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História My Brazilian Hero Academy - Capítulo 2


Escrita por: e zSam_1


Notas do Autor


OI DELICIAS! Sou um dos co-autores dessa fic!

Bom, espero que gostem da fic, pois nós dois realmente gostamos de BNH( Boku No Hero) e então decidimos fazer essa estória. Curtam a leitura.

Capítulo 2 - Herói por um dia


Fanfic / Fanfiction My Brazilian Hero Academy - Capítulo 2 - Herói por um dia

Depois de um treino arruinado por uma garota irritadinha ter atrapalhado aos gritos, Victor vai para casa ainda sem esperança suficiente de que vai passar no teste de admissão. Mesmo que seu amigo tenha dito que ele é capaz, ainda resta um pingo de desconfiança.

Quando ele estava perto de casa, sentiu que havia algo de errado num beco logo à frente na esquerda. Já estava anoitecendo, então Hugo hesitou um pouco antes de ir em direção ao lugar, curioso. 

De relance, ele viu um vulto correr alí. Para piorar, ouviu um leve pedido de socorro, como se fosse uma criança em apuros. Logo o garoto correu em direção ao vulto e ele se revelou. Era um homem alto, com aproximadamente 1,95 metros de altura.

A parte mais nojenta de aquilo tudo era o que o homem carregava em suas costas... Ele estava sequestrando um inocente menino que tentava pedir socorro:

Ei! Quem é você?! — exclama Hugo em posição de ataque.— Solte o garoto!

Fez a pergunta errada, amigo — o estranho diz em tom rouco e foge de modo furtivo pelas paredes.

"Merda", pensou Victor. O que ele poderia fazer? Salvar a criança? Ligar para algum herói? E se ele ligar para um herói, vai dar tempo? Bom, como seu principal objetivo quando crescer é salvar as pessoas, ele arriscou e subiu o prédio com suas teias em busca do homem.

Em pouco tempo Victor avistou o vilão, que pulava pelos prédios. O corpo do garoto gelou, com medo de piorar a situação, porém sua mente insistia em ir derrotar o ser. 

O que serviu para alimentar sua força de vontade foi o menino, que de longe, olhou no fundo de seus olhos, passando um sinal de desespero

Logo Hugo sentiu seu corpo ferver, e encorajado, deu o primeiro passo. Ele apontou duas teias em prédios e usou de impulso, levando-o numa grande velocidade. O vilão virou seu rosto a fim de acertar Vity, no entanto ele conseguiu evitar aquilo como se fosse uma previsão.

Desde que descobriu a individualidade aos quatro anos, o "garoto-aranha" se tornou um grande fã do Homem-Aranha. Mesmo sendo um herói fictício, ele sabia que quanto mais o conhecesse, poderia se tornar como ele, e Victor lembra claramente de uma das habilidades do herói, que é o sentido aranha.

Este sentido consiste como um sensor de perigo que com o tato, pode alertar algo que possa ser perigoso ou algum ataque. Antes Victor não sabia que tinha, mas é esse sentido que ajuda a saber onde lançar suas teias, pois este ato não é nada fácil.

O homem que quase acertou Hugo demonstrou sua quirk para contra-atacar o garoto, em que ele pode usar as unhas das mãos como garras afiadíssimas. Quando Vity tentou uma segunda vez pegar o menino, levou um arranhão, um pouco grave, no ante-braço.

Victor não desistia fácil, então tentou mil maneiras de tentar tirar a criança da dominação do vilão, entretanto falhou. O pequeno héroi se encontrava todo arranhado e com um ferimento terrível no ante-braço (que com certeza irá dar a "bela" de uma cicatriz).

Menino, você é patético! — balbuciou o vilão, prestes a dar um fim em Hugo. —  Até um mero policial sem quirk dá mais trabalho que você!

Que bom saber... — fala Vity de cabeça baixa à medida que cambaleava até permanecer em pé. —  Pelo visto sua fraqueza estava tão fácil de adivinhar!

Fraquezas não constituem um homem de verdade! — pestanejou o maior, mais atencioso aos passos de Victor.

Do nada o cabelo acastanhado do garoto se mexeu por conta da brisa. O vilão não entendeu o que estava acontecendo, então decidiu atacar, todavia quando foi acertar o menor, Vity literalmente sumiu.

O "teiudo" estava no topo de um edifício maior, que conseguiu subir graças à habilidade de "grudar", e ao seu furtivo 6° sentido, nome que ele prefere usar ao invés de "sentido-aranha" para ser um pouco mais original. Lá encima, ele soltou uma rajada de teias no vilão sem que ele percebesse, prendendo-o.

Para finalizar o ataque, ele o puxou, com as teias, para si e quando o homem estava  chegando perto, Victor lhe deu um belo gancho-de-esquerda no canto da testa, fazendo o vilão desmaiar. 

A fraqueza do nojento eram ataques à distância, pois Victor simplesmente calculou que se um policial dá mais trabalho, deve ser por causa de suas armas de fogo.

Os fortes possuem fraquezas e as aceitam, todavia pessoas como você são ligeiramente covardes, sucumbindo ao próprio ego — o garoto murmurou para si mesmo.

Uma coisa que Hugo não previu foi que naquele momento, as "garras" do homem cortaram as teias e que ele já estivesse caindo do edifício, desmaiado. O "aracnídeo" pulou em sua direção e os levou com as teias para o chão em seguraça:

Obrigado, herói! — disse a criança, já liberta, e logo abraça Victor.

De nada...

Vity nunca foi chamado de herói, ficando com todo o corpo formigando quando ouviu as palavras do menino enquanto retribuía o abraço. Para a sorte dos dois, a polícia chegou e logo foi até os dois.

Meu nome é Arthur, e não precisam se preocupar mais com o vilão — falou o sargento, olhando para os ferimentos de Victor. — Recebi um chamado para vir por conta de uma criança raptada.

— Não se preocupe, senhor Arthur.

Bem na hora a mãe do garoto saiu da viatura e abraçou o filho. Com este simples acontecimento, Victor sentiu seu coração esquentar de felicidade. A partir de agora, ele poderia ser reconhecido por ter feito um ato de bravura, que foi um tanto perigoso.

Garoto, o que aconteceu aqui? — murmurou o policial analisando o ferimento grave no ante-braço do garoto.

Eu derrotei o vilão, senhor... — fala meio tonto. — Ele está alí...

Quando Victor apontou para o homem, o sargento mandou que os policiais capturassem logo o vilão, percebendo logo depois que Vity havia desmaiado pela grande quantidade de sangue que perdeu.

∞ Hospital Zerbini ∞

No quarto onze de um certo hospital, Victor Hugo repousava enquanto recebia soro ao lado da mãe e da irmã mais nova. Poucos minutos depois de Marcos ter chegado para visitar o amigo, o garoto acordou atordoado:

Huh? O quê? Gente?! — divulgou Vity, ofegante.

Calma! — alegou a mãe do menor, Sandra. — Que bom que está bem! Fique tão preocupada!

Desculpe, mãe.

Não precisa se desculpar, você fez algo arrriscado, porém foi heróico!

É! — a irmãzinha de Hugo, Dara, concorda alegre. — Você foi um grande herói, cabeça de teia!

Obrigado... — o mini-herói boqueja sorrindo, até lembrar de algo: — Marcos... O TESTE DE ADMISSÃO!

Relaxa, cara! O teste foi adiado para daqui a duas semanas por conta de um ataque de vilões por lá.

Ufa! 

Que sorte a dele, né? Sim, pois assim teria tempo de se recuperar fisicamente e mentalmente. Mesmo com o ante-braço ferrado, ele estava otimista, já que poderia ter uma cicatriz na qual poderia provar que fez um grande ato. Victor agora era um "mini-herói", porque o caso foi para os jornais. 

Em meio às semanas, o garoto recebeu uns cinco convites para entrar em escolas de heróis fora do Brasil, porém o garoto estava decidido a entrar na U.A, mesmo que fosse uma ideia insana. A U.A era o melhor colégio de heróis do mundo, que por sorte tem uma sede em quase todos os países. 

Na visão de Hugo, era mil vezes melhor pensar na chance de entrar nesta escola do que ir para outras mais fáceis e infelizmente fora do país. O garoto nunca pretende sair do Brasil, porque nunca pensou em abandonar a família.

Esta era a chance dele de fazer o máximo para se tornar um grande símbolo para o seu país!


Notas Finais


Uma coisa, não muito importante, que eu queria informar, é que:

Eu fasso os roteiros, os personagens e a correção do enredo.

A Isa faz a beta reader e a estética .

Só isso mesmo, falou, valeu e fui.


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