História My Angel - Capítulo 18


Escrita por: ~ e ~idksuckers

Postado
Categorias Barbara Palvin, Cameron Dallas, Chaz Somers, Cher Lloyd, Cody Simpson, Dylan O'Brien, Francisco Lachowski, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Barbara Palvin, Cameron Dallas, Chaz Somers, Dylan O'Brien, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Ryan Butler
Tags Drama, Escola, Família, Festa, Luta, Novela, Romance, Shoujo Romântico, Violencia
Visualizações 792
Palavras 1.358
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 18 - Heartbreaker


Fanfic / Fanfiction My Angel - Capítulo 18 - Heartbreaker

Emma’s pov on 

Senti um vento gélido passar pelo meu corpo arrepiando-me por inteira, soltei um resmungo abafado pela minha bochecha pressionada contra o travesseiro, tateei a mão pelos lados em busca de um cobertor mas só senti a cama fria ao meu lado, com os olhos ainda fechados soltei um bufo imaginando que a coberta tenha caído no chão e ao me remexer para deitar de costas senti uma pontada de dor em minha intimidade, arregalei os olhos imediatamente e então me veio tudo à cabeça. 

Eu havia perdido minha virgindade. 
Eu havia feito sexo pela primeira vez na vida. 
Eu havia feito sexo pela primeira vez com Bieber. 


Os acontecimentos da noite passado vieram como um filme em minha cabeça, eu sentia meu corpo pesado e me lembrava das coisas que havíamos feito, e ao tentar sentar senti uma ardência em meu traseiro, minha bochechas ruborizaram automaticamente ao lembrar do porquê eu estar assim. 

Enterrei minha cabeça no travesseiro e gemi pensando na merda que tinha feito, mas então me recordei de como havia sido maravilhoso senti-lo por inteiro e um sorriso bobo se formou em meus lábios. Mas ao me lembrar que a cama estava vazia eu levantei minha cabeça rapidamente buscando Justin ao redor. Ele não estava ali. 

Minha mente já começou a ferver imaginando o que ele estaria pensando de mim e o que estaria fazendo, a imagem dele na frente de um fogão se esforçando para fazer um café caprichado para nós dois me veio a cabeça e eu senti a ansiedade atravessar meu corpo, o sorriso se alargou ainda mais e me levantei rapidamente na intenção de ir até ele.

Vesti-me com uma camisa preta dele pegando emprestada e uma cueca box que achei em sua gaveta, a felicidade que envolvia meu corpo não me deixava pensar direito no que estava fazendo e de repente eu já me via na frente do espelho do enorme banheiro que havia ali escovando os dentes com uma escova nova achada por ali e arrumando meus cabelos e meu rosto amassado pelo sono, fui rapidamente até o início da escada mas me recompus ao perceber que estava parecendo desesperada. Meu cérebro deu um estalo ao perceber que eu não o ouvia na cozinha e nem sentia cheiro de comida pela casa. 

Provavelmente ele havia ido comprar comida. Provavelmente. 

Eu desci as escada lentamente abrindo um sorriso radiante imaginando que ele estivesse a minha espera, mas cada vez que chegava perto da sala meu sorriso diminuía e meu coração acelerava. 

 — Hã... Oi.— disse forçando um sorriso de canto ao vê-lo sentado em uma poltrona no meio da sala.

Seu rosto estava sério e sombrio, o olhar congelado na tela da TV desligada, as olheiras abaixo de seus olhos denunciavam que ele estava acordado fazia tempo e isso o deixava ainda mais intimidador. Ele fazia movimentos leves com o copo de bebida em sua mão fazendo com que o barulho da pedra de gelo se chocando contra o vidro ser o único barulho na casa, seu olhar carregava tanta frieza que meu corpo estremeceu levemente e minha respiração falhou por um momento. Senti-me tão desolada que a felicidade que havia dentro de mim a minutos antes parecia ter evaporado. 

Ao ouvir minha voz seus olhos capturaram os meus e não me senti bem como havia me sentido horas atrás ao ter o seu olhar sobre o meu, ele não transparecia estar surpreso com minha chegada ali mas provavelmente não me queria ali. 

Uma muralha de gelo havia sido colocada entre nós e nem o calor que havíamos sentido noite passada conseguiria descongela-la. 

 — O que você ainda está fazendo aqui? —  por um momento pensei que aquilo tudo era brincadeira, de muito mal gosto, mas seu tom não era de quem estava se divertindo com a situação e o olhar gélido que ele lançou para meu corpo quase desnudo me fez perceber o papel de ridícula que estava fazendo. 

 — E-eu..eu não sei.— falei desviando o olhar, perdida, minhas bochechas queimavam de vergonha e me sentia desconfortável com a roupa que vestia, a tensão pairava sobre o ar e eu me contorcia tentando adivinhar o que havia acontecido, o que eu havia feito de errado.

Me perguntava se para ele não havia sido tão bom como havia sido para mim e se ele não havia sentido as mesmas coisas que eu havia sentindo, me perguntava se não havia sido um erro ter me entregado de bandeja a ele, se agora ele estaria me achando fácil demais e se eu seria constantemente humilhada a partir de agora. Me perguntava várias coisas mas eu não sabia a resposta para nenhuma das minhas perguntas. 

 — Você já deveria ter ido, já é uma da tarde, tenho coisas para fazer, coisas importantes.— senti minha garganta queimar e meus olhos querendo transbordar em lágrimas.

Ele me olhava de uma forma que não conseguia explicar, só sabia que eu não estava me sentindo bem. Parecia que nada havia acontecido e que tudo era mais um sonho que eu havia tido, mas eu sabia que não era, eu sentia que não era, tanto pelo meu corpo quanto por dentro. 

Uma lágrima escapou e eu abaixei a cabeça rapidamente, a confusão em minha cabeça era tanta que não pude me conter ao dizer trémula. 

 — M-mas... e... e noite passada?— eu tinha que admitir que havia realmente pensado que iria ganhar uma atenção especial depois daquilo, mas não podia ser idiota de imaginar que iríamos esquecer as intrigas idiotas e começar a nos relacionar como pessoas apaixonadas, ainda mais se tratando de alguém como ele. 

 — Noite passado foi noite passada, hoje é um novo dia e eu estou perdendo meu novo dia com você. — ele se levantou da poltrona e deu alguns passos para frente ficando a poucos metros de distância de mim. — Eu fiquei com pena de você depois daquele acidente com o garoto, mas ao perceber que você queria mais atenção que o necessário eu não pude deixar de dá-la, e aqui estamos nós, você já pode ir embora pois parece que eu a ajudei o suficiente a fodendo e dando o prazer que você tanto queria de mim. —  ele disse se aproximando lentamente de mim, enquanto a humilhação não me deixava pensar direito e nem conte-lo, as lágrimas já saiam livres dos meus olhos e eu não me importava com isso. Ele voltou seu olhar para o relógio sem demonstrar nenhum tipo de remorso por suas palavras frias, e eu me senti cada vez mais perdida. — Agora se você me der licença, preciso ir, você pode chamar um táxi e ir, não fique aqui por favor, para seu próprio bem, a camiseta você pode devolve-la depois de limpa, já a cueca, hm...— ele olhou para minhas pernas expostas e eu senti nojo de mim mesma por ter o deixado tocar em mim.— Bem, fique de lembrança caso sinta saudades. – Justin falou e meu estômago embrulhou, ele ia sair da sala mas parou ao meu lado ficando perto do meu ouvido o suficiente para dizer.— Ah, não esqueça, isso que aconteceu aqui foi para ajudar você, embora tenha beneficiado os dois, mas isso não quer dizer que vá acontecer novamente.— e então ele saiu sem se importar de fechar a porta de entrada. Escutei ele avançar com o carro e então desabei. 

Eu me sentia tão suja e humilhada que tinha medo de dar um passo e cair no chão, a verdade se estampou em minha cara que eu não sabia como havia me entregado à ele tão facilmente, pois Justin Bieber não era o tipo de cara que te dá flores e nem aquele que concerta corações, ele os quebra, os despedaça por inteiro, destruindo toda sua confiança e te intimida com aquele olhar. 

Eu deveria ter imaginado que algo assim aconteceria, que ele não seria diferente só porque fez sexo comigo, ele deve estar tão acostumado a fazer coisas desse tipo que nem se importa mais com o que acontece com as pessoas que machuca. Eu fui apenas mais uma. 

Porra, eu definitivamente havia sido mais uma pra ele, quando ele foi o primeiro para mim.



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