História My Best Friend - Capítulo 21


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Categorias Histórias Originais, Thomaz Costa
Personagens Personagens Originais
Tags Gay, Melhores Amigos
Visualizações 17
Palavras 1.857
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, LGBT, Musical (Songfic), Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Primeiro capítulo da reta final, meu povo!! ♥️
Nas Notas Finais, temos mais um spoiler do capítulo que saí amanhã.

Capítulo 21 - O acidente


Fanfic / Fanfiction My Best Friend - Capítulo 21 - O acidente

ALGUNS DIAS DEPOIS

Gabriel e Caio continuavam brigados, mas isso não impediu Gabriel de continuar visitando Pedro. Ele continuava visitando o garoto que por sua vez, gostava da companhia de Gabriel.

Um belo dia, os dois estavam saindo do Colégio, quando Pedro decide chamá-lo para a sua casa.

Pedro: Gabriel, você quer ir na minha casa?

Gabriel: Seu pai vai estar lá?

Pedro: Acho que só minha irmã, mas ela vai passar uns dias fora.

Gabriel: Tudo bem, eu vou. - e assim, eles vão pra casa de Pedro. O garoto não queria estudar por conta dos seus episódios depressivos, mas Gabriel incentiva o amigo a estudar.

Pedro: Você quer fazer o que? - ele diz jogando a mochila no sofá.

Gabriel: Você quem me chamou, deveria saber o que iriamos fazer. Aliás, guarda a mochila no quarto.

Pedro: Tá bom, papai. - Pedro pega a mochila do sofá e vai pro quarto, onde joga ela na cama e volta para a sala. - Então, o que acha de conversarmos?

Gabriel: Nossa, melhor forma de passar o tempo. - ele diz tirando a mochila das costas. - E seu pai?

Pedro: O que tem ele?

Gabriel: Ele nunca para em casa, né?

Pedro: É verdade. Ele nunca foi um pai presente.

Gabriel: Mas tipo assim, vocês e a Juliana são filhos biológicos ou adotados?

Pedro: Nossa, Gabriel! Meu pai conheceu minha mãe a uns tempos ai, e aí, quando eles namoravam, eu nasci, e uns 2 anos depois, veio a Juliana. E ai minha mãe nos abandonou e deixou eu e a minha irmã as custas do meu pai.

Gabriel: É sério?

Pedro: Infelizmente!

Gabriel: Nossa.

Pedro: E você? Desde quando você mora junto com aquele pessoal?

Gabriel: Se não me engano, assim que meus pais foram morar juntos, Henry e Maycon tinham sido expulsos de casa porque tinham começado a namorar, e ai, eles ficaram lá uns dias, e eles decidiram morarem todos os 4 juntos na mesma casa. Uns 2 anos depois, meus pais se casaram e eu nasci. Depois, Maycon conseguiu a guarda compartilhada de Caio e Bianca com a mãe deles, e de 4 pessoas foram pra 7, e tivemos que mudar de casa. E é isso!

Pedro: Sério? E você já se acostumou?

Gabriel: Olha, eu me acostumei, eu os considero como a minha família, não minha segunda família, mas minha família real oficial. Bianca é um amor de pessoa, o Caio é o amor da minha vida, e a Natália é a minha princesinha.

Pedro: Nossa, Gabriel! Que lindo. Tá com fome?

Gabriel: Não! E você?

Pedro: Também não! Aliás, tô com preguiça de fazer algo pra gente comer.

Gabriel: Preguiçoso.

Pedro: Nada disso! Vamos pro meu quarto. - chegando lá, Pedro se deita, enquanto Gabriel fica sentado em uma cadeira ali perto, e ficam se encarando. - Que foi?

Gabriel: Se for pra ficarmos sem fazer nada, só olhando um pra cara feia do outro, é melhor eu ir embora.

Pedro: O que você sugere?

Gabriel: Eu não sei.

Pedro: É assim que você quer fazer alguma coisa?

Gabriel: Não sou obrigado a nada. - eles ficam se encarando. - O que foi? - Pedro não diz nada, e se levanta, indo na direção de Gabriel que estranha a proximidade que o garoto estava tendo. - Pedro... - e assim, os lábios dos dois se unem em um beijo. Gabriel retribui o beijo. Eu namoro o Caio, pensou. Mas droga, a gente tá brigado. Ele deixa se levar pelo beijo, e acaba retribuindo o beijo do amigo, Gabriel segura o rosto do Pedro com as mãos até que Gabriel lembra de Caio, e empurra Pedro de leve. - Pedro... não, por favor.

Pedro: Porque?

Gabriel: Eu amo o Caio.

Pedro: Mas vocês estão brigados...

Gabriel: Mas Pedro, a gente tá brigado, mas o Caio continua sendo o amor da minha vida.

Pedro: Eu fui o amor da sua vida uma vez. - Pedro fica de costas pra Gabriel.

Gabriel: Pedro...

Pedro: Até você estragar tudo, Gabriel.

Gabriel: Pedro, para!

Pedro: Eu te amava! Mas ai você gostava do Caio, e o que aconteceu comigo? Deu no que deu.

Gabriel: Vai botar a culpa em mim? Eu me importo com você.

Pedro: Quer fazer chantagem emocional com isso mesmo?

Gabriel: Pedro, o que eu tô querendo dizer é que eu tô brigado com o Caio, mas eu continuo sendo o namorado dele. Entende, você é meu amigo e vai encontrar alguém que vai te fazer feliz. Eu tenho certeza que você vai ser feliz com alguém.

Pedro: Você acha?

Gabriel: Eu tenho certeza. - Gabriel se levanta da cadeira e vai até Pedro. - Eu tô aqui com você pra o que precisar. - ele abraça Pedro.

[...]

Henrique estava elaborando seu plano de vingança contra Henry. Já era hora de almoço, quando Henry sai da empresa no carro, e Henrique o observa de longe, e vai atrás dele. Ao chegar em casa, Henry sai do carro, e no mesmo instante, Maycon e Gustavo chegam no outro carro, já que eles possuíam dois carros.

Henrique os observava, Maycon, Henry e Gustavo entram em casa, e logo, Gabriel chega, e em instantes, Caio chega acompanhado de Bianca.

Henrique: Então quer dizer que é aqui onde o Henry se esconde? E foi bom saber que Gabriel também mora com ele. Pedro, eu vou vingar o Gabriel pra você, meu filho.

==GABRIEL==

Eu estava saindo do Colégio, quando eu resolvo ir pra faculdade encontrar o Caio, a gente precisa de verdade conversar. Ao chegar lá, ele demora mais alguns minutos pra sair, e quando me vê, ele desvia o olhar.

Gabriel: Caio, não foge.

Caio: O que você quer?

Gabriel: Amor, eu quero conversar. Tô com saudades de você!

Caio: Porque não mata a saudade com seu amigo?

Gabriel: Porque você é meu namorado, Caio. E eu não consigo ficar longe de você. Eu te amo!

Caio: Isso é verdade?

Gabriel: Alguma vez eu já menti pra você? Não responda. - eu entrelaço meus braços em volta do seu pescoço, enquanto ele abraça minha cintura. - Isso é um Sim?

Caio: Quem sabe. - e damos um selinho. - Vamo pra casa. - ele pega na minha mão, e vamos pra casa. Chegando lá, nossos pais estavam, mas algumas horas depois, eles voltam para o trabalho. Exceto, minha mãe que tinha ido pra casa da minha vó com a Naty, e Bianca foi na casa do Arthur. Ou seja, tínhamos a casa só pra nós dois.

Gabriel: Ouvi dizer que só estamos nós dois aqui. - eu digo escorando na porta do quarto, com a toalha amarrada na cintura, enquanto Caio me olhava de cima a baixo.

Caio: É mesmo?

Gabriel: Meu pai, o Henry e seu pai foram trabalhar. Minha mãe saiu com a Naty, Bianca foi pra casa do Arthur, isso quer dizer, que só temos eu e você.

Caio: Tá pensando em fazer o que?

Gabriel: Eu não tenho nada em mente. Aliás, eu tenho sim! - eu deixo minha toalha cair no chão, e Caio me olha de cima a baixo, mordendo o lábio.

Caio: Ah, Gabriel! Assim você me mata.

Gabriel: Vem, vamos matar a saudade. - fecho a porta do quarto, e vou até ele.

Eu começo a beijar ele, enquanto seu volume sob o short roçava na minha bunda. Caio já estava sem camisa, o que significa que não precisava tirar quase nenhuma peça de roupa. Damos um beijo de língua, enquanto eu seguro seus ombros ainda o beijando. Caio me deita na cama, e vem por cima de mim, ainda me beijando. Ele abaixa o short que vestia, e pelo visto, era a única peça de roupa que ele vista, pois não estava usando cueca. Ele beija meu abdômen e chega até meu pênis, na qual, começa um boquete.

Eu gemo com a sua ação inesperada, enquanto acariciava seus cabelos. Eu suava e fechava os olhos, deixando o prazer me consumir, com um simples toque que era o Caio me pagando um boquete.

Caio: Geme pra mim, amor. - ele diz isso, e faz a famosa "garganta profunda" e engasga no meu pênis que era de tamanho médio.

Gabriel: Caio... Hmm... - ele se senta na cama, e faz um sinal como se estivesse me chamando, eu me ajoelho na frente dele, e já imagino o que ele queria.

Caio: Me chupa, amor. - eu abocanho seu pênis de uma vez, e ele solta um gemido. - Ah... Gabriel, você é... de tirar o fôlego. - eu olho pra cima, e ele fechava os olhos, e olhava pra cima de tanto prazer que ele sentia.

Depois de eu lubrificar tanto seu pênis, ele se levanta, e vai até a gaveta do seu guarda-roupa, e tira de lá uma camisinha. Ele encaixa no pênis, e logo vem na minha direção, me deixando de quatro. Ele acaricia minha bunda e deposita um tapa nela, seguido de um gemido.

Até que eu sinto ele me penetrar, e eu sinto aquela dor incômoda outra vez, que durou por pouco tempo. Mas logo, ele me penetrou mais forte, e eu só fazia gemer enquanto Caio me penetrava freneticamente. Os meus gemidos se intensificam juntamente com os de Caio, e sua virilha contra a minha bunda fazia barulho, e ecoava pelo quarto.

Fazer aquilo com o Caio era tão bom, ele simplesmente sabia como me deixar louco de tesão. Alguns minutos depois, eu me deito de bruços, e ele levanta as minhas pernas, enquanto me penetra novamente, só que dessa vez com mais intensidade. Eu me masturbava e sentia prazer me masturbando e sendo fodido pelo Caio.

Gabriel: Amor, eu vou... - eu digo perto de chegar ao ápice.

Caio: Vamos juntos. - ele sai de dentro  de mim, e tira a camisinha do pênis dele, e se masturba, mirando na minha barriga. Eu sou o primeiro a gozar, e gozo jatos que atingem meu abdômen. Caio goza logo depois no meu abdômen, e por incrível que pareça alguns jatos atingiram meus mamilos. Ele se deita ofegante do meu lado. - Sim, amor, eu te perdoo.

Gabriel: Se essa não for a melhor das que a gente fez, ou vai fazer ainda! Eu não sei qual vai é. - eu digo tentando recuperar o fôlego.

Caio: Vem, vamos nos limpar! - ele me leva pro banheiro, e lá, tomamos banho juntos. Rolou alguns beijos, mas logo, voltamos pro quarto, e deitamos na minha cama que era um pouco mais espaçosa. Ele faz carinho no meu cabelo, até que eu adormeço.

==CAIO==

Depois de transar loucamente com o Gabriel, cochilamos na sua cama; e eu acordo uns minutos depois, e resolvo sair pra comprar algumas coisas. Ao atravessar a rua, percebo que alguém me ligava. Mas era um número que eu não conhecia, mas movido pela curiosidade, atendi.

 

Caio: Alô? - ninguém dizia nada. - Tem alguém aí? - deve ser aquele pessoal chato de São Paulo. Desligo a ligação, e no tempo que guardo o celular no bolso, escuto uma buzina de carro antes de ser acertado e aí eu apaguei. 


Notas Finais


⚠️ALERTA SPOILER⚠️
"Maycon: Doutor... sobre o paciente Caio, o que aconteceu com ele?

Médico: O que eu tenho não são noticias nada boas - quando escuto isso, eu olho pra ele querendo chorar novamente. - Fizemos o que podemos, mas infelizmente... - ele faz uma longa pausa, mas eu imagino o que ele iria dizer. - O paciente entrou em coma."


ATÉ AMANHÃ ♥️


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