História My Angel - Capítulo 2


Escrita por: e Arm0hhy

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Cosmic Girls (WJSN)
Tags Bts, Cosmic Girls, Drama, Eunseo, Jimin, Park Jimin, Romance
Visualizações 21
Palavras 2.380
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá queridos leitores.. Meus Docinhos! \(^O^)/♡
Trouxe mais um capítulo para vocês... E espero que gostem... Boa leitura!

Capítulo 2 - Inesperado


              · JIMIN ·

Já era noite, e eu estava na varanda de meu quarto observando o céu. A noite estava fria, a lua brilhava como nunca, mesmo assim, ainda me sentia sufocado naquele quarto. Fazia alguns minutos que meu pai, Park Minho, tinha ido se deitar, ou seja, só eu estava acordado naquela casa, além dos empregados. Eu me sentia estranho, queria fazer alguma coisa, só não sabia o quê.

[...]

- Jimin?

Me viro devagar, já reconhecendo a voz que chamava por mim, era Eunbi, minha empregada pessoal, vamos dizer assim. Ela cuida de mim desde que eu era um bebê, é como uma mãe para mim.

- Sim, Eunbi.

- Oh! Acordado a essa hora, filho? Pensei que estivesse dormindo.

Ela fala escorada na porta do quarto com algo em uma das mãos. Revirei os olhos deixando um meio sorriso escapar ao ouvir o que ela tinha acabado de falar.

- Sim, estou sem sono. - Me aproximei dela afagando carinhosamente seus cabelos. - Não se preocupe mamãe, eu não estou com crise desta vez, só estou sem sono mesmo.

- Yah!! Nem toque nesse assunto de crise. Isso me traz lembranças tão ruins. E na verdade eu nem vim falar sobre isso. Vim te entregar isso!

Observei ela erguer uma da mãos diretamente para mim, me entregando um telefone.

- Mas, o que é isso? Quem está me ligando?

- Calma. É sua prima, Yoojung. Eu não sei o que ela quer, mas ela pediu que eu entregasse para você. Bom.. Já vou indo!

Só depois que Eunbi me abraçou e saiu do quarto foi que eu pus o telefone no ouvido. Não entendia Yoojung me ligando e essa hora. O que ela poderia querer?

- Alô? Yoojung?

- Jimin? Primo? Oi, tudo bem?

- Tudo, mas diz logo o que você quer sua louca, a essa hora me ligando? - Falei ouvindo os risos abafados dela ao telefone.

- Eu preciso da sua ajuda pra limpar a casa.

- Limpar a casa?! - Falei confuso. - Como assim?

- Olha, não conta pra ninguém. É que ontem papai e mamãe viajaram... Ai hoje eu resolvi fazer uma festa aqui em casa e... Deu ruim!

Estava me segurando para não rir daquela situação, Yoojung sempre arranjava confusão e sempre me pedia ajuda quando dava errado.

- Como assim, "Deu ruim"? O que houve?

- Tá tudo sujo de bebida! Objetos jogados pela casa! E aquela jarra que mamãe AMA tá numa situação horrível! Eu preciso da sua ajuda Jimin... Vem aqui em casa agoora! MEU PAIS VÃO VOLTAR AMANHÃ!!

Tentei me segurar ao ouvir sua últimas palavras, mas não consegui, comecei a rir em disparada.

- Hahaha!! Yoojung... Você é louca? Você quer que eu vá ai a essa hora? Mas, como?

- Eu não sei. Arranja um jeito. Pelo que eu saiba, tio Minho deve estar dormindo agora. Pega o carro dele escondido... Sei lá. Por favooor!!! Jiminie!!!

Eu não sabia o que fazer, mesmo aquilo sendo muito errado, não podia deixar minha priminha querida sozinha nessa. Ela também já me ajudou muito em várias situações. Eu estava sem sono, sem nada para fazer, e com vontade de fazer alguma coisa. Eu aceitei.

.·.·.·

Eu não acreditava no que estava fazendo. Estava entrando no quarto de meu pai para procurar a chave do carro dele. Andava na pontinha dos pés para não fazer barulho, enquanto observava ele dormindo feito um bebê, confortavelmente em sua cama.

[...]

Procurei nas gavetas da cômoda, procurei no closet, procurei praticamente em todos os cantos possíveis, mas não achei a chave.

- Droga! Onde será que ele colocou essa chave? - Sussurei para mim mesmo, já irritado por não está conseguindo achar.

- Eu não quero saber. Humm.. Não! Eu já disse que uma mão lava a outra Sr. Lee.

Quase caio de susto ao ouvir os resmungos de meu pai que ainda dormia. Eu ouvi perfeitamente o que ele tinha dito, e percebi ele mercionar um tal de Sr. Lee. Não sabia quem era, mas fiquei cismado com aquele nome. Após procurar a tal chave por mais alguns segundos, finalmente a achei, ela estava na mesinha ao lado da cama, tão visível, mas eu com a minha falta de atenção não a vi lá. Que tolo.

.·.·.·

Entrei rapidamente no carro que ainda estava na garagem. Liguei e dei partida, dando continuidade a missão de salvar Yoojung daquela enrascada. Mais alguns minutos de estrada e eu já chegaria ao meu destino, porém algo fez o rumo do plano mudar. Quando eu menos esperei alguém se enfiou no meio da estrada, a pessoa parecia não perceber que eu estava no caminho. Parecia inevitável, por mais que eu tentasee frear o carro se aproximava cada vez mais. Tentei até desviar, mas já era tarde demais. Tombei contra aquela pessoa. Tudo começou a ficar escuro, estava zonzo. Foi quando eu apaguei.

.·.·.·

Alguns minutos depois...

Acordei, abrindo vagarosamente os olhos. Eu ainda estava com a vista embasada, e com a audição falhando. De dentro do carro, e podia ver muitas pessoas, mesmo que embasadas, ao redor. Eu ouvia várias vozes, sem distinguir o que falavam. Era um burburinho de pessoas.

Após mais alguns segundos, já tinha os meus sentidos regularizados.

Me movi para mais perto de uma das portas do carro com o intuito de abri-la, só que ela estava emperrada. A empurrei com todas as minhas forças, percebendo que alguém que estava do lado de fora me ajudava, só assim conseguimos então, abrir a mesma em seguida. Saí do carro ainda em desespero, olhando diretamente para a pessoa que tinha atropelado. A observei, percebendo que era uma garota.

- Ela está bem? - Falei, perguntado para a pessoa que tinha me ajudado a abrir a porta, me ajoelhando diante da garota, que ainda estava no chão. Observei ela por um instante, percebendo os belos traços que contornavam o seu rosto. Ela era realmente muito bonita.

- Não sabemos. Mas, já chamamos uma ambulância, e a polícia já está a caminho.

" Droga! Meu pai vai ficar furioso se souber que eu peguei o carro dele escondido, e ainda atropelei uma pessoa. " Pensei, mas logo voltei minha atenção para a moça que ainda estava desmaiada.

[...]

Alguns minutos depois a polícia chegou. Os policiais vieram diretamente para mim, e fizeram um questionário interminável sobre o acidente. Eles me rondaram como se eu fosse um criminoso perigoso, era engraçado.

- Como ocorreu esse acidente rapaz?

Um dos policiais peguntou para mim com uma expressão séria, e um caderno de anotações nas mãos, pronto para anotar o que eu iria falar.

- Eu estava vindo da casa do meu pai, e indo para a casa da minha prima. E quando eu estava na metade do caminho, essa moça se enfiou no meio da estrada... Eu tentei frear, tentei até desviar, mas já era tarde.. E aconteceu isso. - Baixei a cabeça ao terminar de falar.

- Como você se chama? Você conhecia a garota?

- Park Jimin... E, Não. Não tenho ideia de quem ela seja.

- Tinha algo contra a família dela?

- Claro que não. Eu não conheço nem ela. Como vou ter algo conta a sua família?

- Está alcoolizado?

- Não!

- Vamos fazer o teste!

Observei o policial ir até a viatura e pegar um objeto esquisito, que obviamente era para fazer o teste do bafômetro. Ele se aproximou de mim e utilizou o objeto em mim, especificamente na minha boca.

- Solte o bafo!

- Certo. - Segurei firme o objeto contra a boca, logo respirei fundo e soltei o bafo contra.

- Vamos ver. É... Parece que você está sóbrio. Mas, mesmo assim, vou precisar dos seus documentos. Carteira de motorista principalmente!

Paralisei ao ouvir a ultima frase que ele tinha falado. Eu não tenho carteira de motorista, e não tinha trazido a do meu pai. Merda!

- Senhor policial. Eu não tenho carteira, mas os outros documentos eu tenho. - Estava mais sem graça do que Yoojung quando se mete em confusão.

- Está falando sério? ... Então, rapaz... Eu vou ter que apreender o seu veículo!

Entrei em desespero, só de pensar no carro do meu pai sendo apreendido por culpa minha. Me dava calafrios.

- Não. Por favor. Eu não fiz nada demais. É só eu voltar pra casa com o carro. Por favor, senhor policial ! - Estava praticamente implorando que ele não apreendesse o carro.

- Rapaz, eu sei que você não é um criminoso. Nem tem cara! Mas é o meu trabalho. Você vai poder recuperá-lo de volta. É só pagar fiança.

- Mas.. E o meu pai.. Ele.. Aaa.. Mas eu não vou preso, certo?

- Não, não vai. Já concluímos que você não teve culpa. Só precisa pagar a fiança para recuperar o carro.

- Certo. Mas, onde o carro vai ficar?

- Rua Hyungoo, na 5° delegacia, perto da Rodoviária Principal.

Observei o policial se virar voltando para a viatura. Quando a polícia saiu, levando o carro de meu pai, fiquei pensando em como ele iria reagir se soubesse disso. Eu estava realmente numa fria.

[...]

A ambulância chegou minutos depois que a polícia saiu.

Os socorristas sairam de dentro da ambulância,  e também me fizeram muitas perguntas. Expliquei tudo sobre o acidente para eles, e falei também sobre os policiais e a apreensão.

- E então... É grave? - Falei com um dos socorristas me referindo a moça, que eles estavam pondo em uma maca.

- Não. Mas ela teve alguns arranhões pelo corpo, e parece fraca. Ela terá que ser medicada.

- Oh! E eu posso ir com vocês? Dentro da ambulância?

- Você disse que não a conhecia, certo!?

- E não conheço. É porque a culpa é minha de ela estar assim. E o mínimo que eu posso fazer é acompanha-la até o hospital. Por favor. - Falei observando ele já colocando ela dentro da ambulância.

- Não sei não...

- Eu só quero acompanha-la senhor, por favor... Pelo menos isso.

- Aaah... Tudo bem. Vamos abrir uma exceção para você. Venha rapaz. Pode vir com a gente!

Abri um pequeno sorriso após ouvir suas palavras, entrando logo depois dele, que fecha as portas da ambulância logo em seguida.

.·.·.·

No hospital...

- Por quanto tempo ela vai ficar aqui, Doutor? - Perguntei para o médico olhando através do vidro do quarto em que a moça misteriosa estava.

- Não sabemos exatamente. Mas, talvez amanhã ela já tenha alta. Não é nada grave.

Observei o médico fechar a porta do quarto em que ela estava e se virar para sair.

- Doutor?! Mais uma pergunta!

- Sim. Diga.

Ele se vira me olhando fixamente, com uma expressão seríssima.

- Vocês já sabem o nome dela?

- Infelizmente não. Mas não será difícil descobrir. Logo, logo a identidade dela será revelada. Ah... Só uma curiosidade! Mesmo que eu soubesse o nome dessa moça eu não lhe contaria. Você não é da família dela pelo o que eu sei. Não deve se intrometer!

Ele fala, em seguida se vira e sai andando rapidamente para o outro corredor sem deixar que eu o responda, me deixando sozinho.

- Obrigado doutor. Gentileza da sua parte terminar uma conversa dessa maneira. Agradecido! - Falei em tom de sarcasmo, percebendo que ele tinha me deixado sozinho. Logo me viro, olhando novamente para a moça que transparecia no vidro que nos separava, sentindo a forte culpa de ter feito aquilo com ela. Por mais que eu soubesse que a culpa não fosse totalmente minha, eu me sentia inevitavelmente mal.

- Não foi minha intenção, moça. Por favor... Me perdoe.

Falei enquanto olhava aquela moça misteriosa, colocando uma das mãos contra frio vidro comum dos hospitais.  Eu não a conhecia, nunca a tinha visto antes, mas ela tinha algo que me atraía, eu não podia negar. Fiquei por mais alguns segundos observando ela, mas logo meu celular começa a tocar estridente naquele corredor vazio. Atendo.

- Alô?

- Jimin, sou eu, Yoojung. Por que está demorando tanto?

- É uma longa história. - Dei um pequeno sorriso pensando em tudo o que aconteceu desde a última ligação que ela tinha me feito.

- Tá. Depois você me conta. Só tenta vir o mais rápido possível!

- Certo. Tentarei. - Desliguei. - Tchau moça misteriosa! - Falei olhando para ela uma última vez antes de ir.

A casa de Yoojung não ficava longe do hospital em que eu estava, então eu poderia muito bem chegar lá andando. Levaria apenas alguns minutos.

°°°

Dia seguinte...

· SR. PARK ·

- Bom dia! Onde está Jimin, Eunbi? - Falei indo até a cozinha, ainda vestindo o terno.

- Bom dia! Eu não sei, senhor. A última vez que o vi foi ontem à noite, quando Yoojung ligou para ele.

Fiquei confuso ao ouvir o que ela tinha falado, imaginando porque Yoojung ligaria para ele, ainda mais tarde da noite.

- Yah! Deixe esse assusnto para lá. Jimin sabe se virar sozinho, já tem quase dezoito anos. - Falei observando Eunbi terminar de colocar meu café.

- Sim, Sr. Park.

- Eunbi,  mande a faxineira fazer uma limpa em todos os cômodos da casa. Estou achando essa casa um tanto empoeirada!

- Sim, senhor. Mandarei agora mesmo. Com licença.

- Ah! Mais uma coisa. - Falei após dar um pequeno gole de café.

- Sim, senhor. O que deseja?

- Você viu a chave de uns dos meus carros? Não estava do lado da cama hoje de manhã.

- Não vi não, senhor. Talvez o senhor tenha colocado em outro lugar.

- De jeito nenhum! Eu lembro que -- Antes que eu terminasse de falar, meu celular comela a tocar. Atendo. - Alô?

- É o Senhor Park Minho?

- Sim, eu mesmo. E você, quem é?

- Aqui é o delegado Jeong Su. Eu vim avisar que seu o carro foi apreendido ontem à noite, e você deverá pagar fiança para recuperá-lo.

- O QUÊ ?! Do que o senhor está falando??!! Isso é algum tipo de brincadeira??!!

CONTINUA...

Prox. Cap. :

" - VOCÊ PENSA QUE EU SOU IDIOTA??!! ... OLHA PRA MIM! E NÃO FINGI QUE NÃO SABE DO QUE EU TÔ FALANDO. "

.......................................................


Notas Finais


Espero que tenham gostado... ♡
Sei que demorei um pouco para postar esse capítulo... É muito difícil desenvolver uma história dessas em tão pouco tempo! Peço desculpas, e cito que tentarei postar os próximos cada vez mais rápido... Obrigada!
Se gostou, divulgue, por favor! ^-^ Isso ajuda muito... E ⒷⓎⒺ.


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