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História My brother, My daddy (Jimin) - Capítulo 25


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Notas do Autor


Depois venho arrumar os erros.

*Meu deus, deu 2000 palavras, eu escrevi achando que ia dar 900 mas ok.

Capítulo 25 - I'm empty!


Fanfic / Fanfiction My brother, My daddy (Jimin) - Capítulo 25 - I'm empty!

Segurando a mão da Yeri caminho até a saída da empresa com o coração apertado e com os olhos marejados, assim que saíamos abri a porta de trás do carro e coloquei Yeri na cadeirinha e fechei a porta indo até o banco da frente e me sentando.

—Como foi passar um tempo com o papai meu amor? —Perguntei para puxar algum assunto, ela parecia estar um pouco triste.

—Foi bom mas eu fiquei triste por que o papai não quis brincar muito comigo.

—Ué, por que? —Perguntei estranhando já que Jimin sempre amou brincar com Yeri.

—Ele estava triste mamãe, eu pedi para brincar com ele... E ele ficou me olhando, os olhinhos dele estavam tristes mamãe, você sabe por que ele estava triste? —Ela perguntou fazendo uma cara de confusa.

—Não meu bem, aposto que não é nada de demais, talvez ele nem estava triste, você deve ter interpretado errado. —Tentei ajudá-la para que não ficasse triste.

—Mas aí ele começou a chorar mamãe.

Foi aí que meu coração apertou e parecia que estava sendo esmagado, não vejo Jimin chorar desde o dia do nosso casamento e ele no casamento havia chorado de felicidade, ele estava triste mesmo? Ele se arrependeu mesmo? Ou eu estou sendo dura demais?

Não demorou muito para que chegássemos em casa, estacionei o carro na garagem e ajudei Yeri a sair do carro.

—Lembre-se que hoje a gente vai na praia meu bem. —Yeri deu pulinhos e como eu estava agachada para conversar com ela, ficou mais fácil para que ela pulasse em meu pescoço me agarrando para um abraço. Minha felicidade se baseava naquela criança, na minha família, a família que havia sido destruída.

Adentramos a casa e Yeri foi correndo até às escadas para o seu quarto.

—Cuidado! Não corre, pode se machucar. —Disse para Yeri.

—Ta bom mamãe!

Fui até a cozinha e peguei um pouco de água, minha cabeça revirava, meus pensamentos estavam focando em apenas uma coisa, isso tudo o que estava acontecendo comigo e com o Jimin.

—Vem beber água Yeri! —Falei alto do andar de baixo.

—Já vou.

Yeri chegou e dei pra ela um copo com água, ela nunca para quieta então sempre tenho que lembrar ela de beber água já que está sempre aprontando alguma coisa.

Yeri bebeu a água e fomos até a sala para assistir algum filme até dar o horário para ir até a praia. E então meu celular, toca.

Era Park Jimin.

—Oi? —Falei sem ânimo nenhum.

—Chegou bem em casa? —Jimin perguntou com a voz calma.

—Por que toda essa preocupação do nada Park?

—S/n dá um tempo, será que você não sabe conversar como uma pessoa civilizada?

—Certo, chegamos em casa bem, tchau.

—Espera!

—Hum?

—Até quando isso vai ficar assim?

—Oh, Park, preciso te pedir um favor.

—Diga, mas não me chame de Park.

—Não é seu nome? Park. Preciso que fique com a Yeri depois que eu levar ela até a praia, preciso resolver umas coisas e ela não pode ir.

—Está bem, não estou muito ocupado.

—Certo, até.

—Até.

Desliguei o telefone.

—Mamãe, eu vou ficar com o papai de novo hoje?

—Sim, só por algumas horinhas.

—Que bom,espero que ele esteja feliz hoje. —Olhei para Yeri e sorri para a mesma, tão pequena, tão inteligente, cuidadosa e sensível.

(...)

Yeri dormiu em meu colo umas duas horinhas e a acordei para que pudesse tomar banho para podermos sair.

Depois de cada uma banhar vestimos nossas roupas.

—Vai querer entrar no mar hoje Yeri?

—Está um pouco frio mamãe, eu acho que não, vamos para ver a praia por favor, eu gosto de ficar lá. —Disse fazendo bico para que eu não mudasse de idéia.

—Eu também gosto meu bem, nós vamos.

—Eeeeee. —Yeri comemorou dando pulinhos e dando um sorrisinho fazendo com que os seus olhos se fechassem, puxou o Jimin.

Descemos as escadas depois de arrumadas e fomos em direção ao carro e como sempre lá estava eu colocando Yeri na cadeirinha e entrando no carro novamente para podermos sair, uma forma para que Yeri se divertisse e eu esfriasse minha cabeça.

Coloquei algumas músicas que Yeri gostava no caminho e fomos cantando, nos divertindo muito, eu estava feliz naquele momento.

Não demorou muito para que nós chegássemos na praia que estava vazia pois era em torno de umas 5 da tarde, gosto de ver o por do sol aqui, é bonito, e também queria mostrar para Yeri.

Estacionei o carro e retirei Yeri da cadeirinha e a desci do carro, fui até o porta-malas e peguei os lençóis que trouxemos e uns lanchinhos básicos.

Enquanto Yeri carregava a cestinha de comida eu carregava os lençóis e segurava sua mão.

Nós nos sentamos nós lençóis depois de abri-los no chão e organizar as comidas.

—Olha Yeri, está quase na hora do pôr do sol.

—O céu tá muito lindo mamãe, tá laranja! —Yeri diz enquanto dava uma mordida em seu sanduíche natural.

—Sim. —Concordei alegremente com a mesma.

Enquanto Yeri comia e olhava para o mar me lembrei do que ela havia dito, Jimin chorou, ele estava péssimo mesmo? Mas por que ele faria isso? Ele sabia que o seu ato iria ter consequências, ele fez por que quis. Mas realmente, e se ele não tiver feito nada? E se eu não confio o suficiente nele para deixá-lo explicar, aquela história com a Lisa mesmo sendo falsa ainda me abala. Não! Eu não tenho uma imagem formulada em minha cabeça onde o Jimin teria coragem de me trair mas depois do que eu vi, minha mente simplesmente deu pane, eu não sabia o que pensar mais, eu só sabia sentir, sentir dor, muita dor.

(...)

Depois de um tempo conversando com Yeri e vendo o pôr do sol, deu o horário para encontrar meu advogado para resolver os papéis do divórcio, eu estou confusa, não sei se estou sendo precipitada demais mas isso precisava ser resolvido.

—Vamos encontrar o papai Yeri?

—Vamos!!! —Yeri disse feliz.

Organizamos nossas coisas, entramos dentro do carro e fomos para a empresa, depois de alguns minutos dirigindo nós chegamos. 

Entrei na empresa e Yeri saiu correndo na frente até a sala de seu pai.

Ela entrou e eu entrei logo em seguida vendo Park mexer em alguns papéis, seu rosto estava sem cor, ele parecia exausto.

—Oi filha! —Jimin disse saindo da cadeira giratória e pegando Yeri no colo, ele me olhou e acenou com a cabeça.

—Papai, hoje foi muito bom, eu fui pra praia com a mamãe e vimos aquela coisa lá... Como é o nome?..

—Pôr do sol. —Falei para a mesma.

—Sim, isso.

—Que bom que seu dia foi bom filha, hoje nós vamos brincar muito.

—Bom... Tchau Yeri a mamãe volta logo, tchau Park.

—Tchau. —Ambos falaram ao mesmo tempo.

Sai da sala e fechei a porta e fui até a saída logo indo até o meu carro e adentrando o mesmo, que ódio! Meu coração parece que ia explodir de tanta raiva e tristeza que eu sentia sempre que via o Jimin.

Depois de mandar mensagem para o advogado, dirigi até o local de encontro combinado e era uma cafeteria. Me sentei e esperei até que o advogado chegasse.

—Olá, Park S/n? —Perguntou um rapaz.

—Oh sim, você deve ser o Jackson. —Me levantei e estiquei a mão para o mesmo que logo a apertou e deu um sorriso.

—Bom, vamos resolver o que viemos resolver, vai querer tomar algo?

—Não, obrigada. —sorri para não parecer rude.

—Ok, então vamos lá.

(...)

Depois de uma longa conversa com o advogado consegui resolver umas pequenas coisas mas essas coisas realmente eram >pequenas< coisas, ainda teria muita coisa para resolver. 

Nós nos despedimos e fui até o carro adentrando o mesmo e começando a dirigir no caminho para a empresa, estou cansada de sempre dirigir para resolver as coisas, de fazer tudo sozinha. Cheguei na empresa e fui até a sala de Jimin. 

Entrei e vi Jimin sentado no chão com Yeri desenhando em alguns papéis e não demorou muito para que os dois notassem minha presença.

—Mamãe! —Yeri veio até mim e me abraçou.

—Oi. —Jimin disse baixo.

Apenas acenei com a cabeça e dei um sorriso fraco.

—Será que a gente pode conversar? —Jimin perguntou para mim.

—Ok. —Eu estava disposta a ouvi-lo mais uma vez.

—Yeri, fique aqui desenhando eu e mamãe já voltamos.

Saímos da sala mas ficamos de frente para a mesma, a empresa já estava vazia, os funcionários não ficavam até tarde, apenas quando tinham reuniões importantes.

—Diz. —Falei.

—Você sabe que eu não faria isso, não sabe?

—Eu já não sei de mais nada Jimin. —Eu realmente não sabia de mais nada, não sabia se confiava ou não, não sabia o que pensar, não sabia o que dizer.

—Por que você não confia em mim?

—Por que você mentiu Park. —Essa é a parte que mais me dói, a mentira.

—Por favor, não me chama assim.

Respirei fundo para não começar a dar uma crise de choro ali, eu estava morrendo de saudades de ter o Jimin e essa saudade está vindo faz um tempo, desde que ele começou a trabalhar demais, eu sinto falta do meu Jimin.

—Certo, era só isso? —Falei esperando ouvir um não.

—Certo S/n, se você não confia em mim, eu não posso fazer mais nada, não é?

—Você poderia não ter mentido!

—Eu já pedi desculpa por isso S/n!

—Desculpas não resolvem nada nesse caso Park, não resolve o que eu vi, não resolve a mentira que você me contou, não apaga minha memória, desculpas são apenas palavras, por favor se responsabilize pelo seus erros.

—Como caralhos vou me responsabilizar por algo que não fiz S/n?

—Certo, pelo visto não é homem o suficiente nem para assumir seus erros!

—Você está sendo imatura S/n, você se quer me deixar te explicar as coisas!

Os papéis do divórcio já estão sendo processados Jimin. —Disse a ele entregando um comprovante.

—S/n por favor você pode me ouvir? —Jimin segurou uma de minhas mãos.

—Eu já te dei tempo Jimin e você só piora as situações, nem se quer tem uma resposta concreta e verdadeira na sua cabeça. 

—Eu te amo S/n, eu sei que eu não te mereço mas você está enganada eu não fiz nada.

—Como eu pude esquecer?! Eu sou muito burra! 

—Esquecer o que? —Jimin perguntou confuso.

—Por favor, me dê um tempo para pensar e para isso eu preciso que você descanse Park, eu vou ficar aqui na empresa, você pode ir para a casa com Yeri.

—Mas..

—Sem mas ok, eu sei muito bem cuidar daqui, então não se preocupe.

—Ok, tudo bem então. —Jimin diz se virando e adentrando a sala.

Yeri ainda desenhava no chão.

—Olha mamãe o que eu desenhei! É você, eu e o papai! —Ela nos mostra um desenho feito com bonecos de palitinhos. Uma pontada no meu coração foi sentida.

—Que gracinha! Você desenha muito bem. —Jimin disse primeiro me fazendo sair do transe.

—Está perfeito Yeri, você é uma ótima desenhista. —Disse sorrindo para a mesma. —E adivinha só? O papai vai voltar para a casa com você hoje!

—E você? —Yeri perguntou séria.

—Vou cuidar da empresa um pouquinho tá bom? Agora vá com o papai para a casa, ele precisa descansar e você também.

—Ok. —Jimin foi até Yeri e segurou na mão da mesma.

—Vamos? —ele disse.

—Sim! Tchau mamãe!

—Tchau meu anjo!

—Tchau S/n.

—Até depois Park.

Os dois se viraram e saíram pela porta e corri até o computador de Park, como eu pude ser tão burra ao esquecer as câmeras de segurança? Entrei rapidamente e comecei a voltar as filmagens para o dia em que tudo aconteceu. Voltando e procurando a hora exata encontrei filmagens da câmera do corredor e da sala do Jimin. Meu coração doía, eu estava dominada pelo medo e se eu passasse aquelas filmagens e realmente Jimin estivesse falando a verdade, isso seria ótimo não é? Mas e se eu passasse as filmagens e Jimin estivesse mentindo, eu não queria ter que ver aquilo duas vezes, era agora ou nunca. Apertei meus olhos firmes e abri dando play nas filmagens, acompanhando cada segundo.

E chegou a parte, a parte onde tudo aconteceu, comecei a chorar vendo aquelas filmagens, eu estava acabada, as filmagens mostravam...


Notas Finais


:(


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