História My Academy of Heroes in United States of America - Interativa - Capítulo 10


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Personagens Originais
Tags Escolar, Interativa, Originais, Poderes, Romance, Usa
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Slash, Survival, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - Início pt4


01/08/2029 07:52

 

O sol raiava fracamente e Dante dava graças a Deus por isso. Ele detestava sentir calor.

 

O rapaz esbelto cobriu os olhos com a mão e olhou para cima.

 

"Porque ele tinha que ser tão quente?" Dante questionava sobre as propriedades daquela grande estrela. 

 

Dante olhou para frente vendo sua parceira. 

 

Lavender saltitava alternando o equilíbrio de uma perna e outra. 

 

O rapaz se questionava muito se ela não tinha saído de um jardim de infância ou de um programa infantil educativo.

 

Em todo caso, ela era muito "bebê" pra lutar com alguém, fazer isso era algo quase injusto e covarde.

 

"Eu nunca segui muito com a moral mesmo…" Dante pensou esticando os braços. 

 

Vendo o parceiro se esticar, Lavender imitou o gesto. 

 

Inconsciente disso, Dante se pôs nas pontas dos pés para alongar as pernas e Lavender fez igual.

 

— Ela tá imitando ele? — Asta questionou vendo a cena.

 

Emily riu.

 

— Que fofo… — Ela comentou. 

 

Dante abriu os olhos e viu Lavender na mesma posição que ele. 

 

Então o rapaz esbelto parou de se alongar, assustando Lavender que também parou. 

 

Lavender deu um risinho envergonhada e começou a girar o corpo no mesmo lugar como uma criança. 

 

"Ok… Vamos acabar com isso!" Dante disse mantendo uma postura mais séria. 

 

Dante pode sentir Lavender tremer um pouco e então ele deu um micro sorriso malicioso.

 

"Isso vai ser tão fácil…" Ele pensou.

 

— Tudo bem? — Leyla perguntou e ambos concordaram — Então… comecem! 

 

Diferente da dupla anterior que mal esperou a permissão para lutar, essa nenhum dos dois deu o primeiro passo. 

 

Dante não conseguia entender como ela chegou até aqui passando pela Prova Prática.

 

— Não vai atacar? — Ele perguntou. 

 

Lavender piscou duas vezes.

 

— E-Eu posso? — Ela perguntou com uma voz doce.

 

O rapaz suspirou. 

 

"Isso é doce demais até pra mim e eu amo doce!" Ele pensou.

 

— Pode! Eu te dou essa vantagem! — Dante disse simpático. 

 

— Obrigada! — Ela disse animada. 

 

Lavender ia avançar mas parou ao pensar em algo. 

 

Então Lavender já não era mais visível aos olhos.

 

"É, não é tão bobinha quanto parece" Dante pensou feliz por não ser uma luta fácil. 

 

Esperou alguns momentos até sentir um impacto em seu peito mas logo ouviu um murmúrio de dor.

 

Lavender então apareceu caída no chão tocando a cabeça.

 

Dante riu fraco. 

 

— Ah esqueci de dizer… — Ele se abaixou olhando para a parceira caída e com dor — Eu sou intocavel.

 

Dante sorriu simpático como se o Demônio quisesse ser seu amigo.


 

{ Dante Ross }

{ Individualidade: Total Shield }

[ Pode criar um escudo que funciona como uma segunda pele resistente e impenetrável. O escudo pode se erguer como um pulsar explosivo mas requer muito esforço ] 


 

— Você é tão… — Lavender respirou um pouco se recuperando da dor.

 

"Incrível? Imbatível? Totalmente Demais? Eu sei…" Dante pensou com seu peito inflando com seus próprios elogios.

 

— Fofinho! — Ela gritou com os olhinhos brilhando — Seus dentes são tão lindinhos! 

 

A turma toda e até a Supervisora ficaram confusas.

 

Dante estava com a mão cobrindo os olhos quase indignado.

 

O choque foi tanto que ele nem sabia o que pensar.

 

"Isso acaba com a moral de qualquer um…" Foi tudo que passou pela cabeça dele.

 

— Vamos terminar com isso… — Dante disse pegando o pulso de Lavender.

 

A idéia era aproveitar a dor de Lavender e só colocá-la do lado de fora da marcação arrastada.

 

Seria simples.

 

Mas quando Dante sentiu um arrepio em seus dedos, sabia que tinha alguma coisa errada. 

 

E quando chegou no meio do caminho, sentia que sua mão não segurava mais nada, a situação só piorou.

 

Dante olhou pra trás e viu que Lavender havia sido arrastada um pouco mas estava no chão e fora das mãos de Dante.

 

— Ei! Não arrasta! Machuca! — Ela disse fazendo beicinho.

 

O rapaz suspirou.

 

"É, bem que tava fácil demais" Ele pensou revirando os olhos. 

 

Lavender vendo que Dante estava próximo da marcação pensou em fazer um golpe sorrateiro. 

 

Ela se levantou sem fazer muito barulho e foi andando cautelosamente por trás de Dante a fim de empurrá-lo.

 

Mas quando chegou perto o suficiente, Dante rapidamente se móvel para o lado. 

 

Lavender quase caiu para fora da marcação mas com um certo esforço - e de uma forma muito engraçada - conseguiu cair sentada e confusa.

 

— Hum? — Ela murmurou com a cabeça virada para o lado.

 

A forma fofa que Lavender estava arrancou suspiros e comentários sobre como ela era inocente e como a luta parecia injusta. 

 

"Dai-me paciência…" Dante pensou.

 

— Como fez isso? — Ele perguntou. 

 

— O que? 

 

— Como se soltou? — Ele refez a pergunta. 

 

— Ah… — Lavender ia responder mas pensou melhor — Não posso dizer…

 

— Oh… — Dante fez um som de desapontamento — M-Mas eu falei a minha individualidade, assim vai ficar injusto!

 

Quando queria, Dante era um ator digno de um oscar. 

 

— Ok! Então vamos fazer um jogo! — Ela propôs.

 

Confrontar aquele menina parecia complicado justamente por ela parecer mais uma criança indefesa então se ele tinha que falar na linguagem dela, que seja!

 

— Tá, o que você propõe? — Ele perguntou. 

 

Lavender sorriu antes de desaparecer de novo. 

 

Dante então ficou desconfiado manteve seus outros sentidos mais atentos além de reforçar seu escudo. 

 

Ele não ouviu nada durante um bom tempo até que Lavender apareceu em sua frente como se quisesse abraçá-lo. 

 

Poderia se esquivar ou se defender mas acontece que Dante não sentiu nada. 

 

Mas Lavender estava ali e com os braços esticados para seu corpo então porque…

 

A turma B1 ficou chocada ao ver as mãos de Lavender atravessarem o tórax de Dante.

 

— Toquei! — A garota disse sorrindo docemente. 


 

{ Lavender Reynolds}

{ Individualidade: Phantom }

[ Pode de ficar invisível ou intangível mas não pode fazer os dois ao mesmo tempo. Para tornar algo invisível ou intangível, é necessário contato direto com a pele ]


 

— Tá com você! — Ela disse infantilmente. 

 

Antes que Lavender pudesse correr, Dante foi mais rápido e tocou no ombro da garota. 

 

— Tá com você… — E correu. 

 

"Quer brincar, criança? Então vamos brincar." Dante pensou. 

 

A dupla continuou nesse jogo por uns minutos, todos perceberam que Dante chegava cada vez mais perto da marcação quando era a vez de Lavender o tocar com o propósito de fazê-la cair pra fora. 

 

E ele estava bem perto de conseguir isso. 

 

"Vamos…" Dante pensou parando em uma extremidade do campo de treino. 

 

Estava tudo muito calmo. 

 

— Boo! — Lavender disse pulando em Dante o fazendo cair para dentro do campo — Não pode ficar tão perto do beirinha, Dante! Você pode cair! — Ela sorriu como se ele fosse um bobo. 

 

— Ah… Não diga… — Dante disse cansado. 

 

Lavender estava sobre as costelas de Dante como se não fosse nada mas logo se levantou.

 

Dante já estava cansado fisicamente e mentalmente e foi se levantando pensado em como poderia terminar aquilo logo.

 

E foi limpando o uniforme que ele teve uma idéia.

 

O campo era em um terreno de terra arenosa. 

 

— Lavender! — Ele a chamou animado — Vamos brincar de outra coisa?

 

— De que? — Ela perguntou pulando animada. 

 

— Caça-Fantasma — Dante disse dando um micro sorriso — Você é o fantasma e eu te caço. 

 

— Hum… — Ela pensou um pouco — Parece divertido! 

 

— Ótimo! Pode começar! — Ele disse.

 

Dante se abaixou como se precisasse amarrar o sapato.

 

Ele pode ver poeiras subindo em uma área pequena e em um ritmo que vinha em direção a ele. Provavelmente os passos de Lavender. 

 

O rapaz com traços asiáticos esperou que ela estivesse mais próxima para pegar um punhado de areia e jogar para cima. 

 

Uma parte ficou grudado em Lavender a tornando mais visível. 

 

Já que estava abaixado, Dante levantou o corpo com força sentindo o peso de Lavender sobre seus ombros. 

 

"Eu vou me arrepender disso… mas é necessário!" Ele declarou a si mesmo.

 

Bum! 

 

Um pulsar saiu de Dante e com isso fez Lavender ser lançada pro alto. 

 

O rapaz cambaleou para trás mas conseguiu se manter em pé.

 

— Acabou a brincadeira… — Ele disse olhando pra cima querendo ver onde a garota havia parado. 

 

Desde quando havia uma árvore tão grande ali perto?

 

Aparentemente, a senhorita O'Branch conseguiu um jeito de Lavender ter uma queda tão fofa quanto suas orelhinhas de urso. 

 

A árvore então foi descendo até chegar em um ponto que Lavender podia descer dela sozinha. 

 

"Pelo menos deu certo" Dante pensou feliz por não ter se esforçado tanto à toa. 

 

A Supervisora Leyla foi ao encontro de Lavender que estava tirando as folhas do cabelo. 

 

— Você está bem? — A mais velha perguntou. 

 

— Sim! Foi divertido! Eu consegui ver minha casa lá de cima! — Lavender disse não aparentando nenhum pouco de medo ou raiva.

 

Leyla suspirou aliviada. 

 

— Que bom, brotinho. Pode se sentar, sim?

 

Lavender foi para perto de Lynn que a ajudou com as folhas e o resto da areia.

 

— Dante, você pode ter ganho mas por favor, não arremesse sua parceira pelos ares de novo! — Leyla pediu, na verdade, quase suplicou. 

 

— Sim, querida professora. Me desculpe… — Dante fez uma carinha de culpado arrependido.

 

— Tudo bem, querido. Sente-se, por favor — Ela disse. 

 

O rapaz esbelto foi andando em direção aos bancos.

 

"Não disse que não podia mandar outras pessoas pelos ares…" Ele pensou com um micro sorriso maldoso.

 

Dante foi para perto de Dennis e quase foi pra trás quando se sentou. 

 

— Dante… — O moreno alto já ia falar.

 

— Eu vou ficar bem, relaxa! — Dante disse não querendo falar com ninguém no momento. 

 

— Não, não é isso não!  — Dennis disse balançando a cabeça.

 

Ele pensou que estava preocupado? Que iludido!

 

— Seu traje tá todo surrado — Dennis falou.

 

Agora que foi avisado, Dante percebeu que as mangas arregaçadas foram arrancadas deixando retalhos na parte do cotovelo. Seus tornozelos ficaram numa situação parecida mas mais leve, um dos joelhos também estava exposto e entre o resto da roupa se espalharam alguns rasgos mas nada que deixasse a roupa inutilizável.

 

— Eu até que gostei… — Dante disse sorrindo, um sorriso real e aberto dessa vez.

 

Aquele estilo parecia mais autêntico com ele mesmo e isso o deixava feliz 

 

— Com licença… — Uma voz a direita de Dante soou. 

 

Era Emmett Jordan.

 

Dante se virou antes que pudesse analisar a voz e o britânico pode ver um pouco do sorriso dele. 

 

Lavender tinha razão, os dentes de Dante eram lindos! 

 

Emmett corou um pouco com essa visão. 

 

— Sim? — Dante questionou formando sua faceta inocente. 

 

Dennis tinha quase certeza de ter visto Emmett brilhar em vermelho neon por um segundo. 

 

— E-Eu só queria saber se você estava bem… — O único rapaz de olhos azuis disse olhando para baixo envergonhado. 

 

— Eu tô bem sim.. oh… — Dante cambaleou para o lado caindo bem em cima de Emmett. 

 

O britânico travou por um momento e Dante tinha quase certeza que aquele batuque descompassado era o coração do rapaz bonito em que estava encostado.

 

— Ah… Desculpe… — O rapaz com traços asiáticos disse fingiu estar encabulado — São os efeitos, eu já estou acostumado. 

 

Dante deu um risinho fofo que fez Emmett quase se derreter. 

 

Dennis, que estava de plateia, podia quase garantir que isso era mais literal do que figurativo. 

 

— Que bom… — Emmett disse parecendo mais calmo. 

 

Dante quase caiu quando seu lindo apoio de olhos azuis foi puxado brutalmente pela roupa. 

 

— Nossa vez! — Conrad disse puxando o parceiro britânico para o campo de treino. 

 

Emmett nem pode dizer nada. 

 

Dante logo se endireitou mostrando que estava muito bem recuperado. 

 

— Você é tão baixo assim? — Dennis perguntou.

 

— Fica na sua. — Dante respondeu friamente. 

 

Dennis estreitou os olhos mas resolveu relevar. 

 

Dante pegou um pirulito do bolso e isso o fez chamar sua atenção para seu pulso.

 

A pulseira que aparentava ser tão frágil, incrivelmente estava completamente intacta. 

 

"Que espécie de pacto é esse?" Ele questionou começando a desconfiar daquele acessório. 

 

Enfim, o pirulito estava lascado mas ainda era comestível e Dante pode focar totalmente no campo de treino onde alguém muito interessante iria lutar. 

 

Agora no campo estavam Emmett e Conrad.

 

Um rapaz parecia frágil apesar se ser alto e forte e o outro era forte de forma bruta quase como se matasse um leão por dia. 

 

A mão de Emmett soava fria e tremia fazendo sua pulseira verde tilintar. Conrad mantinha suas mãos em punhos prontos para o ataque, as veias pulsavam por baixo da pulseira laranja que possuía.

 

Com certeza, aquela luta ia render. 

 

— Isso vai ser divertido… — Loren disse se pondo em uma posição mais confortável para ver aqueles dois lindos rapazes lutarem. 

 

 — Prontos? — Leyla perguntou e ambos concordaram — Então… com-

 

— Espera! Espera! — Emmett disse interrompendo a professora.

 

O britânico suspirou relaxando um pouco. 

 

— Tudo bem… Perdão por interromper… — Ele disse mais calmo.

 

— Você está bem? — Leyla perguntou tendo a afirmação do aluno — Então comecem! 

 

Conrad imediatamente correu em direção a Emmett querendo dar um soco no rosto do britânico.

 

Ele só não esperava que esse se esquivasse tão rápido. 

 

Conrad tentou outro golpe e novamente Emmett conseguiu desviar.

 

O rapaz negro rangeu os dentes. 

 

— Luta! — Ele disse agora tentando um chute no rosto do parceiro. 

 

Emmett abaixou em uma manobra rápida e até curiosa.

 

— Aquilo é um espacate?! — Emily questionou surpresa.

 

Emmett Jordan estava em uma abertura lateral perfeita e ainda por cima com o corpo abaixado para frente. 

 

— Nem foi comigo e eu senti a dor… — Asta disse tremendo um pouco. 

 

O rapaz de olhos azuis viu que estava próximo as pés de Conrad e teve a ideia de puxar a barra da calça do parceiro a fim de derrubá-lo. 

 

Emmett puxou a roupa de Conrad assim agarrando os calcanhares do rapaz o fazendo cair.

 

Para que ele não levantasse tão cedo, Emmett manteve uma perna do parceiro para cima, a outra prendeu com sua própria perna e teve a idéia de também segurar o pescoço tendo que ficar entre as pernas de Conrad para isso. 

 

A turma B1 achou aquela posição meio estranha. 

 

— Eita caralho! — Asta exclamou surpreso.

 

— Olha a língua… — Dennis o repreendeu cobrindo o rosto pela vergonha alheia.

 

— Não fala isso, não! Até engasguei! — Dante disse cuspindo um pouco do pirulito por ter se engasgado com sua saliva pelo duplo sentido do momento.

 

— Algum problema, Lavender? — Lynn perguntou para Lavender que cobria o nariz.

 

— Uhum! Uhum! — Ela negou com a cabeça sem tirar as mãos do nariz. 

 

— Tem criança vendo! — Emily gritou para aqueles dois.

 

— Gente… Eles só estão lutando… — Loren disse sem tirar os olhos do campo de treino. 

 

Yuki e Leyla respiraram fundo diante daqueles comentários.

 

— Calem a boca, cacete! — Conrad gritou.

 

Enquanto isso, Conrad se debatia querendo sair daquela posição constrangedora e Emmett tentava segurá-lo.

 

— Eu não quero lutar com você! — O britânico declarou. 

 

— Péssima decisão… — Conrad disse meio sufocado.

 

O rapaz negro subiu a manga de Emmett deixando seu braço pálido exposto e o apertou com força. 

 

Emmett arfou por Conrad ser muito forte mas logo ele não sentiu nada.

 

Não sentiu que apertava o pescoço de Conrad, não sentiu que o parceiro agarrar seu braço, não sentia sequer seu braço!

 

Emmett olhou para Conrad que tinha um sorriso debochado em seus lábios.

 

— Porque eu quero lutar! — Ele completou a frase.


 

{ Conrad Roccher }

{ Individualidade: Petrificação }

{ Pode petrificar alguém em partes ou completo. Só pode petrificar uma pessoa por vez e não vale em si mesmo }


 

O britânico se assustou e então saiu de cima de Conrad.

 

O braço direito de Emmett estava totalmente imóvel. O rapaz de olhos azuis não conseguia mover a mão nem nada do membro direito podendo controla-lo somente pelo ombro e doía muito quando tentava fazê-lo.

 

Conrad aproveitou que o parceiro estava distraído e avançou nele com a maior força que conseguia por em um golpe. 

 

O rapaz de dreadlocks ficou chocado ao perceber que Emmett simplesmente sumiu e a força que exerceu foi tanta que não pode contratar a queda caindo para fora da marcação.

 

Emmett apareceu se formando de uma fumaça no meio do campo.

 

— Eu disse que não queria lutar… — Ele repetiu se sentindo mal por ter enganado seu parceiro. 


 

{ Emmett Jordan }

{ Individualidade: Células e Moléculas }

[ Pode controlar suas células e moléculas, o capacitando de se curar e ficar em qualquer um dos 3 estados da matéria: sólido, líquido e gasoso ]


 

— Ótimo, Emmett! — Leyla o parabenizou. 

 

Apesar do constrangimento, a luta foi rápida e até agora a que deu menos trabalho.

 

— Pode se sentar — A supervisora disse. 

 

Emmett sentou e mexeu sua mão para ter certeza que o efeito da petrificação tinha passado.

 

O britânico suspirou aliviado por ter recuperado o braço.

 

— Que tédio! — Asta exclamou. 

 

— Como você tá entediado vendo um bando de gente lutar? — Emily perguntou.

 

— Porque é chato ficar só de plateia — Ele explicou.

 

— Ah é? Ok! — Emily exclamou — Professora! Agora é nossa vez! 

 

— Ah… tudo bem — Leyla disse.

 

— O que?! — Asta exclamou surpreso. 

 

— Ue? Não tava entediado? — Emily o questionou cruzando os braços.

 

— Sim! Mas eu não queria lutar agora! — Ele continuou exaltado.

 

— Agora vai! — A garota-raposa pegou o braço do parceiro e foi o arrastando até o campo de treino. 

 

Emily o jogou no chão fazendo Asta arfar um pouco. 

 

— Se não quiser ser capacho, me dê uma boa luta! — Ela exigiu se afastando.

 

Asta começou a se levantar.

 

"Não é como se não tivesse sido capacho antes…" Ele pensou cerrando um pouco os punhos.

 

O rapaz começou a se lembrar de coisas que não queria e isso o manteve no chão.

 

Emily começou a bater o pé impaciente. 

 

— Qual é?! Já vai desistir as- — Emily continuaria gritando se não tivesse sido subitamente interrompida. 

 

Asta havia pego um punhado de areia e jogado na direção de Emily a deixando desnorteada e com poeira nos olhos. 

 

O rapaz foi rápido e chutou o calcanhar de Emily a fazendo cair. 

 

Asta então se levantou e foi para perto da parceira a vendo limpar os olhos quase chorando.

 

— Quem é o capacho agora? — Ele perguntou em um tom frio.

 

Dante ficou chocado ao perceber essa aura fria vinda de Asta que até então tinha aparentado ser só um imbecil. 

 

O rapaz do campo de treino ficou surpreso ao ser atingido por uma bola pesada bem na sua barriga.

 

— De onde saiu aquilo?! — Lynn exclamou.

 

— Pega mal se disser que saiu dela? — Dennis perguntou pois foi a impressão que teve.

 

— Na verdade, é o certo a dizer — Emily de pé e com os olhos irritados.


 

{ Emily Evans }

{ Individualidade: Onificiência }

[ Pode criar objetos a partir de si mesma. O limite atual é de 5 objetos a cada 10 minutos, se passar do limite os objetos não duram e viram poeira mais rápido ]


 

Os olhos ônix da garota-raposa estavam irritados tanto pelo golpe com areia quanto pela raiva do momento.

 

Emily esperava que o peso da bola já seria o suficiente para mandar Asta para fora da marcação mas lá estava ele segurando a bola com tranquilidade.

 

— Decisão horrorosa de objeto — Ele comentou. 

 

Asta segurou a bola como se quisesse entregá-la para Emily porém foi surpreendida quando a bola foi jogada contra ela como se tivesse sido arremessada de um canhão.

 

Emily imediatamente se abaixou. 

 

— Errou! — Ela gritou se levantando quando a bola já tinha passado. 

 

— Será? — Ele questionou com as sobrancelhas franzidas. 

 

Todos perceberam que Asta não abaixou o braço em momento algum. 

 

Quebrando as leis da física, a bola parou no ar e voltou como se estivesse sendo puxada.

 

Emily caiu de novo quando a bola atingiu suas contas e voltou para as mãos de Asta.

 

— Acertei… — Ele disse sorrindo debochado. 


 

{ Asta Mikhailo }

{ Individualidade: Atração e Repulsão }

[ Pode atrair coisas como um ímã e expeli-las como um canhão. Tudo em um certo limite de peso ]


 

— Você achou que ia ser molezinha, não é? — Asta questionou.

 

Emily olhou para ele incrédula.

 

A garota negra de cachos rosas olhou para baixo e soltou uma risada fraca.

 

— Achei sim mas eu não queria que fosse assim… — Ela disse se levantando com dificuldade.

 

Emily se recompôs e manteve uma posição de defesa.

 

— Agora vai ficar bem mais divertido — Ela comentou criando um escudo já preparada para outro ataque. 

 

— Também acho… — Asta disse preparando a bola para outro "tiro".

 

A turma B1 se empolgou  com aquela tensão.

 

Com certeza, o tédio já não tinha mais espaço naquele campo...


Notas Finais


Mais tarde tem mais


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