História My Boss is an Alpha - Capítulo 26


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bangtan Boys, Boss, Bts, Kim Taehyung
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Palavras 2.593
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Harem, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 26 - Ensaio sensual.


Era mais uma manhã de sol e eu me troquei já na intenção de acompanhar o meu patrão até a sua empresa, quando o avisto parado na sala. Ele não estava trajado com seu terno, como de costume e estranhei.  

— Não vamos sair hoje, oppa? — perguntei.  
— Vamos, claro. Mas não para a empresa. — respondeu. — Você queria tirar aquelas fotos, certo? Acha cem mil muita coisa. Então você vai tirar essas fotos. — abriu a porta e caminhou até sua caminhonete de luxo, que já estava em frente à casa.  

Tentei absorver aquelas palavras primeiro e depois eu o segui, entrando no carro também.  

— Pare de brincar, Kim. Você mesmo disse que não deixaria ninguém ver o meu corpo. — iniciou o percurso, focado na direção.  
— Você me disse com tanta certeza que ele era de confiança e que não mostrava o rosto da pessoa que fotografava, então se você quer fazer, por que não? — "Isso está muito estranho, fácil até demais..."  

Chegamos em um prédio e esperamos dentro do carro até que o tal fotógrafo chegasse também em um carro caro. O mesmo desceu e caminhou em nossa direção, com seus aparatos em mãos. Estava acompanhado de uma mulher jovem que em pouco tempo soube ser de sua equipe. Eu apenas não entendi o porquê de estarmos em frente a um prédio.  

— Aqui fica o seu estúdio? — perguntei a ele.  
— Aqui é um dos meus estúdios, pode-se dizer. Eu pensei que as fotos ficariam melhores em um apartamento, algo mais cotidiano como a vida de uma mulher independente. Então, vamos? — assenti e Taehyung foi comigo.  

Chegamos em um apartamento na cobertura, muito bem arrumado e bonito. Era um andar único, sem muitas paredes de divisões. Lá já possuíam alguns itens próprios pra iluminação e coisas do gênero. Ele pediu para que ficássemos a vontade e foi preparar tudo.  

— O nosso estúdio mesmo é em Seul, é bem procurado pelas revistas famosas. Seu namorado deve saber. — disse a mulher, se referindo a Taehyung — Ele mandou um de seus funcionários até lá, pra ter certeza de que era um negócio verdadeiro. Eu entendo ele, não é em qualquer pessoa que você pode confiar uma fotografia dessas. — sorriu. — Depois de conversarmos um pouco e ele ter total certeza de que somos uma empresa de séria, marcou o ensaio. Você tem um namorado muito zeloso realmente. — corei, puxando Kim para um canto da sala.  
— Você foi atrás dele? — me ignorou, olhando ao redor. — Tudo bem, agora que sabe que ele é um profissional, nos deixe sozinhos. Não vou tirar as fotos com você aqui. — riu em deboche.  
— Acha mesmo que vou sair? O acordo com ele é eu ficar e assistir tudinho. — sorriu malicioso — Pense como um teste psicológico. Várias pessoas vão ver a sua foto, eu sou a primeira. — bufei e fui chamada por Lee que me entregou um roupão.  

Fui até o banheiro e me despi totalmente, pensando se aquela seria mesmo uma boa ideia. "Eu não tinha certeza se faria isso realmente, na verdade. Nem esperava que ele fosse deixar, como o meu chefe. Aigoo... O dinheiro é ótimo, mas... Nua?! Calma, (S/N). Não deve ser nada demais, não vai mostrar muito... Ninguém vai ver o seu rosto mesmo." Me aproximei da sala.  

— Venha ver algumas das fotos que fiz com outras modelos. — me aproximei do mesmo, vendo que além de bonito, era cheiroso.  

Ao olhar para as fotos, gelei. Eram lindas realmente e todas elas em preto e branco. Nenhuma aparecia o rosto de ninguém, mas... Eram um pouco sensuais.  

— Eu trouxe a Beth pra você se sentir menos coagida. Você está pálida. — gargalhou — Se acalme, você precisa relaxar. Respire fundo, quando estiver pronta vamos começar.  

Taehyung POVS  

Depois de pensar um pouco sobre a situação e de investigar também, — afinal, não queria ser conhecido pelo homem que contratou uma assistente, que teve os nudes vazados  — vi que era uma campanha que tinha apenas como objetivo dar ênfase às diferentes curvas de cada mulher.  

Sabia que (S/N) queria aquilo pela remuneração, sem medir as consequências e por isso quis me divertir um pouco. Como condição, eu assistiria ao ensaio de perto.  

Depois de conversar um pouco com a mulher e parecer estar mais confiante, (S/N) retirou o roupão, ficando totalmente nua. Cruzei os braços e fui para o fundo da sala, assistindo o que viria a seguir. De primeiro momento, a pedido da mulher que também estava lá, ela sentou-se em uma cama que havia ao lado de uma grande janela. Estava de costas para a câmera, sentada ali com uma postura ereta, o que dava a visão de suas curvas perfeitamente.  

— Uou, bela mulher que você arrumou... — disse o tal Lee e semicerrei os olhos, vendo-o rir baixinho. — Calma, eu não estou dando em cima dela.  

Depois de tirar algumas fotos assim, com ela de costas, ela deitou-se na cama. Os lençóis foram bagunçados a sua volta propositalmente e uma parte do tecido cobriu a sua intimidade, deixando o resto a mostra, com exceção daquela parte principal. O fotógrafo subiu na cama, se posicionando em pé acima da mesma com sua câmera em mãos.  

Saí do lugar onde estava já esperando afastá-lo dali, quando a mulher me parou.  

— Ele pretende tirar uma foto de cima, elas ficam ótimas. — disse gentilmente. — Não se preocupe, Lee é sério sobre isso.  

Aos poucos (S/N) parecia menos acanhada, como se estivesse completamente sozinha no lugar. As janelas foram fechadas parcialmente para segundo eles, causar mais sombra e mostrar menos detalhes. Ela deitou-se agora no sofá, com ambas as mãos cobrindo sua parte intima, enquanto acima de seu corpo estavam pétalas de flores variadas. Por um olhar artístico, aquilo devia ser realmente muito bonito ou sei lá o quê, mas para mim, naquele momento aquilo tudo era apenas sexy.  

Mordisquei os lábios discretamente ao vê-la de quatro no chão, apoiando os seios no carpete cinza e limpo, deixando sua bunda empinada. Virou o rosto para o chão e o fotógrafo ficou mais distante, atrás da mesma, ainda em pé. Subiu em uma cadeira e tirou algumas fotos.  

Eu não estava a reconhecendo. Ela parecia alguém totalmente diferente e nem sequer tinha bebido para deixar sua vergonha de lado. Vestiu uma camisa de tecido branco meio translúcido e a fechou, sentando-se em uma cadeira com as pernas abertas, porém com as mãos entre aquela região, não permitindo novamente que fosse visto alguma coisa.  

Estava começando a ficar duro e se não tomasse cuidado, perderia o meu controle. As fotos estavam cada vez mais eróticas na minha opinião. (S/N) até passou um óleo no corpo, para deixá-lo mais brilhoso e parou ao lado da janela, de costas para nós novamente.  

Foram inúmeras fotos, entre ousadas e outras não. Ao final, pedi para vê-las. Algumas eram mais de perto, mostrando realmente entre o pescoço e a metade das coxas e outras eram de corpo inteiro, porém nessas ela estava de costas. Segundo a equipe, depois de editá-las elas seriam enviadas para nós e eu definitivamente queria vê-las.  

Já de roupão, a mesma se aproximou e ao me olhar, era como se finalmente tivesse se lembrado da minha presença. 

— V-Você assistiu tudo? Pensei que tivesse ido embora. — permaneci calado e logo disseram:  
— Bae, você é realmente linda! As fotos ficaram fantásticas! — disse a mulher abraçando-a. — Garota, você tem talento! Vamos conversar sobre mais projetos.  
— Depois, porque agora temos outro ensaio. Ficamos tanto tempo no clima desse, que nos esquecemos totalmente. — disse ele, se despedindo de nós apressado. — Muito obrigado pela confiança. — disse gentilmente. — Mas temos que ir, vamos, vamos!  
— Já vão sair? Eu ainda não me troquei. — questionou (S/N) tímida.  
— Não se preocupe, aqui está a chave. — disse Beth, me entregando a mesma. — Estamos muito atrasados agora, então depois que vocês saírem, tranquem e levem para a gente no estúdio, por favor. — concordamos e ele saíram, fechando a porta.  

Eu deixei a chave num balcão que ali havia e me aproximei, de braços cruzados. Ela recuou, desviando sua atenção de mim.  

— A-Acho que vou tomar banho aqui mesmo, minha pele está melada com o óleo corporal.  
— (S/N). — disse rígido e ela parou no lugar. — Eu te trouxe até aqui. Você fez o que queria, temos garantia de que vai ter o seu dinheiro. Agora, não acha que me deve um favor? — me olhou. — Tire esse roupão.  
— Temos que sair logo, Taehyung. Eu preciso me trocar... — fui até ela vagarosamente, colando os nossos corpos.  

Não deixei de fitar os seus olhos brilhantes e confusos em um único instante, me aproveitando de sua distração para retirar a peça que cobria o seu corpo, fazendo-a cair sobre os seus pés. Seu corpo brilhoso também emanava um cheiro doce, o que me levava ao extremo. Meus sentidos estavam começando a ficar aguçados e eu a desejava a ponto de por vezes, quase perder a minha sanidade. Minhas pupilas estavam começando a se dilatar, o que deixou os meus olhos levemente embaçados por alguns instantes.  

— Você me enlouquece. — rocei os meus lábios nos seus, ouvindo-a arfar.  

A peguei em meu colo, levando-a até a cama e a joguei ali, vendo os seus cabelos espalhados pela mesma. O colchão era iluminado pela luz do dia, que transpassava pela enorme janela com as cortinas apertas ao lado da cama. Via cada detalhe, seu corpo brilhando e seus mamilos duros provavelmente pelas sensações que eu causava em si.  

Seu rosto já estava corado e eu afastei suas pernas vagarosamente, sorrindo ao notar que a mesma já encontrava-se levemente molhada naquela região. A olhei de maneira perversa e rocei os meus lábios por sua barriga desnuda, até alcançar sua púbis. Me ajeitei na cama, ficando com meu rosto entre as pernas da mesma e selei ali, não fazendo mais nada.  

— T-Tae... Por favor... — resmungou ansiosa por um contato.  
— Não. Quero que fique ainda mais lubrificada, pra eu sentir melhor o seu gosto. — respirei o aroma de sua pele, vendo-a arquear as costas, excitada. — Você foi bem sexy, baby... Queria me provocar? — perguntei rouco e ela negou. — Ah, não? — dei um selar na região novamente, falando próximo a sua entrada: — Não minta. Você estava pensando em mim, queria que eu ficasse louco ao te ver daquela maneira, mesmo inconscientemente?  — gemeu e dei um tapa em sua coxa.  — Menina má você foi. Me deixou duro, com tesão por você. — notei sua entrada mais molhada — Saber disso te deixa quente? — lambi ali vagarosamente.  
— D-Desculpa, o... oppa! — se agarrou aos lençóis novamente, arqueando as costas. — Taehyung... Eu... Preciso de mais. — suspirou e eu sorri, vendo-a implorar daquela maneira.  

Comecei a lamber sua entrada com vontade, indo e voltando com a minha língua, parando somente para chupar ali. Seu gosto exótico me fazia querer provar mais e mais, seus gemidos faziam eu querer escutá-los ainda mais altos. Acariciei sua vulva com vontade, enquanto minha língua brincava com seu botãozinho inchado.  

Eu me deliciava com suas reações, observando-a perder o controle enquanto eu sentia fisgadas em meu membro de tanta excitação. A abri mais com os dedos e penetrei minha língua em seu interior quente, até que ela gozasse. Lambi todo o seu fluido, lambendo os meus próprios lábios em seguida.  

Me levantei, retirando toda a minha roupa e me sentei no centro da cama, com as pernas esticadas, pedindo que ela se sentasse de costas em meu colo. Ela o fez e quando seu sexo estava unido ao meu, eu passei a acariciar o seu clítoris exposto, distribuindo chupões pelo seu ombro enquanto ela aos poucos rebolava.  

Parei de acaricia-la para pedir que ela quicasse em meu colo e ela o fez, me sugando para dentro de si a medida que subia e descia com tamanha maestria.  

Me deitei na cama e a puxei para mim, colando suas costas em meu peitoral. Segurei sua cintura firmemente e aproveitando que seu corpo estava escorregadio pelo óleo, impulsionei seu corpo sobre o meu para cima e para baixo, influenciando-a em tais movimentos, até que ela os fizesse por si mesma. Apertei os seus seios com força, trincando os dentes sentindo tamanho prazer. Eu urrava, enquanto ela levava uma de suas mãos para o meu cabelo e a outra para acima da minha que estava em seu peito. Nossos corpos pareciam ter sido feitos sob medida, pois tinham um encaixe e sincronia perfeitos.  

Fechei os olhos, ouvindo os seus gemidos altos e por vezes contidos, somado a junção perfeita que tínhamos naquele momento. (S/N) parou cansada e a virei de lado, ficando praticamente de conchinha com a mesma enquanto a estocava, colocando sua de suas pernas acima da minha para que tivéssemos um maior contato.  

— Puta que pariu, (S/N). — puxei o ar entre os dentes, de olhos fechados. — Oh... — meu gemido fez com que todo o seu corpo se arrepiasse e continuei a estocando, até me retirar de seu interior.  

Observei o seu rosto confuso e um tanto decepcionado, o que a deixou fofa naquele instante. Sorri e me sentei novamente sobre a cama, a chamando para o meu colo, dessa vez de frente. Eu sabia que ela gostava dessa posição, já que toda vez que fazíamos com ela por cima, a mesma parecia gemer e apreciar muito mais.  

Apertei sua bunda e me encaixei abaixo da mesma, a empurrando para baixo. Gememos alto e suas mãos foram para os meus cabelos que ela puxou com vontade, quando abocanhei o seu mamilo.  

— Hm, hm! Taehyung... Isso é bom. — disse com dificuldade, rebolando. — Awn...  
— Adoro quando você me aperta assim. — sussurrei — Ah... — gemi a olhando nos olhos e no mesmo instante ela chegou em seu limite.  

Permiti que parasse os movimentos, aproveitando para sentir a massagem que as paredes internas de sua intimidade se contraindo causavam em mim. O cheiro de sexo naquele lugar era evidente, mas não nos importamos. Agarrei seu cabelo firmemente, trazendo o seu rosto para perto e a beijei ao mesmo tempo em que gozava em seu interior, soltando os meus jatos quentes enquanto ela gemia e convulsionava.  

Quando nos afastamos, esperamos como sempre fazíamos a nossa respiração se normalizar e depois de um tempo a mesma começou a rir um pouco. Eu a olhei duvidoso, entregando a ela o remédio contraceptivo que fiz questão de trazer.  

— É muito estranho. — falou parando de rir aos poucos. Foi até a cozinha que ali havia, tomando o remédio juntamente da água, concluindo: — Eu não consigo ficar brava com você, ainda que você me dê razões para isso. Desde o início, eu nunca consegui. E no final, sempre acaba em sexo. Eu não entendo.  
— Os nossos corpos adoram um ao outro. — se aproximou novamente e a puxei para o meu colo, mordendo o seu pescoço — Eles precisam se sentir, porque somos bons de cama. Você tem que admitir, que se sente bem.  
— É verdade, eu não posso negar... — suspirou e a encarei — Pode ser porque a maioria dos meus namorados eu nunca gostei de verdade. Mas você... Não é nem gostar, é mais como... Eu não sei, é muito complicado. — me olhou os olhos, acariciando os meus cabelos.  

(S/N) estava calma, transmitia uma serenidade tão exagerada que eu nunca vi antes. Não que isso fosse ruim. Mas normalmente depois que transávamos ela sempre saia emburrada ou com uma expressão encabulada como se xingasse a si mesma, pelo que acabava de fazer. 

Não tinha muita diferença pra mim, ela estar calma ou não. Mas era evidente aquela diferença.  

— Ah... Precisamos de um banho. — sorriu, saindo de meu colo. Me olhou e voltou a rir. — Você tá cheio de óleo, oppa. Vamos logo. — me puxou pela mão, me levando até o banheiro.  



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