História My brother's best friend - Capítulo 32


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance
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Palavras 2.955
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 32 - Capítulo 30


Pov Lucca:

Ela arregalou os olhos ao perceber o que eu estava indo fazer. Deu dois passos se afastando de mim, só que fui mais rápido. Peguei-a pela a cintura e a trouxe para perto de mim. Afastei os cabelos que estavam caídos na lateral do seu rosto. Deixei uma mão na cintura dela e a outro eu coloquei em sua nuca e puxei de leve os seus lábios ao encontro dos meus. A respiração quente dela bateu em meus lábios, e senti que o seu corpo estava todo tremendo. Terminei com o pouco de espaço entre a gente quando eu grudei os nossos lábios em um beijo que começou casto, mas não demorou muito para aquecer.

Trouxe o seu corpo mais ao meu e apertei com toda a força que julguei ser suportável. Ela gemeu sobre os meus lábios quando agarrei a sua cintura com força. Andei ainda com ela colada ao meu corpo e senti quando o seu corpo encostou-se à parede. Abrir as suas pernas com as minhas posicionando-me mais em seu meio recebendo um gemido. 

Puxei os seus lábios entre os meus dentes e encarei a sua face. Ela abriu os olhos e eles estavam negros como poucas as vezes que eu os vi daquela forma. Olhar para aqueles olhos fez-me lembrar de uma coisa: Estávamos no quarto do nosso filho.

- Thony. Eu disse segurando o seu rosto. Ela ficou me encarando com aqueles olhos que estavam voltando as suas cores naturais e a respiração ofegante.

Afastei-me dela e virei para olhar o Thony. O mesmo estava com um sorriso de quem havia aprontado algo. Deixei um sorriso passar pelos os meus lábios sem que ela ou até mesmo ele percebesse.

- Dá outro papai. Ele disse sentando na cama.

- Agora já chega Anthony. Ela passou ao meu lado passando a mão na testa e meu cambaleando. – Vai dormir. Ela o cobriu depositou um beijo em sua testa e passou por  mim correndo sem nem olhar na minha cara.

Não pensei duas vezes e a seguir. Conseguir segurá-la antes que ela entrasse em seu quarto.

- Clari. Ela me interrompeu.

- Eu entendo. – Boa noite.  Ela fechou a porta na minha cara.

Ela nem me deixou falar nada. Segui para a sala peguei a chave do meu carro e sair.

- Alô. A outra voz atendeu do outro lado da linha.

- Preciso conversar com você. Falei entrando no carro.

- Tem que ser a essa hora? Ouvi bocejos do outro lado da linha.

- Estou indo para a sua casa.

- Okay. – Estou lhe esperando.

[...]

- Sabe que isso não são horas de está na casa dos outros não é? Pierre abriu a porta bravo.

- Preciso conversar. Entrei e sentei no sofá meio nervoso.

- Foi só por causa do tom da sua voz que eu resolvi lhe receber. – Bebe alguma coisa?

- Não. – Não posso beber se sóbrio já estou fazendo merda, imagina bêbado.

- O que você fez? Ele perguntou preocupado. – A Soph está grávida?

- Credo. Eu disse fazendo o sinal da cruz. – Vira essa boca para lá – Estou muito feliz com um filho só.

- Então o que aconteceu? Ele perguntou servindo algo para beber.

- Eu beijei a Clarissa.Falei em desespero. – E não foi um beijo calmo, eu quase a possuir no quarto do Thony com o mesmo olhando.

- kk .. Está tão na seca assim? Ele perguntou rindo.

- Você entendeu a gravidade da situação? – Eu a beijei e adorei ter aqueles lábios nos meus de novo, foi perfeito. Eu disse rindo.

- Isso desde quando é grave? – O que eu estou vendo é um cara que ainda é apaixonado pela ex-namorada que por sinal é mãe do seu filho. – Ainda acho que você está perdendo tempo com essa palhaçada dela entender o que você passou. – Você acha mesmo que ela ainda não aprendeu?

- Não sei Pierre.

- Olha, você não me tirou da minha cama quentinha para falar que não sabe não é? Vai à luta Lucca.– Porra!

Fiquei olhando o Pierre tomar o drink meio bravo com a situação.

Posso dormir aqui? Ultimamente eu estava fazendo muito isso. Dizia que ia para a casada Soph só que ficava na casa do Pierre. 

- Claro amor. Ele disse com deboche. – Já conhece tudo, pode ficar a vontade.

Pov Clarissa:

Quando acordei pela manhã percebi logo que o Lucca não havia passado a noite em casa de novo. Não deveria, mas a raiva se apossou do meu corpo aquela hora.

- Bom dia. Ele entrou na cozinha trazendo pão.

- Bom dia. Respondi seca.

- Sobre ontem. Ele começou a falar só que eu o interrompi.

- Eu entendo, nem tudo ele entende. – E você fez por ele, pode ficar tranquilo que eu não vou contar para a sua namorada. Ele fechou o cenho e virou as costas para mim me deixando sozinha na cozinha.

- Porra! Vociferei assim que ele saiu da cozinha. – Lucca. Fui atrás dele.

- Não quero brigar. Ele disse com a mão no ar. – Acho que ao deixa-la sozinha na cozinha deixei bem claro isso. 

- Não quero brigar também, só vim saber se você podia ir pegar o Thony hoje na escola?

- Por quê? Ele perguntou desconfiado.

- Vou sair com o Justin, um amigo da faculdade, precisamos resolver umas coias de um trabalho. Ele parecia pensar se acreditava ou não naquilo.

- Pego. Ele disse depois de uns minutos calado. – Você pretende demorar? – Não esquece que tem que trabalhar.

- Não pretendo demorar, estarei aqui no horário. Eu disse virando as costas para ele.

Pov Lucca:

A mais pura verdade era que não foi nem um pouco saudável a tarde que eu fiqueipensando na Clarissa com o tal Justin.

O bom do meu trabalho era que eu era o Chefe da noite, e o péssimo do meu trabalho era que não tinha nada para fazer durante o dia. E a imagem do beijo que eu havia dado na Ckari não ajudava nem um pouco rondando os meus pensamentos.

- E aí garotão. Peguei o Thony no colo na porta da escola. – Como foi à escola hoje?

- Boa. Ele deu de ombros meu triste.

- Aconteceu alguma coisa? Perguntei preocupado.

- Com licença. Uma moça aproximou-se de nós dois falando um inglês totalmente enrolado. – O senhor é o que do Anthony?

- Sou pai. – Prazer, Lucca Aguiar. Estendi a mão para que ela apertasse.

-  Francine Petty. Ela estendeu a mão sorrindo. – Estou vendo a semelhança de vocês. Dei um sorriso sem graça. – Senhor Aguiar, nem sei como perguntar isso, mas o senhor e a senhora Aguiar.

- Não, não. Eu a interrompi. – É senhora Menezes. – Não somos casados. Eu falei sério.

- Sim, o senhor e a senhora Mebezes poderiam comparecer na reunião que terá amanhã na parte da manhã?

- Algum problema?

- Gostaríamos de conversar sobre algumas atitudes do Anthony que tem nos deixado um pouco preocupados.

- Okay, eu vou falar com a senhora Menezes e estaremos aqui. Ela sorriu e saiu. – O que você andou aprontando Thony? Perguntei o encarando.

- Nada. Ele falou meio triste. Respirei fundo e seguimos para o carro.

- Papai. Ele me chamou assim que o coloquei na cadeirinha.

- Fala?

- O que é gotoza?

Como? Perguntei arregalando os olhos. – De onde foi que você tirou isso Anthony? Tentei não rir daquilo.

- O moço na rua disse assim para a mamãe. – Vai ser gotoza assim lá na minha cama. Ele disse cruzando os braços. Tive a leve impressão que ele sabia que aquilo não foi uma coisa boa de falar para a Clarissa.

- É uma pessoa bonita. Eu respondi dando atenção á rua.

- Papai.

- Hum.

- O senhor acha a mamãe bonita?

- Acho.

- E o senhor ama a mamãe? Essa eu pensei muito antes de responder. Não por não saber a resposta, e sim por medo de respondê-la.

- Amo. Primeira vez que eu deixava aquela palavra sair dos meus lábios depois e tanto tempo.

- E por que vocês não se casam?

- O que deu em você hoje Thony? Perguntei sorrindo, mas ele estava triste.

- Todo mundo tem papai e mamãe casados, menos eu. Seus olhos estavam cheios de água.

- Thony. Eu parei o carro no acostamento para conversar com ele. – A minha situação e da sua mãe é um pouco mais complicada, mas tudo irá se resolver.

- Promete? Engoli a seco.

- Prometo. Ele abriu um sorriso lindo.

- Te amo papai. Ele disse segurando em minha mão.


[...]


-As professoras do Thony querem conversar conosco amanhã. Eu disse quando Clari chegou em casa já meio atrasada para ir para o trabalho.

- Conversar? – O que ele andou aprontando? Ela perguntou confusa.

- Eu perguntei ele disse que não fez nada, mas acho que já sei o que aconteceu.

- O que?

- Ele disse que todos os pais dos amigos deles são casados, menos o dele. Ela parou o que estava fazendo e ficou me encarando.

- Estamos causando uma confusão imensa na cabeça dele Lucca. Ela balançou a cabeça como se lamentasse algo. – E não ajuda em nada você ficar me beijando na frente dele.

- Ele pediu. Falei bravo. – Queria que eu não tivesse feito? – Aliás, eu queria. Falei sem pensar.

- Queria o que? Ela perguntou assustada.

- É .. è .. Você sabe que você está atrasada já não é? Mudei de assunto e percebi um sorriso de canto na boca dela.

- Eu perdi o tempo.  – Estava me divertindo com Justin.

- Pensei que você fosse ir fazer trabalho. – Não ficar se divertindo.

- Fazer trabalho de faculdade rende sempre uma diversão Lucca, você sabe disso.

- Imagino. Eu disse passando as mãos pelos os cabelos.

- Estava pensando. – Você poderia ficar com o Thony hoje depois do expediente?

- Possa saber por quê?

- É que amanhã eu não tenho aula, e o Brian me chamou para ir a uma boate com ele.

- Como é que é? Eu perguntei rindo, só que não tinha humor nenhum naquele sorriso. –

Você quer que eu fique com o Thony para você ir se divertir?

- E por que não? Você vive fazendo isso. E eu não reclamo. Ela deu de ombros.

- É diferente.

- E diferente por quê? – Você passa a noite com a Sophie, eu só vou sair com o Brian, devo voltar pela manhã.

- É o exemplo que você que dá ao seu filho?

- Lucca.– Exemplo, por exemplo, nem um de nós dois podemos dá, mas estamos nos esforçando. – Você concordou que deveríamos seguir as nossas vidas. - Estou fazendo isso.

- Só não vai esquecer que você tem um filho que precisa dos seus cuidados, e amanhã tem a reunião dele.

- Eu não vou esquecer que eu tenho um filho, eu sei muito bem as minhas obrigações como mãe. Ela disse apontando o dedo na minha cara. – Não me venha falar sobre essas coisas. Ele havia ficado brava.

- Acho bom. Eu lhe encarei. – Fico feliz em saber que você conhece as suas obrigações.

- Vocês estão brigando por quê? Thony estava na soleira da porta nos encarando.

- Não estamos brigando filho. Ela foi a primeira falar.

- Então por que vocês estão gritando?

- Adultos falam alto mesmo filho. Eu me aproximei dele. – Eu a mamãe só estamos brinCAndo. Eu falei rindo e ele me deu um sorriso tímido.

- O que você aprontou hoje na escola? Clarissa perguntou a ele.

- Eu bati no meu amigo. Ele baixou os olhos para o chão.

- Por que Anthony? – Por acaso eu e seu pai já não lhe ensinamos que isso não se faz?

- Ele disse que eu tenho não uma família feliz. Ele disse com os olhos cheios d’água.

- O que ele disse? Agora quem estava brava era a Clarissa.

- Disse que eu não tenho família igual à deles.

- Por que ele disse isso? Ela perguntou o pegando no colo.

- Lembra-se da história dos pais casados? Falei olhando para ela. Ela respirou fundo.

- Filho. Ela segurou o rosto dele. – Eu e o seu pai não somos casados, mas somos sim

uma família, e uma família feliz.

- Mamãe, você ama o papai? A mesma pergunta que ele havia me feito. Como eu fiz a Clarissa engoli em seco e ficou vermelha. Eu estava doido para ouvir a resposta dela.

- É .. é .. Ela começou a gaguejar olhando para os outro lados da sala.

- Hein mamãe. Thony ainda colocava ainda mais pressão. – Ama o papai?

- Amo. Ela disse olhando em meus olhos. – Amo como eu nunca amei ninguém nessa vida, mas como eu disse o nosso caso é meio complicado. Ela voltou a dá atenção a ele. –Não ligue para que os outros falem. - Eu e o seu pai lhe amamos, e somos sim uma família. Ela disse beijando a testa dele. Ele saiu sorrindo em direção do quarto.

- Suponho que você só tem falado isso porque ele não entende a nossa situação. Falei cruzando os braços em meio peito.

- Não. Ela disse balançando a cabeça. – Eu simplesmente disse o que eu sinto. Ela seguiu em direção do quarto me deixando com a boca aberta.

Pov Clarissa.

- Chego de manhã então. Despedi-me dele na porta do restaurante, mas não antes de receber uma alfinetada dele.

- Se eu soubesse que você e o Brian ficariam tão “amiguinhos”. Ele colocou aspas no amiguinho. – Eu não tinha lhe indicado ao trabalho.

- Vai começar de novo com isso? Perguntei colocando as mãos na cintura.

- Você já é mãe. Ele falou como se aquilo me impedia de ser feliz.

- E você é pai. – Quando você irá entender que o combinado foi esse? Pensei ter o escutado murmurar um nunca e fiquei feliz com aquilo. – Chego amanhã.

- Se você se atrasar. Eu o interrompi.

- Eu não vou me atrasar, estarei lá no horário. Segui para o carro do Brian.

O Aguiar vai me matar quando descobrir que você está me usando para deixa-lo com ciúmes. Brian disse rindo.

- Algo tem que amansar a fera. – Nós nos beijamos. Eu disse batendo palma – e foi maravilhoso. – Tudo naquele homem é maravilho “B”.

- Eu também acho. Ele disse com a cara de safado.

- Tira o olho do meu homem. Eu disse rindo. E fingido que lhe daria um soco.

- Nossa. Quanta possessividade. – Meu homem. Ele disse com deboche.

- Ele voltará a ser meu. - Você verá. Eu disse com segurança.

- Espero que sim. – A escrota da Sophie não o merece. – Sem contar que vocês dois ficam lindos juntos. – Pronta para a noite das meninas?

- Nossa ... - Quanta viadagem. Eu disse rindo e ele caiu na gargalhada.

- AH! Ele deu um grito do nada no carro.

- Tive uma ideia para você enfim conquistar o Aguiar de vez. Ele disse com um sorriso malicioso.

Franzi o cenho com aquilo. Eu conhecia o Brian há pouco tempo, mas o pouco tempo foi o suficiente para me mostrar que de normal ele não tinha nada.

[...]

- Então Menezes. Brian serviu algo para que tomássemos. – O que você fez para o Lucca lhe odiar tanto?

Fiquei lhe encarando e pensando se eu deveria realmente contar o que havia acontecido no passado. Passado esse que me assombrava dias após dias, pois foi por causa das minhas mentiras que eu perdi o homem que eu amava.

- Não vai me contar? Quem sabe assim eu posso ajudar a vocês dois. Ele sentou ao meu lado colocando o copo na minha mão. – Foi traição, mentira? – O que foi?

- Pode ser chamado das duas coisas. Eu disse bebericando o meu drink e ele fechou o cenho.

Duas coisas: - Foi tão pesado assim?

- Eu escondi que eu estava grávida dele. Ele arregalou os olhos. – Eu disse que foi porque não queria destruir o seu futuro, mas eu na hora pensei só em mim e julguei fazer o que era certo, que no final acabou saindo errado.

- Eu entendo o lado dele sabe. - Você não saber que tem um filho deve ser triste. – Mas ainda não explica a magoa toda que você disse que ele tem de você.

- Eu casei com o irmão dele, e ele só descobriu que o Thony era filho dele, quando descobrimos que o Thony tinha leucemia.

- PORRA! Ele gritou passando as mãos no cabelo. – Aí você está de sacanagem com a minha cara Menezes. – Como você faz uma merda dessa e espera que o cara aceite de boa tudo isso?

 - Eu sei que eu cometi um erro. Eu baixei os olhos com vergonha.

- Cometeu um erro? – Você poderia ter destruído muita coisa com isso, fico admirado que ele ainda sinta ciúmes de você. – Eu no lugar dele tinha lhe deixado para lá.Ela estava sendo sincero.

- Não fala isso. Eu falei com a voz baixa só em pensar que o Lucca pudesse desistir de mim.

- Você tem sorte do homem que você tem ao seu lado. – E digo mais, só vou continuar lhe ajudando porque eu sei o quanto ainda existe amor entre vocês.

- E porque eu vou ajudar você a pegar o Justin.

- Também. Ele disse rindo.

- Qual é o plano? Perguntei e ele abriu um sorriso imenso.

- Que tal o levar para cama? Ele perguntou bebericando o seu drink

- Sexo não resolverá os meus problemas Brian. – O problema do Lucca está no coração.

- Coisa mais brega. Ele disse bebendo tudo de um gole todo. – Mais você está certo, o problema dele é ainda está magoado.

- Então? Indaguei.

- Então o que? Ele revidou.

- Qual é o plano?

- Levar o Lucca para cama. Ele disse rindo. E eu virei os olhos.

Não seria nada ruim conseguir uma noite de amor com o Lucca. Ainda mais que eu estava precisando e muito, e nada melhor do que ser possuída pelo o homem da minha vida.



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