História My Best Friend 2 (Clexa) - Capítulo 5


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Categorias The 100
Personagens Clarke Griffin, Lexa
Tags Clexa
Visualizações 676
Palavras 3.232
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


NÃO DEMOREI

xXX
Soltei e sai correndo
Enjoy babes

p.s: *amiga colorida* (n é spoiler)

Capítulo 5 - Capítulo 4


Lexa on 

- Eu segui você. – Confesso após a terceira música e aqueles olhos azuis tão lindos não se desviarem do meu rosto cobrando uma explicação.

- Típico. – Diz, mas não parece estar brava, parece estar confusa e talvez satisfeita.

Conheço bem esse sorriso contido de quem quer sorrir abertamente com uma informação.

A puxo para perto de mim quando uma música mais leve começa e ela não tenta se afastar. Fica quietinha nos meus braços e eu poderia ficar aqui a noite toda, só respirando o cheiro dela, sentindo seu corpo protegido no meu. Noto que ela está cansada após algum tempo e a levo até uma mesa no ambiente mais silencioso possível. Chamamos a amiga dela, mas ela preferiu continuar no bar, conversando com o barman. Pela cara dele, ela não está dando mole, e sim desabafando com o coitado. Mas ele espera leva-la embora depois da sessão descarrego, por isso ainda a está ouvindo apesar do movimento do bar.

- Então, quando exatamente você e a Niylah terminaram? – Esta pergunta estava girando em minha cabeça desde quando ela confessou isso mais cedo.

Ela ficou surpresa pela pergunta, mas responde.

- Quando eu vi você tomando banho.

- Espera, você saiu correndo com ela, achei que iriam direto para um motel e você foi terminar com ela?

- Bem, eu não queria ter algo sério com ela quando estava me deixando seduzir pela minha companheira de apartamento. Não me pareceu certo.

Concordo com a cabeça, isso é bem a cara dela.

- Mas então por que você continuou saindo com ela depois disso?

- Porque somos amigas. Você não pode acreditar, mas a Niylah é uma pessoa maravilhosa. Ela foi muito compreensiva comigo, foi amiga e protetora do jeito dela. Assim com você sempre foi comigo, entende? Fazendo tudo do seu jeito porque acha que é melhor para mim? Vocês são mais parecidas do que você imagina, Lexa.

- Nem fodendo! Todas as vezes que vocês saíram desde então, foi como amigas?

- Para mim, sim.

- E ela não tocou mais em você, então?

- Não sei o que você entende por tocou, se refere a encostar a mão em mim sim, ela tem costume de andar de mãos dadas.

- Não me refiro a isso.

- Neste caso, ela nunca me tocou.

Sorrio. Um sorriso vitorioso e aliviado. Toda experiência que ela teve nesse campo foi comigo, e só comigo, cuidarei para que nunca mais as tenha com nenhuma outra.

- Eu não quero ser mandona, nem possessiva com você. Não sou tão babaca, mas eu gostaria que você não fosse amiga dela. Não é por rixa no clube, nem pelo fato de eu realmente a achar a maior idiota do mundo.

- Então é por quê? Não estou procurando uma discussão, Lexa, mas ser minha amiga não dá a você o direito de decidir quem mais pode ser minha amiga ou amigo. A gente já discutiu tanto isso.

Acaricio sua mão mostrando que não quero mesmo discutir com ela.

- Amigas não transam, Clarke. Nós somos outra coisa.

- Amigas coloridas sim. E o que somos então?

Sorrio.

- Quem diria! Clarke Griffin tem uma amiga colorida! Agora posso dizer que já vi de tudo. – Largo copo sobre a mesa e seguro suas duas mãos, olhando em seus olhos para que ela veja dentro dos meus o quanto isso importa para mim. – Por favor, não a veja mais.

- Nós somos apenas amigas, nunca vai rolar nada demais entre ela e eu.

- Não importa, isso não torna uma amizade entre você aceitável para mim.

Ela está preste a começar a discutir, tenta tirar suas mãos das minhas, mas impeço. Tento explicar como me sinto antes que ela me coloque no meu lugar, de sua melhor amiga apenas, onde ela acha que vai me manter.

- Clarke quando eu a vejo com ela, me machuca. É maior do que ciúmes, é maior do que medo de perder você para ela. Dói. Por favor, não faça isso comigo.

Ela aperta minhas mãos, e sei que está entendendo.

- Por que você se sente assim? Eu não quero machucar você, Lexa, eu só quero entender. – Pergunta daquele jeito doce que amo nela.

- Porque ela é melhor para você do que eu. Se eu fosse uma boa amiga, diria a você para ficar com ela, mas não sou. Uma hora você vai perceber isso sozinha, e vai me deixar por ela. E antes que você diga que nós não estamos juntas, estou me referindo a tudo. E não importa o quando você repita que são apenas amigas, você não sabe bem das coisas, Clarke. Você acha que você e eu somos apenas amigas.

Ela sorri, a tensão sumindo um pouco de seu rosto.

- Porque nós somos.

- Então você transaria com ela?

Ela nega categoricamente com a cabeça.

- Eu não o fiz quando estava com ela, não o faria não estando.

- Ela não vai desistir. Enquanto tiver acesso a você, vai tentar convencê-la de que ela é melhor, como eu fiz. Nós somos assim. Uma hora, ela a convence.

- Como você convenceu?

- Eu não a convenci, isso não deu muito certo. Você ficou comigo mesmo sabendo que eu era a garota errada. Só que agora, não sou mais errada. E ver você com ela me machuca mais do que posso expressar. Só pensa nisso.

Ela assente, mas não diz que vai se afastar dela. Mas da maneira doce e terna com que está me olhando, tenho a certeza de que ela vai se afastar e se depende de mim, farei valer a pena. Serei sua amiga, namorada, protetora, fodedora, tudo em uma só.

Voltamos para a pista e tudo que quero é beijá-la. Ela não bebeu nada com álcool, está linda dançando para mim, com um vestido que está me enlouquecendo desde que a vi com ela. Sorri de vez em quando, mas não olha à sua volta. Com tantos caras e garotas por perto, ela não olha em volta em momento algum. E posso dizer que se há alguma mulher aqui além dela e da amiga, eu sequer notei.

Como quem não quer nada, aproximo-me dela, descanso meu braço em sua cintura, trazendo-a mais de encontro a mim. Ela não se afasta, mas seus olhos cor de piscina estão avaliando meus movimentos, atentos. E não quero que ela fuja. Encosto minha testa a dela e beijo seu rosto, ela se afasta o máximo que consegue estando presa em meus braços.

- O que está fazendo?

- Beijando minha garota.

- Lexa, não estou te entendendo. Não é você que vive dizendo que sexo não é compromisso? Poxa, quantas vezes já te vi falar isso para suas garotas?

- Eu não tenho mais nenhuma garota. E as coisas aqui são bem diferentes do que eram com elas. Você sabe, tenho que ficar com você, porque com você é diferente.

- Ah é? Diferente como?

- Então você não conhece a lenda? – Pergunto em tom brincalhona aproximando minha boca mais da dela.

- Que lenda?

- Quando uma virgem se entrega a uma devassa, ela passa a pertencer a ela. E ela tem que cuidar dela. Esta é a regra. Você é minha agora, e eu sou sua.

Antes que ela venha com uma resposta sarcástica e se afaste tomo sua boca na minha. Parece que não a beijo há uma vida. A aperto em meus braços, e ela corresponde do seu jeitinho doce e apaixonado. É engraçado com tudo muda quando a pessoa que está nos seus braços é a pessoa certa para você.

Ficamos mais algum tempo na pista, dançando e nos beijando e parece que estou no paraíso.

**

Chegamos em casa e ela toma um banho rápido. Penso em fazer uma visita a ela no banheiro, mas ela corta meu barato trancando a porta. Um recado claro que ela acha que vai escapar de mim esta noite. Mas não vai mesmo! Ela sai do banho enquanto preparo algo quente para bebermos, toma quase ronronando e escolhe um banco para se sentar ao meu lado, mas sou mais rápida e a puxo par meu colo. Ela não reclama, não se afasta, apenas me olha com um sorrisinho bobo de que está manjando o que pretendo depois da bebida.

Mantenho minha mão que não está segurando a xícara em sua barriga para que ela não escorregue do meu colo, bem posicionada de forma que meu dedão roça a parte de baixo de seu seio. Fico brincando ali, ela chega a engasgar com o chá num primeiro momento, mas não impede que eu a toque.

E só consigo me perguntar como caralho eu não tive isso antes? Onde eu estava com a cabeça que não percebia a mulher linda e perfeita para mim bem ao meu lado? Quantas noite como essa poderíamos ter tido? Tomando algo quente enquanto a tenho em meus braços, com essas preliminares doce para um ato que nos consumiria em seguida. Quantas manhã eu poderia ter acordado com a visão de sua bunda perfeita bem na minha cara? Quantas vitórias eu poderia ter comemorado com ela na meet ao meu lado, dançando e beijando-a, e dizendo em seu ouvido tudo o que faria com ela quando chegássemos em casa? Enfim, não vou ficar me preocupando com o tempo que perdi sendo uma babaca cega, vou dar um jeito de recuperar todo esse tempo a partir de agora.

Respiro seu cheiro gostos em seu pescoço, e vejo seus pelos se arrepiarem, ela emite um pequeno gemido que já me deixa molhada.

- Advinha o que acabou de fazer com esse gemido gostoso que você deu? – Pergunto baixinho em seu ouvido, tocando meus lábios nele enquanto falo e ela se remexe inquieta no meu colo.

- Não sei... – Responde com a voz falha. – Mas sei quem vai dormir agora.

Então ela se levanta, deposita a xícara na pia e me dá um recatado e frio beijo no rosto.

- Boa noite, Lexa.

Seguro seu braço antes que ela entre seu quarto, confusa e irritada.

- O que está havendo? Por que boa noite? Por que você não quer fazer amor comigo de novo?

Ela fica surpresa por eu usar a expressão fazer amor ao invés de transar, mas logo se recompõe e sorri para mim, como se eu estivesse entrando em alguma brincadeira minha, me dá um soquinho de leve no ombro.

- Ah, até parece que vou cair nessa! Acha que não sei que você não dorme duas vezes seguida com a mesma mulher? Já te ouvi repetir isso para a Octavia um monte de vezes, Lexa.

Ela só pode estar brincando! Mais uma vez a maneira errada com que sempre tratei as outras mulheres, voltando contra mim quando quero ser diferente com ela.

- Você não é qualquer mulher para mim, Clarke.

- Eu sei que não sou, não foi o que quis dizer. – Ela se aproxima e acaricia meu rosto, penso que está cedendo, mas lá vem outra bordoada. – Só quero que você saiba que não espero que você aja diferente comigo porque somos amigas. Exatamente por sermos amigas que eu conheço você, Lexa, sei como age, como pensa. Não espero que porque transamos você vá de repente querer passar todas as noites comigo. Não tem problema. Eu não esperava mesmo nada diferente de você, está tudo bem para mim, pode ir curtir sua vida normalmente, pegar suas garotas. Eu vou superar isso. Eu já aceitei que esse é você e não vou tentar muda-lo. Boa noite.

- Mas... mas... – Não consigo dizer nada e ela entra em seu quarto e fecha a maldita porta. – Mas você eu quero todas as noites! – Grito.

Que merda! Como posso provar para ela que com ela vai ser diferente? Que não sou mais aquela Lexa, não quero ser ela, quero ser dela. Começo a me dar conta de que a ideia da doutora casamenteira não é de todo ruim, preciso urgentemente fazer coisas com ela que não envolvam sexo, para que ela entenda que isso é pra valer!

Vou para o meu quarto toda molhadinha, preparo-me para me saciar sozinha, pensando nela é claro. Mas ela está logo ali, na porta da frente por que eu não posso simplesmente ir lá e...

- Que se foda! Não vou dormir sem você está noite, Clarke! Não mesmo!

Entro em seu quarto como um furacão e acendo a luz. Ela se assusta num primeiro momento e olha-me com olhos preocupados.

- Lexa, o que está fazendo aqui?

- Foda-se, Clarke! Você precisa fazer amor comigo! Agora! Venha aqui!

- O quê? Como assim? Nós acabamos de falar sobre isso entendemos que você não é o tipo de garota que dorme com uma mulher apenas e...

Seguro seu rosto e a calo com um beijo rápido. Então olho em seus olhos, seu rosto ainda preso em minhas mãos, e digo claramente:

- Eu quero você de novo hoje. Vou querer de novo amanhã e vou querer todas as noites e dias e sempre. Você não aquelas mulheres com quem saí e eu não sou aquela Lexa que não pertencia a ninguém. Coloca isso na sua cabeça, eu sou sua! E eu vou fazer amor com você agora, porque se não a tiver neste momento, vou enlouquecer de vez! Então cale essa boquinha linda e venha comigo.

Ela está boquiaberta e não dou tempo que retruque, deus sabe que minha garota pode ser bem perigosa em uma discussão. A pego no colo e arrasto até o meu quarto, adorando a expressão surpresa dela. A jogo na minha cama e tiro minha roupa, deixando que ela me olhe milimetricamente cada parte do meu corpo nu para ela.

- Você não faz ideia do que fez comigo, anjo? – Pergunto enquanto subo em cima dela na cama, pouco antes de meus lábios tocarem suas pernas.

- E você tem alguma ideia do que vai fazer comigo? – Ela pergunta receosa e entendo que não está falando da maneira como vou comê-la agora.

- Tenho absoluta certeza sobre isso. Vou fazê-la feliz. – Respondo e a beijo, queria que houvesse uma maneira de ela sentir em meu beijo o quanto a amo e que estou disposta a tudo para ser a namorada perfeita para ela.

Ela enfia as mãos em meus cabelos, puxando-me para cima dela, logo desce suas mãos por minhas costas, arranhando-me, levando-me ao limite do que posso suportar longe dela. Abocanho seu seio mordendo de leve e o gemido dela é o combustível para que eu a sugue com força, brincando com minha língua em seu mamilo, e em seguida com os dentes, com mais forças, marcando-a levemente, arrancando gritos cada vez mais altos dela. Afasto-me tempo o suficiente para tirar sua blusa fina de pijama, acho que a rasgo no processo, mas não consigo ser cuidadosa agora.

- Cuidado com o short... – Ela tenta alertar pouco antes de ouvirmos o som do rasgo, e ela apenas ri.

Sua calcinha faço questão de não rasgar, a tiro vagarosamente, revelando aos poucos para mim o lugar em que mais quero estar. Toco-a levemente no início, provocando, deixando-a ainda mais molhada para mim. Até que desço de boca em sua boceta molhada, minha língua tomando seu suco enquanto ela geme e se contorce, com o dedo, vou abrindo-a para mim, o enfio nela e procuro aquele ponto que a fará gritar. Em seguida, enfio o segundo dedo enquanto chupo com força sua bocetinha e ela grita ainda mais alto.

Acabo de descobrir meu novo som preferido no mundo.

Quero ficar aqui sentindo seu gosto e a enlouquecendo, mas também quero fodê-la logo... mas quero que ela goze bastante, que fique bem molhada e escorregadia para quando eu foder ela com força, ela se entregar ao orgasmo tão esperado. Porque ela ainda vai sentir dor e eu não sei cuidadosa com ela. Então penetro com a língua bem lá dentro. Chupo com mais força, fazendo-a chegar ao êxtase aos gritos.

- Garotinha escandalosa, você, quem diria!

Ela tenta sorri em meio aos gemidos, mas tenho pressa dela. Tenho fome dela. Preciso fodê-la agora mesmo. Deito meu corpo sobre o seu e a giro na cama, deixando-a por cima de mim.

- Monta em mim, baby.

Com os olhos ainda anuviados e meio receoso após meu pedido, ela se afasta e me toca, quando sente meu líquido em sua mão, ela chupa seus dedos me encarando e isso me deixa louca de tesão, em seguida ela me masturba, tocando meu clitóris, fazendo vários movimentos circulares e rápidos, as vezes devagar me provocando, adiando o que mais quero.

- Ah, Clarke, isso está delicioso, mas preciso foder você, preciso da sua xota na minha se esfregando, sentindo seu grelinho no meu...

Ela sorri, passa sua perna a fazendo encaixar na minha, eu coloco minha mão em seu seio me aprumando, e a ela também. Começamos a nos rebolar uma “dentro” de outra, eu sentindo seu clitóris durinho no meu e sua boceta molhada na minha, aquele barulho de gostoso de nosso líquido se misturando era maravilhoso de se ouvir, senti ela gozando em mim era tudo que eu queria, mas eu precisava fodê-la, então aprumei seu corpo ainda sobre o meu, a penetrando com os meus dois dedos.

- Isso vai doer. – Alerto me perguntando se será uma boa ideia.

- Faça seu melhor. – Ela provoca e mais do que depressa posiciono meus dedos em sua boceta molhada e apertadinha e a desço de uma vez.

Ela grita, aquela mistura gostosa de dor e prazer e dou um tempo para que se acostume com isso. Logo, ela mesma se levanta e cai com tudo sobre os meus dedos, repetindo o movimento até que percebo que não sente mais dor naquele momento, então cumpro minha promessa. Como desesperada que sou, agarro sua cintura e a movimento para cima e para baixo. Seus seios batendo bem diante do meu rosto enquanto ela grita e me aperta dentro dela. Deixo que ela dite o ritmo e seguro seus seios, apertando-os em minhas mãos, brincando com seus mamilos rosados e ela rebola em cima de mim, quase me levando ao limite.

- Ah, babe... Assim você acaba comigo! – Confesso e ela rebola de novo.

Há uma luza em seus olhos, aquela luz de saber que está me dando prazer que a deixa ainda mais deliciosa e irresistível. Não vou aguentar muito tempo com ela rebolando, pressiono meu outro dedo em seu clitóris enquanto ela se acaba nos meus dedos, e rapidamente ela grita, desmanchando-se em cima de mim, seguro sua cintura e a desço sobre mim mais algumas vezes atingido o ápice do prazer. Ela poderia me comer se quisesse agora, mas acho que ela está exausta, mas tudo bem, eu tive um dos melhores orgasmos da minha vida essa noite e graças a Clarke Griffin, quem diria!

Ela cai sobre mim mole e gemendo, e a ajeito nos meus braços, beijando o alto da sua cabeça. Afundo meu rosto em seu pescoço e sinto seu cheiro, e o meu cheiro, misturado naquele espaço quente e macio. A beijo ali e entendo perfeitamente o que ela quis dizer quando disse que eu encontraria a púbis certa e não precisaria mais de nenhuma outra. Neste momento, tendo-a assim, nua nos meus braços, eu não preciso de mais nada.

**


Notas Finais


Tenho muitas coisas a dizer, sinceramente... Mas, que bom que a "tapada" da Lexa tá pensando né...

Até a próxima, bolinhos <3


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