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História My Best Friend Lover - Capítulo 38


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Capítulo 38 - Capítulo 38 - Não aguento mais


Fanfic / Fanfiction My Best Friend Lover - Capítulo 38 - Capítulo 38 - Não aguento mais

Duas semanas depois

 

Já fazem duas semanas que eu estou dormindo na sala. Isso mesmo, eu sou infantil. Eu fiquei um ano sem transar, UM ANO! E ela vem me dizer que teria feito o oposto se estivesse no meu lugar? Não, não gostei e ainda estou puto.

Jun já está bem mais forte, devido a fisioterapia. Não está usando mais a cadeira de rodas, porém não anda muito, ela ainda não consegue fazer muito esforço. As crianças estão dormindo e para variar eu estou dormindo no sofá, pelo menos tentando.

Ouvi o barulho de algo vindo do quarto, me sentei e olhei para o corredor. Pisquei alguns segundos e voltei a me deitar encarando o teto.

– AH MERDA!

Ouvi a voz de Jun e me levantei rapidamente. Corri até o quarto desesperado e assim que abri a porta encontrei ela sentada na porta do banheiro. Ela me olhou e começou a rir.

– O que aconteceu? – Me aproximei e a ajudei a se levantar. – Por que está rindo?

– Eu caí. – Ela riu. – Minhas pernas deram uma falhada.

– E qual a graça? – Perguntei sério.

– É que você não viu. – Ela riu novamente.

A sentei na cama e a encarei sério. Me virei para sair do quarto. Mas antes que pudesse sair pela porta senti um peso em minhas costas e Jun havia pulado em mim.

– Jun-ah! – Ela chutou a porta e a mesma fechou. – Pare de ser infantil. – Ela desceu de minhas costas e me encarou séria.

– Eu estou sendo infantil? – Cruzou seus braços e se sentou na cama. – Você está dormindo na sala apenas por ter interpretado minhas palavras do jeito que você quis. – Suspirei. – Mas você tem razão! – Arqueei uma sobrancelha. – Eu não teria passado vontade!

– Mais que porra. – Disse incrédulo.

– É, pois é, é realmente uma porra! – Disse irritada. – Acordei depois de um ano e você está emburrado comigo. – Revirou os olhos. – Pode voltar para o seu sofá, por que quem não te quer aqui agora sou eu! – Bufei e abri a porta, sai do quarto e bati a mesma.

– Mas que merda! – Fui até a sala e me joguei no sofá.

 

[...]

 

Abri meus olhos vendo que ainda estava escuro, olhei para o relógio do celular vendo que eram duas horas da manhã. Virei para o lado para tentar dormir novamente. Ouvi um gemido vindo da cozinha e arregalei meus olhos.

– Awwnnn....

Rapidamente me levantei e fui até a cozinha, assim que eu cheguei lá encontrei Jun tomando o que parecia ser chá, enquanto assistia algum filme pornográfico. Estava sentada com suas pernas cruzadas e eu não consegui evitar meu olhar e aprecia-las.

Desse jeito eu não vou aguentar!

– J-Jun o que está fazendo? – Gaguejei.

Ela pausou o filme no notebook e se virou para me olhar.

– Estava sem sono, então vim assistir. – Deu play novamente.

Mas uma vez uma mulher gemeu, pigarreei e Jun pausou o filme, virou seu rosto para mim com seu semblante sério.

– O que foi?

– Você está assistindo pornô? – Ela riu.

– Estou assistindo cinquenta tons de cinza amor. – Tombou sua cabeça para o lado. – Esse cara é bem interessante. – Franzi o cenho.

– Repete! – Ela riu. – Repete Jun!

– Você ouviu, não tenho que repetir. – Se levantou e caminhou até a pia colocando a caneca dentro da mesma.

– Você está me provocando.

– Vai ficar com ciúmes de um ator que nem sabe que eu existo? – Ela riu. – Já não bastou ficar com ciúmes de algo que nem mesmo aconteceu?

– Você não entende, não ficou um ano sem a pessoa que você ama. – Ela ficou em silêncio e percebi seu olhar triste. Suspirei e sai da cozinha.

– Kook-ah. – Parei ao ouvi-la me chamar. – Me desculpa. – Suspirei e me deitei no sofá colocando meu braço sobre o rosto. – Amor. – Ouvi sua voz ao meu lado.

– Não quero conversar, só me deixa dormir.

– Não! – Senti um peso em minha barriga e tirei meu braço. – Para de ser assim. – Ela se deitou em cima de mim e me abraçou. – Eu não transaria com ninguém. – Encarei seus cabelos. – Eu te esperaria por anos, até que você reencarnasse e nós pudéssemos finalmente no casar. – Soltei um sorriso.

Ela levantou sua cabeça para me olhar e eu fiquei sério novamente. Ela se sentou e deixou suas mãos apoiadas em meu peitoral. Ela deu dois pulinhos em cima de mim.

– Amor me desculpaaa. – Pigarrei e desviei meu olhar do céu. – Vai Kook-ah. – Ela se remexeu novamente.

– P-Para. – Gaguejei envergonhado.

– Hmmmmm.... – Ela fez aegyo e se remexeu.

Senti meu membro se animar e segurei a sua coxa com força. Ela olhou para minhas mãos e depois me olhou. Peguei no seu braço e a puxei para baixo, me virando e ficando por cima dela, entre suas pernas.

– Não me provoque Jun-ah. – Disse com a voz grave a encarando de perto. – Não rebole em cima de mim se não quiser que eu te foda. – Ela arregalou seus olhos.

Desci minha mão para sua intimidade, adentrei seu short e sua calcinha, apertei sua intimidade e mais uma vez ela arregalou seus olhos. Desci ainda mais e enfiei um dedo na mesma.

– Aaah....

Jun abriu sua boca soltando um gemido. Eu queria sorrir vitorioso, mas preferi ficar sério.

– K-Kook-a, as crianças. – Ela olhou para o corredor e tentou tirar minha mão.

– Nem tente. – Ela arregalou os olhos. – Você é minha Min Jun.

Coloquei outro dedo e o mexi, ouvindo um gemido mais alto, com meu polegar brinquei com seu clitóris. Jun mordeu seu lábio inferior tentando conter os gemidos.

– V-Vamos para o quarto. – Ela gaguejou segurando um gemido.

– Não vamos transar.

– O que? – Ela me olhou incrédula.

– Eu não vou transar com você depois de você ter visto o Christian Grey. – Ela segurou minha mão, fazendo com que eu parasse de a masturbar. – O que?

– Você está brincando não está? – Segurei minha risada.

– Claro que não.

Ela me empurrou de cima dela, com uma força que não sei de onde veio, apenas sei que cai de costas no chão. Ela arrumou seu short e se levantou do sofá, foi até a cozinha e ou só pude ouvir o barulho da geladeira batendo com força.

Me levantei do chão devagar sentindo uma dor nas costas e não consegui evitar fazer uma careta. Me sentei no sofá e soltei um suspiro. Vi as luzes da cozinha se apagando e forcei uma cara de dor. Ela passou e me olhou séria, parando ao meu lado.

– Machucou? – Assenti com a cabeça, fazendo um bico que ela nunca resiste. – Ótimo! – Segurou o notebook com força e foi em direção ao quarto.

– Não acredito. – Abri minha boca chocado. – Nem ficou com dó?

Me levantei e fui até o quarto, assim que abri a porta a vi deitada na cama de bruços, ainda assistindo. Olhei para sua linda bunda a mercê, e nossa como eu queria toca-la, sinto tanta falta do seu corpo, não estou mais conseguindo me segurar.

– Jun-ah? – Ela me ignorou.

Adentrei o quarto e fechei a porta, me sentei na beirada da cama e ela continuou me ignorando. Levei a minha mão até o teclado e apertei o espaço, pausando o filme. Ela me olhou com raiva.

– O que você quer? – Perguntou séria.

– Eu quero você. – Pousei minha mão em suas costas e deslizei. – Eu sei que sou infantil e ciumento, mas não consigo evitar. – Apertei sua bunda. – Só quero você amor.

– Você é infantil demais, é insuportável. – Ela afastou minha mão e se levantou da cama guardando o notebook.

– Ah me desculpa. – Sorri sem graça. – Amor já não aguento mais essa greve.

– A culpa é de quem? – Ela apagou a luz do quarto deixando somente a do abajur ligada.

– Minha, eu sei. – Fiz um bico.

Ela se deixou na cama e me olhou. A olhei com a carinha mais pidonha que eu poderia fazer e vi um pequeno sorrisinho surgir no canto de seus lábios.

– Aishh, estou com raiva de você. – Apertei meus lábios achando graça. – Mas você seu idiota... me deixou excitada.

Ela se sentou enrolou seus braços no meu pescoço, me puxando para si, fazendo com que eu caísse em cima dela. Me arrumei corretamente entre suas pernas e fitei seus orbes escuros, tão lindos quanto a lua.

– Eu te amo. – Ela disse séria e me deu um selar rápido.

– Eu também de te amo. – Disse sério e dei outro selar nela.

Jun riu e afagou meus cabelos. Desde que estava na sala, estava completamente excitado, apenas estava me contendo, mas agora? Será que vou ter o que tanto esperei para ter novamente?

– Eu senti tanto a sua falta. – Eu disse em um sussurro. – Eu não senti falta de sexo. – Ela arqueou uma sobrancelha. – Eu senti falta de fazer amor com você. – Beijei a ponta do seu nariz.

– Você é tão fofo. – Ela riu. – Kook-ah, eu jamais teria te julgado se tivesse ficado com outra pessoa, eu nunca te culparia por tentar suprir sua vontade.

– É aí que está Jun-ah. – A fitei intensamente. – Eu não queria ninguém, eu só queria você. – Ela sorriu mostrando sua linda covinha. – Ah essa covinha. - Cutuquei a mesma com um dedo. – Eu sentia muita falta da minha covinha.

– Namjoon também tem covinha, por que não cutuca a dele? – Disse com um sorriso sacana.

– Você é uma.... – Apertei meus lábios e ela riu. – Aishh, como pode me deixar feliz, com raiva e excitado ao mesmo tempo?

– Acho que eu tenho esse poder sobre você amor. – Ela sorriu.

– Não aguento mais. – Ela tombou levemente sua cabeça.

– O que?

– Preciso de você.

Não esperei uma resposta, apenas tomei seus lábios para mim. Começando tudo afoitamente, sem preliminares, eu já não suportava mais. Nossas línguas se tocavam eroticamente, fazendo nosso corpo entrar em chamas – ainda mais, se é que era possível.

Me afastei dela e fiquei de joelhos na cama, retirando minha camiseta. Ela se sentou e retirou a sua, me fazendo suspirar por ver seus seios a amostra, sem qualquer tipo de roupa o cobrindo.

Jun colocou suas mãos quentes em minha cintura e começou a distribuir beijos molhados por todo meu abdômen, foi subindo lentamente enquanto se ajoelhava na cama como eu.

Seus lábios chegaram até meu pescoço e eu segurei sua cintura a puxando para mais perto. Desviei de seus selares e a puxei para outro beijo afoito, sendo correspondido imediatamente.

Deslizando minhas mãos por toda a sua costa fervendo, desci para o seu short e o puxei para baixo, junto com sua calcinha. Segurei suas nádegas com força a puxando para mais contato, ouvindo um arfar como resposta, contra meus lábios.

Jun desceu as suas mãos durante o beijo e abaixou minha calça moletom, suas unhas imediatamente cravaram em minhas nádegas. A puxando para mais contato, toquei meu membro em sua intimidade, sentindo-a estremecer, eu queria mais contato, eu precisava demais.

Me afastei de seus lábios e a deitei na cama, puxando seu short e jogando em qualquer canto, me desfiz de minha calça e rapidamente subi na cama novamente. Me debrucei sobre ela e me encaixei entre suas pernas.

Deslizei minha mão direita pelo seu corpo todo, deixando um aperto em seus perfeitos seios, sem desviar meus olhos dos seus. Cheguei até a sua coxa e segurei com certa brutalidade e puxando para cima.

– Aaah...

Soltamos um gemido quando nossas intimidades se tocaram, sem penetra-la me remexi vendo-a fechar seus olhos.

– Amor olha para mim. – Ela abriu seus olhos e me fitou. – Eu amo seus olhos. – Ela sorriu.

– E eu amo os seus, jabuticabinha. – Ri.

Ela passou seus braços por baixo dos meus me puxando para mais perto colando nossas bocas, mas sem me beijar.

– Vai amor. – Ela sussurrou olhando nos meus olhos. – Vai Kook-ah. – Ela mordeu meu lábio inferior e o puxou lentamente.

Sem delongar mais, posicionei meu membro em sua intimidade e a penetrei. Ambos soltamos um gemido alto, maior de minha parte confesso. Eu sentia falta de sexo, ainda mais dela!

Estávamos com nossas testas coladas uma na outra, sua boca estava aberta deixando os gemidos saírem, relava a minha que se encontrava na mesma maneira. Ela arqueou suas costas sentindo prazer.

Comecei a estoca-la com força, ouvindo seus gemidos próximos ao meu ouvido. Coloquei meu rosto em seu pescoço e me forcei ainda mais para dentro dela, aumentei a velocidade e ela cravou suas unhas em minhas nádegas mais uma vez.

– Awwwnnn....

– Porra Jun.… como eu sentia falta... disso... awwwnn....

Jun não demorou muito para se desmanchar, mas eu não parei. E pude ver que mesmo com sua perna tremula pelo orgasmo recente, ela queria mais. Meu membro vibrou e eu gemi mais alto, soltando todo meu liquido dentro dela.

Mais ainda assim, não consegui parar, eu não queria que aquilo acabasse, eu não sei como aquilo estava sendo possível, mas eu não consegui parar, apenas a estoquei com mais força.

– Awwnnn....

– Não para amor.... awwnnn....

Continuamos por longo tempo. Apenas paramos por cansaço. Me afastei dela e a puxei para cima de mim, ela me abraçou e deitou sobre mim.

– Como eu senti... falta disso. – Disse sem folego.

– Acho que posso dizer que essa foi a nossa melhor transa. – Ela riu.

– Eu concordo, só parei por cansaço. – Ela riu ainda mais. – Estou falando sério, espera eu recuperar meu folego, temos que transar mais 400 vezes. – Ela levantou sua cabeça para me olhar, com seus olhos arregalados.

– Para que tudo isso?

– Pelo ano perdido.

– Mais o ano não tem tudo isso.... – Disse indignada.

– O que sobra é para os dias que transamos mais de uma vez. – Ela gargalhou.

– Jungkook, você não tem jeito. – Me abraçou.

Me virei ficando por cima e deixei um selar nos seus lábios.

– Vai respira aí por que eu quero mais.

– Jungkook! – Me repreendeu.

– Já me recuperei. – Ela riu. – Prometo ser mais carinhoso dessa vez.

– Se eu não conseguir levantar da cama amanhã, eu juro que vai ter greve.


Notas Finais


E Jungkook falhou em sua missão hsuahsuahsua
P.S.: Jun dizendo que esperaria até a reencarnação dele, é a coisinha mais fofa rsrsrss
E para pessoas que tinha um tantico de raiva de Jun no começo - assim como eu mesma - ela está uma fofa agora neh? rsrsrs #Junkookforever (quase o nome dele, mas é isso kkkk)




CONTINUAAAA....????


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