História My Angel - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Comedia, Drama, Markjin, Mpreg
Visualizações 682
Palavras 2.387
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha eu chegando ~

Tarde? Claro! Mas como sempre estou tentando algo que preste ~

Gente, esse capítulo pode bugar um pouquinho vocês, peço para que prestem bastante atenção, ainda mais no começo, ok amores?

Espero teorias depois disso skjkdjd

Ahh amores, agradeço pelos 300 favoritos, de verdade<33333333333

Enjoy!

Capítulo 17 - Hate


Capítulo 17 - Hate

 

"Tudo estava em uma escuridão completa, como se um forte breu estivesse cobrindo os olhos de Choi YoungJae. Seu corpo parecia estar caindo sobre o infinito, ou um poço que não possuísse fim, era agoniante aquela sensação de não poder controlar a si próprio, por mais consciente que estivesse. Não conseguira compreender o que estava ocorrendo ali, e por que consigo? Era algum tipo de brincadeira, ou algum tipo de droga que lhe fora injetado na veia? Não, não, parecia ir além disso, como se estivesse em outro plano, como se seu espírito havia saído de seu corpo e sobrevoasse aquele lugar sem sua permissão, terrível lugar por sinal. Olhava ao redor tetando captar algo que fosse comum de "seu mundo" mas nada vira sobre o local, ao menos a forte escuridão que parecia lhe dar a sensação de calafrios. Seu corpo leve pousou sobre algo sólido que julgou ser um chão, mas era estranho, como aquilo poderia ser um chão se não podia enxergar nada, a não ser seus pés? — com total dificuldade, óbvio. — só então que pudera entender, aquilo era algum tipo de sonho, ou melhor, um pesadelo mesmo, pecou tanto que havia sonhando parar no inferno? Era uma das únicas possibilidades que cogitou, já que nada fazia sentindo ali.

Rolou os olhos sobre o lugar novamente, e como sempre, nada. Por quanto tempo ficaria ali? Por quanto tempo seria castigado por aquele maldito sonho? Nada ocorria, nada podia ver, nada podia sentir a não ser sua respiração e a agonia de estar em um lugar tão desconhecido como aquele, estava com medo, queria rezar mas seu corpo não seguia suas ordens. Assustou-lhe então quando uma luz lhe "acordou" mostrando outro lugar daquele sonho, como se tivesse sido teletransportado para outra cidade. E o pior não fora aquilo, e sim o que seus olhos presenciaram sem seu consentimento; Dois garotos, mas especificamente duas crianças, brincavam sobre uma estufa, — a que julgou ser muito familiar para seu gosto. — um deles, o mais alto e provavelmente o mais velho falava algo que não podia entender, mas pensou ter dito ao outro algo como "proteger", já que fizera gestos como se fosse um escudo. O outro pelo qual não podia ver o rosto também, apenas fingia estar adorando a cena, e ria como todas crianças sabem fazer, como somente as crianças sabe fazer. Choi nem se tocara que via aquela cena com um sorriso no rosto, assim como não se tocara que já ignorava o fato de estar em um sonho, incrivelmente absorto em pensamentos, sentindo seu peito estranhamente quente com aquela cena, mas por quê? Não tinha sentido algum, mal conhecia aquelas crianças.

Rapidamente, sem que seus olhos pudessem captar, o ambiente mudou, agora era...A casa de Im? Mas o que? Ok, as coisas já não tinham sentido, dessa forma YoungJae pensara que precisava ser internado em um hospício. Ignorando o que sua mente mandava, o garoto continuou a observar as crianças correndo sobre a casa de seu chefe, — o que em sua opinião, estava diferente, parecia mais... Nova? — eles riam e riam, e novamente aquela sensação estranha lhe invadiu o peito, por que diabos se sentia feliz por aquilo? Era um instinto maternal nascendo em si? Ué, mal podia ver os rostos das duas crianças e já estava dando uma dessas, precisava urgente sair daquele sonho, antes que algo ainda mais louco pudesse ocorrer.

Talvez o melhor era Choi não pensar naquilo, fora um tremendo de um erro, como se rogasse praga para si mesmo. Novamente o lugar mudou, agora estavam os dois sobre um quarto da mansão; Um quartinho pequeno e escuro, os dois se abraçavam com semblantes assustados e amedrontados, algo estava errado, e ele precisava descobrir. Novamente aquela palavra lhe rondou a cabeça, por quê? Não sabia, mas precisava urgentemente fazer aquilo, precisava salva-los. E foi o que Choi tentara fazer, mas quando veio a correr sobre chão, parecia que tudo se afastava de si, e o breu voltou aos seus olhos sem que percebesse, como se um pano preto tampasse seus olhos. Horrível. Um grito fora ouvido, mas não sabia porque, não via, e as vozes das duas crianças pairavam sobre o ar, um deles gritou "Hyung" antes de YoungJae sentir uma forte pancada sobre a cabeça, como se tivesse sofrido algum tipo de acidente, o mais estranho era o fato de; Por que diabos ele estava sentindo aquilo quando na verdade quem fora atropelado era uma das duas crianças?

Maluco.

Choi só se lembra de que a venda sobre seus olhos caíram, e em frações de segundos pode ver o rosto de uma das duas crianças, era o garoto do álbum de fotos que encontrara a algum tempo atrás. 

O quê....?"

 

Algo molhou seu rosto, uma lágrima. YoungJae finalmente voltou a realidade, havia acordado, notando que sentia um peso sobre si, muito peso na verdade. Foi quando se deu conta que Mark estava sobre si, e o balançava como se não houvesse amanhã, seus olhos transmitiam preocupação, estando quase marejados. Choi levantara de forma apressada, como quando temos um choque de realidade quando acordamos de um sonho, chegou a ser engraçado, e aliviante para Tuan, que a mais de dez minutos tentava acordar o outro que nem ao menos reagia a seus chamados, parecia que havia morrido.

— Uau garoto, você quer me matar do coração ou algo do tipo?! Pensei que tivesse morrido, puta que pariu... — disse o mais velho, passando as mãos sobre os fios molhados de cabelo.

— Me desculpa...Eu tenho sono pesado, as vezes. — Choi sentia-se completamente estranho, não sabia o motivo disso, mas precisava esquecer aquilo. Suspirou de leve antes de encarar Mark. — É normal, meu irmão tinha que me bater para eu acordar antes. — riu baixo.

— Agradeceria se alguém tivesse me avisado sobre isso. — suas palavras saíram com um tanto de sarcasmo, o que fizera Choi rir baixo. O mais novo olhou em volta, não se lembrara quando havia pegado no sono. 

— Onde está Senhor Im?

— Meu irmão-idiota foi ver alguma coisa com Bambam, se não me engano ele foi ver a noiva dele. — Choi sentiu seu peito quebrar em vários pedaços, JaeBum tinha uma esposa...? Como assim? Por quê ele não havia contado sobre isso?

— YoungJae está tudo bem? — Mark perguntou ao notar a expressão nada boa de seu amigo.

— Está.... — abaixou a cabeça ao pronunciar, não deixando que Tuan visse que lágrimas estavam ao ponto de tomar conta de seu rosto. Por que JaeBum era assim? Por que ele teimava em machucar seu coração? Custava contar a verdade? Havia até mesmo se declarado, mas ele tem uma esposa; Então, por quê? Por que tinha que ama-lo? Para sofrer tanto assim?

— Tem certeza?

— Sim. — mentiu por fim. Tuan mal sabia que Choi esperava um filho de seu irmão, e que seria tio, o que não ajudou muito na situação.

Droga, nada dava certo para Choi, sempre que encontrava sua felicidade, tudo vinha a desmoronar, como uma maldição. Talvez fosse isso, talvez tenha sido amaldiçoado quando nasceu, por isso nunca teve uma vida de verdade, sempre se rastejando sobre o chão, na sombra de seu irmão, sofrendo e chorando em silêncio, sempre fora assim, por que naquele momento seria diferente? Só por que havia ganhando em algo? Por que tinha o amor de Im? Se é que esse sentimento realmente existia. Eram tantas perguntas que rondavam sua cabeça, — que no momento estava prestes a explodir. — mas nenhuma possuía respostas, novamente, como sempre. Estava a beira de um abismo, e ainda por cima, não poderia se jogar de lá, não queria matar a vida que crescia dentro de si, ela não tinha culpa, mas JaeBum sim.

Ele sempre fora o culpado de estar sofrendo, por mais que negasse, sabia que ele o desmoronava, ele que causava aqueles arrepios em sua pele, aqueles choques de amor, de paixão, mas que nunca parecia ser correspondido. YoungJae se sentia um completo idiota por se iludir tanto com palavras, tolo! O que faria agora? Como encararia Im? Aish! Tudo que fazia, pensava ou queria dava errado, mesmo que não fosse por sua escolha, na verdade nada é por sua escolha.

No final, a única coisa que poderia fazer era esperar que ele voltasse para poder entender, mas quando ele voltaria?

 

E quanto a JaeBum? Ele mal tinha culpa nisso. Não tinha culpa se sua tia era louca e queria acabar com sua vida, não tinha culpa menos ainda que o mundo estivesse contra os dois, amava Choi e lutaria por ele, mesmo que ele não quisesse, iria persegui-lo. Sabia que nada seria fácil, por mais que quisesse, mas mesmo assim não ligara, seu sentimento pelo dono dos cabelos marrons era maior, então por que temer o amor?

Mas primeiro, o mais importante e urgente que precisava resolver era aquele assunto. Foi por isso que sumira assim que YoungJae adormeceu, rumou para sua casa, deixando JinYoung e seu irmão cuidando de Jae. Ao adentrar o lugar já vira que teria problemas, sua tia e uma...sócia da empresa? Uau, que sorte tinha em, esperavam-o.

— Pensei que passaria o dia aqui, — reclamou a velha — Minha bunda dói! — praguejou.

— Se dói ou deixou de doer não é da minha conta, vá direto ao ponto, que história é essa, me diga?! Quem te disse que eu aceitei ter uma noiva?

— Ninguém, decidi isso por conta própria, porque achei melhor.

— E desde quando tem esse direito, me diga?! Acha que, só porque minha mãe sumiu pelo mundo, tomará o lugar dela? Ah verdade, tu sempre estás tomando conta de tudo, e do lugar de todos, assim como fizera quando eu era pequeno!

— Você é bem preso ao passado em garoto? Com que autoridade você está a gritar comigo em? Acha que, só porque é o herdeiro disso tudo, é o dono do mundo? Faça-me o favor JaeBum.

— E você acha que só porque é minha tia, pode tomar conta da minha vida e de tudo que eu vá fazer? Faça-me o favor você sua velha imunda!

— Não ouse gritar comigo JaeBum! 

— Vai fazer o que, em? — se aproximou das duas, que se tornavam pequenas perto de si. Sua "noiva" nada falava. — Vai me bater? Vai me matar como fez com seu marido?!

Ela lhe deu um tapa.

— Eu não matei meu marido! Não tive culpa que aquele maldito acidente aconteceu!

— Jura? — passou a mão sobre o local. — quantas mentiras tu também contaste para essa garota?

— Nenhuma. — como disse JaeBum, nunca se pode confiar nas palavras de SaeRoon, além do mais, é muita ironia do destino quando seu marido sofreu um acidente de carro no mesmo dia em que ela descobriu estar sendo traída.

— Me deixa só com a garota.

— O quê? Acha mesmo que vou fazer isso? — cruzou os braços.

— Eu não acho, eu tenho certeza! Ou você sai ou eu te tiro! — gritou Im, fazendo a velha ceder por fim e sair da sala.

— Uau, o que foi aquilo Oppa? Pensei que vocês fossem se bater! — riu a garota e JaeBum se segurou para não vomitar. — Mas pelo jeito tu queres algo melhor! — se aproximou do outro.

— Quem te disse isso? Está louca? — riu irônico. — Acha que eu pedi para ficarmos sozinhos porque eu tentaria algo com você? — riu ainda mais.

— Óbvio que sim? — ela fez uma cara de quem não estava entendendo nada.

— Você está muito enganada então! Sabe por que? — dessa vez foi ele que se aproximou. — Vou deixar bem claro, eu nunca irei me casar com você, nunca! 

— E por que não? Já está tudo...— JaeBum a interrompeu.

— Para de se fazer de santa garota! Eu nunca vou me casar com alguém que não amo.

— Mas com o tempo pode me amar.

— Não vou te amar, nunca, pois eu já amo alguém.

— É só esquece-la!

— Esquece-lo. — pigarreou.

— O quê? — perguntou, achando que havia escutado errado.

— Eu amo um menino, algum problema? — arqueou a sobrancelha.

— Mas é claro que sim! — gritou! — É um menino, tem um pênis embaixo das pernas também!

— Que dejá vù, — riu baixo. — e qual o problema, garotinha?!

— EU JÁ DISSE! — se exaltou, suspirando pesadamente em seguida. — E o que esse garoto tem que eu não tenho, que vá fazer tu ama-lo? Me diga! Eu sou rica, sócia da empresa de seu pai, bonita, tenho ótimo corpo, sou inteligente, sei fazer tudo! Todos garotos caem aos meus pés, então por que tu não JaeBum? Em?! ME RESPONDE!

— Sabe o que ele tem que você nunca terá? — se curvou a altura da garota, que não era muito baixa como Choi. — Ele tem tudo, e o mais importante, ele tem meu coração, algo que você nunca terá. — ela o olhou incrédulo, saindo pisando forte no chão.

— Ah, quase que eu esqueço, qual seu nome, amorzinho? — perguntou em um tom sarcástico.

— Yuna. — disse em um tom seco, mostrando sua raiva de costas, o que fizera JaeBum rir. Jung YuNa era o típico de pessoa mimada que acha que vai conseguir tudo o que quer, tipo de pessoa que Im mais odeia.

JaeBum só não contara que quando Jung fosse abrir a porta, daria de cara com Choi. Havia pedido a YuGyeom que buscasse seu namorado quando saísse do hospital já que não poderia, por mais que quisesse. Im rumou na direção de YoungJae que se assustou ao dar de cara com aquela moça que parecia uma alfa, de novo, parando ao seu lado.

— Ah YuNa, deixe-me apresentar, este é meu futuro marido, Choi YoungJae. — Jung mordera o lábio com raiva, e foi ai que novamente Im era surpreendido por algo que não contava, Choi afastara de si, largando sua mão e se pronunciando;

— Quem diabos disse que eu havia aceitado me casar com você? — falou calmo.

— O quê? — Im olhou o garoto incrédulo, sentindo seu peito queimar pelas palavras que recebera como um tiro.

O que havia acontecido para Choi rejeita-lo daquela maneira? Não compreendia....Ele não o amava? Porém mal pensava Im o real motivo pelo qual isso estava acontecendo, era culpa sua? Talvez, mas talvez não.

 

"De novo, meus olhos se encheram de lágrimas, e fiquei triste por perdê-lo mais uma vez e, ao mesmo tempo, feliz, porque sabia, com certeza que ele ainda é único para mim. Sou realmente um idiota por estar preso a um passado, por estar preso a um único amor durante a vida inteira."

 

CONTINUA...?


Notas Finais


Está curto? Sim
Bugado? Sim
Choi fazendo cu doce? ÓBVIO DKDKJD

Eu sou meio louca gente, não liguem. Espero que tenham prestado bastante atenção no capítulo para captar bem as várias mensagens que e deixei pelo capítulo ~

Ah, eu fiz uma referência ali, se alguém entender ela eu faço maratona KLJDKDD (NÃO TO PROMETENDO NADA, OK? KSSJSK)

Tretas ainda estão por vir ~

Espero teorias em relação ao sonho do JaeJae amores ^^

Amo vcs! Até mais!

Peço perdão pelos erros;-;

Boa noite!
Kiss! ^^ <3


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