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História My Babysitter - Imagine Sana - Capítulo 27


Escrita por:


Notas do Autor


Boa leitura 💜 :)

Capítulo 27 - We can be friends


POV S/N

— Mas você tem o que na cabeça?— Jin questiona me zoando pela milésima vez, na manhã.— Por que perguntou se ela ainda sentia algo?

— Eu não sei. Apenas saiu.— falo bagunçando meus cabelos, levemente nervosa com toda a situação.— Eu posso por a culpa nas taças de vinho que tomei.

— É uma boa idéia culpar o vinho, você não é muito forte para bebidas.— falou a pessoa que se deixar vira um galão inteiro na boca.

— Eu sou uma idiota.— ele assentiu, e eu o olhei incrédula.— Não era para concordar.

O empurro, e como ele estava sentado na cama ele apenas mudou a posição se deitando. Sai do quarto de hóspede, e ao passar pelo corredor encontro minha mãe, era com ela que eu queria falar.

— Por que não me avisou que aquele jantar, teria a presença de Sana?— ela riu deixando o cesto com roupas no chão.

— Se eu contasse você teria fugido.— é um bom ponto a se pensar, já que eu teria feito exatamente isso.— Por falar nela preciso de um favor seu.

— Pode falar coroa.

— Olha o respeito.— desviei bem a tempo de levar um pano de prato na cara.—Quero que entregue isso aqui para Sana.— tombei a cabeça para o lado, pronta para resmungar. Mas ela me interrompe.— Faz isso por favor. Se precisar pode pegar o carro, não irei usa-lo hoje.

— E onde é?— questiono me dando por vencida, torcendo para que não seja na casa da japonesa.

— Ela estará no restaurante, em hongdae.— o bairro não era distante, apenas assinto pegando o envelope de sua mão.

A mais velha me passou o número do estabelecimento. Jin não iria comigo, pois ele ainda não estava se sentindo bem. Quem mandou beber tanto?

Durante o caminho fui fazendo notas mentais, pensando no que dizer. Perda de tempo, pois sei que vou esquecer tudo só ao ver a japonesa.

Estacionei em frente ao estabelecimento, e entrei no restaurante. A primeira coisa que reparei foi na decoração, bom metade dela. Pois o local ainda não estava pronto.

Olhei para tudo admirada com os detalhes da cultura japonesa. Notei em uma parte, que possuía um grande quadro, reconheci ser a avó de Sana.

A pintura era em cores vibrantes, deixava o ambiente alegre principalmente pelo grande sorriso que a senhora tinha.

Eu conheci a senhora japonesa, ela era sábia e tinha muitas histórias para contar. Seu jeito me lembrava bastante de Sana, era incrível a semelhança que as duas tinham em comum. Até mesmo o medo de trovões as duas compartilhavam.

Observo tudo por mais um tempinho até ver Sana saindo dos fundos com três caixas médias no braço. Ela fazia um esforço enorme para tentar equilibra-las, então me apresso em ir até ela.

— Precisa de ajuda?— eu não esperava que ela fosse se assustar, quase derrubando tudo pela minha aparição repentina.— Desculpa.— peço envergonhada, pegando duas caixas de seus braços a deixando apenas com uma.

— Obrigada.— ainda atônita a japonesa coloca a caixa em cima de uma mesa onde os clientes sentam e apreciam o chef cozinhando.— O que faz aqui?

— Em uma missão para lhe entregar isso.— falo pegando o envelope, que pelo que eu saiba era uma cópia de contrato.

— Ah sim, sua mãe iria me entregar ontem.— assinto após ela pegar o envelope, e o deixar no balcão.

— Você fez um ótimo trabalho.— falo me referindo ao restaurante, ela sorri.

— Não foi fácil.— diz abrindo as caixas retirando de lá alguns pequenos vasos de flores, para decorar as mesas.— Esse aqui é a segunda filial que tenho na Coréia, o outro está localizado em Goyang.— diz em tom animado, Sana sempre fica assim quando está contando sobre algo que gosta. E acaba por me contagiar também, já que eu costumava gostar de a ouvir. E isso não mudou.— A princípio o meu objetivo era fazer primeiro aqui em Seoul, mas só consegui agora. Então agora tenho dois na Coréia, ao invés de um só.

— Se a comida for tão boa quanto a decoração, eu virei aqui com toda certeza.

— Estarei ao seu aguardo. Será minha convidada de honra.— sorri meio abobalhada, mas logo me recordei de ontem.

— Sana...— chamo sua atenção para que olhasse para mim.— O que eu disse ontem, apenas esqueça. Fui uma idiota, por falar mais do que devia.

— Tudo bem, eu também errei em dar continuidade.— diz voltando a espalhar os pequenos vasinhos de flores pelas mesas.— Podemos começar de novo. O que acha?

— Desde o início, como se não nos conhecessemos?— ela nega.

— A partir do ponto em que você e eu nos reencontramos. Iremos agir de forma civilizada.— explica.— Afinal tivemos uma história, e eu não gostaria de apagar isso. Então não podemos agir como se não nos conhecessemos.

— Eu topo.— falo convicta, estendendo a mão para a japonesa que sorriu e a apertou. Como se tivéssemos fechado uma promessa.— Então será que você aceita a ajuda de uma não tão velha amiga?

— Claro. Mas saiba que teremos muito o que fazer.— ela me empurra levemente com os ombros, concordando com a idéia de ter minha ajuda.

[…]


— Vou buscar dois copos de suco. Acho que merecemos um descanso.— a japonesa fala passando a mão no rosto, tirando um pouco do suor. Eu não estava tão diferente.

Fizemos grande progresso em arrumar grande parte do restaurante, que teria inauguração em breve.

Sentei em uma das cadeiras, e peguei meu celular que vibrava. No visor indicava que era Jisoo, então logo a atendi.

LIGAÇÃO ON 

— O que acha de sairmos agora?— a Kim propôs ao eu atender a chamada

— Desculpa Soo, eu estou meio ocupada no momento.— respondi batucando os dedos na mesa, em ritmo de uma música aleatória.

E o que é mais importante que eu?— eu poderia facilmente, a visualizar fazendo um biquinho fofo

Que tal nos encontrarmos amanhã. Hoje eu ainda tenho que ajudar Nayeon com algumas coisas.

Tudo bem, nos vemos amanhã.— seu tom mudou para desânimo.

Não fique assim, amanhã estarei com você.

— Apenas comigo?

Apenas com você! 

LIGAÇÃO OFF


Nos despedimos e logo Sana retorna com dois copos médios.

— Escolhi o de laranja para você, sei que gosta.— agradeci pegando o copo e tomando um enorme gole, eu estava morrendo de cede.— Fizemos um ótimo trabalho.

— Foi um grande e exaustivo progresso. Mas ainda sim divertido.— comento.

Ficamos por mais um tempinho conversando, e arrumando algumas coisinhas ali e aqui.

Mas logo tive que me despedir pois Jeongyeon já estava enchendo o saco. Dizendo por mensagem que eu estava atrasada.

Mas prometi a Sana que voltaria para ver a inauguração. É bom conversar com ela novamente, em um clima agradável. Senti falta disso.

— Jihoon!— exclamei animada, correndo em direção a Jeongyeon com o bebê no colo que se agitou logo ao me ver.— Quem é o bebê mais lindo do mundo?— fiz uma voz absurdamente fina, pegando o pequeno em meus braços e o rodopiando.

Por que as pessoas tem o costume de afinar a voz quando fala com bebê, ou com animalzinho de estimação?

— Nossa ela nem olhou para a nossa cara.— Nayeon diz ofendida.

— Prioridades né meu amor.— falo fazendo caretas bobas, que fazia Jihoon rir de forma fofa mostrando seus dois dentinhos na parte inferior.— Mas eu senti sua falta também, um pouquinho só.— ela belisca meu braço, e me puxa para um abraço tomando cuidado para não machucar Jihoon.

— Demorou muito, estava aonde?— Jeongyeon questiona me abraçando, e logo em seguida abraço, Jihyo e Tzuyu e Hoseok.

— Eu estava com a Sana.— automaticamente todos os olhares se viraram para mim, parecia até que eu tinha ameaçado jogar uma bomba no país.

— Com a Sana?— Jihyo repete e eu apenas assinto.— Vocês brigaram ou algo assim?

Como estávamos perto de uma cafeteria, entramos para conversar um pouco e contar as novidades.

 Contei para eles tudo, desde a minha vinda ontem, como também a informação de que Sana namora e fez uma parceria com minha mãe. Mencionei a parte em que Sana e eu decidimos nos tornar amigas. Sem ressentimento, sem brigas. Isso os deixou boquiabertos.

Nayeon também me contou que convidou Sana para o casamento, não só ela como Miyeon, além de Mina e Momo. Nayeon estava tentando arrumar um jeito de me contar isso. 

Mas depois que falei que eu e Sana podemos estar em um único ambiente e conversar numa boa ela acabou contando sem rodeios.

E eu não vejo problema algum, sei que Nayeon havia se aproximado bastante de Sana e suas amigas na época em que estávamos juntas.

Apesar da Im ter ficado brava quando vimos Sana beijando outra pessoa. Pelo que Jeongyeon me contou elas conversaram depois de alguns meses, e se acertaram mantendo a amizade. Assim como Jihyo que por conta de Tzuyu acabou se aproximando bastante das meninas.

— Eu disse que queria flores camélias, e não tulipas.— Nayeon fala tentando não elevar muito a voz com a atendente.

— Calma Nayeon.— seguro em seu braço, a puxando um pouco para trás. Já que ela estava praticamente quase pulando o balcão, para falar com a moça que a olhava com tédio.

Isso estava tirando Nayeon do sério, ainda mais quando se tratava do assunto casamento.

— Vamos fazer o seguinte eu Jeongyeon, ficaremos aqui resolvendo isso. Enquanto vocês levam Nayeon para o ensaio no local onde será a cerimônia.— Hoseok sugeriu.

O casamento é em duas semanas, não faltava mais nada para resolver além do ensaio e verificar se estava tudo certo com os preparativos.

Porém tivemos um probleminha com as flores, por alguma razão alguém acabou se confundindo, trocando camélias por tulipas.

— Preciso me distrair antes que eu volte e jogue aquele jarro na cabeça dela.— Nayeon diz bufando.

— Eu irei te ajudar. Viu como ela estava olhando para Tzuyu.— o tom ciumento de Jihyo era evidente. Tzuyu sorriu, e a abraçou beijando sua bochecha tentando a acalmar.

— Eu estou super tranquila.— falo despreocupada sorrindo para Jihoon em meu colo. Desde que cheguei não desgrudei dele, estou pensando em sequestrar.

Mas sempre descarto essa possibilidade, quando o vejo chorando. Eu nunca sei o que fazer.

— Você está tranquila porque voltou a falar com Sana.— Nayeon fala.— Por falar nela, e essa idéia de vocês serem amigas.— uhm lá vem.— Eu li em um lugar que se pessoas que já tiveram um relacionamento, se tornam amigas após tudo. É porque nunca se amaram de verdade ou porque ainda se amam.

Franzi o cenho pronta para rebater, mas Tzuyu fez isso primeiro

— Ou porque os dois envolvidos tem maturidade para separar as coisas. Certo.— que orgulho desse bebê de dois metros. Mas parece que sua sensatez não foi o suficiente já que Nayeon e Jihyo começaram a rir.

— A palavra S/n e maturidade não se encaixam na mesma frase.


Notas Finais


Amizade ✋👀 mas é um começo

¬_¬


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