História My brother's best friend - Capítulo 26


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance
Visualizações 102
Palavras 2.013
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Feliz dia Das Crianças

Capítulo 26 - Capítulo 25


Pov Lucca:

Estava com a Lia, ela não par a de me beijar e abraçar e aquilo já esta va me incomodando, eu não ha via tido noticias do Thony ainda e cada minut o de espera estava me matando. Eu não quis ir ao hospital, mas teria sido melhor ter ido, estava cogitando a ideia de ir quando o meu celular vibrou em meu bolso. O nome do Leandro piscava no visor. 

__ Fala Leandro. Lia fez careta ao meu lado quando falei o nom e dele.

__ Lucca, você está em casa? Ele perguntou com a voz meio preocupada.

__ Estou.

__ Posso passar ai par a conversar com você? Ele perguntou

__ Pode cara. Eu respondi mesmo não entendo o por quê daquilo.

__ Chego aí em dez minutos. Ele disse desligando o celular .

__ Leandro está vindo aí. Acho melhor você ir embora ou subir. Eu disse para a Lia.

__ Eu vou ficar. Ela disse cruzando os br aços.

__ Então não arruma confusão, o Leandro já está com pr oblemas por causa do Thony, não quero que você fique enchendo o saco dele. Eu disse indo à cozinha.

__ Como você se sente? Ela perguntou

__ Bem. Eu respondi sem entender do que ela falava

__ Estou falando a respeito de o seu irmão ter casado com a Clarissa  e ainda ter feito um filho com ela .

__ Ela seguiu a vida dela. Eu respondi pegando um pouco de água.

__ E você aceitou assim? Ela per guntou incrédula.

__ Aceitei. Agora já chega de perguntas e nada de ficar jogando piada para o Leandro.

__ Você gosta daquele menino não é?

__ Que menino?

__ Do filho do Leandro.

__ Ele é o meu sobrinho, não tem culpa de nada. Eu disse voltando a sala, quando eu comecei a arrumar a mesma a companhia tocou. __ Deve ser o Leandro. Eu disse indo abrir o por tão, me surpreendi em ver a Clarissa e o Leandro de mãos dadas no portão. Aquilo ainda me incomodava e muito, ainda mais porque ultimamente eles não estavam mais tão grudados assim.

__ Desculpe incomodar a essa hora Lucca, mas eu e a Clari precisamos conversar com você. Ele disse.

Clarissa nem no meu r osto olhava, ficou encarando o chão e eu olhava do Leandro para ela com a boca meio aberta, depois que me toquei que eles estavam parados ainda no por tão.

__ Desculpe, entre. Eu disse e os dois passaram, ela passou ao meu lado o  perfume dela me inebriou. Adentramos a sala e a Lia estava sentada no sofá.

__ Boa noite. Leandro a cumprimentou.

__ Boa noite. Ela disse sem entender nada.

__ Lia. Clarissa a cumprimentou.

__ Oi. Lia disse ainda mais assustada.

O que estava acontecendo ali? Os dois tratando a Lia bem?Nunca pensei ver uma coisa dessas.

__ Algo para beber? Tive que adotar a mesma tática, ser educado.

__ Não. Os dois responderam em uníssono. __ Lucca. Leandro começou a falar. __ Eu e a Clari queríamos lhe fazer um pedido. Leandro disse sentando e a Clarissa fez o mesmo.

__ Eu vou subir. Lia disse indo em direção das escadas.

__ Pode falar. Eu falei sentando de frente para os dois __ Como o Thony está?

Eu estava indo ao hospital quando você me ligou. Ninguém me a visou nada, estou preocupado. Eu disse atropelando as palavras.

__ É sobre isso que viemos con versar com você. Leandro disse apertando a mão

da Clarissa e eu engoli em seco, pois eu estava sentindo uma sensação estranha dentro do peito.

__ O que ele tem? Eu perguntei segurando as lágrimas.

__ Descobrimos no começo da noite. Leandro disse com a voz embargada e reparei que a Clarissa estava com os olhos cheios de água, fiquei com vontade de abraça-la.

__ O que ele tem? Eu perguntei me alterando um pouco.

__ Ele está com leucemia. Leandro disse com a voz embargada.

Eu arregalei os olhos, e os forcei a não chorar, clarissa do lado do Leandro  estava chorando e ali mais do que nunca eu fiquei com vontade de consola-la.

__ LEUCEMIA! Eu gritei mesmo não querendo. __ Mas como isso é possível, ele é saudável, isso é injusto. Eu estava desesperado e não sabia o porquê, ou melhor, eu sabia, eu havia criado algo pelo o menino e eu tinha certeza que era amor. Fiquei com vontade de socar e jogar tudo no chão. __ Como ele está? Reparei que estava com os olhos queimando. __ O que eu posso faz er para ajudar? Eu perguntei.

__ Queríamos saber se você pode fazer o teste para ver se você é compatível,

pois eu e a Clarissa não somos. Queria saber se você pode nos ajudar, já falamos com o Luiz e ele está faz endo o exame agora.

__ Claro que eu posso. Eu disse levantando. __ Vamos. Eu disse pegando as minhas chaves e o celular.

__ Obrigada Lucca. Clarissa pela primeira vez na noite falou comigo olhando em meus olhos.

__ Não precisa agradecer, ele é meu sobrinho. Eu disse olhando em seus olhos e ela virou os olhos para olhar para o Leandro que nos encarava.

Seguimos para o hospital e estavam todos lá, até o Eduardo.

__ Boa noite. Eu cumprimentei a todos.

__ Boa noite. Falaram em uníssono.

__ Fala aí Lucca. Alex chegou me cumprimentando.

__ E ai irmão, barra isso ai hein. Eu disse batendo em seus ombros.

__ Nem fala, e ele é tão pequeno, nem tive tempo de ensina-lo quase nada ainda.  Alex disse com os olhos cheios de água.

__ Ele não vai morrer Alex. Eu disse o repreendendo, não gostei daquilo.

O doutor chegou à sala de espera e o Leandro conversou um pouco afastado com ele e o trouxe para perto de mim.

__ O senhor vai fazer o teste? Ele perguntou me olhando.

__ Vou. Eu respondi. __ Acho que sou o único que falta não é? Eu perguntei e o medico pareceu ficar meio sem graça.

__ Vamos. Ele me chamou e eu o acompanhei, a enfermeira tirou uma pequena quantidade de sangue.

__ Agora mandamos isso aqui para a análise. Ela disse par a outra enfermeira.

__ O mais rápido possível, pois se ele não for compatível chamaremos os avós e os outros tios para fazer o teste.

__ Espera ai. Eu disse olhando par a enfermeira. __ Como assim o resto da família? Eles já não fiz eram o teste? Eu perguntei desconfiado.

__ Só o pai e a mãe, que não são compatíveis, o senhor é o primeiro que faz, eles pediram para o doutor esperar o seu resultado do seu teste para depois pedir ajuda dos outr os. - Que Porra era aquela, o Leandro disse que o Luis tinha feito o teste, agora ela fala que só eu fiz? __ O senhor pode ir par a a sala de esperar. Ela disse e eu fui em direção da mesma.

Leandro e Clarissa estavam abraçados conversando um pouco longe dos outros, quando me viram o Leandro veio em minha direção.

__ Você fez? Ele perguntou e eu estava olhando além dele, estava com os olhos na Clarissa. __ Lucca. Ele me chamou.

__ Fiz. Eu disse olhando para ele, ele vacilou um pouco e depois me abraçou.

__ Muito obrigado. Ele disse.

__ Que isso Leandro, ele é meu sobrinho não é? Eu perguntei olhando em seus olhos.

__ É. Ele disse meio sem graça.

__ Como que eu não ajudaria o meu sobrinho. Eu disse o fuzilando com os olhos. __ E nem sabemos ainda se eu sou compatível, o Luis também pode ser, aliás, ele é tio do menino também. Eu falei e percebi que cada palavra pesava um pouco em seus ombros.

__ Você será compatível. Ele por fim disse.

__ Espero que sim. Eu disse saindo de perto dele e indo tomar um ar.

Por que eu estava com uma sensação que Anthony era o meu filho? Eu sempre tive uma conexão com ele a qual eu nunca entendi. Agora isso, Leandro e Clarisaa mentiram para mim. Ninguém ha via feito o teste só os dois e eu.

Já faz um tempo que eu venho achando que  ele é meu filho, eu o acho bem parecido comigo, não só eu co mo a minha mãe e o meu pai também, ele se acalma quando eu falo com ele e sempre me dá aquele sorriso lindo, até os trejeitos dele são iguais aos meus.

Eu estava andando pelo o corredor há uns trinta minutos já quando o médico chegou com o resultado.

__ O senhor Lucca Aguiar e compatível. Ele disse e todos ficaram felizes, até eu fiquei aliviado com aquilo, olhei para a Clarissa e para o Leandro e os dois estavam sérios, Clarissa me encarava. __ Senhor Aguiar, agora queremos saber se é do seu interesse doar? Ele perguntou me olhando, eu desviei o olhar para a Clarissa.

__ Sim. Eu respondi. Minha mãe veio me abraçar.

__ Obrigada meu filho, eu sei o quanto isso é difícil para você, mas muito obrigado mesmo. Ela disse.

Eu ainda olhava para a Clarissa , ela não aguentou sustentar o olhar e saiu indo em direção da rua.

__ Quando será feita a coleta? Eu perguntei ao doutor.

__ Daqui a pouco, só vou preparar umas coisas e já venho lhe chamar. Ele disse saindo da sala.

Soltei-me dos braços da minha mãe e segui em direção aonde eu vi a Clarissa saindo, não a encontrei só encontrei a enfermeira que havia tirado o meu sangue, resolvi agir.

__ Oi. Eu perguntei me aproximando dela que estava fumando na rua.

__ Oi. Ela disse me olhando de cima a baixo. __ Você é compatível. Ela disse mordendo os lábios.

__ Eu sei, acabei de saber. Eu disse lhe olhando. __ Serei direto, o que você quer em troca para fazer um exame de DNA para mim sem que ninguém fique sabendo. Eu perguntei lhe encarando.

__ Exame de DNA? Ele perguntou espantada.

__ Sim, quero saber se o Anthony é o meu filho. Eu disse lhe encarando.

Ela jogou o cigarro no chão e pegou em minha mão e me levou para a lateral do hospital, veio para me beijar, mas eu desviei a boca.

__ Não gosto de cheiro e gosto de cigarro. Eu disse e ela começou a rir.

__ Quer o exame ou não? Ela per guntou com maldade na voz.

Devorei os seus lábios e comi aquela enfermeira desgraçada ali mesmo, nem estava com vontade nem nada , porem tentei fazer o melhor trabalho possível.

__ Quando que você vai tirar o meu sangue? E u perguntei tirando a camisinha amarrando a mesma e colocan do a minha cueca e calça de novo.

__ Não preciso do seu sangue. Ela disse se arrumando também.

__ Vai usar o que você já tem? Eu perguntei indo jogar a camisinha fora.

__ Não.  Ela respondeu. – Eu já sei a resposta.

- Então? Perguntei ansioso.

- Ele é o seu filho. Ela disse me encarando com um sorriso nos lábios.

__ Que palhaçada é essa? Eu perguntei ficando puto.

__ Uhé, não é o que você queria saber? Se ele é o seu filho, eu estou respondendo, ele é o seu filho.

__ Você está mentindo. Eu disse me afastando dela.

__ Não estou. Ela disse brava. __ Quando foi diagnosticado a doença dele e o senhor e a senhora Aguiar fizeram o exame e descobriram que não eram compatíveis o doutor conversou com eles a respeito que os pais eram os possíveis doadores e se não são compatíveis aí teria que entrar na fila de transplante, que eles poderiam até tentar com os tios e a vós maternos e paternos, mas era meio difícil. Foi quando o senhor Aguiar falou para o doutor que ele não era o pai do menin o e sim um rapaz chamado Lucca Aguiar  que consequentemente era irmão dele, ele falou que ia falar com você, mas que não era para ninguém contar por que o senhor não sabia da história. Ela disse rindo.

Meu mundo desabou, minhas suspeitas haviam sido confirmadas, eu era o pai do Anthony a Clarissa mentiu par a mim durante esse tempo todo.



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