História My Babyboy Suga - Capítulo 33


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Min Yoongi (Suga)
Tags Babyboy Mommy, Imagine Bts, Imagine Suga, Min Yoongi, Suga Babyboy, Suga&you
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Palavras 2.118
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Fantasia, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Alyce estar de volta vadias (Caso n saiba meu nome é Alyce, muito prazer) e eu não quero ouvir que eu to diferente!

Tudo bom meninas? Voltei ^^ (muito cara de pau eu)

Enfim vamo ver se eu consigo ficar na ativa na pessoas? aproveitem o capitulo foi um rolê pra fazer gente, vcs não tem noção.

❤ Boa leitura ❤

Capítulo 33 - - ''A primeira vez de Yoon'' -


Fanfic / Fanfiction My Babyboy Suga - Capítulo 33 - - ''A primeira vez de Yoon'' -

     Min Yoongi     

Flashback
Ao chegar enfrente a porta branca, bato levemente na madeira. Nada podia estragar minha
felicidade hoje, mandei mensagens para minha mãe dizendo que dormiria na casa de
Namjoon, quando na verdade após a aula eu vim correndo para o apartamento de S/n. E isso
sempre se repete todos os finais de semana.

Mamãe disse uma vez que eu deveria morar logo com o Namjoon, já que sempre estou
enfurnado na casa dele.

Senhora Min, com todo respeito, mas a senhora não conhece mesmo seu filho.

Já faz dois meses que namoro com minha mommy, e eu já devia pelo menos ter comentado a
senhora que me colocou no mundo sobre isso. Mas eu sabia que mamãe ia fazer um escândalo
ao saber que seu “inocente’’ filho que estar preste a entrar no ensino médio, estar namorando
uma universitária. Então para evitar possíveis proibições, e evitar de me dar o trabalho de sair
no meio da noite pela janela de meu quarto escondido, é melhor ficar quieto.
A porta foi aberta por minha linda e maravilhosa mommy, que me recebeu com um sorriso
lindo que só ela tem.

Mommy! – me joguei em seus braços. – Eu estava com saudade, mommy! – se eu tivesse uma
cauda, ela estaria balançando de um lado para o outro rapidamente agora.
Eu também estava meu bebê. – Afagou meus cabelos. – Entre, estou terminando de fazer o
jantar.

Antes de me soltar, contragosto pois minha vontade é de ficar ali para sempre, beijo seu
pescoço e seus lábios como sempre faço, como cumprimento.

Enquanto S/n ia para a cozinha, deixei minha mochila no chão ao lado do sofá, me jogando em
seguida no mesmo. Eu já estava tão adaptado a isso tudo.

A chamar a minha namorada de mommy, a ser obediente a ela, aos mimos que eu ganhava
quase que diariamente, e até mesmo aos tapas que eu ganhava na bunda quando era um mal
menino, aos qual eu estranhamente gostava muito.

Yoon, tome banho, eu já vou servir o jantar. – Disse da cozinha.

Sim, mommy! – Rapidamente me coloquei em pé, seguindo para o quarto de S/n.

Adentro em seu pequeno closet, a procura de uma toalha e roupas minhas que deixo aqui, ou
as que S/n compra para mim e as deixa aqui. A procura de uma toalha, que pelo meu
conhecimento sempre fica nas prateleiras mais altas, acabo esbarrando minha mão em uma
caixa.

Deixando minha curiosidade falar mais alto, pego a larga caixa negra, que estava quase lá no
fundo. Confiro rapidamente se havia algum sinal que mommy estaria por perto, me sentando
ali mesmo no chão do closet, com a caixa em meu colo.

Abro a caixa, deixando a tampa de lado. Ao perceber o conteúdo que havia dentro daquela
caixa, sinto minhas bochechas esquentarem levemente e um frio na barriga.

Eu sabia dos gostos, um tanto ‘’peculiares’’ da minha mommy, mas não podia deixar de ficar
inquieto diante de tudo aqui, ao pensar que talvez todas aquelas coisas fossem para mim.

Ali dentro havia um par de algemas, venda, lubrificantes ainda em suas embalagens. E o que
me fez engoli em seco: dildos e vibradores, ainda em suas embalagens originais apenas
esperando para invadir meu orifício anal, e pelo tamanho, fazer um grande estrago.

(. . .)

Enquanto colocava meu moletom azul bebê, após ter tomado um banho cheio de
questionamentos e reflexões, ainda rodava em minha mente um pequeno questionamento.

“E... E se eu gostasse?’’

Se eu gostasse de ter aquelas coisas dentro de mim? E se sentisse mais prazer em ter a minha
mommy ME fodendo ao invés de ser ao contrário? Isso me faria gay? Ou eu acabaria por
descobrir que sou bissexual? Se eu fosse bi, eu seria flex?

Sacudo minha cabeça, numa tentativa de afastar todos esses pensamentos. Saio do quarto,
indo me juntar a S/n para o jantar.

Você demorou Yoon. – Disse mommy, ao me senta na cadeira. – Achei que tinha morrido. –
Brincou, enquanto servia bugolgi para mim em um prato. – Fiz seu prato preferido Yoonie!

Eu teria ficado bem mais animado, se eu não estivesse tão preocupado sobre o que eu
realmente quero da minha vida, e ao mesmo tempo tão curioso e ansioso para saber como
descobriria isso.

(. . .)

Depois de um longo jantar silencioso, mommy havia ido para o quarto terminar de fazer alguns
trabalhos para sua faculdade, enquanto eu terminava de lavar a louça. O mínimo que eu podia
fazer, já que ela se deu ao trabalho de cozinhar meu prato preferido apenas para me agradar.

Após deixar tudo limpo, me escoro no balcão. Antes que eu desse por mim, eu estava
agarrando fortemente a beirada de mármore do balcão, ao ponto de meus dedos estarem
extremamente branco.

Por que diabos eu estava tão preocupado?!

Talvez meu maior medo nem seja eu descobrir uma nova sexualidade, na verdade eu não dava
a mínima para isso, talvez seja o simples fato de me machucar. Naquele momento eu sentia o
mesmo sentimento de uma adolescente a prestes a ter sua primeira vez, a ansiedade de
experimentar algo novo e o medo que isso seja dolorido.

Mas eu sabia que mommy jamais iria fazer algo que eu não quisesse, principalmente se isso
fosse me machucar.

Quer saber? Dane-se.

Eu devia apenas deixar que isso aconteça naturalmente. Assim como aconteceu minha
primeira vez com mommy.

(. . .)

Depois de vários dias desde aqueles questionamentos, já havia chegado mais um final de
semana. E lá estava eu jogado na enorme cama de mommy, encarando o teto enquanto ouço
o silencio. S/n havia ido resolver algumas coisas no centro da cidade enquanto ainda estava de
dia.

Meu olhar foi em direção ao closet, podia ser coisa da minha mente entediada, mas algo me chamava para dentro daquele lugar. Me a levantei da cama, indo para o pequeno closet, a procura daquela caixa.

A encontro no mesmo lugar de antes, após pega-la, volto para a cama, sentando com minhas pernas cruzadas como um indio sobre a mesma. Abro a caixa, ainda com um pouco de apreensão, pego um dos consolos que havia ali. Na verdade eu não sabia bem se aquilo era realmente para colocar em alguém.

Mesmo pela embalagem, dava perceber que tinha uma textura diferente e aparentava ser mole também. Tento achar a utilidade do produto no rotulo que continha no verso.

Para treinamento oral... - Leio o começo. - Nunca pagou um boquete antes? Aqui estar a solução! Treine seu oral, e depois surpreenda seu parceiro. - Leio o anúncio. - M-mas... - confesso que aquilo havia me deixado um pouco horrorizado.

Agora, isso era pra mim ou pra mommy? Bem, mommy já deve querer enfiar essas coisas em mim. Talvez me vendo fazer esse tipo de coisa obscena a deixasse... Excitada?

Abro a embalagem com cuidado para não rasga-la. Segurando o objeto em minhas mãos.

Eu estava certo, era realmente mole. E ainda tinha realmente a textura de um pênis. Certo, isso é realmente estranho.

Mas, minha curiosidade estava atacando novamente.

Antes que eu desse conta, aproximo o objeto da minha boca. Fecho meus olhos, tocando meus lábios na 'glande'. Sem saber oque deveria fazer com aqui entre meus lábios, acabo por dar um beijo de língua. Deixo que o objeto molenga entre até a metade em minha boca, sentindo tocar o interior da minha bochecha. Imaginei que aquilo era um pirulito, então passava minha língua ao redor, dando sugadas também.

Por um segundo, me imagino em terceira pessoa naquela situação. E pelo menos em minha cabeça, a tal cena parecia tão erótica e obscena.

Minha mandíbula começou a ficar um pouco dolorida, imagino que essa deve ser a hora que eu paro. Tiro de dentro de minha boca, deixando novamente na embalagem.

Observo mais uma vez o interior da caixa. Focando meu olhar em um vibrador. Uma idéia louca passou pela minha cabeça.

Eu praticamente enfiei um pau na minha boca. Qual seria a diferença de enfiar no outro buraco?

Tiro o vibrador de dentro da caixa, abrindo a embalagem.

Eu tinha uma noção que eu não podia enfiar isso de qualquer jeito, principalmente se for a minha primeira vez.

Encarei o objeto, refletindo como aquela coisa entraria em mim. Eu deveria pesquisar no Google como eu poderia "brincar" com isso sozinho, mas os resultados que dariam essa pesquisa talvez me faça perder o resto que sobrou de minha inocência.

Bem, o básico deve eu estar excitado primeiro certo? - Perguntei a mim mesmo, descendo meu olhar para o meio de minhas pernas. - Que que eu to fazendo da minha vida.

Largo o vibrador sobre a cama, me deitando em seguida. Encaro o teto forrado, enquanto levanto um pouco de minha blusa escura, passando a fazer desenhos imaginários com meu dedo na virilha. Passo a mexer com o elástico de minha cueca, permitindo a mim mesmo fechar os olhos.

Não demorou para algumas imagens indecentes aparecerem em minha mente, como as vezes que observei mommy tomar banho ou trocando de roupa. Até mesmo o dia que a abracei por traz e um gemido escapou de seus lábios.

Minha mão deslizou para dentro da roupa íntima, envolvendo meu membro que havia acabado de ser desperto. Com movimentos lentos e apertados de sobe e desce, gemidos baixos e roucos escapavam de minha garganta.

Me deito para baixo, afundando meu rosto no travesseiro, ainda continuando os movimentos em meu membro.

Passou pela minha cabeça um pequeno filme de todas as vezes que mommy havia batido em meu bumbum, na brincadeira claro. Mas nesse momento todos aqueles tapinhas me parecem tão... Excitantes.

Pela primeira vez sentir minha entrada se contrair, ou melhor, ''piscar''.

Paro os movimentos em meu penis um pouco antes de chegar ao limite, oque me fez gemer frustrado. Retiro a cueca clara a jogando para fora da cama, dando liberdade para meu membro ereto.

Vasculho desesperadamente a caixa, em busca do frasco que havia visto antes. Acho o vidrinho de lubrificante, não ligando muito para embalagem verde chamativa, abro o vidro.

Menta? - indago, ao sentir o leve aroma. - Ta isso não importa. - Dei de ombros. - Eu não deveria enfiar aquilo logo. - Disse pensativo. - Mommy disse que sempre deve haver aperitivo antes do prato principal. - Me lembro de oque S/n havia dito uma vez, em uma das nossas conversas sobre sexo.

''Sempre deve haver preliminares, mesmo se for uma rapidinha.'', palavras de S/n mommy.

Meleco meus dedos com o líquido pastoso, me deitando novamente na cama. Levo um de meus dedos melecados até minha entrada, ainda pulsante, deixando que deslizasse para meu interior. Sinto grande incômodo mas deixei ali.

Agora tenho pelo menos uma noção do que as garotas sentem.

O incômodo havia passado um pouco, então decidir começar a movimentar o dedo dentro de mim. Sendo um pouco mais ousado, deslizei mais um dedo para dentro de mim.

Todo o incômodo que havia sentido antes havia passado, deixando para trás uma coisa maravilhosa:

Prazer.

Sentir meus dedos se movimentando com dificuldade naquele espaço tão apertado, era uma sensação tão... Gostosa.

Eu queria mais, não, eu precisava de mais.

Retiro meus dedos de dentro de mim, imediatamente procurando o vibrador. Espalho um pouco mais de lubrificante em minha entrada. Ligo o vibrador no primeiro modo, sinto um arrepio passar por todo meu corpo ao encostar o objeto em minha entrada.

Aquilo era tão gostoso.

Sinto a ardência ao começar a enfiar aquela coisa grossa em minha entrada apertada, mas as vibrações acabam por me deixar em ecstasy, fazendo eu não ligar para isso, e deixando que entre cada vez mais fundo em mim.

Antes mesmo que eu percebe-se, meus gemidos altos ecoavam pelo quarto, enquanto movimentava o vibrador no ultimo modo freneticamente dentro de mim.

Estava me sentindo uma verdadeira vadia gemendo daquele jeito. Mas quem diria que um 'pau' em meu interior fosse tão bom?

Com um gemido alto e rouco, sinto chegar ao meu ápice. Que por eu estar de lado, havia melecado toda a coberta.

Retiro o objeto de meu interior, que estava ardido e agora com uma certa falta de ter o objeto enterrado em sí. Deixo o aparelho de lado, tentando regularizar minha respiração.

Yoon-Yoonie? - Meu olhar se dirigiu a porta, vendo uma S/n com os olhos arregalados.

Bem, deve se imaginar que não deve ser tão comum assim achar um garoto: Ofegante, soado, cheirando a orgasmo, com vários brinquedos sexuais espalhados pela cama, quase nu se não fosse pela camiseta e com um sorrisinho sapeca no rosto.

Mommy? - Falei baixinho, encarando seus olhos. - Que bom que você chegou, agora Yoon não precisa mais brincar sozinho. - Deixei escapar uma risadinha maliciosa pelos meus lábios.


Notas Finais


Todas as pessoinhas que leram se manifestem, quero saber se ainda ta todo mundo aqui, pode só colocar um coraçãozinho mais comentem ❤❤

Até o próximo capítulo gente ❤

❤ Caso seja novo aqui, eu tbm escrevo outras fics, da uma olhadinha ❤

Bjs meus coloridos ❤❤


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