História My Beloved Brother - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Lemon, Shounen Ai, Yaoi
Visualizações 10
Palavras 631
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Somente passando pra dar um aviso: a história vai ser contada na perspectiva do Haru, mas é possível que eu faça alguns P.O.V's do Miyuri também.

(Todos os créditos da imagem de capa vão ao autor.)

Capítulo 1 - "Eu te amo."


Fanfic / Fanfiction My Beloved Brother - Capítulo 1 - "Eu te amo."

Eu estava deitado tranquilamente em casa, no beliche que eu compartilhava com Miyuri, sim, eu sei que isso é extremamente errado, mas eu sou apaixonado pelo meu próprio irmão, não é minha culpa, ele é tão fofo e inocente, tão... Argh. 

Eu falava com ele, que no momento estaria fazendo uma de suas tarefas, sim, Miyuri ainda cursa o segundo ano do ensino médio, ele tem 16 anos e eu 19, eu sou realmente uma vergonha. - "Precisa de ajuda? Parece que você não está tendo tanta facilidade." - Ele apenas respondia com um sorrisinho sem jeito, aquele sorriso que conseguia me conquistar em poucos segundos. - "Bem... sim, se não te incomodar." - Eu descia do meu beliche, logo, sentado na mesma cama que Miyuri.

Eu encostava minha cabeça em seu ombro, aquilo realmente me doía o coração, mas era tão confortável, porém tão triste saber que ele me via apenas como irmão. O que eu farei se ele arranjar uma namorada?

- "Bem... Matemática?" - Ele assentia com a cabeça. Logo, comecei a ensiná-lo algumas fórmulas. Sem querer, deixei escapar uma pequena e dura verdade, sussurrando um de meus pensamentos, enquanto estava o ajudando a fazer a suas tarefas. - "Eu te amo, quando você vai perceber isso?" - Ele infelizmente havia ouvido, mas, inocentemente respondia, uma frase que fazia meu coração doer ainda mais. - "Eu te amo também! Não fique tão triste." - Eu o puxava para um abraço, me apoiando em seu ombro, enquanto lágrimas caíam do meu rosto. - "Não me faça sofrer tanto, por favor." - 

Eu o abraçava fortemente, eu sentia seu cheiro, era tão bom sentir a pele dele, eu queria o beijar, mas não podia, seu primeiro beijo não podia ser com seu próprio irmão, eu sabia que aquilo era errado. Mas não é minha culpa, ele é tão bonito, tão atencioso, tão carinhoso, eu quero apenas protegê-lo, protêge-lo de tudo de ruim que possa haver com ele.

 Eu soluçava seu nome em seu ombro, enquanto palavras dolorosas pra mim mesmo saiam de minha boca. - "Miyuri... seu idiota... eu te amo tanto, perceba logo isso por favor." - Eu estava falando algo que ainda não poderia ter dito, ao menos não agora, eu não quero deixá-lo confuso, não quero que sinta pena de mim. Até que senti algo quente deslizar pelos meus ombros, eram as lágrimas de Miyuri. Até que ele finalmente falava. - "Hey... Não chore assim, não me faça ficar ainda mais apaixonado por você, por favor, isso dói, isso dói muito, você é meu irmão, eu não posso, eu não quero te amar ainda mais do que já amo, então por favor, não fale que me ama como se fosse um sentimento tão intenso, Haru..." - Eu sentia a dor em suas palavras, como se fosse a mesma dor que eu sentia, ele realmente me amava da mesma forma? Eu estava praticamente rezando para que sim. 

Eu dizia, retirando minha cabeça de cima de seu ombro, e o encarando, ainda tentando não chorar, eu enxugava suas lágrimas com um de meus dedos. - "Eu que o diga, você sempre, sempre me faz me apaixonar ainda mais por você, cada vez mais, isso é tão injusto, eu te amo tanto, Miyuri." - Eu encostava minha testa na sua, com um olhar misto de felicidade e tristeza. Ele me encarava com uma expressão igualmente surpresa, como quando eu tinha ouvido as palavras que ele havia dito. - "Haru... Seu idiota, por quê você esperou tanto pra me dizer isso?" - Era uma expressão de surpresa atrás de outra, e agora era minha vez. Eu não disse nada, minha única resposta foi apenas um beijo longo e demorado, o único beijo que eu nunca iria me arrepender de ter concebido a alguém. 




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