História My alpha? [vkook] - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais, V
Tags Abo, Kookv, Taegi, Taekook, Vkook, Yoonseok
Visualizações 261
Palavras 1.014
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - 04


- Você nunca aprende, deveria me obedecer, deveria ser um bom ômega e fazer o que mando!

- Mas...

- Mas? Parece que terei de ensina-lo bons modos e obediência, do jeito mais complicado e difícil.

- P-Por favor não faça isso, eu prometo não sair denovo, prometo nem chegar próximo da janela, por favor...

- Pequeno Tae, agora já é tarde para me propor isso, a sua curiosidade é muita, sei que se eu esquecer a porta destrancada você vai querer sair e brincar com aquele moleque novamente.

- Por favor papai, n-não... - suplico para que o mesmo não faça aquilo novamente.

- O que eu disse em relação a isso?

- Me desculpe Doutor. - digo abaixando a cabeça, enquanto lágrimas dominavam minha visão. 

- Acho que te tirar de lá foi uma péssima ideia, devia ter te deixado, a esse ponto já estaria com algum dono.

- Doutor... - tento chamá-lo, porém é em vão.

- Não quero ouvir uma palavra sua, ande, vá para seu quarto, e me espere lá , vou buscar uma coisa.

- Doutor, que coisa?

- Algo que comprei, e que vou adorar usar em você.

E novamente estou vagando em minhas mais turbulentas memórias, e novamente me vejo com medo.

- Tae? Você está bem? Por que choras pequeno?

- Aquelas lembranças, elas voltaram, eu não queria te falar, não queria que abdicase sua vida novamente por minha culpa. - falo com lágrimas transparecendo em meu rosto.

- Calma Tae, ele não está aqui, não mais. - diz me abraçando .

- Como pode ter certeza disso hyung, ele assombra minha vida, meus sonhos se transformam em pesadelos...

- Eles voltaram Tae?

- S-Sim

- Quanto tempo?

- Uma semana.

- Porque não me avisou? Isso é sério Tae, você sabe que tem que tomar aqueles remédios.

- Mas eles me deixam fraco, me deixam carente, me deixam parecendo um ômega.

- Tae, você é um ômega, mesmo que traspareça somente comigo esse lado, você continuará até morrer um ômega.

- Mas...

- Nada de mas, eu vou comprar o seu remédio e já volto.

- Tudo bem. - Digo me deitando novamente no sofá.

- Eu marquei com o Jungkook de vir aqui em casa hoje, daqui a pouco ele chega, receba-o por mim, sim?

- Como... - ele me lança um olhar mortífero - tudo bem, eu faço isso, mas em troca quero uma caixa de morango!

- Tae, o Jungkook é um menino bom, legal, dê uma chance pra ele, você não vai se arrepender.

- Mas ele quer me usar...

- Realmente tem uma aposta, mas ele só vai ganhar se você quiser isso, confie nele, eu sei que Jungkook não te faria mal, ele é uma boa pessoa.

- Aish, tudo bem, hyung, vá logo.

- Tudo bem, até!

Os minutos de passaram tão rápido que se transformaram em horas num piscar de olhos, e com esse mesmo piscar de olhos Jungkook aparece, ressurgindo de meus mais obscuros pensamentos, com uma jaqueta de couro preta, uma calça rasgada também preta e uma tradicional blusa branca, algo normal para muitos, porém não é o caso aqui, já que o mesmo temiam beleza que me impede de admitir tal coisa para qualquer um.

- Seu irmão está, Tae? - Eu acabei por deixar ele me chamar assim, mesmo que Yoongi não concorde, eu terei que ver e falar com ele quase todos os dias, então por que não? É só um apelido.

- Ah, não kook, ele saiu mas já chega - droga, eu tinha que transparecer minha insegurança logo agora, logo com ele? 

- Aish, tudo bem. Posso esperar ele aqui?

- Claro entre, estava indo preparar um lanche vai querer?

- Ainda pergunta? Parece até que não me conhece Tae... - ele fala se sentando no sofá enquanto ria - sua geladeira e eu somos uma só, não existe diferença entre nós.

- Você trás verdades, meu caro alfa. - acabo entoando na brincadeira.

- Não tem fiambre, pode ser peito de peru?

- Não, eu quero só torrada mesmo.

- Tudo bem... Aish! - acabo reclamando alto, pelo fato dos pratos estarem muito além da minha capacidade de alcanço.

- Pigmeu, deixa que eu pego. - Jungkook novamente surge das profundezas do tártaro, me dando um leve susto.

- De onde você sai garoto? Impossível, você aparece do nada. - observo o mesmo pegar os pratos com a maior facilidade do mundo.

- Pare de graça pigmeu. - diz risonho.

- Tudo bem, alfa mandão. - retruco no mesmo tom.

E assim se passou mais alguns minutos jogando conversa fora e rindo das inúmeras cenas ilárias do filme Hangover.

- Eu já te avisei, não quero você conversando e muito menos brincando com aquele garoto.

- Mas ele só...

- Cale a boca, e por essas desobediências, você vai passar uma semana na cabana.

- Não, doutor, por favor, isso não.

- Então pegue as correntes e algemas.

Meus pensamentos são interrompidos, por um voz me chamando, não conseguia distingui-la corretamente.

- Taehyung, Taehyung volte, por favor Tae, ele não está Aqui...- vejo enfim meu irmão á minha frente.

- Hyung, por que tinha que acontecer comigo? - digo em um sussurro segurando o choro.

- Trouxe o remédio. Jungkook pega um copo com água?

- Obrigado. Beba. - ele diz me entregando o remédio e a água. - Jungkook, pode fazer algo pra mim?

- Claro, Hyung.

- Fique com Tae está noite? Meu chefe precisa de mim, e só chegarei amanhã de manhã.

-  Ah, sem problemas. 

- Muito obrigado, vou indo.

E novamente ele se vai, me deixando carente e sensível pra trás, maldito remédio.

- Você está bem? Precisa de algo?

- Não, Kookie, estou bem. - Droga. Já está fazendo efeito?

- Kookie? - ele diz sorrindo pequeno - Gostei, você está diferente. 

- O remédio me deixa assim, vulnerável.

- Amanhã você me explica isso. Vamos dormir, 'tô morto. - fala se levantando do sofá.

- Aonde vai?

- Ainda tem roupas minhas aqui? - assenti positivamente após a pergunta - Vou tomar um banho e arrumar a cama, por quê?

- Ah... É... dorme comigo hoje, por favor. - falo tudo embolado e rápido.

- Como? Repete devagar.

- Aish... dorme comigo hoje, por favor, não quero dormir sozinho. - termino e vejo o mesmo abrir um sorriso enorme, mostrando seus dentinhos avantajados que se assemelham a um coelho.

- Claro Tae.


Notas Finais


Desculpem de verdade, eu tive um bloqueio tão grande, juro juradinho não demorar 2 meses, promessa é dívida.


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