História My Biggest Sin - Imagine Dabi - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Visualizações 223
Palavras 1.212
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


boa leitura!

Capítulo 2 - Visita


Fanfic / Fanfiction My Biggest Sin - Imagine Dabi - Capítulo 2 - Visita

Ao ouvir aquela voz, tinha dado um grito tão alto que até Aizawa teria ouvido e reclamado. Vire-me rapidamente e vi o mesmo garoto do mercado, que estava encostado no batente da porta com os braços cruzados me olhando como se fosse algum tipo de palhaço.

Rapidamente peguei a primeira coisa que estava em cima da mesa, uma panela, e taquei nele que desviou normalmente. Usando meu poder psíquico fiz um objeto qualquer se materializar atrás dele e fiz com que batesse com tudo na cabeça dele, o desmaiando rapidamente.

Suspirei aliviada fechando os olhos calmamente, mas logo comecei a entrar em desespero vendo que algum tipo de vilão estava na minha casa. O que eu faria com ele agora? O mataria? Ou eu poderia buscar respostas ou a localização dos vilões, onde eles ficam.

Aproximei-me devagar perto do garoto e observei seu rosto atentamente. Ele pode ter uma aparência muito estranha, mas de alguma forma era bonito. Agarrei seus braços e comecei a puxa-lo para ficar deitado no sofá, o que foi uma dificuldade do cão.

Corri para meu quarto buscando alguma coisa para prender ele. Achei algumas cordas que nem sei de onde eu tinha e fui para sala logo amarrando ele fortemente. Com certeza isso não adiantaria de nada já que ele provavelmente era forte, aliás, não seria a toa que mandaria ele pra vir-me... O que ele iria fazer comigo? Me sequestrar?

Comecei a andar de um lado para o outro pensando em alguma forma de resolver aquilo. Primeiro eu tinha sido ameaçada por vilões, e agora tinha um deles dentro da minha casa desmaiado. O que merda eu vou fazer?

— Se você for ficar andando de um lado pro outro desse jeito eu sou capaz de vomitar de tontura — dei um grito agudo ao ouvir novamente a voz do garoto. Ele estava acordado e nem tinha percebido ele me olhando. Percebi a cor de seus olhos, um azul fraco, mas intenso para mim. — O que pretende fazer comigo?

— Sou eu que devo fazer essa pergunta. O que merda você pretende fazer comigo?! — indaguei ficando atenta a qualquer coisa que ele fizesse.

— Eu só iria conversar com você, nada demais, mas claro, uma garota que nem você tem que precipitar e jogar uma panela em seu convidado, não acha?

— Você não é meu convidado, e me desculpe se eu me assustei com a porra de um garoto que apareceu do nada dentro do meu apartamento!

— Sua boca é muito suja, não acha S/n? — ele olha para os pulsos e pernas que estavam amarradas fortemente. — E muito forte também...

— A boca é minha e eu falo o que eu quiser! Aliás... O que queria conversar comigo?

— Ah... por algum motivo eu esqueci, sabe? —ele ironiza me lançando um olhar mortal, que não me atingiu. — Mas enfim, será que dá pra me largar?

— Não — e assim quando digo, uma chama negra envolve as cordas que o prendiam, e viram pequenos pedacinhos flutuando pelo ar e desaparecendo. — Que porra foi essa?!

— É a minha individualidade, garota — ele se senta no sofá coçando a parte de trás da cabeça e me olhando. — Cacete, eu realmente esqueci o que ia falar pra você...

— Ok, legal, agora sai da minha casa — falo apontando para a porta como uma garotinha mimada. O garoto apenas levanta uma das sobrancelhas vendo minha atitude idiota. — O que foi? Eu tô falando sério. Sai daqui! Ou quer que eu te arraste até lá?

— Já ouviu falar de foda-se? — não aguentando, logo dei um chute na cara dele que caiu como bosta no chão. — Dá pra parar de agredir seu convidado?!

— Eu já falei que você não é meu convidado! — bufei e fechei meus olhos tentando manter a calma. — Qual é seu nome?

— Dabi. Só Dabi pra você — ele se levanta com uma mera dificuldade e fica em minha frente. — E você é S/n, (idade que desejar), poder psíquico, gosta de ler e (alguma outra coisa), é brasileira e viajou para o Japão porque esse era seu sonho desde pequena.

— Você é algum stalker que eu não descobri sobre sua existência? — perguntei com uma cara de pokerface como a do Saitama. — Como sabe de coisas tão básicas sobre mim? Ah, verdade, você é provavelmente um dos caras da Liga dos Vilões que me ameaçou, certo? Já veio me sequestrar? Nem tive tempo de despedir dos meus amigos.

— Não, não foi pra isso que eu vim ver você — ele olha atentamente para meu rosto como se fosse um diamante, se afasta aos poucos de mim e anda um pouco pela sala. — Foi outra coisa, quando eu me lembrar eu falo para você.

— Eu bati tão forte assim em sua cabeça?

— Sim.

Ficamos nos olhando tentando analisar um ao outro. Ele realmente era estranho, tinha que confessar, mas alguma coisa me atraia nele que não sabia explicar. Mal o conheço e já sentia coisas estranhas perto desse tal “Dabi”.

— Ok, tenho que admitir que isso está me deixando desconfortável — ele dá uma risada meio rouca e abafada parecendo realmente perturbado pelo meu olhar sobre o dele e abaixa a cabeça. — Então... Eu preciso ir embora.

— Certo... Pode ir, não me importo — falo indo em direção a porta e a abrindo. O mesmo apenas passa por ela me olhando pelo canto do olho e com um sorriso parecendo satisfeito com seu trabalho.

Fecho a porta em um baque e a tranco. Minhas costas colidem com a parede me deixo deslizar lentamente até o chão. Espera... Eu poderia ter o torturado ou até perguntar mesmo a localização dos vilões! Como fui burra!

— EI! SEU IDIOTA! VOLTA AQUI! — gritei abrindo desesperadamente a porta, vendo que ele obviamente tinha desaparecido. — Filho da puta!

Que droga eu iria fazer agora?

xxx

— Então, realmente, ele te visitou a noite? — All Might me entrega um lanche e o pego rapidamente enquanto caminhávamos pelos corredores no tempo do intervalo. — Não fez nada com você?

— Não, já que eu bati tão forte com algum objeto na cabeça dele que ele esqueceu o que tinha que fazer — falei dando uma mordida rápida no lanche. — O que acha que eu devo fazer agora?

— Apenas fique atenta a tudo ao seu redor e tome cuidado, qualquer um pode ser algum vilão e te sequestrar.

— Não tá me ajudando muito já que agora eu vou tá com um puta medo do inferno a partir de agora.

Olhei para os lados sentindo-me observada por alguém. Olhei pela janela que tínhamos parado por um momento, e observando atentamente entre as malditas árvores, vi uma silhueta parecendo de um Nomu que um dia eu lutei.

— Droga... — Toshinori sussurra ao meu lado vendo o monstro. — Se ele entrar aqui tudo vai estar perdido.

— Há meu amigo, eu que não vou deixar — falo abrindo uma frestinha da janela.

— Vai fazer o que?!

— Nunca nem vi — e pulei a janela correndo em direção ao desgraçado que me esperava.


Notas Finais


obrigada por lerem!


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