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História Museion - Capítulo 6



Notas do Autor


Caraca, oi!
Atrasei legal para publicar este capítulo hein? KKKK mas aqui estou eu.
Sou a kyo, arroba ohstony, e estou aqui para publicar a one da musa da tragédia, Melpômene, e nosso querido Jungkook como Ares, o Deus da Guerra!
Não direi prazer ao me apresentar, por que prazer somente lendo rs
Boa leitura à todos! E espero que esta história possa deixar a noite de vocês mais... quente. :D

Capítulo 6 - Melpômene, a Musa da Tragédia.


    Melpômene nunca se arrependeu de ter seguido sua irmã até o mundo mortal, a atmosfera luxuriosa da boate fazia seu corpo todo se acender do prazer carnal que tanto gostava. O suor escorrendo pelo corpo, o roçar de pele com pele, os gemidos que eram a mais perfeita sintonia para os seus ouvidos.

    Melpômene era a musa da tragédia, o canto doce contando histórias cheias de dramas e dores, enquanto seu rosto transpassava a calma e concentração que adquirira com os milênios no olimpo. Mas agora, ali entre os humanos, Melpômene percebeu que gostava de causar outras sensações. Sensações mais profundas, cheias do erótico que Érato cantava. 

    A musa sorriu, enquanto levava o copo de uísque aos lábios e olhava com prazer o movimento da boate aquela noite. A boate Museion, que levava o nome da morada divina das musas no Monte Olimpo, era o lugar mais movimentado da cidade. Onde mortais, deuses e criaturas buscavam o mais divino prazer sem nenhuma restrição.

Num respirar profundo, a Musa pôde sentir aquela aura poderosa e dourada, fazendo-a arregalar os olhos e procurar ao redor. Aquela aura divina, em absurdo tamanho, que Melpômene se perguntou quantos deuses haviam descido a Terra daquela vez.

    Como se atraído pelo pensamento da deusa, uma pessoa sentou ao seu lado. Melpômene respirou fundo, absorvendo todo aquele pode de tão perto e o olhando com uma curiosidade prazerosa. Quando os deuses desciam ao mundo mortal, podiam escolher entre assumir uma nova forma ou manter a original, como as musas haviam feito. Mas aquele deus em especial parecia gostar do anonimato, usando uma pele que não era a sua original e atiçando a curiosidade da musa da tragédia. 

    Era prazerosa aquela brincadeira, caça ao tesouro. Adivinhe com quem você está conversando e o leve a loucura. Melpômene aceitou fazer parte daquela brincadeira com um sorriso, adorando aquele convite perverso que os olhos escuros lhe ofertavam. 

    — Me pergunto o porquê da presença dos deuses em nossa humilde boate... — Sua voz saiu aveludada enquanto bebericava de sua bebida, os olhos presos no show que Calíope dava no palco, cantando com tanto prazer que Melpômene sentiu seu corpo entrar em combustão.

    O homem ao seu lado apenas sorriu, também bebendo o líquido de cor escura em seu copo enquanto olhava com atenção o show da musa da eloquência.

    — O talento das musas é de conhecimento de todos, minha querida. — O sorriso de lado que abriu prometia tudo o de mais profano e sexual, e Melpômene respirou fundo, seu ventre se contraindo. 

    — Eu imagino que sim. — Sua língua passou pelos lábios, molhando a carne enquanto os olhos do homem acompanhavam o gesto. — A curiosidade está me matando, me diga com quem estou falando, por favor. 

    O homem riu, uma risada rouca que reverberou pelo corpo de Melpômene, fazendo todos os seus pelos se arrepiarem. 

    Ele a encarou como se fosse um caçador e ela sua presa, pronta para o abate. E Melpômene tremia de antecipação para o que ele estava planejando. 

    — Diga você, minha musa da tragédia. Eu inspirei tantos de seus cânticos, com guerras travadas ao longo dos milênios… 

    — Ares. — O nome saiu como um suspiro, fazendo a musa fechar os olhos em deleite. Nada era mais prazeroso para a musa da tragédia quanto guerras e Ares sempre a proporcionava as melhores.

    — O próprio. — O sorriso sacana ainda estava preso nos lábios rosados do homem. — Mas, neste corpo, prefiro ser chamado por Jeon Jungkook. 

    — Jungkook. — Apreciou o nome em seus lábios, sentindo a leveza com a qual ele saiu. Colocou o copo na mesa a sua frente, levantando-se com graciosidade enquanto o pano leve de suas vestes abraçavam seu corpo escultural. — Deixe-me proporcionar à você o melhor do prazer carnal, como uma forma de agradecimento por anos de inspiração. 

    Ares apenas sorriu mais uma vez, colocou o copo junto ao da musa e se levantou aceitando a mão estendida que ela lhe deu. Melpômene o guiou até as escadas na parte afastada da Museion, subindo com certa pressa enquanto sentia o olhar do deus queimando sob seu corpo, deixando-a acesa em expectativa. 

    A boate era extensa e, assim como tinham quartos para os clientes, havia uma área restrita destinada às musas. Cada uma com seu quarto, fazendo dele o que bem entendesse. E Melpômene guiou Jungkook até o dela, quase a última porta do extenso corredor. Abriu a madeira escura e entrou no quarto, sendo seguida por Ares, silencioso e observador. 

    O quarto de Melpômene era todo azul escuro, o cômodo era grande e as paredes eram altas, enquanto uma luz baixa iluminava o lugar. No centro dele, havia uma espécie de palanque onde a cama queen size estava posta, coberta por lençóis azuis de seda. 

    Como se esperando pelo momento certo, assim que a porta se fechou e foi trancada, os lábios de Ares atacaram aos da musa com tamanha volúpia que a deixou sem fôlego. As mãos grandes passeavam pelo corpo de Melpômene, apalpando, conhecendo toda sua extensão, explorando como se fossem terras novas para serem desbravadas.

    As duas mãos agarraram as coxas da musa, trazendo-a para seu colo enquanto andava a passos rápidos até a cama, subindo pelos dois degraus e jogando o corpo da musa no colchão macio. 

    — Como você quer começar os agradecimentos? — Ares perguntou, pondo-se por cima do corpo de Melpômene enquanto sua boca apreciava cada parte da pele exposta do pescoço da musa. 

    — Eu posso pensar em uma ou duas coisas. — Ela ofegou, as mãos impedidas de o tocar já que ele as segurava, prendendo e limitando o toque. 

    — Talvez de joelhos? — A voz grossa dele reverberou, os olhos escuros brilhando. — Eu ouvi que a boca das musas fazem maravilhas. 

    — Deixe minha boca fazer maravilhas para você, então.

    Melpômene não precisou pedir duas vezes. Jungkook trocou as posições com tamanha agilidade, que Melpômene mal pôde prever. Quando piscou os olhos, estavam em cima dele tendo todo o corpo do homem a mercê. 

    Ela sorriu, gostando da situação enquanto suas mãos passeavam por entre o terno do deus. A peça parecia fazer parte da composição do quarto, o terno de três peças, escuro num tom de azul que beirava o preto, fazendo a pele branca dele contrastar com perfeição. 

    Uma perfeição que só podia ser vinda de um deus. 

    Os dedos delicados de Melpômene abriram o botão da calça social, deslizando o zíper e revelando o pano da boxer que Ares usava, úmida do pré-gozo e totalmente apertada pelo tamanho de seu pau. A musa molhou os lábios com a língua, a boca enchendo de saliva pronta para provar aquela perdição vinda direto do Olimpo. 

    Abaixou a cueca, tirando o pau para fora e passou sua língua na glande, roçando com os dentes e depois acompanhando cada veia com a ponta da língua, saboreando aquele espetáculo que Ares tinha no meio das pernas. O deus gemeu rouco, suas mãos agarrando os cabelos escuros da musa, fazendo pressão para que ela o abocanhasse por inteiro. 

    Não precisou pedir uma segunda vez; a boca de Melpômene engoliu todo aquele cumprimento, a cabeça do pau tocando na garganta enquanto fazia movimentos de vem e vai, as mãos acariciando as bolas e subindo, masturbando-o durante o oral. O aperto em seu cabelo se tornou mais forte, aumentando o ritmo de cada chupada, indo mais fundo e mais rápido.

    — Porra! — O gemido rouco de Jungkook ecoou pelo quarto, alto, enquanto sua cabeça pendia para trás e seu pau jorrava gozo na boca da música. 

    Melpômene apenas ergueu a cabeça depois de engolir tudo, limpando o pouco que escapou no canto da boca junto de sua saliva. 

    — Delicioso. — Ronronou, subindo seu corpo, sua boca a poucos centímetros da boca do deus.

  — Sabe o que vai ser mais delicioso? — Ele arfou, as mãos agarrando seus quadris, fazendo pressão entre suas intimidades. Melpômene negou, um sorriso crescendo em seus lábios ao assumir aquele papel de inocente. Ares tremeu abaixo das mãos da musa, apoiadas em seu peito. — Meu pau fodendo sua boceta a noite toda, em cada canto desse quarto. 

    — Só minha boceta? — Abaixou seus lábios, salpicado selinhos pelo peito dele. — Meu corpo é seu hoje, Ares. Me foda por inteira.

    E novamente Ares inverteu as posições, usando de seu poder divino para se livrar das vestes dele e da musa em um estalar de dedos. Melpômene arfou com a imagem da perfeição em sua frente, o corpo definido, a pele leitosa. Ela tremeu em antecipação, querendo marcar aquele corpo todo. Passar a língua, provar de cada pedaço daquela pele clara e lisa.

    As mãos grandes de Jungkook desceram pelas pernas da musa, levantando-as para o alto e as apoiando nos ombros do deus, tendo livre acesso a boceta molhada da musa, brilhando sob a meia-luz do quarto, latejando e implorando para ser fodida. 

    Ares foi misericordioso.

Em uma só estocada, a penetrou fundo, arrancando um gemido sofrido da musa, enquanto suas mãos agarraram o lençol. As estocadas eram lentas e tortuosas, e para ajudar, Ares levou seu dedo indicador e o do meio até a boca de Melpômene, ordenando com o olhar para que ela chupasse e os molhasse com a saliva, e assim ela o fez. 

    Com os dedos lubrificados, Ares não hesitou em levá-los até a entrada do ânus da musa, molhando ao redor e sentindo as contrações nas pregas da musa sempre que ele a penetrava. Com um sorriso de lado, curvando-se sobre ela, ele colocou os dois dedos dentro uma vez.

    — Oh! Ares… — Melpômene gemeu, as mãos agarrando-o no pescoço, enquanto ela agradecia aos deuses por ser tão flexível. 

    Ele abriu e fechou os dedos diversas dentro do ânus da musa, expandindo a entrada, enquanto aumentava o ritmo das estocadas. Os gemidos de ambos ecoavam pelo quarto, os corpos suando enquanto. Com a mão livre, Ares explorava todo o corpo da musa, apertando e tocando, conhecendo aquele corpo espetacular e cheio de luxúria. 

    Ares tirou o pau de dentro de Melpômene, mas ela nem teve chance de reclamar. Os dedos saíram de seu ânus, lubrificado pelo líquido que escorria de sua boceta, e logo o pau do deus adentrava, tomando o lugar. Melpômene gritou, agarrando-se ainda mais a ele, sentindo o pau grosso adentrando sem piedade sua entrada. As pernas da musa foram postas para baixo, enquanto o deus invertida uma vez mais as posições. 

    — Quero ver você quicando no meu pau, me engolindo inteiro como a boa menina que eu sei que é. — Ele sussurrou em seu ouvido, impulsionando a pélvis para cima, a cabeça de seu pau cutucando bem no fundo. 

    Melpômene assentiu, a garganta seca. Começou a subir e descer, deslizando por todo o comprimento. As mãos de Ares agarraram fortes em sua bunda, pegando cada polpa e abrindo mais a passagem, ajudando-a a ir cada vez mais fundo. 

    A musa sentiu suas pernas tremerem, o ventre se contraindo enquanto todo seu corpo entrava em espasmos. Vendo a situação da musa, Ares levou seus dedos até a boceta dela, massageando o clitóris e fazendo pressão naquele ponto de prazer.. 

    Colando seus lábios aos dele, Melpômene gozou, chamando por Ares em um gemido abafado pela boca do deus. 

    Com o corpo mole, Melpômene tirou o pau de dentro de si e se jogou ao lado da cama, ofegante. 

    — Cansada, querida? — A voz de Ares estava ainda mais rouca e um pouco ofegante. Ele ainda não havia gozado, e suas mãos trabalhavam para conseguir alcançar o seu clímax mais uma vez, se masturbando com rapidez. 

    — Goza nos meus peitos. — Ela se arrastou, pondo os seios médios na altura do pau dele. Ares se levantou, pondo-se em cima dela e colocou o pau entre os peitos da musa. — Os humanos chamam isso de espanhola. — Abriu um sorriso safado. — Fode os meus peitos. — Melpômene apertou seus peitos, fazendo pressão no pau do deus, como se fosse uma mão ao redor do membro dele.. 

    Mais algumas estocadas entre os seios de Melpômene e Ares gozou, jorrando porra por todo seu peito, pescoço e alcançando parte do rosto. Ele se jogou ao lado dela, ofegante, enquanto a musa pegava toda a porra com o dedo e levava a boca, lambendo como se fosse o mais gostoso chocolate.

    Ou, pela cor e textura, leite condensado.

    Recuperada, Melpômene se virou para o deus, o dedo indicador delineando o peito suado, passando por cada curva do corpo cheio de músculos do homem.

    — Você aguenta mais umas rodadas? — Ronronou, molhando os lábios com a língua. 

    Jungkook a olhou safado, um sorriso sacana em seus lábios enquanto seus olhos prometiam uma noite inteira do mais puro prazer.

    — Nós acabamos de começar a noite, querida.


Notas Finais


E aí? Estão sem fôlego? Pois eu estou. Completamente desestabilizada com esse Ares aká Jungkook! Gostosoooo demaissssss! KKKK
Não se esqueçam de comentar, por favor. É sempre um prazer saber a opinião de vocês sobre o nosso projeto!

Perfil das outras musas: Calíope @HelenaDiAngelo, Clio @ViXavier, Érato @Najumoon, Euterpe @XXbloom, Terpsícore @rah_sensei e a Talia que não tem <3

Semana que vem tem mais! Logo a musa Terpsícore vai dar o ar da graça! até sexta, sz


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