História My Angel, Give Me Love - Capítulo 20


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Álcool, Drama, Drogas, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Romance, Vingança, Violencia
Visualizações 69
Palavras 3.610
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Obrigada pelos 72 Favoritos!! Vocês me dão motivação de escrever.


Tradução do titulo do capitulo: "Tatuagens e significados. Desejo ardente."

Capítulo 20 - Tattoos and meanings. Burning desire.


Fanfic / Fanfiction My Angel, Give Me Love - Capítulo 20 - Tattoos and meanings. Burning desire.

ANGEL

 

Assim que Justin saiu dois furacões com peitos entraram no meu quarto, sorri ao ver elas.

- Migs, você está bem? - Assenti vendo sua cara de preocupação. - QUE SUSTO VOCÊ NOS DEU SUA VACA! - Ela gritou irritada e eu sabia que isso era por pura preocupação.

- Lily Williams, para de gritar como uma louca agora senão vou te dá umas palmadas que nunca dei na época que você era criança. - Tia Margot falou e eu ri. - Graças a Deus minha filha você está bem, que sorte que tudo não passou de um susto. - Ela se aproximou e alisou meus cabelos.

- Se não fosse pelo Justin, eu estaria ainda me contorcendo de dor. Mas agora, eu já consigo me lembrar de muita coisa e não me sinto como se algo faltasse, eu lembro de tudo. - Olhei para Lily e ela entendeu o que eu quis falar.

- Bom agora vou ter que ir trabalhar, mas qualquer coisa que precisar é só me ligar, mais tarde eu venho cuidar de você, deixei uma sopa maravilhosa te esperando, espero que coma tudinho.

- Ah tia Margot o que seria de mim sem você? Você é a melhor tia que eu poderia ter.

- Ah minha menina, abraço coletivo? – Perguntou.

- SIM! - Lily e eu falamos ao mesmo tempo. Ficamos um tempo abraçadas e logo tia Margot saiu, Lily sentou ao meu lado da cama com uma cara de curiosidade e ansiedade.

- Então… Você lembrou de tudo, exatamente tudo? – Me olhou com expectativa.

- Sim. - Respondi respirando fundo.

- Como você se sente em relação as lembranças de Carlos?

- Péssima, com ódio e um alívio ao mesmo tempo. - Fiz uma pausa. - Lily, os meninos sabem sobre… o que fazemos? - Ela balançou a cabeça em negativa.

- Eu não tive coragem de contar, queria esperar que você lembrasse para decidirmos se deveríamos ou não falar isso com os meninos. - Quando ia abrir a boca fomos interrompidas por Justin com uma enorme bandeja, com uma sobremesa.

- Falar o que para os meninos, senhoritas? - Nos olhamos sem saber o que fazer.

- Ah… É que… eu queria… te ajudar nessa coisa toda contra a Carlos. - Omiti a verdade, mas também não menti eu realmente queria destruir Carlos.

- Nem vem Angel, esse assunto está fora de pauta. - Ele fechou a cara.

- Tá vendo eu disse a você que ele não ia concordar. - Lily falou reforçando a omissão.

- Por favor, Justin! - Olhei para ele com cara de cachorro abandonado e ele cravou olhos mortais em mim e me arrepiei inteira.

- Você vai comer agora e quando estiver melhor falamos sobre isso ou melhor eu irei tirar essa sua ideia maluca da cabeça.

- Mas… - Ele me interrompeu.

- Sem mas, nada desses assuntos por aqui hoje.

 

Bufei e comi quieta enquanto ele e Lily conversavam sobre algumas mansões, uma hora ou outra eu intervia, devido a boca cheia era difícil acompanhar o assunto, a comida estava muito boa e tia Margot como sempre tem mãos maravilhosas para a cozinha, é um dom. Lily saiu do quarto logo depois me deixando a sós com Justin, não quis insistir no assunto de Carlos apesar de estar ansiosa para poder fazer isso e convencer ele a me deixar participar, só precisava saber como. Assistimos uns filmes na Netflix, pois Justin se recusou a sair do meu lado por hoje e segundo ele os meninos dariam conta de tudo por um dia. Eu estava deitada sobre o seu peito enquanto ele acariciava meus cabelos.

 

- Ei. - chamei sua atenção enquanto encarávamos a televisão enorme do meu quarto.

- Oi gatinha. - Rimos.

- Posso tirar sua camisa? - Falei com um sorrisinho escondido.

- Você é muito descarada Angel, quem deveria ser o tarado da relação sou eu, não você. - Falou sério e depois gargalhou.

- Hm, quer dizer que temos uma relação? Que tipo estamos falando aqui? - Ele parou de rir e me olhou nervoso tomando ciência do que falou.

- Bem, me diga você senhorita? - Eu mexi nos meus dedos não sabia também o que explicar, não sabia o que éramos.

- Bom, diante de tudo e como não teve pedido. - Sentei olhando para ele e vi que ele ia falar algo, mas fui mais rápida. - E não que eu queira que tenha, não agora! Tá muito cedo, mas também não quero ter que te dividir com outras, mas ai vai depender do que iremos entrar em consenso aqui, do mesmo jeito que não quero outros. - Suspirei e antes que pudesse retomar ele me interrompeu.

- Eu aceito, você tá querendo propor que sejamos os “ficantes sérios” não é isso? Eu também não tô preparado para um namoro agora, quero ir devagar com você, quero fazer isso dá certo e sendo ficantes sérios vamos ter os benefícios de ficantes e de namorados, mas sem esses rótulos pesados. Vamos nos conhecer, como você disse está cedo, mas saiba que a qualquer momento um de nós pode querer desistir e espero que tudo continue bem entre nós, certo? - Soltei o ar que estava segurando aliviada.

- Isso, isso. Ai meu deus você entendeu, estou tão aliviada. - Sorri e enchi ele de beijos e Justin ria todo bobo.

- Meu Deus, onde fica minha masculinidade com essas demonstrações de afeto? Ainda bem que estamos a sós porque senão eu não seria mais respeitado no mundo do crime se me vissem parecendo um lunático por uma bela moça de cabelos castanhos e olhos azuis. - Gargalhei.

- Com certeza ninguém temeria Justin Bieber por estar sendo delicado, carinhoso, cheio de amor no coração ao invés de ser um bruto sem coração, criminoso sem nada a temer e matador a sangue frio. Realmente devemos manter isso a sete chaves, se não sua reputação estará manchada. - Falei e gargalhamos. - Mas agora é sério, tire sua camisa. – Falei.

- Por que gatinha? Quer fazer algo proibido para menores de 18 agora? Porque eu adoraria. - Sorriu com um olhar de puro desejo e seu corpo emanando calor, eu estava ficando excitada só de imaginar, balancei a cabeça tentando expulsar os pensamentos, negando.

- Eu quero ver com mais detalhes as suas tatuagens, não tive tempo de admira-las. - Justin tirou a camisa e me olhou sugestivo com uma sobrancelha arqueada procurando vestígios de que eu estava mentindo. - É sério Bieber, nem sempre sou tarada, desculpa te desapontar.

- Pensei que essa seria a hora que você avança sobre mim e me beija ferozmente cheia de desejo, porque é isso que vejo pelos seus olhos que você quer. - Lhe dei um tapa, rindo.

- Cala a boca, você é puramente gostoso e minha calcinha molha só de te ver e estou tentando me convencer e me concentrar em apenas dá uma olhada melhor nas suas tatuagens, já que dizem que elas falam muito de quem realmente somos.

- Precisa que eu tire a calça também? Porque acho que não é uma boa ideia.

 

Riu, pegou o controle da televisão tirando do filme e procurou uma playlist na tv, eu o observava enquanto ele caminhava pelo quarto concentrado em achar uma playlist com as músicas que ele realmente queria, assim que a música começou a tocar, ele caminhou de volta para a cama, antes de chegar a mesma pedi que ele parasse, ele me olhou confuso.

 

- Vamos lá, quero que você fique em pé bem ai, você vai ser tipo uma obra de arte exposta, onde eu sou a avaliadora. Vou olhar suas tatuagens uma a uma e te fazer perguntas, então sim, vou precisar que tire sua calça, porque você tem tatuagens nesta parte do corpo também.

- Angel, eu estou duro pra cassete e isso que você acabou de falar pode não parecer nada, mas me deixa mais tentado a te agarrar, repito que me deixar de cueca não é uma boa ideia. – Falou mordendo o lábio.

- Calado Bieber, faz o que pedi. Ah e quero que faça uma dança bem sexy para mim também.

- Você tá querendo brincar com fogo né Angel? – Sorri inocente. - Vou fazer seu joguinho. – Disse bufando.

 

Justin caminhou até a telivisão pondo uma música mais lenta e com uma batida extremamente sensual, me encostei na cabeceira da cama em posição de índio assistindo cada movimento dele. Ele deixou escapar um sorriso nervoso e vi ele xingar baixinho e soltar “Não acredito no que estou prestes a fazer”, ele respirou fundo e me encarou, seus olhos me cortavam de uma maneira excitante.

Ele passou a mão sobre a barriga me encarando e pôs as duas mãos na barra da sua calça moletom, eu estava extasiada. Ele brincou fazendo com que fosse descer a mesma, mas pareceu mudar de ideia e começou a mexer o corpo sensualizando, virou de costas pôs uma mão na cintura enquanto a outra se apoiava na parede fazendo um movimento para frente e para trás.

Girou novamente e quando a música trouxe uma batida forte, segurou seu membro e impulsionou o quadril para frente, fiquei sem ar, meu rosto queimava de excitação, eu não acreditava em tudo que estava acontecendo em minha frente, me punia a continuar sentada enquanto estava tentada em correr até ele.

 

Justin caminhou até a ponta da cama, onde eu estava e puxou minhas mãos passando em seu corpo enquanto se remexia, passando desde do seu peitoral até seu membro duro onde ele fez questão de apertar sua mão por cima da minha e soltou um grunhido sofrido, quando pensei que ia durar ali, ele tirou minhas mãos de si e voltou para a frente da televisão rapidamente, eu respirava pesadamente, Justin não tirava os olhos dos meus, podia ver que faíscas saiam do seu.

 

Ele começou a descer a calça sem quebrar o contato visual, assim que tirou tudo o olhei dos pés à cabeça e mais uma vez segurei os meus impulsos, com um movimento de dedo pedi para que ele virasse de costas, ele fez sem hesitar. Eu já tinha conhecido muitos homens e alguns tinham corpos de tirar o ar de qualquer mulher, mas nenhum se comparava ao de Justin, o filho da puta parecia que tinha sido esculpido sem nenhum defeito. Fiquei contemplando sua bunda, procurando algo fora do lugar, mas era em vão.

 

- Vire-se para mim. Vamos ver o que me aguarda, Bieber.

 

Justin virou novamente, seu membro estava marcado na sua cueca branca parecia que ia rasga-la a qualquer momento.

 

- Isso é tortura, você não pode ficar me olhando com essa cara de tarada que está babando no meu pau, se espera que eu faça o que você me pediu.

- Eu não tenho culpa, é difícil para mim também, eu queria estar nesse momento te sentindo dentro de mim por inteiro. – Confessei.

- Porra… Só… Vamos Angel, termine logo esta merda antes que eu desista e te foda com força nessa cama. - Sorri travessa.

- Gosto disso, depois podemos realizar isso.

- Não brinca garota. - Me ameaçou e me arrepiei inteira.

- Tudo bem.

 

Fechei os olhos e respirei fundo, abri os olhos novamente e o encarei, levantei e caminhei até ele. Justin prendeu a respiração quando toquei sua pele e sentir o quão quente ele estava, ele estava pegando fogo. Apontei as tatuagens uma a uma lhe perguntando o significado, estávamos sofrendo com esse contato físico, minha calcinha estava encharcada e Justin não estava tão diferente.

Tentávamos nos concentrar no que estávamos fazendo, mas era difícil quando estávamos tão perto e fervendo que nem o inferno. Optei por começar nas tatuagens da sua canela e assim fui subindo, quando passei os dedos na tatuagem que Justin tinha na nuca, senti que estava no meu limite.

 

Nossos olhares se cruzaram como se estivéssemos em uma batalha interna, eu sofria de antecipação, só faltava mais uma, nos aguentaríamos. Cheguei mais perto, sentia sua respiração sobre meu rosto, nossos olhos estavam vidrados um no outro, passei meu dedo na sua última tatuagem que era a cruz pequena no rosto.

Nossa proximidade tornava tudo mais difícil, depois de fechar suas mãos em punho, Justin grunhiu e explicou o porquê a fez e o que ela significava para ele, a cada nova tatuagem eu descobria uma parte de Justin, de alguma forma dá sua vida.

 

Assim que Justin terminou seu raciocínio que parecia uma eternidade e que palavras não saiam mais da sua boca, que seus lábios se fecharam, ele esbarrou nossos corpos e sussurrei a centímetros da sua boca, enquanto encarava a mesma:

 

- Me tome, eu não aguento mais, eu quero que você me jogue na cama e me foda com força agora mesmo. - Levantei meu olhar para encontrar o seu que despejava desejo e luxúria sobre mim.

- Pensei que nunca diria isso. - Justin sussurrou de volta logo tomando meus lábios.

                                                                                                                 

O nosso beijo era urgente, não tínhamos tempo para nada a não ser termos um ao outro, meu clitóris pulsava dolorido pedindo atenção, mas não tínhamos tempo para preliminares, não hoje. Justin puxou minha blusa, quebrando o beijo, logo se desfazendo do meu sutiã também enquanto seus lábios possuíam os meus, abri meu short descendo o mesmo com dificuldade assim que o mesmo estava no chão me certifiquei de sair do mesmo.

Ele segurou na minha bunda me impulsionando para cima, entrelacei minhas pernas no seu corpo e ele nos conduziu até a minha cama, ele quebrou o beijo assim que chegamos a borda da cama, segurou na minha cintura e me jogou na cama. Gritei assustada, mas não consegui entender o que tinha acontecido, pois Justin já estava em cima de mim, beijando meus lábios novamente.

 

Tentei o tocar, mas ele tirou bruscamente minhas mãos dele, tentei novamente, eu necessitava o tocar, mas ele segurou minhas mãos mais uma vez, estava irritada já, mordi o seu lábio e ele me olhou descrente no que eu tinha acabado de fazer, seu lábio sangrava, com um olhar eu sabia que eu estava fodida em todos os sentidos possíveis, afinal era isso que estávamos fazendo agora não era?

 

- Você não devia ter feito isso Angel, meninas que são más tem que arcar com as consequências. - Sorriu para mim diabolicamente. Eu deveria estar com medo, mas eu só conseguia ficar mais excitada.

 

Justin segurou meus braços ao alto da minha cabeça e sorri safada, ele tomou um seio meio mordiscando forte o bico do mesmo e o xinguei pela dor que senti, mas que foi logo substituída pelo prazer, assim que ele chupou com força a carne do mesmo, revirei os olhos de prazer. Ele soltou meus braços por um instante puxando sua cueca para se livrar da mesma, assim que tirou puxou minha calcinha para o lado passando o dedo no meu clitóris, gemi por estar tão sensível ao seu toque, Justin puxou minha calcinha com tudo rasgando a mesma e o olhei puta.

 

- São as consequências dos seus atos, baby. - Falou segurando meus pulsos novamente.

- O que você pensa que tá fazendo? - perguntei.

- Calada, Angel. - Falou autoritário e senti um frio na minha espinha. Ele se posicionou no meio das minhas pernas e me olhou como se pedisse permissão para prosseguir, entendi o que ele queria e assenti positivamente.

 

Justin me invadiu com tudo me tocando ao fundo com força, mordi meu lábio inferior de dor, enquanto eu me acostumava ao tamanho de Justin ele se manteve quieto. Mexi meu pulso para ele entender que podia prosseguir, ele começou a se mover forte e preciso tentando cada vez ir mais fundo, ele se impulsionava forte e arrancava um gritinho de prazer da minha garganta.

Seus movimentos eram lentos, mas na cadência certa. Justin entrava e saia de mim, trazendo novas ondas de prazer, ele estava com a testa franzida e as sobrancelhas juntas concentrado no prazer que ambos sentíamos, entrelacei minhas pernas em sua cintura empurrando seu bumbum contra mim.

 

- Porra… por favor. - implorei.

- O que você quer Angel? - Falou ofegante e se puxou lentamente de mim me torturando e voltando com rapidez e fundo.

- Ahhhh, cassete, eu quero que você pare de me torturar, por favor.

- Quer que eu pare de fazer isso? - E repetiu de novo. Gemi baixinho.

- Sim, por favor. - E do nada ele se retirou de dentro de mim. - Mas o que? - Ele me olhou com cara de paisagem.

- Fiz o que você pediu, parei. - O olhei irritada.

- Você só pode tá de brincadeira Bieber, caralho você entendeu o que eu falei. - Respirei. - Você entendeu o que eu queria.

 

Forcei meus pés mas ele se manteve no lugar ao invés de voltar para dentro de mim, ficou brincando com seu pênis na minha vagina. Suspirei frustrada, quando ia brigar com ele, senti ele me preencher com tudo de novo, soltei um grito de prazer dessa vez não esperava.

 

- Sabe Angel, você não dita a porra do ritmo aqui, você me torturou com aquela merda de ver tatuagens e saber significados sabendo o quão duro eu estava e meu desejo a todo momento era te foder com força assim que acabasse, mas não antes de torturar. Então só abra essa bela boca para gemer, você não vai me tocar, não vai poder protestar, nem me implorar nada, sabe por que Angel? Porque eu vou estar te fodendo com força, me levando para dentro de você cada vez mais fundo, porque sou eu quem estar no controle dessa situação e você está à mercê disso, entendeu? - balancei a cabeça atordoada.

 

Justin não estava brincando, se movimentava com brutalidade e eu revirava os olhos de prazer, ele me possuía com força como se fosse me quebrar ao meio, ele aumentou a velocidade e eu via estrelas, não demoraria a gozar, ele tinha me torturando bastante. Nós tínhamos nos torturado, gemi como uma vadia, eu estava sensível demais, meu gozo estava próximo ele continuava feroz, ávido, entrando e saindo de mim. Rápido. Preciso. Fundo. Eu queria gritar de prazer, mas tentava conter meus gemidos, ele grunhia, xingava, arfava e gemia, o barulho dos nossos corpos se chocando me fazia delirar, eu não aguentava mais me conter.

- Jus. Eu vou gozar. – Avisei.

- Segura mais um pouco, Angel. – Ele falou ofegante.

- Eu… - Antes de terminar a frase gemi alto, eu não conseguia segurar a explosão que meu corpo estava tendo, Justin soltou meus pulsos, enquanto ainda me possuía. Abri meus olhos e tomei seus lábios sentindo meus músculos se contraírem, me recuperando ainda do meu orgasmo, segurei seu rosto lhe beijando furiosamente, apenas aquele ato fez meu corpo ainda sensível entrar em combustão e o tesão me possuir, gemi contra o seus lábios.

- Merda… - Justin disse contra os meus lábios, enquanto segurava minha cintura. Afastou nossos lábios e num movimento rápido saiu de mim, me virando de bruços, fui rápida e fiquei de quatro.

- Você consegue se manter firme? - Justin perguntou.

- Sim, só me fode logo, quero gozar mais uma vez e senti seu gozo descer pelas minhas pernas.

- Caralho Angel, você sabe me deixar louco. - Ele me preencheu mais uma vez.

 

Não duramos mais que dez minutos, explodimos de prazer quase ao mesmo tempo. Eu tinha certeza que a qualquer momento Lily bateria na porta para mandar que fizéssemos menos barulho, minhas pernas tremiam como se ao invés de pele e osso eu tivesse geleias nas mesmas. Justin caiu ao meu lado olhando para o teto, estávamos tentando controlar a respiração.

 

- Isso foi…indescritível. Podemos fazer isso de novo outro dia? - Falei extasiada e Justin me puxou rindo.

- Você não existe, está tentando me deixar duro de novo? Porque se for isso, está conseguindo, está me deixando com mais tesão e meu amigo aqui querendo da sinal de vida. - Olhou para baixo e eu ri.

- Se seu amigo soubesse todas as fantasias que tenho para nós ele se manteria duro para sempre. - Gargalhamos e ficamos em silêncio.

- Merda... - Justin saltou ao meu lado dá cama me assustando. - Angel nós transamos sem camisinha, puta merda. - Passou as mãos no rosto e nos cabelos. - Me desculpa, eu acabei esquecendo, eu estava tão absorto ao tesão que fui imprudente. – Me olhou perdido.

- Relaxa, eu também não lembrei, não se culpe. - Levantei e puxei o rosto dele para mim. - Depois eu tomo a pílula, mas agora podemos aproveitar a presença do outro? Você poderia dormir aqui comigo, o que acha?

- O que você está tentando fazer? - Semicerrou os olhos para mim, fiz a minha cara de inocente.

- Nada. - Levantei da cama. - Vou tomar banho. Estou um caco. - Justin me puxou de volta para a cama.

- Não vai não, temos mais algumas rodadas até ficarmos exaustos, só iremos sair daqui quando for a hora do jantar e depois subiremos e vamos continuar até amanhecer e eu tiver que ir embora.

- Boa ideia. - Sorri rolando para cima dele, ficamos nos observando e eu tentava registrar cada detalhe do seu rosto perfeito, aproximei nossos rostos e ele me puxou para si tocando nossos lábios, logo o tomando num beijo cheio de amor, delicado. Deus me livre seguir a ordem de Za de ficar de repouso tendo Justin na minha cama durante uma tarde e noite toda.

 


Notas Finais


Gostaria de agradecer mais uma vez, fico tão feliz de estar realizando esse sonho aqui. Obrigada a todos (as) leitores (as) vocês são maravilhosos, sério, amo vocês <3
Só uma palavra para esse capitulo sobre Angel E Justin: ATENTADOS.
E um aviso: Aproveitem essas cenas entre os dois...

Gostaria de saber o que acharam do capitulo, se tem algo que eu deveria melhorar. Críticas construtivas sempre são bem vindas.


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