História My Batwoman - Kim Taehyung - Híbrido (HIATUS TEMPORÁRIO) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Personagens Originais, V
Tags Ecchi, Hentai, Híbrido, Kim Taehyung, Tragedia
Visualizações 125
Palavras 494
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi!
Sim, eu faço um pouquinho de cerimónia então: Sejam muito Bem-Vindos à fic "My Batwoman"!
Normalmente as histórias de híbridos têm uma escrita e leitura simples, quase sempre começam num beco escuro (não estou criticando, apenas é o normal, certo?), mas eu decidi começar diferente.
A personagem terá seu nome, mas se não se sentir confortável lendo a fic assim, pode sempre criar um nome para a personagem híbrida.
Tenho de agradecer a @WBJJK pela maravilhosa capa da fic: Thank You<3!

Já chega de falar, não? Me desculpe pelo relatório...

Boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo


Centro de Seul, Coreia do Sul

Kim Taehyung POV’s

 

 

Estava caminhando pelas poucas calmas ruas de Seul em direção a casa depois de um longo dia de aulas na faculdade.

As luminárias estavam falhando muito, talvez pelo fato de estar ventando muito naquela noite e os postes de energia estarem sendo afetados.

Olhei para trás após ouvir um miado agudo do outro lado da rua, transparecendo uma garotinha se encolhendo com o grande ruído provocado pelo carro passando a alta velocidade por nós. A garota se apoiou na parede durante alguns segundos, logo levantando a cabeça e cruzando os braços no seu peito. Olhei em volta procurando o possível gato que miou, mas nada dele. Caminhei ao encontro da garota encostada à parede, ainda procurando o gato por todo o meu redor.

– Está tudo bem com você? – perguntei para esta, a fazendo dar um saltinho de susto – Desculpe te assustar…

Esperei minha resposta por algum tempo, até por fim recebê-la, mas com hesitação.

– Sim, (S/N) está bem. – disse rápido – Obrigada por perguntar garoto. – agradeceu igualmente acelerado.

Franzi a sobrancelha «processando» o jeito infantil que a menina falou: …(S/N) está bem. Olhei seu corpo e notei que ela estava tremendo e suas roupas estavam rasgadas e sujas, mas quando cheguei à sua cabeça, vi duas orelhas de gato. Abri a boca espantado com as suas características «estranhas» e me aproximei tocando gentilmente nelas. A pequena abaixo de mim se encolheu ainda mais depois do meu toque se afastando deslizando na gélida parede.

– Não precisa de ter medo, não quero fazer mal a você. – soltei um sorriso nasal baixo – Sem querer intrometer-me, o que aconteceram com suas roupas? – perguntei tentando ser simpático.

– Não vai bater ou jogar água na (S/N) se contar? – questionou ainda na mesma posição com medo em sua voz.

– Claro que não! Conte-me o que aconteceu! – exclamei passando-lhe confiança.

– (S/N) é uma híbrida gatinha e não consegue ver, que vivia na rua do norte mas a expulsaram de lá. Agora (S/N) não tem para onde ir e está com muito frio. – se lamentou com uma voz tristonha.

Fiquei em silêncio pensando como poderia ajudar a gatinha. Gatinha?! Híbridos realmente existem?! Okay, a gatinha parece uma criança, certamente não terá mal nenhum se a acomodar no meu apartamento até ela conseguir um lugar para ficar.

– Eu estou indo para casa agora, eu vivo sozinho e tenho um quarto de hospedes desocupado, aceita ficar em minha casa até encontrar um lugar para onde ir? – questionei-a sorrindo.

– Oh! Isso seria muito simpático da sua parte, mas (S/N) não quer causar incómodos… – pronunciou. – (S/N) não consegue ver, precisará de ajuda nos primeiros dias até se habituar e isso poderá ser incomodo para você, moço.

– Não será incomodo nenhum, eu te guiarei quando precisar! Aliás, sou Kim Taehyung, prazer! – exclamei novamente tocando na mão da garota, a puxando levemente para que seguíssemos até casa.

– Sou (S/N)! Obrigada por ajudar, Taehyung! – agradeceu apertando minha mão, caminhando juntamente comigo.

 

 

Continua…


Notas Finais


Obrigada pela sua leitura!


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