez.  

-Foi. -falo e olho para baixo, detestava falar sobre aquilo.  

-Me sinto mal por ter te cortado aquele dia quando você foi falar do meu pai, se eu soubesse que você também tinha uma história triste, não ligaria de conversar sobre isso.  

-Não, relaxa, já esqueci. - dou uma risadinha para tentar mudar de assunto. - Aliás, falando em entrevista, por que você quis marcar outra depois daquele desastre que foi a primeira? 

Já tinha um tempão que eu estava com isso martelando na minha cabeça. Ele sorriu antes de responder.  

-Era a única forma de eu conseguir te ver de novo.  

Nesse momento eu gelo. Ele queria me ver de novo? Sério isso? Tento disfarçar minha surpresa, mas acho que ele percebe. 

-E como você sabia que eu que iria fazer a entrevista?  

-Eu não sabia. Deduzi que o seu chefe colocaria você de novo para me entrevistar e arrisquei. - ele fala observando cada traço meu.  

Dou mais um gole no champagne para processar tudo que ele tinha falado. Já estava começando a me sentir meio altinha. 

-E aí você aproveitou da sorte para me chamar para sair...pensei que seria como amigos. - provoco e ele gosta.  

Ele se aproxima mais de mim e eu sinto meu corpo se aquecer.  

-E está sendo como amigos, não? - ele revida a provocação.  

James sabia como manipular uma mulher, e era exatamente assim que eu me sentia no momento. 

-Claro. - respondo com cinismo e damos um gole juntos no champagne. 

Ele coloca sua taça na mesa e se volta para mim, colocando uma de suas mãos em cima da minha coxa. Nesse momento eu estremeço.  

-A não ser, é claro, que você queira que eu te trate como outra coisa...- ele aproxima o rosto do meu.  

Chego bem perto do seu ouvido e digo: 

-Por que você não experimenta tratar a sua mulher desse jeito? Ela vai adorar. - sussurro e ele ri. 

Me afasto um pouco dele e falo:  

-Acho que já deu a minha hora.  

Me levanto e vou andando em direção ao corredorzinho do iate com ele vindo atrás de mim. Me viro e para e ele e pergunto com deboche: 

-Seu mordomo vai me levar de volta? 

Olho para ele, mas ele não diz nada, apenas me observa. Sem que eu pudesse pensar muito, em um ato rápido ele cola seus lábios nos meus. Me assusto no início, mas logo retribuo. Seu beijo era urgente e quente, fazia meu coração acelerar e todo o meu corpo queimar, a sensação era indescritível. Nossos lábios trabalhavam em perfeita sintonia enquanto suas mãos passeavam por todo o meu corpo.  

-Você não vai fugir de mim. - ele fala e me joga na parede do corredor, voltando a me beijar.  

Suas mãos descem para as minhas pernas e ele dá impulso para eu subir em seu colo. Enrolo elas em volta do seu quadril e ele começa a beijar meu pescoço.  

-Isso é errado...você é casado. - falo já com os olhos fechados, deixando a onda de prazer invadir o meu corpo.  

-Shhh... 

Ele continua a beijar o meu pescoço e eu não respondo mais por mim. Era disso que eu temia ao vir para cá, eu sabia que não conseguiria resistir a James se ele fizesse essas coisas, mas nesse momento eu não estava me importando nem um pouco com o que era certo e com o que era errado, eu só queria ele, mais nada. 

Ele me desgruda da parede e vai caminhando comigo no colo para o quarto sem tirar os lábios dos meus, à essa altura eu já tinha bagunçado todo o seu cabelo. Ele me joga na cama e tira sua camisa e seu sapato, voltando a ficar em cima de mim. A imagem do seu peitoral à mostra e das suas tatuagens me deixam louca. 

-Você está com roupa demais. - ela fala apressado e me ajuda a tirá-la, ficando apenas de calcinha e sutiã. - Você é tão gostosa. - ele fala analisando cada parte do meu corpo.  

Puxo-o e volto a beijá-lo. Seus beijos vão descendo pelo meu pescoço, seios e abdômen, até chegar na minha região íntima. James tira a minha calcinha e posiciona sua cabeça no meio das minhas pernas, me olha antes de fazer qualquer coisa e como uma súplica eu olho para ele, dando permissão para fazer o que quisesse. Então, sem esperar mais nenhum minuto, ele começa a me chupar. Seus movimentos circulares com a língua me eletrizavam e eu não conseguia conter os gemidos. Ele sabia o que estava fazendo e era muito bom nisso. Agarro seu cabelo com os dedos e ele aumenta os movimentos, me deixando ainda mais alucinada. 

-James...- falo entre gemidos e ele abre um sorriso safado. 

-Quer que eu te faço gozar assim, linda? - sua voz estava rouca e sexy. 

Não consigo responder, minha respiração acelerada me impedia de fazer isso. Apenas olho para ele pedindo para continuar e ele entende com um “sim”. James volta a me chupar e dessa vez me penetra um dedo. Eu gemo alto. Seus movimentos com os dedos eram sincronizados com os com a boca e aquilo era muito bom, eu me sentia no céu. James enfia outro dedo e eu grito. Meu coração começa a acelerar e eu sinto um peso em meu ventre, sabia que logo iria chegar em meu orgasmo.  

-Não para...- eu falo com dificuldade e reviro meus olhos, deixando toda aquela sensação maravilhosa me percorrer.  

Ele acelera seus movimentos com os dedos e eu desmancho em seus braços, chegando ao meu ápice. Ele para o que estava fazendo para me observar vulnerável daquele jeito, com um olhar de satisfeito no rosto. 

-Eu preciso comer você. - ele fala se levantando e indo até um criado mudo pegar camisinha, aproveito para tirar meu sutiã.  

Ao me ver totalmente nua deitada esperando por ele, James me olha de em cima a baixo e sussurra um “caralho”. Se aproxima da cama e tira a sua calça. Eu fico observando um pouco assustada o tamanho do seu membro em quanto ele coloca a camisinha, James percebe e dá um risinho. Depois de colocá-la sem nenhuma dificuldade, ele volta a ficar em cima de mim e se posiciona entre as minhas pernas. Nossos lábios se encontram no momento em que ele me penetra e eu os mordo. Seus movimentos eram calmos e a sensação de estar sendo preenchida totalmente por ele era inexplicável. Meus gemidos eram intensos, acompanhados de arranhões que eu dava em suas costas. 

-Você é tão...apertada. - James afunda a cabeça em meu pescoço e eu ouço sua respiração ofegante.  

Aos poucos ele foi aumentando seus movimentos, me penetrando com força, fazendo eu delirar. Eu não tinha mais consciência dos meus atos, só queria ser dele e estar com ele...dentro de mim. Nossos corpos foram se cansando e eu sentia que a qualquer momento iríamos chegar ao nosso ápice. James deu suas últimas entocadas antes xingar alguns palavrões em meu ouvido e morder o meu pescoço, chegando ao seu orgasmo junto comigo. Seus movimentos foram cessando até ele cair ao meu lado exausto. Nossas respirações estavam altas e nossos peitos subiam e desciam rapidamente. 

-Isso foi muito bom. - ele pronuncia depois de alguns minutos. 

-Foi. - não conseguia pensar em mais nada para responder, minha mente não estava processando muito bem as coisas.  

James se aproximou de mim e me abraçou. Não hesitei em ficar perto dele e deitei minha cabeça em seu peito, escutando seu coração bater e nossas respirações acalmarem juntas. Eu não sabia se o que tinha acontecido hoje iria me trazer problemas ou benefícios no futuro, mas no momento eu não queria pensar nisso, só queria ficar ali com ele e relembrar dos momentos da melhor noite da minha vida. 


Notas Finais


Me digam o que estão achando!! Bjss <3


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