História My Angel - Yaoi. - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hunter x Hunter
Personagens Alluka Zoldyck, Chrollo Lucilfer, Feitan, Gon Freecss, Hisoka, Illumi Zoldyck, Isaac Netero, Kalluto Zoldyck, Killua Zoldyck, Leorio Paradinight, Machi, Personagens Originais
Tags Amor, Anjos, Assassino, Bem, Boys Love, Demonios, Doce, Errado, Fanfic Gay, Fofof, Gay, Gentileza, Gon, Hunterxhunter, Ingenuidade, Killua, Killugon, Ladycandycandy, Lemon, Love, Mal, Puro, Sexo, Sorriso, Yaoi
Visualizações 152
Palavras 760
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha o capítulo novo!! :3

Capítulo 2 - Capítulo um - Mãos manchadas.


Mãos manchadas

Tossi alguns vezes, tremendo um pouco de frio quando retirei minhas roupas enxarcadas. Me agachei, girei a torneira e observei a água escorrer pela mesma enquando enchia a banheira. Suspirei, olhando meu reflexo. Estava coberto por sangue.

Não me importava sequer se pegaria um resfriado ou não, minha cabeça estava cheia demais para pensar em algo tão banal. Tudo que minha vinha, enquanto lavava minhas mãos, era a ideia de que a água não limparia meus pecados como as minhas mãos.

Com cuidado me coloquei dentro da banheira, analisando a água ser contaminada aos poucos pelo meu vermelho. Segurei as lágrimas, esfreguei meu corpo com pressa e violência em busca de me limpar, mas as minhas lágrimas acabaram surgindo, e sem querer, acabaram por escorrer em meu rosto.

Não pude evitar chorar, "bater" as mãos contra a água, enfurecido, gritar em fúria e chorar mais ainda. Me doía ser um assassino, me doía muito ter tirado uma vida. E isso, eu terei de carregar pelo resto da minha própria vida, juntamente a culpa, mágoa e rancor.

...

— Você já terminou seu banho? Posso entrar? — Perguntou Gon. Pude o ver devido a porta mal fechada.

Não respondi. Estava alí, sentado numa cama confortável, de costas a porta onde ele estava, tentando me esconder com uma toalha branca, encolhido e calado. Sentindo o olhar dele sobre mim, me sentindo mal e envergonhado por aquilo, por alguma razão.

A porta abriu e um rangido foi ouvido. Logo os passos lentos seguiram atrás de mim, e em seguida o colchão da cama passou a afundar como se alguém andasse sobre ele. Acabei não me incomodando quando ele parou atrás de mim. Suspirei.

— Você vai acabar resfriado... — Ele disse, se ajoelhando e usando uma outra toalha que mantinha em mãos para secar meu cabelo.

— Não me importo... — Murmurei, suspirando em seguida. Ele então deixou a toalha sobre mim e se acomodou, sentado ao meu lado.

— Você tem que se acalmar um pouco, deiitar, dormir... — Ele me olhava, logo apoiando uma mão em minha testa.

Eu o olhava, com a visão turva.

— Parece que esta com febre... — Ele disse, e eu desviei o olhar. — Melhor se vestir, eu vou pegar um remédio para você... — Disse e levantou, seguindo a porta, logo saindo.

Não entendia muito bom o que ele estaria a pensar. Ele levou para casa um desconhecido que estava na rua, sujo de sangue, e sem fazer nenhuma pergunta, passou a cuidar desse desconhecido como se fossem amigos a anos. Não compreendo.

Quando Gon saiu, então, deitei na cama, meio ofegante — Acho que pela febre — e visualizei a porta por onde ele saiu uma última vez antes de fechar os meus olhos e acabar por apagar, sem mais e menos, pode se dizer. Estava exausto. Ele adivinhou.

...

Senti alguém tocar meu rosto. As mãos cuidadosas e quentes tocavam meu corpo frio com um certo carinho. Me movi um pouco, me sentindo mole, e com muita preguiça e relutância, consegui abrir os mesmos e visualizar, não tão nítido, Gon.

Ele mantinha uma mão em minha testa, podia sentir. Sua expressão de alivio quando abri os olhos foi algo que percebi sem fazer esforço algum, ele não conteve também o seu sorriso bondoso e espontâneo. Pisquei algumas vezes, enquanto ele me olhava.

— Ah, que bom, você finalmente acordou. Estava começando a me preocupar. — Ele sorriu, se afastando de mim aos poucos. Sentado na beirada da cama.

— Hm... Quanto tempo dormi? — Me apoiei na cama, me acomodando e aos poucos sentando.

— A noite toda. Quando voltei com o remédio você já havia dormido. Passei a noite controlando sua febre, ela é monstruosa. — Ele explicou, logo começando a rir baixo.

— ...Passou a noite acordado cuidando de mim? — Perguntei, surpreso e o olhando.

— Sim, sim. Não foi nada. — Ele sorriu e logo apoiou uma mãos em minha cabeça, me fazendo carinho. — Como se sente?

— Acho que... Bem. — Disse, um pouco confuso, o olhando.

— Ah, isso é ótimo. — Ele riu baixo mais uma vez. — Venha, vamos descer. Preciso te fazer um bom café da manhã. — Disse e levantou-se, seguindo a porta.

— Espera... Você não esta cansado? — Perguntei, sem entender aquele garoto.

— Ah, não se preocupe com algo assim, vou ficar bem. — Ele me afirmou e sorriu outra vez. — Vamos, estou pensando em fazer omelete, é minha especialidade. — Ele riu e saiu do quarto.

— Gon... — O olhei ir, e tentei o chamar, mas me contive. Confuso, não entendia mais nada. Aquele garoto era mesmo estranho.

Espera... Eu estou vestido?


Notas Finais


Obrigada por ler :3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...