História My anorexic girl - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Visualizações 12
Palavras 1.693
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente o capítulo foi ralinho pq mudei de escola e fiquei toda ocupada. Amanhã eu trago um melhor.

Capítulo 4 - Kwan


Fanfic / Fanfiction My anorexic girl - Capítulo 4 - Kwan

Chapter 4 (Jeongguk narrando)

 

Ligação on 

 

Jimin: Pode falar. 

 

Jeon: Falta 15 minutos, já estão prontos?

 

Jimin: Anrham, Taehyung está falando com a avó no telefone, mas, fora isso, estamos prontos. 

 

Jeon: Quem foi buscar ele? 

 

Jimin: Jin. 

 

Jeon:... isso é demais pra ele. 

 

Jimin: A gente confia nele, Jin é um dos nossos cara. 

 

Jin: Sim eu sei, mas... Jin tem muita consideração por todo mundo. 

 

Jimin: Ele vai trazer, Jungkook. Só fique pronto e venha logo. 

 

Ligação off 

 

Coloquei o celular no bolso, entrei e dei partida no carro. 

O vento meio quente entrava pela janela que estava aberta. Minha mente disparava a mil toda vez que eu pensava em S/N deitada naquela mesa de hospital se importando até com as calorias dos remédios. Aaaaaaaah Kwan pagaria bem caro por tudo o que fez. 

Virei a esquina e foquei no galpão do final da rua, a qual era muito escura. Parei no portão, minha bota sentindo o vapor que subia da rua, sai do carro e joguei o cabelo pra que ele ficasse bom. 

Entrei no local, mal iluminado e fedido, ouvindo os  risos dos meus amigos segui até lá. Tinha um sofá velho e todos estavam sentados ao redor de uma suposta lamparina. O ar úmido deixava o lugar mais quente. 

 

–Jungkook você finalmente chegou. Que saco cara. - Yoongi falou assim que me viu. 

 

–Nem demorei tanto assim. - Cumprimentei todos e me encostei no braço do sofá mais perto. 

 

–Ele está no quartinho. Jungkook não o deixe tão machucado. - Jin me pediu e eu assenti. 

 

Claro que eu não o machucaria, eu só queria resolver algumas coisinhas que não me ficou bem explicado e ele me explicaria do jeito que eu queria, detalhe por detalhe. 

Me levantei do braço do sofá e sai em silêncio, indo em direção à porta, que tinha mais adentro da escuridão e umidez, de onde eu podia ouvir uma respiração pesada e gemidos. 

Entrei esperando que não tivesse nenhuma luz, mas, uma lamparina igual aquela da sala onde os meninos estavam, iluminava o garoto sentado na cadeira bem no meio da salinha quente. Abri um sorriso ladino e caminhei até onde a luz pudesse me tornar visível. 

 

–Só podia ser. Hahahhahhha. - Kwan deu um sorriso doente. –My Super Hero. Esperava bem mais de você. Cordas? 

 

Percebi que ele estava amarrado e isso me incomodou. 

 

–Ah, isso? Eu não tive culpa, se eu tivesse chegado antes, teria quebrado a sua cara sem você tá amarrado. - Rodiei ao redor dele. 

 

–E então meu caro, do que vamos falar hoje? - Perguntou ainda com o sorriso rancoroso no rosto. 

 

–S/N. -Deixei que o nome dela soasse bem no ouvido dele. Queria que ele tivesse alguma reação. 

 

–Ainda tentando machucar aquela vaca magra? - Ele me acompanhou com o olhar. –Mandou mau Jungkook, muito mau. 

 

–Falou o babaca que a fez ir para os hospital milhares de vezes, alegando que ela é uma vaca nojenta. -Cuspi as palavras bem próximas do seu rosto. 

 

–Um dia ela vai me agradecer, eu a fiz te esquecer,  toda aquela preocupação com calorias foi um escape pra sua mente. - Kwan revirou seus olhos. –Ou você pensou que indo embora, iria levar o sentimento dela por você também? 

 

–Você é idiota? Que merda cê tinha na cabeça quando decidiu que isso faria bem pra ela? Eu voltei, eu to aqui e mesmo assim ela não come a dias. 

 

–Acontece que ela está dando prioridade pro que é importante pra ela agora. - Kwan voltou a deitar suas costas na cadeira. 

 

–Não venha colocar culpa em mim, quando é você que caga na vida das pessoas, seu babaca imundo. 

 

–Jungkook... está aqui por ela? Ou é algo mais pessoal. - Ele estava cagando pra toda aquela merda, não tinha nenhum pingo de medo. 

 

–Estou aqui por ela, e pelo meu lado pessoal. Ela é minha parte oculta. 

 

–Você nem a acha bonita, só pensa em quanto é estúpida por estar se matando aos poucos. -Me agachei na frente dele mais uma vez. –Aquela puta magrela, está só a pele e você sabe disso. 

 

Agarrei sua boca com uma das minhas mãos, que apertaram aquela regiam com toda a força e raiva que eu possuía. 

 

–Você é nojento. E a oportunidade que teve pra cuidar dela já se passou. - Minha mão ainda tinha força pra quebrar todos aqueles dentes. 

 

–Cuidar dela? Kkkkkkkkkkkk. Eu já usei ela de todas as formas, se você tivesse ficado mais alguns dias poderia ter tido a honra de tirar-lhe a sua virgindade. Nunca sabe quando é a hora certa ein Jungkook. 

 

–Além de fobão é um baita de cafajeste também. - Soltei-lhe a boca e puxei um cigarro do bolso direito da frente. O isqueiro do outro. 

 

O acendi e dei-lhe uma tragada precisa. Rodiei mais uma vez a cadeira e parei ali, na sua frente, mais uma vez. 

 

–O negócio é o seguinte, você não passa de um cuzão querendo chamar atenção, e pelo visto, também é tão idiota a ponto de mexer com o que é meu. - Traguei mais uma vez, e exalei a fumaça pelo nariz. –Vamos ter uma conversa bem sincera! 

 

–Se você quer me bater, então faça da forma justa, me solte. 

 

–Eu não seria idiota a ponto de querem machucar minhas mãos acabando com esse rostinho sínico. 

 

–Hum... então, me diga o que quer? - Ele trouxe o corpo pra frente mais uma vez. 

 

–Você vai me ouvir, e falar apenas quando eu pedir.  -Cruzei os braços, batendo o dedo no cigarro, pra cinza cair. –Assim, que eu sai de Seoul, sabia muito bem de todos os passos que S/N deu, todas as ruas que ela entrou, e com todas pessoas que se relacionou e que deixou de se relacionar, você foi uma das primeiras dessas. Vocês se conheceram em uma boate da avenida principal, certo? 

 

–Hum. 

 

–O que ela estava fazendo? - O olhei bem sério. 

 

–Transando. - Ele deu um dos seus sorrisos macabro. 

 

Me aproximei dele e colei a ponta acesa do cigarro no seu ombro, pressionando a mesma bem forte, não a ponto de amassar o cigarro, mas, de firmá-lo ali. 

 

–Aaaaaah seu desgraçado, ela estava voltando pra casa. - Ele se corrigiu.  

 

–Na próxima, será bem no meio de sua testa. -Acendi o mesmo cigarro mais uma vez. –Por que foi até ela? Por que merda foi até ela? 

 

–Eu sabia que vocês ficavam, quis perguntar sobre você. Só isso. 

 

–Em que parte dos seus momentos juntos você decidiu que ela era feia e gorda? - Me atenciei bem mais na sua expressão. 

 

–Ela estava comendo a comida de todos. 

 

–ESTÁ MENTINDO. - Andei devagar mostrando a pontinha do cigarro laranja. 

 

–TUDO BEM, ela me negou sexo. - Ele se balançou na cadeira. –Tínhamos acabado de brigar. 

 

–Gorda, cara? Ela era a menina mais gostosa e gente boa que tinha aqui. - Me relaxei pra trás. –Quando percebeu que ela havia levado a sério? 

 

–3 dias depois ela parou de comer tudo o que gostava. - Ele falava com ansiedade. 

 

–E depois? 

 

–Aquela merdinha começou a me perguntar se estava bonita, todo dia cara. - Ele estava suando é muito agoniado. 

 

–Suas respostas eram: 

 

–Não, eu sempre falava não. Eu estava com raiva Jungkook, não tive culpa. Foi impulso. -Ele começou a respirar mais pesado. 

 

–Impulso seu filho de uma puta? IMPULSO? Ela está agora internada porque passou não quantos dias se colocar um grão de arroz na boca. E você vem me falar de impulso? Se foi impulso, por que continuou falando pra ela que estava horrível? A única coisa feia na relação de vocês é a sua competitividade. 

 

–Não vem dar lição de moral. Você deixou ela sozinha e desolada na merda dessa cidade. Ela beijava os caras, mas era você quem ela queria. E POR QUÊ VOCÊ NÃO ESTAVA AQUI? E POR QUÊ VOCÊ NÃO A AJUDA AGORA? An? 

 

Encostei a ponta do cigarro mais uma vez na pele do seu ombro. Por pura vontade e ódio. 

Eu também tinha culpa, mas, não brinquei com a autoestima de ninguém. 

 

–Você está proibido de chegar perto dela. Está proibido de trocar mensagens com ela. Está proibido de pensar nela. Está proibido de pedir desculpa pra ela, porque ela nunca vai te desculpar. Você ainda vai ter o que merece. 

 

Dei as costas e saí pela mesma porta que entrei, Jimin estava lá, encostado na parede ao lado. Dei ordem pra que ele soltasse Kwan. 

E voltei à sala que a maioria estava. 

 

–Obrigado galera. Vou no hospital. Até quando nos vermos de novo. - Agradeci sem parar pra falar. 

 

–VAI ONDE AQUELA PUTA ESTÁ INTERNADA? COMO QUE VOCÊ FAZ PRA COMER ELA? É uma socada e ela desmaia? Assim você nunca mais vai gozar. - Kwan estava bem atrás de mim. 

 

Eu nem pensei no que havia saído da boca daquele merda, virei e corri o pouco espaço que tinha entre nós dois. Caí de soco em cima dele. 

Socos no rosto, puxões de cabelos pra levantar e bater a cabeça dele no chão de novo, mais socos e raiva destilados nele. 

 

Fui puxado de cima dele por Yoongi e Jin levantou Kwan, ou pelo menos tentou. O moleque tava desacordado. 

 

–Eu já to indo pro hospital eu levo.  - Sorri muito sínico. 

 

–Não precisava disso. - Taehyung segurou meu braço. 

 

–Isso porque você não sabe a mermã que ele fez na vida da minha namorada. - Me soltei de Yoongi e peguei as pernas de Kwan. 

 

O arrastei até o carro e joguei-o no banco de trás. 

Deixei o carro me levar até o hospital, relaxando minha mão e a mente, sentindo a leveza do carro ao deslizar pelas ruas. 

A raiva ainda estava aqui. O ódio ainda estava aqui. O arrependimento ainda estava aqui.  Mas, era a vez de estar na paz que minha mina deixa eu sentir. 

 

Parei o carro na porta da emergência do hospital, joguei a chave do carro pra um enfermeiro e avisei que tinha alguém ferido. 

Escondi as mãos nos bolsos, e subi até o quarto de S/N. 

 

–Oi S/N. Eu to aqui. 

 


Notas Finais


não foi bom né.


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