História My Aurora - Capítulo 1


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Categorias ATEEZ
Personagens Hongjoong, Jongho, Mingi, Personagens Originais, San, Seonghwa, Wooyoung, Yeosang, Yunho
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Palavras 1.942
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Vocês pediram e aqui estou eu com essa fic para vocês.
A capa é uma bosta? É uma bosta. Mas a gente tenta né?
A história vai ser longa? Vai ser um pouco
Os capítulos vão ser curtos? Vão ser
Vou postar regularmente? Quando eu quiser

Boa Leitura chuchuzinhos.

Capítulo 1 - One


Fanfic / Fanfiction My Aurora - Capítulo 1 - One

Se algum dia você pensar que a sua vida está uma merda, eu garanto a você que tudo pode piorar. Eu falo isso porque de uma hora pra outra tudo ao meu redor ficou mais tumultuado que o inferno.

Eu sempre fui o garoto esquisito que era excluído na escola. As pessoas implicavam com minha aparência, diziam que minhas bochechas eram muito cheias, que minhas pernas eram muito grossas, que meu peso era muito acima dos padrões coreano, me chamavam de nerd e me menosprezam. Eu era feio e isso era a única coisa que importava.

Minha vida era um inferno.

Mas tudo piorou quando meu maior segredo foi descoberto. Um belo e dolorido dia, eu entrei no cio e esqueci de tomar meus remédios, isso aconteceu no meio do intervalo e chamou atenção de todos os alunos, eu era um Ômega. Todos os alfas da escola vieram pra cima de mim, por eu ser um lúpus. Eu tive que fugi pra não ocorrer o pior.

Para a sociedade, eu agora era a escoria. Assim como qualquer homem Ômega, passei a ser perseguido e maltratado.

Pra piorar, hoje era o primeiro dia do retorno das férias. Todos naquela escola faziam questão de fazer da minha vida um inferno. E Choi San era o próprio diabo.

[...]

Yeosang:

Daqui a cinco minutos eu chego a sua casa.

Adianta o café.

Li a mensagem de Yeosang enquanto bebia o liquido quente da minha xícara. Apesar de todas as turbulências que eu passava, eu precisava continuar estudando. Quem sabe quando eu fosse rico, tudo isso pudesse mudar.

- E essa cara? – mamãe perguntou enquanto cortava uma fatia de bolo para mim

- Estou me preparando para enfrentar meus problemas – respondi e logo tomei outro gole de café

- Você tem certeza de que não quer que eu faça transferência? – seu olhar era compreensivo, e eu sabia que ela faria isso mesmo

- Mãe isso iria atrapalhar a senhora. Mas não só isso, essa escola é uma das melhores do país. Me formar lá vai ser uma grande oportunidade – expliquei todos os motivos e ela me olhou com um sorriso

- Eu tenho muito orgulho de você – se levantou, me deu um beijo na testa e foi em direção a porta – Tenho plantão hoje. Se não quiser ficar sozinho, chame o Yeosang pra dormir aqui.

- Eu sei me cuidar sozinho – rebati e ouvi sua gargalhada do outro lado da porta

Yeosang era meu único amigo desde a infância, então ela sempre o chamava para ficar comigo quando tinha plantão. Ela dizia que se sentia mais segura quando sabia que Yeosang estava cuidado de mim, e isso fazia o alfa ficar completamente cheio de si.

Eu lavei toda a louça e me sentei no sofá com a mochila ao meu lado. A campainha tocou e eu já tinha certeza de quem era, conhecia aquele cheio a anos. Abri a porta dando de cara com ele e saí de casa, logo trancando a porta.

- Pronto? – me perguntou

- Toca pro inferno motorista – respondi e começamos a andar em direção a escola

[...]

- Ficamos na mesma sala – Yeosang falou olhando o quadro na entrada da escola

- E com isso, estamos juntos desde o primeiro ano do fundamental – falei e ele riu

- Vamos – pôs o braço sobre meus ombros e me arrastou para dentro do ninho de cobras

Assim que eu entrei, já vi os olhares venenosos sobre mim. As serpentes estavam se preparando para dar o bote a qualquer momento. E eu sabia que estava na hora quando vi o diabo chegando. Malvado e platinado.

- Olha só se não é o nosso querido Ômega – falou vindo em minha direção – Anda tomando seus remédios ou vai entrar no cio no meio da aula esse ano?

Eu abaixei a cabeça me poupando de passar por qualquer maior humilhação, o que não era garantia alguma.

O chão tremeu quando você começou a andar - continuou com suas preocupações – Parece até um elefante

- Por que você não para de prestar atenção no woo e da um jeito nessa cara de raposa? – meu amigo era estressado, mas eu sabia que isso poderia causar problemas

- Ah você está aí Yeosang? Nem percebi – o platinado respondeu

Yeosang deu um passo a frente, mas eu o segurei. Começar uma briga com Choi San seria o fim para sua estabilidade na escola. San era um Alfa lúpus e isso poderia ser um grande problema para meu amigo.

- Wooyoung... – ele me encarou

- Vamos pra sala – o chamei e ele assentiu

Começamos a andar e satanás e seus amigos começaram a fingir que o chão estava tremendo.

Forças, Wooyoung. Forças.

Entramos na sala e não tardou para que o primeiro professor chegasse. Estávamos sentados nas duas primeiras cadeiras da ultima fileira e acompanhávamos a aula de Literatura, porque não tem nada melhor que literatura no primeiro horário.

[...]

- Eu preciso resolver umas coisas com a diretora – Yeo me falou enquanto todos os alunos saiam para o intervalo – Vai ficar bem sem mim?

- Yeosang? Eu não sou indefeso – rebati sua fala – Vai logo

- Tudo bem – ele disse e saiu

E lá vamos nós. Eu posso me cuidar no refeitório, passei por isso ao longo da minha vida.

Entrei no covil e alguns dos cachorros do inferno já me encaravam, o brinquedo favorito deles havia chegado.

Eu continuei firme olhando para frente e seguindo até o balcão. Cheguei até lá e peguei meu lanche, segurei firme a bandeja e segui em frente para minha mesa encostada no canto, perto do banheiro.

- Eu fico com essas batatas, balofo – um dos meninos falou e pegou da minha bandeja – Aproveita pra fazer uma dieta

Continuei andando de cabeça baixa evitando os olhares debochados daqueles que riam de mim. Logo outro chegou até mim.

- Me da esse pudim, você não vai precisar – e mais uma vez algo foi tomado

Eu já estava acostumado, aquela era minha rotina desde sempre.

Mas quando achei que já tinha acabado, senti algo bater em meu pé me fazendo tropeçar e cair de cara no chão. Meu refrigerante virou e o sanduiche caiu longe, todos ao redor pularam das cadeiras dizendo que eu havia feito a terra tremer.

Eu levantei com os olhos cheios de lagrimas e corri para dentro do banheiro, ainda ouvindo os risos e piadinhas que corriam pelo refeitório. Eu precisava suportar, eu sempre passei por isso, porque logo agora eu desistira? Esse era meu ultimo ano. Só mais um pouco Wooyoung.

Meu rosto ainda estava úmido com a presença das lagrimas grossas que rolavam dos meus olhos. Porque tudo tinha que ser tão difícil pra mim? Porque?

- Oi – ouvi a voz de alguém atrás de mim e eu rapidamente sequei as lagrimas – Você estava chorando?

- Não – respondi seco, mas a voz embargada me denunciou

- Toma isso – me virei e vi ele estendendo um pacote de batatas para mim – Eu vi que o que não foi pego, caiu no chão

- Eu não quero, obrigado – falei um tanto grosso – Pode ficar

- Eu faço questão – continuou com o saquinho estendido em minha direção – Por favor, aceite

Eu peguei o pacote e ele sorriu ladino.

- Seu nome é Wooyoung, né?

- Sim, mas pode me chamar de balofo, ou elefante, ou baleia, ou qualquer outra coisa ofensiva – comentei com um pouco de raiva o fazendo abaixar o olhar – Desculpa

- Não precisa se desculpar, esses garotos são uns idiotas – respondeu – Eu sou Yunho. Estamos na mesma sala

- Prazer em te conhecer – comentei inclinando um pouco a cabeça e ele imitou o ato

- Anda, come. O intervalo vai acabar e você precisa se alimentar – seu rosto tinha uma expressão apreensiva e preocupada

Eu abri o pacote e comi algumas batatas depois ofereci e ele negou dizendo que aquele pacote deveria ser somente meu.

- Isso acontece a muito tempo? – perguntou depois de um momento de silencio

- Desde sempre – respondi – Desde a hora que chego até a hora de ir embora, e as vezes na rua também

- Isso é ridículo, eles não podem fazer esse tipo de coisa por questões tão escrotas como padrões – Yunho apresentou uma expressão de desgosto

- Vai muito além que isso. Eu sou Ômega – falei o deixando chocado, sempre acontece

- Serio? – sua expressão era diferente do que eu imaginava – Meu primo também é ômega

Antes de podermos continuar a conversa, a porta foi aberta com brutalidade revelando um Yeosang furioso e preocupado.

- Você está bem? – correu até mim e parou do meu lado – Eu sabia que não deveria te deixar sozinho. Aqueles idiotas. Você está machucado? Eu vou matar um por...

- Calma Yeosang – o interrompi antes que ele tivesse um ataque – Eu estou bem, o Yunho me ajudou

- Yunho? Quem é Yunho? – perguntou e se virou para o garoto atrás de si, que era mais alto que ele – Ah! Você é o Yunho da sala

- Eu mesmo – o garoto de cabelo azulado respondeu – Prazer em te conhecer

- Prazer – Yeosang respondeu e se voltou pra mim – Você não fica mais um metro longe de mim

- Eu não sou um bebê e não quero te criar problemas – respondi dando um tapa no seu ombro

- Mas eu me sinto na obrigação de te defender, seu idiota – devolveu o tapa – Você é importante pra mim, merda

Ouvimos o sinal tocar simbolizando o fim do intervalo. Saímos do banheiro vendo que o refeitório estava quase vazio, seguimos para a sala qual adentramos e vimos o professor de matemática já escrevendo algo no quadro.

Cumprimentamos e sentamos nos nossos lugares, ainda pude ouvir algumas pessoas rindo no fundo da sala no momento que me sentei na cadeira.

[...]

O sinal tocou trazendo junto o fim da aula, e nós esperamos até que todos saíssem para não termos problemas. Yeosang estava irritado e eu prezava por sua segurança, Yunho também ficou conosco e saiu junto quando saímos.

- Até amanhã – Yunho falou quando chegamos ao portão

- Até – nós dois respondemos juntos

- Toma cuidado – falei e o azulado agradeceu dizendo que tomaria

Nos separamos e Yeosang e eu seguimos no caminho de casa. Morávamos na mesma rua, por isso ele sempre me esperava pra ir e vir.

- Mamãe está de plantão – comecei

- Vou buscar minhas coisas então – o alfa falou já sabendo do que se tratava

- Ela acha que eu não sei me cuidar – comentei chateado

- Ela se preocupa com você e por isso me pede pra dormir lá – ele respondeu – É perigoso para um Ômega, ficar sozinho em casa

- Você é igual a ela – rolei os olhos

- Calado – ele abriu o portão da minha casa – Leva minha mochila que eu vou em casa pegar algumas coisas

- Ta bom! Não demora – falei já fechando o portão o vendo seguir o caminho para sua casa

Eu segui para dentro de casa e logo após para meu quarto, coloquei a mochila do Yeosang em cima da escrivaninha do meu quarto e comecei a me despir para tomar um banho relaxante.

A água quente fazia todos os meus músculos aliviarem, levando um pouco das minhas preocupações pelo ralo. Eu terminei, me sequei e saí do cômodo.

Antes de me vestir eu parei em frente ao espelho e tentei entender, porque meu corpo era tão incomum para os outros. Porque era tão errado? Porque eu não poderia viver como as outras pessoas?

- Ta fazendo o que? – ouvi a pergunta e retribuí com um grito

- AAAAAAH – alto suficiente pra deixar qualquer um surdo


Notas Finais


E se você gostou, compartilhe e deixe seu like.
Vocês sabem que eu ainda não terminei. Mas é aquele ditado né?
E não esqueçam de deixar notas e comentários aqui.
Bye bye.


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