História "My Brother" - Longfic Kim Namjoon - BTS. - Capítulo 1


Escrita por: e Nha_BERRO123

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Abobrinha, Brigas, Bts, Drama, Fanfic, Imagine, Incesto, Kimviihmota, Kpop, Namjoon, Rapmonster
Visualizações 49
Palavras 1.328
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLHA QUEM VOLTOU!!!
Atrasada, MAS VOLTEI!

Inton meus fãs, sentiram falta da minha ilusão? Espero que sim!

Como prometido, Namjoonie voltou, e trouxe consigo, sua irmã Emily Kim. Sim, Emy.

Porquê?

Então, como um presente, decidi que a personagem principal teria esse nome por uma amiga, muito especial por sinal.
A “s/n” já tinha todas as características dela, então, como só faltava de fato, o nome para ela virar Emily do Carmo, coloquei fim já preenchendo esse espaço.

A história passou por algumas mudanças como o prometido, mas não perdeu sua essência, ou eu acho que não...

BEM!
Eu espero que gostem, boa leitura!

Capítulo 1 - De volta à Ilsan.


Hoje eu finalmente verei minha família. Depois de quase seis anos longe, finalmente poderei descansar dos estudos e aproveitar da minha antiga vida, tenho muita saudade para matar e em poucas horas poderei reencontrar todos os que amo. 

Desde que viajei para os Estados Unidos, me empenhei ao máximo nos estudos e não permiti que nada me tirasse do rumo dos meus objetivos, até mesmo minha família. Meus pais me disseram várias vezes que eu não deveria vir, que isso não era pra mim ou que eu não tinha que vir para tão longe, mas realmente, desistir do que eu sempre sonhei desde criança, não era uma opção, ainda mais depois que ganhei a minha bolsa de estudos; mais uma oportunidade de realizar o que gosto.

Claro que tive alguns namoros aqui e ali, mas nada que comprometesse o meu sonho.

Já fazia mais ou menos umas 3 horas que tinha embarcado, e o tédio era desanimador. O avião fazia um barulho absurdamente irritante, então, como não conseguia dormir, optei por assistir um filme na telinha do acento à minha frente.

Depois de quase quarenta minutos de vídeo, senti minhas pálpebras pesarem, e assim, fui carregado pelo o sono.

[...]

Kim Emily On

— Jimin, trate de ajeitar isso direito, tudo tem que estar perfeito!

— Eu não sei se você não percebeu ainda, Emily, mas eu não tenho a altura de um poste para pendurar isso aqui! — Respondeu virando o rosto enquanto ainda segurava a faixa acima de sua cabeça.

— Aish, será que eu tenho que fazer tudo por aqui?! Saia logo daí!

Ele se afastou e então eu retirei a cadeira da frente da lareira e coloquei em seu lugar, a escada do papai que ficava na garagem, já subindo na mesma para pendurar a faixa de bem vindo.

— Agora sim! — Sorri descendo da mesma e retirei dali o enorme instrumento de metal.

— É, ficou legal... — Comentou o mais velho enquanto colocava as mãos no bolso.

— Claro que ficou, eu que fiz!

— Mas é convencida!

— E você é um baixinho!

— Quem você pensa que é pra falar da minha altura? Não sou eu que tenho um metro e meio!

— Cala essa sua boca grande! — Desferi um peteleco em sua nuca e ele se afastou sorrindo travesso. — Vamos, ainda temos muita coisa para organizar!

— Que eu saiba, o irmão é seu, não meu!

— Não importa, você vai me ajudar a organizar tudo para a chegada dele!

— Porque vocês não fizeram isso ontem, que era domingo? — Se jogou largado no sofá a sua direita com uma cara de tédio.

— Nós sabíamos que ele chegava hoje, mas papai tinha um compromisso muito importante na prefeitura ontem, o que consequentemente, também requeria nossa presença lá junto à ele. Só tivemos tempo para organizar tudo hoje. — Disse me sentando na poltrona de frente para ele.

Park me olhou fazendo bico e se esparramou pelo estofado creme com a maior cara de preguiça.

— Eu estou cansado.~

— Vamos Jimin, eu não estou nem aí pro seu cansaço, você prometeu me ajudar. Agora trate de se levantar daí e colocar aquelas verduras para cozinhar, a comida não ficará pronta sozinha! — Respondi levantando e batendo o pano de prato que se encontrava em meus ombros, no mais velho ali deitado.

— Mandona... — Resmungou baixo se levantando.

— O que disse? — Bati o tecido bordado mais uma vez em seu ombro enquanto o mesmo andava, mas após isso ele começou a correr, dando início a uma perseguição pela a casa.

— Crianças, não corram pela a casa assim... — Pude ouvir o tom doce da voz de minha omma descendo as escadas e vindo em nossa direção, que logo paramos de correr. — Logo seu irmão chegará, Emily, temos que deixar tudo organizado.

— Sim, omma!

— Então, eu já posso ir? — Perguntou o loiro que agora saia de fininho de costas para a porta, mas eu o segurei pela a orelha, o levando até de trás do balcão. — A-aih!

— Nem pensar que você vai agora, não terminou o ensopado!

— Como você é chata!

— Trabalha mais e fale menos! — Cruzei os braços o vendo revirar os olhos.

— Só vocês, mesmo! — Sorriu mamãe enquanto seguia até a lavanderia, provavelmente, buscar o enxoval novo que tivera lavado mais cedo para finalizar na organização do quarto de meu irmão.

[...]

Assim que coloquei o primeiro pé em solo coreano, pude sentir aquela brisa suave e o cheiro das tulipas vermelhas plantadas ao redor do prédio do aeroporto me atingirem... Como senti falta do meu país.

Kim me empurrou gentilmente para que eu desse à ele e aos demais passageiros de nosso voo, passagem para que seguissem até o prédio. Mal via a hora de poder abraçar meus pais e minha, querida, Emy. Minha irmã caçula.

Quando faltavam apenas 7 degraus pra que eu chegasse ao térreo, pude ver uma cartolina branca com o meu nome escrito em hangul junto a um coraçãozinho com glitter ao lado. Tinha sido Emily que o fez, tenho certeza.

Quem segurava o cartaz era meu pai, que não conseguiu conter as lágrimas ao me ver. Mamãe também estava ali, mas a mesma  mal conseguiu esperar até que eu desembarcasse do instrumento rolante para que me abraçasse. Me apertou tão forte que quase caí devida à sua altura.

— Namjoon! — Disse com voz de choro. Coloquei a bagagem de mão no chão e correspondi ao seu abraço, tão acolhedor...

— Como você fez falta, meu filho! — Papai tornou esse abraço num triplo e eu pude sorrir feliz ao ver o quanto me amavam, assim como eu também os amava.

— Huh-huh!.. — Tinha me esquecido completamente de Kim, ele não conhecia meus pais.

— Ah, omma, appa. Este é Kim Seokjin, meu melhor amigo dos EUA. — Disse o apresentando.

— Muito prazer senhor e senhora Kim, é muito bom poder finalmente os conhecê-los! — Se curvou aos dois que sorriram com a educação de Jin.

— Oh, o prazer é meu, querido! — Sorriu, mamãe.

— Obrigado, senhora.

— Você não é ocidental! — Papai sorriu ao perceber que meu melhor amigo americano não era americano.

— Ah não, senhor! — Riu. — Eu conheci Namjoon na faculdade, mas nasci em Gwacheon.

— Ah, jura?! Eu tenho amigas em Gwacheon! A Mi Seon, Soo e...

— Sim sim, omma. Mas não seria melhor terminamos a sua lista de amizades espalhada pela a Coréia, em casa? Estou com fome! — Sorri ao lembrar do quanto mamãe gosta de conversar.

Ela concordou calma e papai nos ajudou — Jin e eu — à levarmos as malas até o carro.

Na viagem toda de Seoul à Ilsan — o que não era muito tempo — ficamos conversando sobre tudo o que tinha acontecido aqui e na América. Contei como tinha sido alguns acontecimentos ocorrentes nos meus longos 6 anos de estudos e mamãe me disse como Emily havia crescido, claro, no comportamento. Ela disse que Emy ainda era a mesma baixinha de um metro e sessenta e dois, ri com o pensamento que poderei zoar ela por isso quando chegar em casa.

— Chegamos! — Mal pensei e já aconteceu!

Papai estacionou em frente a garagem e eu logo desci, olhando para frente vendo minha moradia, não havia mudado nada, realmente.

— Namjoonie!

Minha atenção voltou ao solo quando pude ouvir a voz estérica pronunciando meu apelido.

A porta da frente de minha casa foi praticamente derrubada, e de dentro dela saiu a baixinha ruiva que tanto senti saudades.

Ela colocou um sorriso enorme nos lábios e seguiu correndo até mim, e, não perdendo tempo ao chegar ao meu encontro, pulou em meus braços colocando uma perna para cada lado da minha cintura junto à um abraço apertado.

— Eu senti tanta falta, maninho...


Notas Finais


Próximo capítulo já terá cronograma definido.


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