História My Cannibal Deer - Capítulo 2


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Categorias Eddsworld
Personagens Edd, Eduardo, Jon, Mark, Matt, Patryk, Paul ter Voorde, Personagens Originais, Tom, Tord
Tags Tomtord, Tordtom, Universo Alternativo
Visualizações 245
Palavras 1.518
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Policial, Sobrenatural, Survival, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ciao amores & amoras!
Bem vindos á mais um capitulo! E com toda alegria estamos comemorando 127* favoritos! Tá eu sei que è pouco, mais me deixa ser feliz.
Vida que segue, então provavel que eu faça um especial.
Porèm o que eu poderia fazer hum?
Talk show eu ja estou ferrada com isso na outra fic.
Um especial de fatos sobre mim? Talvez.
Agora sem mais demora, vamos ao capitulo!

Capítulo 2 - Chapter one; Amuse-bouche.


Oh claro, finalmente poderei contar um pouco desta historia, no caso em minha contraparte.

Pois bem, sou Tord larsson mais conhecido como Dr larsson, um famoso e trilhonario psicologo.

Com problemas de psicopatia e sociopatia, não que eu os ache um problema por parte minha.

Isso em questão ao meu canibalismo.

Tudo isso se refere ao fato de eu ser “secretamente” entre aspas um wendigo.

Isso mesmo, um wendigo uma criatura mistica de lendas da neve.

Otimo, mas graças ao meu bom controle, ninguem nunca ou jamais suspeitou disso, ou muito menos que seu amado psicologo era um serial killer. No caso o mais procurado pelo FBI isso tirando a CIA, Interpol e etc.


Mas como se eu não tivesse meus contatos para impedir isso, ora è muito facil. O raciocinio humano pode ser tão lerdo, como tambèm a ganancia que corroi cada um de nós.

O que algumas notas não podem fazer huh?


Lógico, seria otimo contar sobre meu passado. Porèm isso tiraria o suspense por tras de mim, então fiquem na curiosidade mesmo.

Algo que eu posso certamente alegar è, que meus mais confiaveis “empregados” entre aspas, pois os considero minha familia.


Paul & patryk as unicas pessoas que me aceitaram como eu sou, da maneira que eu sou e sempre estiveram em meu lado.

Como verdadeiros pais, ah sobre minha sexualidade? Sou bissexual, prazer.


Mas o foco em si è, minha paixão obcessiva sobre meu novo cliente, thomas ridgewell, o famoso criador de perfis psicologicos criminal.

Ora, eu sei quase tudo sobre seus traumas e sobre seus medicamentos, que eu pessoalmente receito.

Sim sim, eu aceitei tratar-lo de graça, pois essa paixão não è desde hoje, mas sim de muito tempo atras.


Quando eu digo muito tempo atrás, eu estou falando a verdade, realmente foi muito tempo atrás mesmo.

Agora deixar-lhes com mais uma parte desta historia.

~ • ~

Autor's point of view;

Quartel do FBI - 1:00 hr da tarde.

thomas estava completamente pasmo, havia chegado num nivel de nervosismo absurdo.

Porèm logo se acalmou, enquanto andava pelo grande edificio.

Atè passar por certo local, onde escutara algumas discrepancias das vitimas.


As vitimas provavelmente sofreram muliplas facadas e.. — dizia um dos agentes.


— Você esta completamente errado.— disse thomas, ajeitando seus óculos. — eles não foram mortos por multiplas facadas. Mas sim a mulher levou um tiro que atravessou seu pescoço e dilacerou sua garganta, assim cortando-lhe o oxigenio e a fazendo morrer afogada em seu proprio sangue. Ja o homem, morreu com um unico tiro na cabeça, que atravessou o cranio e dilacerou seu cerebro, cortando todos seus movimentos. Inclusive os batimentos cardiacos. Agora tenham uma boa tarde. — disse tom logo depois de retirando e assim voltando a caminhar pelo corredor.


Atè chegar á sua antiga sala, onde a destrancou e rapidamente a adentrou fechando a porta em seguida.

Um minimo suspiro saiu de seus labios, e thomas logo foi-se sentar na cadeira.

Ele precisava analisar seu antigo arquivo e perfil do serial killer conhecido como “o cannibal” nome ridiculo? Sim, mas foi-se escolhido pela maioria dos membros do FBI e por tanto ficou assim.


Abriu uma das gavetas, logo sendo “gentilmente” entre aspas recebido com uma boas vindas da poeira do local.

Assim o fazendo-o tossir descontrolavelmente, thomas logo se levantou abriu as janelas e ligou o ventilador e ar-condicionado do local, assim tirando toda a poeira possivèl.


thomas voltou-se a sentar em sua cadeira, logo remexendo nos tais arquivos que continha ali ha anos.

tanto que tom apenas procurava o perfil do tal “ele” que havia voltado muitos anos depois.

porèm essa è a pergunta que roda na cabeça de thomas, por que “ele” voltou justamente agora.

Qual o motivo de sempre matar casais e deixar mensagens que apenas thomas entendia?

Eram tantas perguntas sem respostas, tanta mesmo.

Atè parecia que uma parte de seu passado havia voltado para lhe assombrar.


Com isso thomas retirou os oculos, fechou os olhos e se pos a pensar por algum tempo.

Um longo suspiro saiu de seus labios, um suspiro de decepção.


Colocou uma das mãos em sua testa, e ficou por horas pensando.

Atè finalmente tomar a atitude de revisar os tais arquivos, oh cèus isso demoraria horas.

Com certeza.


Murmurou algumas coisas aleatorias, e alguns resmungos de reclamações.

e finalmente pegou a primeira pagina de arquivo.

[...]

[ 3 horas depois. ]

4:00 hrs da tarde.

Thomas soltou um suspiro de alivio, havia conseguido revisar a maioria dos perfis.


— Preciso de cafè.. — Resmungou para si próprio.


Com isso, recolocou seus óculos e se pós a levantar, assim se alongando e ouvindo alguns estralos.

Com isso pós-se a caminhar até a porta de sua sala, e a destrancar.

logo saindo do cômodo e indo até a devida cafeteria do quartel.


Porèm ao passar por um dos corredores, ouviu uma conversa um tanto interessante aos seus ouvidos.

Sim era errado ouvir a conversa dos outros, mas seria errado da mesma forma se essa conversa fosse,sobre você?

Provavelmente não, com isso Thomas delicadamente encostou sua orelha na porta assim logo ouvindo tal conversa com mais clareza.

×

— Senhor você tem certeza disso?


— Sim, absolutamente, aquele “analisador” de perfis è ficha limpa por que não sujar-la um pouco?


— Não tenho certeza, è bem capaz dele descobrir e nos denunciar.


— Ele não vai fique tranquilo, alias irei-lhe pagar em grande quantia.


— Quanto no mínimo?


— novecentos mil dólares acha o suficiente?


— Com certeza


— fechado?


—Fechado.

×

Após ouvir tal conversa Thomas ficou completamente chocado, e quando pressentiu que a porta iria abrir.

Se afastou rapidamente e seguiu em passos longos e rápidos até a cafeteria.


Seria isso mesmo? Uma corrupção dentro do FBI? Pelo visto sim.

Porém Thomas deveria agir debaixo dos panos, até saber em mínimos detalhes quem estava, planejando isso.


Ele foi atè a maquina que vendia o seu tal cafè, colocou uma pequena moeda e com isso finalmente conseguiu seu cafè expresso que tanto amava.

Tomou um longo gole do liquido quente e amargo, porèm logo engasgando devido o susto que edd lhe dara.


— Thomas? — perguntou edd.


Thomas logo tratou-se de se recuperar, e assim virou-se de frente ao colega com cara de poucos amigos.


— Edd? Você por acaso esta tentando me matar ou algo do tipo? Por favor não aparecia mais assim do nada .— disse thomas calmamente, enquanto aproveitava seu cafè.


Edd riu.


— Desculpe, è que temos uma nova cena de crime. — disse edd.


com tal informação thomas cuspiu o cafè que bebia, logo olhando incrédulo para o maior.


— Oi!? Mas “ele” ja atacou de novo? — perguntou thomas, logo checando o horario. — Em plena 4:30 da tarde!?


— Pelo visto sim, vamos logo para a cena antes dos perícias chegarem. sério eles são um pè no saco. — Disse edd.


Thomas apenas assentiu.


[...]


— Edd. — Disse thomas


— Sim? — Respondeu o moreno ainda com os olhos na estrada.


— Você acha que possa haver algum rastro de corrupção no nosso quartel? — Perguntou Thomas, calmamente.


Mas logo arrancando olhos arregalados, tanto do moreno quanto do ruivo.

Edd permitiu-se parar em um sinal vermelho, logo olhando menor sentando no banco do passageiro.


— Thomas que tipo de pergunta è essa? — Disseram o moreno e o ruivo em uníssono.


Thomas apenas suspirou, logo retirando seus óculos e permitindo-se coçar-los.


— Nada, apenas um assunto pessoal. — Respondeu com calmaria, assim recolocando seus óculos novamente.


Ambos os dois, derãm um suspiro, assim voltando suas atenções para a estrada.

Para thomas, aquilo era estranho. O que seus colegas de trabalho e amigos de infância lhe escondiam?

Alias, por que estariam lhe escondendo tais coisas envolventes com esse especifico assunto.

Thomas tinha suas suspeitas, porèm preferiu guardar-las para si próprio, ele precisava não chamar muita atenção  para começar a investigar aquele assunto e seus envolvidos no tal.


[...]

6:00 hrs da tarde.

Finalmente haviam chegado na cena do crime, porèm a polícia fora mais rapida, mas mesmo assim thomas destrancou a porta.

e saiu de dentro da BMW.


Foi-se em direção a casa, que tinha uma aparência simples.

era uma casa de coloração branca com dois quartos, sala, cozinha e um banheiro.

típica casa americana.


Fora os detalhes, havia um jardim de cogumelos  nos fundos da residência.

è ela foi o ponto principal que chamou a atenção do menor, ele vestiu suas luvas e antes que matt ou edd viessem ao seu encontro.


Ele adentrou a casa, e a cena era horrível.

sangue espalhado pelo comodo inteiro, se duvidar è possivel vêr alguns respingos de sangue no teto.

Isso seguido de um rastro de sangue, em específico como se tivessem arrastado o corpo.

thomas seguiu tal rastro, atè os fundos da casa onde encontrou um corpo desmembrado, em reconhecimento à estrutura humana “Aquilo” antes, era um homem de 20 anos.


Porèm, o fato era os pedaços  do corpos estavam espalhados pelo local, mas especificamente no jardim de cogumelos, havia algo enterrado ali.

Algo que havia sido enterrado.


Thomas pegou uma pá, e ali começou a cavar, aquele especifico local no estranho jardim.

à revelação fora chocante era outro corpo, de outro rapaz.

Porèm esse apresentava alguns hematomas de tortura, e a causa da morte foi-se um tiro na cabeça que de alguma forma conseguiu adentrar o cranio e dilacerar o cérebro e cortar todas as capacidades motoras.

inclusive os batimentos cardíacos.


Havia uma grande linha de costura, e foi ai que thomas percebeu aquele corpo não havia nenhum órgão por dentro.


era apenas pele, e ossos.


quando abriu o maxilar do defunto la estava outro envelope vermelho.

do qual abriu com cuidado, assim pegando na superfice da folha esbranquiçada e manchada de sangue seco.


e la estava escrito.

Amuse-bouche.



Notas Finais


Agradeço por terem lido! Atè a proxima att!

*Não deixem esta fanfic morrer si? Eu sei que sou muito enrolada pra postar porèm sempre quero dar o meu melhor para vocês.

*Obrigada com todo coração pelos favoritos, feedbacks(comentarios) e visualizações.


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