História My brother's enemy - Capítulo 1


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Categorias Ansatsu Kyoshitsu (Assassination Classroom)
Personagens Gakuhō Asano, Karma Akabane, Personagens Originais
Tags Ansatsu Kyoushitsu, Karma Akabane
Visualizações 116
Palavras 1.268
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Minha primeira fic aqui no Spirit, então peguem leve comigo!

Capítulo 1 - Pedido


Fanfic / Fanfiction My brother's enemy - Capítulo 1 - Pedido


Cruzei os corredores vazios e obscuros do prédio. Nesse exato momento, dirigia-me até o meu novo inferno. Não fazia nem uma semana desde o acontecido, minha transferência já estava totalmente fechada e agora meu pesadelo tornara-se realidade. Observei a precariedade do prédio. Estava aos pedaços. A tinta da parede já descascava, e em alguns pontos eu podia encontrar mofo e bolor. 
Fiz uma careta ao deparar com a placa que indicava minha nova sala de aula. 3-E. 
Sem nenhuma piedade, o diretor me jogou na Classe do Fim para que eu apodrecesse. Ainda lembro-me daquela noite, quando chegamos em casa. O diretor ficou possesso, culpando-me por levar o nome da família ao lixo. Gakushu apenas assistiu tudo com divertimento, o que não foi uma grande surpresa. Nunca nos demos exatamente bem, apenas quando alguém estava olhando. Afinal, nós tínhamos que ser o gêmeos prefeitos, com o apoio perfeito e as notas perfeitas. Infelizmente, não consegui manter nenhum dos três pontos. 
— Ah, até que enfim vocês chegou. Ela já estava para começar a aula — um homem alto e bonitão apareceu no fim do corredor, andando apressadamente até mim. Ele era professor? A classe E realmente tinha professores tão bonitos assim? Devia ter tirado nota baixa antes… 
— Me desculpe… Professor? 
— Karasuma — respondeu simplesmente antes de bater na porta, entrando ao ganhar o consentimento. Visualizei uma sala tão precária quanto os corredores, era relativamente pequena, se comparada às salas do Prédio Novo. Como se não bastasse a sala ser a pior da escola, ainda tinha que ser em outro prédio, no prédio atrás do prédio principal. 
Karasuma simplesmente me jogou naquela sala, trancando a porta. Senti todos os olhares recaírem sobre mim, examinando-me de cima a baixo. 
— A aluna nova! Até que enfim! — uma mulher pronunciou-se ao meu lado, e eu dirigi meu olhar para ela, espantando-me com sua aparência. Fala sério, ela é linda! O que diabos a Classe E tem pra ter professores tão maravilhosos?! — Vamos logo com isso, apresente-se. — ela me atirou um giz para que eu pudesse escrever no quadro negro. Virei-me de costas para a turma, escrevi os kanjis para o meu nome e em seguida girei nos calcanhares, voltando à posição inicial.
— Hum… Me chamo Asano Haruka, fui transferida da sala A para cá… É um prazer — ou não — conhecer vocês — finalizei com uma reverência apresada.
— Gostaria de lhe dar as boas vindas, em nome de toda a turma — um garoto da primeira fileira ficou de pé. Assenti, voltando a encarar a professora. Ela me indicou uma carteira no fundo da sala, entre um brutamontes e um ruivo. Alguns minutos depois eu descobri que a professora se chamava Jelavić Irina, ela era professora de inglês. Na verdade, descobri também que ela tinha um apelido na sala. Bitch-sensei… 
— Combina com ela… — afirmei para mim mesma após assistir dez minutos da aula dela. Fiz uma careta, afundando meu rosto entre os braços e fechando os olhos. Pareceram segundos, mas quando abri os olhos novamente, a aula já tinha se encerrado e minha carteira estava apinhada de gente ao redor. Revirei os olhos internamente. 
— Asano-san — era o mesmo garoto que havia falado anteriormente — Eu sou o respresentante de classe, Isobai Yuma. Se precisar de qualquer coisa, pode falar comigo. 
— Asano-chan, Asano-chan! — outra garota de pronunciou, estava ajoelhada ao meu lado, os cotovelos apoiados na minha carteira — Como acabou sendo transferida pra cá?
— Você é filha do diretor, né? 
— Com quem vai almoçar?
— Quer sair comigo, Asano-chan? — okay, eu dei um pouco mais de atenção pra essa última pergunta. Direcionei meu melhor olhar assassino para o ser que havia feito essa pergunta, encontrando um garoto de cabelos ralos e sobrancelhas estranhas.
— Okajima, pare de dar em cima da garota! — a que estava ao meu lado vociferou para o tal Okajima, arrancando risadas de todos. Eles são estranhos… 
— Teremos aula de educação física agora, então é melhor irmos nos trocar — o representante, Isogai, aconselhou, jogando sua mochila sobre os ombros e saindo da sala. Logo todos o imitaram, e estávamos nos dirigindo até os vestiários. Passei a prestar atenção nas pessoas ao meu redor, franzindo o cenho. 
Por que aquela garota tem cabelo azul? 


oOo


Não era uma garota. 
Aquilo é um menino! Não. Isso é impossível! Totalmente impossível!
— Nakamura-san? — chamei, cutucando a garota ao meu lado (era a mesma que havia gritado com Okajima, descobri o nome dela no vestiário). Ao ver que ela estava ouvindo, prossegui — Tem certeza do que está me dizendo? É mesmo um garoto? 
— Na verdade, tenho minhas dúvidas… — murmurou, e juntas direcionamos o olhar até onde o garoto de cabelos azulados comia seu almoço. 
— Não deveriam falar assim do Nagisa-kun — uma vozinha acanhada se fez presente, e eu notei ser Kanzaki Yukiko, a _idol _ fofinha da sala. Era a notória garota mais bonita da classe, não só em aparência, mas em personalidade. Qual é, como eu posso odiar essa classe com uma pessoa como ela aqui?! 
Ao seu lado, uma garota de (estranhos) cabelos roxos. Parecia um robô, uma boneca, algo assim… Me disseram que o nome dela era gigantesco e muito difícil de aprender, então pra facilitar, a chamava de Ristu. Ambas sentaram-se conosco. 
— Então, Haruka-san… — interrompi a Kanzaki, erguendo meus hashis no ar. 
— Me chamem só de Haru — eu odeio títulos honoríficos. 
— Ah, certo, Haru. Como veio parar na Classe E? Ouvi dizer que você integrava Os Virtuosos. 
Os Virtuosos. O grupinho idiota do meu irmão, onde apenas os mais inteligentes da escola poderiam estar. Se americanizassem, eles seriam o time de futebol americano ou as líderes de torcida. São a realeza estudantil. E eu fazia parte. Fazia.
— Como posso dizer... — enfiei um pedaço de lula frita na boca. — Eu posso ter atiçado a ira do nosso querido Diretor, se é que me entendem. 
— Foi você que explodiu o banheiro dos funcionários? — Ritsu indagou, sua expressão impassível. 
— Ou então foi você que soltou uma dúzia de ratazanas na Classe B? — Nakamura ergueu a sobrancelha. 
— Já sei. A pessoa que colocou tinha verde permanente na caixa d'água do prédio principal? 
— Já chega, já chega — interrompi antes que Yukiko desmaiasse. — Talvez tenha sido eu, talvez não, quem sabe? 
— Haru, você tem uma mente bem maldosa… — Yukiko murmurou de forma nervosa, mordendo seu bolinho de arroz. 
oOo
Sempre pensei que fosse morrer de velhice. Sentada numa cadeira de balanço, numa varanda ventilada e com minha gata no colo. Todavia, minhas expectativas estavam sendo totalmente frustradas, devido àquela aula. Eu estava morrendo de tédio! Isso é perigoso! Li uma vez num site que pessoas entediadas tem duas vezes mais chances de terem um infarto. 
Soltei um suspiro, olhando de relance para o lado. O brutamontes que sentava aí babava em cima da carteira, fazendo com que eu revirasse os olhos e virasse para o outro lado. 
Engasguei. 
— Akabane? — sussurrei para mim mesma, apenas para que eu ouvisse. Sim… era ele. De repente, ao fitar o rosto aristocrático e desinteressado do garoto ruivo, uma brilhante ideia me surgiu. Como se piscasse na minha mente, ela me dizia meu próximo plano diabólico. Um sorriso brilhou em meu rosto enquanto eu encarava aquele ser, um turbilhão de pensamentos preenchendo minha mente. 
O sino soou. Levantei-me num pulo, enfiando todos os meus materiais dentro da mochila e a jogando por cima do ombro.
— Akabane — chamei baixinho, puxando a manga de seu blazer antes que ele pudesse deixar a sala de aula. O garoto de cabelos carmesim fitou-me com a sobrancelha erguida. Ele é perfeito! O pior inimigo do meu irmão. É dele que eu preciso. Ele murmurou alguma coisa em resposta, indicando que estava me ouvindo — Quer namorar comigo?


Notas Finais


Capítulo mais introdutório, mas mesmo assim me digam o que acharam. Beijos no core de vocês!


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