História My Beloved Hybrid ( Imagine- Jeon Jungkook) - Capítulo 13


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bangtan Boys
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Palavras 3.194
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ficou um pouco diferente da primeira vez que postei este capitulo, mas espero de verdade que gostem ^^

Boa leitura a todos <3

Capítulo 13 - Anel


                          JungKook´s Point of View 

 

 

 Havíamos acabado de chegar, a casa estava em total obscuridade e silêncio, mas, assim que o Jin Hyung chamou S/n para ver o que ele tinha trago a ela, a mesma não estava; entramos em desespero.

 Estava tendo um terrível temporal, trovoadas e mais trovoadas tonitruantes tiniam toda a casa e não sabíamos a onde ela estava; assim achávamos. Um estrondoso trovão foi soado, a sala clareou-se e lá fora, em meio a forte chuva, S/n havia sido acertada pelo raio. Não tive nenhuma outra reação que não fosse correr desesperadamente para fora.

 A medida que me aproximava de S/n, a mesma vinha sido acertada por raios como se os atraísse para si. Algo em seu corpo brilhava, parecia-me ser um colar e assim que o intenso brilho se desfez, ela acordou, mas aos prantos. Peguei-a e corri para que evitasse a contato com a fria chuva que caía do céu.

- Ela pode estar hipotérmica! – Disse para Jin que veio em nossa direção às pressas.

- Chung-Ho... Me desculpe... – Um fio de voz soou e S/n acabara de desmaiar.

 Adentramos a casa e coloquei ela sobre o sofá, peguei alguns cobertores num quarto qualquer para que pudesse aquece-la, mas assim que me aproximei vi que a mesma estava nua recebendo cuidados do Jin Hyung.

- Jin Hyung... – Ergui o olhar.

- Não pense coisas estranhas JungKook. Eu sou médico, não um pervertido. – Disse ele sério.

- Desculpe. – Entreguei os cobertores sem olhar o que fazia.

 Assim que ele a cobriu, observei o que fazia. Ele era tão cuidadoso, mesmo usando seus poderes que por si só são destrutíveis a qualquer um que os receba.

- Por favor.... – Ditou Jin Hyung com certa frustração. – Não faça isso S/n....

- Isso o que Jin Hyung? – Me olhou e me assustei ao ver seus olhos acinzentados quase num tom preto. – Você está bem? – Tentei me aproximar, mas o mesmo me impediu.

- Vá ao meu quarto e pegue aquele potinho que eu ia dar a ela. – Voltou ao que fazia e fui pegar o que me pediu.

 Assim que entrei em seu quarto, lembrei-me de quando era criança, a maneira que corria às pressas até ele para mostrar-lhe o que acabara de aprender na escola.

 

 

                        Flashback On

 

 

- Jin Hyung, Jin hyung! – Corria até ele apressado.

- Hey, tenha calma garotinho. – Me pegou no colo e se sentou em sua cama. – Por quê que meu garotinho está tão animado, hein?! – Organizava os fios de meu cabelo.

- Jin Hyung, hoje eu aprendi a me transformar em logo. – Pulava em seu colo. – O professor Jung se surpreendeu por eu ter sido o único a conseguir. - Sorria largamente para ele. – Quer ver?! – Assentiu e então pulei de seu colo me preparando para transformar-me.

- Calma rapazinho. – Deu batidinhas em minha cabeça. – Não quer destruir meu quarto, não é?! – Aproximou-se da porta de seu quarto. – Vamos fazer isso lá fora. – Nesse mesmo instante, agarrei sua mão e o puxei às pressas para fora, estava muito animado para mostrar o que havia aprendido.

 Assim que nos encontrávamos do lado de fora da casa, me concentrei em manter a calma, precisava disso para que pudesse convergir todo o meu poder em todo na cousa mais forte em mim; A tristeza. E assim me transformei, a tristeza consumia-me apesar de viver bem com o Jin Hyung. Essa era meu único sentimento forte o bastante para que pudesse me focar, a tristeza.

- Que demais JungKookie! – Jin Hyung aplaudia-me e assim transformei-me de volta no garoto que era. – Vejo que se esforçou muito meu amor. – Deu-me um forte amplexo. – Estou muito orgulhoso de você. – Sorria largamente.

- Obrigado Hyung. – Apertei mais nosso abraço. Mesmo eu tendo toda essa tristeza em mim, o Jin Hyung fazia-me sentir amado.

 

 

                   Flashback off

 

 

Balancei a cabeça na intensão de livrar-me daqueles pensamentos bobos, mesmo gostando de todas elas. Peguei o que havia me pedido e corri para a sala, já havia ficado tempo demais em seu quarto. Aproximei do Jin Hyung e assim que entreguei o pequeno pote vi a maneira que se encontrava, magro e velho como um humano de noventa anos ou mais.

- Jin Hyung, o que está havendo? – Perguntei preocupado, essa era a primeira vez que o via assim, mas me parece que ele não se importou tanto assim já que apenas colocou o liquido na boca da S/n e se afastou dela.

- Não se assuste com o que ver, é apenas para segurança dela e de todos nós. – Aos poucos voltava ao normal. – Apenas tenha paciência com ela. – E assim olhei o que estava acontecendo. S/n acaba de se transformar em...

- UMA CRIANÇA?! – Gritei.

- JungKook-Ssi. – Colocou uma das mãos na cabeça. – Leve-a para o quaro por favor, preciso descansar. – Saiu dali e eu fiquei com a garotinha.

- Aish, mas e as roupas dela?! – Disse envergonhado.

 A enrolei direito com o cobertor e a peguei no colo, digamos que com um pouquinho de dificuldade. Subi as escadas e adentrei seu quarto, deitando-a na cama. Observava a mesma, ela transparecia uma serenidade e estava muito fofa com seu formato de sushi, mas o que mais me encantou foram suas orelhinhas. Realmente muito fofa.

 Desci as escadas e fui em direção ao quarto do Jin Hyung, ele precisava me dizer o que estava acontecendo. Bati de leve na porta, mas não obtive nenhuma resposta. Adentrei seu quarto com cautela e vi que o mesmo dormia. Pelo menos já aparentava estar normal. Sai de seu quarto e deitei no sofá, definitivamente estava entediado.

 

 ƔƔƔƔƔƔƔƔƔƔƔƔƔƔƔ

 

 

 Alguma coisa cutucava meu rosto e já estava começando a me irritar. Balança minha mão perto do rosto a cada vez que sentia o gesto se repetir, mas mesmo assim não conseguia pará-lo. Com um movimento rápido bati na coisa que me cutucava e como resultado: levei um tapa na testa.

- EI! – Acordei irritado com a mão na testa acariciando o lugar e vi que uma garotinha fazia o mesmo com a mão.

- Isso doeu. – Dissemos juntos.

- Você não deveria cutucar alguém enquanto ela estiver dormindo. – Deitei novamente.

- E você não deveria ser tão agressivo e preguiçoso. – Me mostrou língua.

- Aish... Criança teimosa... – Resmunguei baixo.

- Idiota preguiçoso. – Sentei-me no sofá rapidamente e fingi ir pega-la. - Não tenho medo de você! – Cruzou os braços e ergui uma das sobrancelhas. Quem ela pensa que é?! - Sou Kim S/n. E você? Quem é você? Por que está dormindo na casa do Jinnie Oppa?! – Pendeu a cabeça para o lado.

- JungKook, Jeon JungKook e não lhe devo satisfações. – Deitei novamente. – E você deveria vestir algo que caiba bem em você, não uma blusa que parece um vestido. – Ri sarcástico.

- Não pedi sua opinião.

- Meninos! – Jin Hyung apareceu na sala.

- Jinnie Oppa. – A garotinha correu até ele e abraçou suas pernas.

- Está bem meu amor? – A mesma negou. – Por quê? – Perguntou sem entender.

- Por causa, Dele! – Apontou grotescamente para mim. – Esse babão idiota. – Resmungou baixo.

- O que eu lhe disse sobre xingamentos hein?! – Repreendeu a mesma.

- Que era feio e que uma mocinha linda como eu não deveria proferir tais palavras, mesmo se estivesse com muita raiva. – Franziu o cenho raivosamente. – Desculpa. – Disse baixo.

- Só não faça novamente. – Ri vencedor e ela virou a cara. Metida ela.

- Metido é você!

- Como você?!

- Não te interessa.

- S/n! – Jin abaixou na altura da garotinha.

- Ele que me chamou de metida. – Emburrou-se e o Jin me olhou repreendendo-me.

- O quê?! – Intensificou mais o olhar e entendi o que queria. – Me desculpa... – Disse sem vontade.

- Não. – E Jin não deixou de me olhar.

- Olha, pode parar ‘tá legal. Eu já pedi desculpa, ela que não quis aceitar.

- Você não foi sincero no que disse. – Que garotinha chata!

- Eu vou bater nele, Jinnie Oppa.

- Não liga para ele querida, ele é um chato. – Acariciou a cabeça da “mimadinha” que me olhava enfurecida.

- Por que não me disse que lia os pensamentos das outras pessoas Jin Hyung?

- Só a S/n sabe fazer isso, eu apenas deduzi, mas vejo que estava certo não?! – Revirei os olhos. – Aqui, pegue essa roupa e tome um banho ok. – A menina assentiu e seguiu para o quarto, enquanto eu acompanhava Jin para a cozinha.

- Ela é bem mimada. – Resmunguei e senti um chute na minha perna. – AI! – Essa criança!

- Mereceu. – Disse Jin enquanto tomava algo.

- Você viu o que ela fez?! Deveria ter feito algo! – Disse indignado.

- Você fez algo para ela, eu tenho certeza. – Riu.

- Olha eu não fiz nada de mais ‘tá. Ela estava me cutucando e eu dei um tapa na mão dela, só isso.

- Esse foi seu erro.

- Você deveria estar do meu lado!

- JungKook, você está agindo como uma criança.

- Mas foi ela que começou.

- JungKook...

- Tá, tá, depois eu resolvo isso. Mas me diz, por que ela virou uma criança? – Mudou sua expressão.

- Quando a S/n era mais nova, por volta de seus nove e dez anos, ela tinha muita dificuldade para controlar os poderes, ainda mais se ela estivesse resfriada. Mas quando ela atingiu seus quatorze anos, a situação piorou. – Parecia triste. – Nessa época, eu sempre estava acompanhando seu progresso e qualquer outro tipo de situação com meu irmão. – Suspirou pesadamente. – Por volta de seus quatorze anos, ela... ela... matou uma pessoa. – Arregalei meus olhos. – Como você já deve saber, a S/n pega as dores de outras pessoas para si e em um passeio que fizemos, nós acabamos nos perdendo e por ventura do destino. – Sorriu de canto meio sem ânimo. – Acabamos por ir para Aokigahara*.  – Encarou-me. – Como eu desejei nunca ter ido para lá. Queríamos apenas fazer um piquenique, estávamos comemorando o aniversário de quatro anos do Laito, mas estrada que pegamos não tinha avisos e bem... não ouvimos as crianças, elas queriam ir embora.... Deveríamos ter ido embora. – Uma fina lágrima escorreu em seu rosto. – Ficamos ali mesmo e fizemos o piquenique, as crianças mesmo um pouco atormentadas começaram a brincar, mas..., mas não vimos que elas haviam se distanciado de nós, até ouvirmos um grito do Laito. Corremos para ver o que era, o Laito chorava muito e não parava de repetir “mostro, mostro, mostro”. – Suas lágrimas aumentavam. – S/n veio até nós, mas seu corpo estava coberto por camas negras e um espirito a possuiu. – Limpou seu rosto. – Você já ouviu a expressão “Sol negro”? – Neguei. – Os astecas se referiam as mariposas como ‘Sol negro’ e o espirito que a possuiu, não para de dizer “meu sol negro, eu encontrei meu sol negro, minha luz”. As mariposas são o movimento nas sombras, a alma das bruxas. Sentem-se atraídas pela luz, simbolizando a busca arrebatada pela verdade, assim como a alma se sente atraída pela divindade. Provavelmente Drunmonush era um espirito que buscava sua verdade e sentia muita dor por isso, mas nunca saberemos.

- Por quê? – Indaguei-o.

- A S/n o expulsou de seu corpo e caiu no chão fraca, mas Laito correu até sua irmã mais vela e quando encostou nela, o lado negro do poder de S/n estava mais forte e fez com que..., que fez com que o corpo de Laito queimasse em sua frente. – Fechou fortemente seus olhos. – S/n tentou parar, ela segurava seu irmãozinho, tentava parar, mas... – Voltou a chorar. – O garotinho implorava a sua irmã que parasse, ela estava desesperada tentando parar. Todos estavam assustados. O corpo de Laito se transformou em cinzas e voou para o céu. Já S/n... – Tentava parar de chorar. - Ela tremia e chorava, seu lado lobo estava alterado, assim como o mago. Ela nunca havia presenciado a morte antes e perder seu irmãozinho, seu único amigo, a pessoa que se orgulhava da irmã, assim de uma vez. Isso foi de mais para ela. Ela não conseguiu suportar a dor, de todos nós, a pessoa que mais sofreu foi a S/n. Ela nos contou que quando tocou nele, la sentiu algo horrível, não suportava, mas não conseguia parar e no final, ele disse que amava ela. – Era muito para ele e eu sabia. – Ela não dormia, não comia, se isolava, desistiu de tudo e perdia o controle com mais frequência. Nós não sabíamos o que fazer, então eu pedi para tirar aquela memoria dela, fazer ela esquecer de tudo o que vivenciou com seu único irmão. Isso funcionou, mas por algum motivo ela meio que sofria um efeito colateral e se transformava em uma criança por um breve tempo, mas voltava ao normal não se lembrando de nada. – Tomou um pouco de água. – Então JungKook, tenha um pouco de paciência com ela. Se achar melhor, brinque com ela. Mesmo ela demonstrando essa rebeldia, ela gosta de brincar, colorir. Invente algo. – Assenti. – Preciso sair. Tome conta de tudo.

- Você tem certeza Hyung? Descansa um pouco. – Apenas saiu.

 Voltei para a sala, mesmo se eu tentasse descansar, não conseguiria. Nunca imaginaria que algo horrendo assim, poderia acontecer para uma pessoa tão boa quanto S/n. Deve ser difícil para todos, principalmente ao Hyung.

 S/n descia as escadas cantarolando algo, a mesma havia passado por mim saltitando alegre e seguia para a cozinha. Será que eu deveria tentar o que o Hyung me propôs?! Bem, se algo der errado ao menos eu tentei.

- S/n. – Levantei indo em direção, mas não obtive nenhuma resposta. – S/n, eu quero me desculpar com você. – Cheguei na cozinha, mas ela estava vazia. – S/n?! – Fui a porta que levava ao fundo da casa.

Assim que passei por ela tive total vista de S/n. Ela estava sentada no chão, abraçava as pernas e seu cabelo voava junto ao vento. Sentei ao seu lado, mas parece que a mesma nem ligou já que tudo o que continuou fazendo, foi olhar para a floresta.

- Você gosta daqui? – Indagou.

- Sim.

- Então por que foi embora? – Me olhou.

- Como assim? – Franzi o cenho.

- Por que deixou o Jinnie Oppa? – Sorri.

- Por causa de uma pessoa de quem eu gostava muito, mas ela me traiu. – Abaixei o olhar.

- Só por isso? – Dizia calma.

- Sim, mas por que quer saber?

- Por que você fez o Oppa sofrer muito. – Engoli o seco. – Por isso queria saber. – Voltou a olhar a floresta. – Você amava ela muito né?! – Assenti. – Como é amar alguém que não faz parte da sua família?

- Bom. – Me olhou diretamente nos olhos. – Algum problema? – Negou. – S/n... Como é que o Hyung ficou?

- Mau. Às vezes o via chorar por sua causa, ele estava preocupado e não tinha notícias suas. Se perguntava o porquê de você ter ido embora, se ele tinha te tratado de uma maneira e você ter ficado descontente com ele. – Me olhou. – Eu odiei você no momento que eu vi uma lágrima escorrer do rosto do Oppa.

- Me desculpe.

- Vocês já estão bem, é isso que importa. Eu só não queria que ele sofresse mais...

- Por que diz isso?

- Por que eu causei mais mal a ele, do que qualquer outra pessoa. – Suspirou. – Não era justo, nem para ele, nem para meus pais. Ninguém merecia. – Apertou o punho. – Eu sou um monstro. – Uma fina lágrima escorreu em seu rosto.

- Não diga isso!

- Você já matou uma pessoa a quem amava muito? – Neguei, mas entendia a pergunta. – Não é um sentimento legal.

- Achei que não se lembrasse. – Sussurrei.

- Mas não vou me lembrar. Assim que eu voltar ao normal já não vou me lembrar mais de nada, não até a cicatriz se abrir novamente. – Se aproximou de mim. – Não faça o Jinnie Oppa sofrer de novo. – Me abraçou e começou a chorar.

 De todos os momentos que já passei, acho que esse era um daqueles que eu não sabia como lidar. Nunca tive uma criança chorando em meus braços, bem, a não ser a garotinha que encontrei a um tempo atrás, mas agora ela já deve estar grande e deve ter achado ser só um sonho. Eu tentava consolar a pequena garota, mas a mesma chorava muito.

- JungKook, não repita isso de novo. – Me olhou. – Me prometa.

- Eu prometo a você. Não farei. – A mesma assentiu e voltou aos meus braços. Ao menos não chorava tanto assim.

  E foi assim que ficamos. Conversamos mais um pouquinho depois que ela se acalmou, mas acabou por adormecer logo. Não que eu ficasse surpreso com isso, já que estava quase amanhecendo. Levei-a para o quarto e a cobri bem, andei por seu quarto vendo as coisas. Seus objetos até que são legais, mas algo me surpreendeu entre eles; um desenho. Apesar de ser um desenho, que por sinal é até um pouco assustador, me pergunto o por que dela ter algo assim. Será um pesadelo?

 Coloquei-o de volta em seu lugar assim que ouvi o som de pedras sendo esmagadas por um pneu, achei que o Hyung não tivesse saído de carro. Desci para ver se ele precisava de alguma coisa, mas não era ele e sim Yoongi.

- Hyung? – Não me parecia surpreso, na verdade ele mal expressa qualquer coisa.

- JungKook, ajude os meninos a pegar algumas coisas no meu carro por favor. Deve ter umas três ou quatro caixas. – Espera, ele disse “por favor”?! – O Jin já chegou?

- Não, mas como sabe que ele não está?

- Você está vendo ele em algum lugar? – Rude ele.

- Aish. – Saí para pegar as tais caixas.

- JungKook. – Taehyung sorriu ao me ver. – Pega essa. – Me deu e olha que não estava tão leve assim. – E essa também.

- Ótimo, agora virei escravo. – Bufei e entrei colocando as caixas no chão.

- Seja mais delicado, tem coisas nelas que podem quebrar. – Yoongi pegou uma delas.

- Um “obrigado” já seria o bastante. – Disse mal-humorado.

- A S/n já voltou ao normal? – Indagou.

- Como sabe?

- Jin me contou.

- Por falar nele, você sabe onde ele foi?

- Encontrar o NamJoon e o HoSeok.

- Por quê?

- Ele quer que todos nós moremos aqui a partir de agora. Ele tem medo de que algo aconteça a S/n e ele não consiga lidar muito bem com tudo. – Disse simplista. - Isso é para você. – Entregou-me um anel feminino.

- Um anel de mulher?! – Sorri.

- Não gostou?

- Ainda pergunta?

- Então de ele para S/n, pelo menos ela pode gostar. – Se levantou. – Depois não me diga que nunca te dei nada.

- Da próxima vez me dá algo mais apropriado.

- Então vou comprar cuecas. – Saiu.

 Observei o anel, ele tinha duas mãos douradas e elas seguravam a pedra vermelha que tinha nele. A palavra ‘Jeon’ estava gravada na parte interior dele.

- Ele é tão cínico ao ponto de mandar gravar meu sobrenome. – Sorri e o guardei no bolso.

 Jin Hyung e todos os outros cinco novos residentes da casa entraram. Eles até que pareciam contentes, mas agora tudo o que eu queria era dormir e não iria ficar aqui para olhar na cara deles. 


Notas Finais




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